Quali 2 - Aula 18 (09-11)
Função da Equipe de Primeiro Nível
Visão Geral da Seção: A equipe de primeiro nível é responsável por definir os objetivos estratégicos, identificar os fatores críticos de sucesso e selecionar os processos críticos para a organização.
Atribuições da Equipe de Primeiro Nível
- A equipe de primeiro nível é composta pela alta administração.
- Suas atribuições incluem definir os objetivos estratégicos, identificar os fatores críticos de sucesso e selecionar os processos críticos para a organização.
- O dono do processo é designado pela equipe de primeiro nível e trabalha em conjunto com a equipe de segundo nível para melhorar o desempenho do processo.
- O dono do processo atua nas interfaces entre as funções, removendo obstáculos e negociando requisitos e responsabilidades.
Donos de Subprocessos
Visão Geral da Seção: Cada subprocesso tem um dono designado que lida com problemas nas interfaces e faz a gestão do subprocesso.
Donos de Subprocessos
- Para cada subprocesso, há um dono designado que lida com problemas nas interfaces.
- Os donos dos subprocessos se comunicam com o dono do processo quando ocorrem problemas nas interfaces.
Estrutura do Gerenciamento por Processos
Visão Geral da Seção: O gerenciamento por processos é composto por uma equipe de primeiro nível e uma equipe de segundo nível.
Estrutura do Gerenciamento por Processos
- A equipe de primeiro nível é composta pela alta administração, enquanto a equipe de segundo nível é composta pelo tático e operacional.
- O dono do processo da área de Tecnologia da Informação também é o dono do processo como um todo dentro da sua função.
Cadeia Cliente-Fornecedor
Visão Geral da Seção: A cadeia cliente-fornecedor envolve os fornecedores, elementos intermediários e o cliente final.
Cadeia Cliente-Fornecedor
- A cadeia cliente-fornecedor inclui fornecedores, elementos intermediários e o cliente final.
- Não há diferença significativa entre clientes internos e externos - quem recebe o resultado do processo deve ser atendido em seus requisitos.
Etapas do Gerenciamento por Processos
Visão Geral da Seção: O gerenciamento por processos envolve a identificação dos processos prioritários pela equipe de primeiro nível e a gestão desses processos pela equipe de segundo nível.
Etapas do Gerenciamento por Processos
- A equipe de primeiro nível identifica os processos prioritários.
- A equipe de segundo nível faz a gestão e aperfeiçoamento dos processos críticos identificados pela alta administração.
- As etapas incluem seleção dos objetivos estratégicos, fatores críticos de sucesso e processos relacionados, bem como a definição dos processos prioritários.
Enquadramento do Processo
Visão Geral da Seção: O enquadramento do processo envolve definir os limites e responsabilidades do processo.
Enquadramento do Processo
- O dono do processo realiza o enquadramento, que consiste em definir os limites e responsabilidades do processo.
- Definir os limites é importante para evitar conflitos e jogos de empurra entre as áreas.
Conclusão
O gerenciamento por processos envolve a equipe de primeiro nível, responsável pela definição dos objetivos estratégicos e seleção dos processos críticos, e a equipe de segundo nível, encarregada da gestão e melhoria desses processos. Os donos de subprocessos atuam nas interfaces entre as funções para resolver problemas. A cadeia cliente-fornecedor visa atender aos requisitos dos clientes internos ou externos. O enquadramento do processo define os limites e responsabilidades para evitar conflitos.
Necessidade de padrão e fluxo do processo
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de estabelecer um padrão e desenhar o fluxo do processo como requisitos e indicadores.
Padrões e Fluxo do Processo
- A necessidade de estabelecer um padrão que se desdobre em requisitos e indicadores é destacada.
- É mencionado que após realizar essa etapa, é importante desenhar o fluxo do processo.
- Sugere-se criar uma tabela com informações complementares para registrar o fluxo do processo.
Problemas comuns no mapeamento de processos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados os problemas frequentemente encontrados nas empresas ao realizar o mapeamento de processos.
Problemas no Mapeamento de Processos
- Destaca-se que muitas empresas contratam consultorias para realizar o mapeamento de processos.
- Questiona-se sobre a utilidade desses mapeamentos extensivos após sua conclusão.
- Aponta-se que muitas vezes são mapeados processos não relevantes ou importantes, resultando em esforços desperdiçados.
- Destaca-se a importância de priorizar aquilo que é relevante e importante para a organização durante o mapeamento do processo.
Desenho do processo e identificação dos subprocessos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutido como desenhar o processo e identificar os subprocessos durante o mapeamento.
Desenho do Processo e Identificação dos Subprocessos
- Destaca-se a importância de desenhar e registrar apenas o fluxo daquilo que foi priorizado pela alta administração.
