Mate o Pecado ou ele te Matará | Sermão 673 | C. H. Spurgeon | Deuteronômio 7:19,20

Mate o Pecado ou ele te Matará | Sermão 673 | C. H. Spurgeon | Deuteronômio 7:19,20

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Reflexões sobre a Luta Contra o Pecado

Mensagem de Charles Spurgeon

  • Citação de Spurgeon: "Esteja matando o pecado ou o pecado estará matando você", enfatizando a importância da luta espiritual constante.
  • Referência à conquista da Terra Prometida por Israel, simbolizando a luta espiritual que cada crente deve enfrentar.

A Conquista Espiritual

Significado da Semente de Israel

  • A semente de Israel representa a nova natureza dentro do crente, que busca conquistar toda a humanidade para Cristo.
  • Jesus não morreu apenas pelas almas, mas também pelos corpos dos crentes, reivindicando total domínio sobre eles.

Submissão Total a Cristo

Reinado Gracioso

  • É tarefa da nova natureza submeter todos os aspectos da vida ao reinado gracioso de Jesus.
  • Apesar do direito que Cristo tem sobre nós, ainda lutamos contra o pecado que habita em nossa carne.

A Realidade do Pecado na Vida Cristã

Natureza Pecaminosa

  • O pecado está intrinsecamente ligado à nossa natureza humana e não pode ser expulso apenas com resoluções pessoais.
  • Comparação entre as feridas causadas pelo pecado e uma praga que afeta todo o ser humano.

A Luta Desigual entre Naturezas

Conflito Interno

  • A nova natureza é comparada a um bebê lutando contra uma velha natureza forte e estabelecida.
  • O ambiente hostil torna difícil para a nova natureza prosperar enquanto enfrenta aliados como o mundo e as preocupações cotidianas.

Poder do Espírito Santo na Luta Contra o Pecado

Auxílio Divino

  • O Espírito Santo é descrito como nosso ajudador na batalha contra o pecado que ainda nos possui.
  • Embora os pecados tenham sido cancelados judicialmente pela cruz, ainda precisamos lutar ativamente contra eles no dia-a-dia.

Liberdade em Cristo

Direitos Legais vs. Posse do Pecado

  • Apesar de sermos justificados e livres da culpa dos pecados, ainda enfrentamos sua posse em nossas vidas.
  • Enfatiza-se que pertencemos a Cristo e devemos resistir às tentações e influências malignas.

A