- Durante o mapeamento do processo, é possível identificar os subprocessos e seus respectivos donos.
- É mencionada a avaliação dos subprocessos como parte do processo de mapeamento.
Matriz de importância e desempenho dos processos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é apresentada uma matriz para avaliar a importância e o desempenho dos processos.
Matriz de Importância e Desempenho
- É explicado que a matriz de importância e desempenho é utilizada para analisar os processos em termos de sua relevância para o negócio e qualidade de desempenho.
- Exemplifica-se como preencher a matriz com base na importância do processo para o negócio e seu desempenho.
- Destaca-se que essa avaliação é realizada pela equipe de primeiro nível da organização.
Priorização dos processos e subprocessos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordada a priorização dos processos e subprocessos com base na matriz de importância e desempenho.
Priorização dos Processos e Subprocessos
- Explica-se que a equipe de primeiro nível utiliza a matriz de importância para o negócio versus desempenho para estabelecer uma ordem de prioridade nos processos.
- Destaca-se que essa ordem define quais processos devem ser trabalhados primeiro.
- Alerta-se sobre o risco de priorizar processos de baixa importância, pois isso pode resultar em desperdício de energia.
Avaliação dos subprocessos e padronização
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutida a avaliação dos subprocessos e a importância da padronização.
Avaliação dos Subprocessos e Padronização
- Explica-se que a mesma matriz utilizada para priorizar os processos também pode ser aplicada para avaliar os subprocessos.
- Destaca-se a importância de identificar gargalos e oportunidades de melhoria nos subprocessos.
- Menciona-se que o responsável pelos subprocessos trabalhará na padronização e melhoria do sistema.
Cruzamento entre fatores críticos e subprocessos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é apresentado o cruzamento entre fatores críticos e subprocessos para entender sua importância.
Cruzamento entre Fatores Críticos e Subprocessos
- Explica-se que é possível medir a importância dos subprocessos por meio do cruzamento entre fatores críticos e desempenho.
- Utiliza-se uma matriz semelhante à anteriormente mencionada, mas agora com foco nos subprocessos.
- Destaca-se que essa análise ajuda a identificar quais partes do processo impactam diretamente nos resultados globais.
Processo de urgência
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordado o conceito de processo de urgência com base na importância e desempenho dos subprocessos.
Processo de Urgência
- É explicado que os subprocessos com alta importância para o negócio e baixo desempenho são considerados de urgência.
- Destaca-se a necessidade de tomar medidas imediatas para melhorar esses subprocessos.
Essas são as principais seções e pontos abordados no vídeo.
Gerenciamento de Processos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor fala sobre a importância do gerenciamento de processos e como identificar e melhorar os subprocessos dentro de uma organização.
Importância dos Subprocessos
- Os subprocessos que têm baixa importância e desempenho ruim são considerados uma zona de melhoria.
- Recomenda-se aplicar o gerenciamento do dia a dia ou gerenciamento da rotina para esses subprocessos.
- Os processos com alta importância e bom desempenho devem ser mantidos.
Zona de Melhoria
- A zona de melhoria é onde ocorre o monitoramento constante e aprimoramento contínuo dos processos.
- Indicadores são usados para monitorar esses processos.
- Exemplos de práticas nessa zona incluem Kaizen (melhoria contínua).
Zona de Risco
- A zona de risco abrange subprocessos com baixa importância, mas bom desempenho atualmente.
- Muitas empresas tendem a negligenciar esses subprocessos porque não são considerados importantes.
- No entanto, o ambiente pode mudar e torná-los importantes no futuro.
Monitoramento Constante
- É importante monitorar os processos na região de risco para evitar problemas futuros.
- O mundo está em constante mudança, e algo que não era importante antes pode se tornar relevante posteriormente.
Fluxograma do Gerenciamento de Processo
- O processo começa com a avaliação do processo e sua localização nos quadrantes.
- Para os processos prioritários, é realizado um gerenciamento mais local e departamental.
- São estabelecidos requisitos, indicadores e planos de ação para melhorar o processo.
- O ciclo PDCA (planejar, executar, verificar, agir) é aplicado para alcançar melhorias.
Funil do Gerenciamento de Processo
- O gerenciamento de processos funciona como um funil, filtrando os processos relevantes que precisam ser melhorados.
- É importante trabalhar no que é relevante e priorizar as ações nesses processos.
Estudo de Caso Restaurante Paciência
Visão Geral da Seção: O professor menciona um estudo de caso chamado "Restaurante Paciência" e solicita aos alunos que leiam o caso para discuti-lo posteriormente.
Tarefa dos Alunos
- Os alunos devem ler o estudo de caso "Restaurante Paciência".
- Na próxima aula, o professor apresentará a solução para o estudo de caso.
Gerenciamento da Rotina
Visão Geral da Seção: O professor introduz o conceito de gerenciamento da rotina como outro aspecto do gerenciamento organizacional.
Gerenciamento da Rotina
- O gerenciamento da rotina é uma parte essencial do gerenciamento organizacional.
- Ainda não foi abordado neste momento.
Gerenciamento por Processos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute sobre o gerenciamento por processos e sua aplicação no contexto organizacional.
Gerenciamento de cima para baixo e de baixo para cima
- O gerenciamento pode ser realizado tanto de cima para baixo quanto de baixo para cima na organização.
- O gerenciamento de cima para baixo é conhecido como "gerenciamento por políticas" e envolve a definição de objetivos estratégicos que são desdobrados até o nível operacional.
- O gerenciamento de baixo para cima envolve identificar os processos críticos e promover melhorias neles.
Gerenciamento da rotina
- O gerenciamento da rotina é uma forma específica de gerenciar os processos.
- É importante considerar os riscos ao aplicar o gerenciamento da rotina, pois pode levar a uma visão restrita aos departamentos individuais.
Priorização dos processos
- É necessário priorizar os processos com base nos objetivos estratégicos da empresa.
- Ao aplicar o gerenciamento da rotina, é importante focar nos subprocessos críticos do departamento, mas isso não significa que eles sejam necessariamente críticos para toda a organização.
Responsabilidade pelo gerenciamento por processos
- A responsabilidade pela aplicação do gerenciamento por processos recai sobre os chefes ou gestores departamentais.
- Eles devem analisar os processos que ocorrem diariamente e coletar dados para verificar melhorias.
Requisitos para aplicação do gerenciamento da rotina
- Os processos devem ser repetitivos e padronizados.
- As pessoas envolvidas devem estar treinadas e dispostas a melhorar os processos.
Análise de Processos Departamentais
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute sobre a análise de processos departamentais no contexto do gerenciamento por processos.
Risco de visão restrita aos departamentos
- Ao focar apenas nos processos departamentais, pode-se perder a visão dos problemas que ocorrem nas fronteiras entre os diferentes departamentos.
- É importante analisar a comunicação e o fluxo dos processos entre os departamentos.
Priorização dos subprocessos
- A priorização dos subprocessos deve ser feita com base nos objetivos estratégicos da empresa.
- O foco deve estar nos subprocessos críticos para a organização como um todo, não apenas para um departamento específico.
Assumindo riscos desde o início
- É necessário assumir o risco de priorizar determinados subprocessos em detrimento de outros.
- Qualquer melhoria é bem-vinda, mesmo que não seja considerada prioritária para toda a empresa.
Responsabilidade pelo Gerenciamento da Rotina
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda a responsabilidade pela aplicação do gerenciamento da rotina e destaca a importância de analisar processos contínuos.
Responsabilidade do gestor departamental
- O gestor ou chefe do departamento é responsável pela aplicação do gerenciamento da rotina.
- Ele deve analisar os processos que ocorrem de forma contínua e diária, coletando dados para verificar melhorias.
Análise de processos contínuos
- A análise de processos contínuos permite medir rapidamente se as melhorias estão sendo efetivas.
- É possível verificar se os objetivos estão sendo alcançados e tomar ações corretivas quando necessário.
Requisitos para aplicação do gerenciamento da rotina
- Os processos devem ser repetitivos e padronizados.
- As pessoas envolvidas devem estar treinadas e dispostas a melhorar os processos.
Requisitos para Aplicação do Gerenciamento da Rotina
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca os requisitos necessários para aplicar o gerenciamento da rotina.
Atividades repetitivas
- O gerenciamento da rotina é mais eficaz em atividades que são repetitivas.
- Isso facilita a padronização dos processos e a coleta de dados para análise.
Processo padronizado
- O processo deve estar definido operacionalmente e as pessoas envolvidas devem estar treinadas em como executá-lo.
Vontade de melhorar
- É fundamental que as pessoas envolvidas tenham vontade de melhorar.
- Elas devem aplicar o conceito da cadeia cliente-fornecedor, coletando dados, analisando resultados e tomando ações corretivas.
Como reduzir o tempo entre despertar e sair de casa?
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute estratégias para reduzir o tempo gasto entre acordar e sair de casa.
Antecipando tarefas
- Antecipar tarefas pode ajudar a economizar tempo.
- Exemplos incluem separar roupas para o dia seguinte, deixar alimentos pré-preparados e organizar itens necessários com antecedência.
Melhoria de processos
- Identificar atividades que podem ser realizadas em paralelo em vez de sequencialmente.
- Exemplo: preparação das crianças para dormir usando roupas adequadas para a manhã seguinte.
Exemplo do Pit Stop na Fórmula 1
- O exemplo do Pit Stop mostra como melhorias no processo podem reduzir significativamente o tempo necessário.
- Nos anos 80, uma troca de pneus levava cerca de 11 a 12 segundos.
- Atualmente, os carros conseguem fazer a troca em apenas 2.8 a 3 segundos.
- Essa redução no tempo é crucial para vencer corridas.
Reconhecimento da necessidade de melhoria
- As pessoas só irão melhorar se reconhecerem que precisam melhorar.
- É importante ter indicadores e compará-los com outros para identificar áreas que precisam ser aprimoradas.
Etapas da implantação metodológica
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas as quatro etapas da implantação metodológica para melhorar processos.
Orientação para o micro processo
- Fazer uma lista de todos os microprocessos ou subprocessos realizados em um departamento.
- Selecionar os mais importantes e críticos usando uma matriz de importância versus desempenho.
Orientação para o cliente
- Analisar quem são os clientes e fornecedores do processo.
- Identificar o que agrega valor e quais são os requisitos do cliente.
Orientação para o controle do micro processo
- Desenhar um fluxograma do processo, identificando atividades, indicadores e pontos de melhoria.
- Padronizar as atividades e treinar as pessoas envolvidas no processo.
Orientação para a melhoria
- Realizar uma caracterização detalhada do processo por meio de checklists.
- Verificar se o processo tem uma missão clara e se é realmente necessário.
Orientação para o Cliente
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de entender as necessidades e expectativas dos clientes e como isso pode ser medido por meio de requisitos e indicadores.
Fluxograma e Clientes Importantes
- Identificar os clientes mais importantes e suas necessidades e expectativas.
- Medir as entregas recebidas dos fornecedores em relação aos requisitos dos clientes.
Orientação para o Controle do Microprocesso
- Planejar e controlar os microprocessos.
- Utilizar técnicas como o método 5W1H (o quê, quem, quando, onde, por que, como) para planejamento e controle.
Sistema de Controle
- Definir o que será medido no processo.
- Estabelecer pontos de controle ao longo do processo.
- Determinar a frequência de medição.
- Identificar quem será responsável pela medição.
Importância da Medição Precisa
- Utilizar ferramentas adequadas para medição precisa.
- Considerar a precisão e exatidão das medidas.
- Evitar erros na coleta de dados.
Orientação para Melhoria - PDCA
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordada a importância da orientação para melhoria utilizando o ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act).
Identificação das Causas do Problema
- Analisar as causas do problema através do ciclo PDCA.
- Priorizar as causas com plano de ação definido.
Execução do Plano de Ação
- Executar o plano de ação com responsabilidade e dentro do prazo estabelecido.
Verificação dos Resultados
- Verificar se o plano de ação foi eficaz.
- Avaliar se os resultados estão de acordo com os padrões estabelecidos.
Utilização da Tecnologia na Indústria 4.0
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutida a importância da utilização da tecnologia na indústria 4.0 para melhorar os processos de controle.
Implantação de Sensores e Tecnologia da Informação
- Utilizar sensores e tecnologia para coletar e transmitir informações em tempo real.
- Evitar problemas relacionados a controles manuais, como preenchimento incorreto ou falta de entendimento.
Conclusão
A orientação para o cliente, controle do microprocesso, sistema de controle preciso e orientação para melhoria são fundamentais para garantir a qualidade dos processos. Além disso, a utilização da tecnologia pode trazer benefícios significativos na indústria 4.0. O ciclo PDCA é uma ferramenta importante para identificar causas de problemas e implementar melhorias.
Sistema de Controle e Ciclo PDCA
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutido o Sistema de Controle e o Ciclo PDCA como ferramentas para melhorar os processos.
Implantação do Sistema de Controle
- O Sistema de Controle identifica os objetivos e limites de controle.
- É importante padronizar os processos para garantir consistência nos resultados.
Ciclo PDCA
- O Ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act) é uma abordagem para a melhoria contínua.
- Verificar o resultado obtido após a implantação do sistema de controle.
- Se o resultado não estiver satisfatório, aplicar ações corretivas utilizando as ferramentas básicas da qualidade.
- Identificar as causas raiz do problema e propor soluções.
- Elaborar um plano de ação e executá-lo para melhorar o processo.
Restrições do Dono do Processo
- O dono do processo é geralmente alguém do nível tático, não necessariamente estratégico.
- O dono do processo pode ser indicado pelo primeiro nível ou fazer parte dele.
- Ele trabalha nas prioridades do departamento em que atua, mas nem sempre são as prioridades da organização como um todo.
Perguntas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são feitas perguntas relacionadas ao conteúdo discutido anteriormente.
Perguntas dos Participantes
- Não foram feitas perguntas pelos participantes neste momento.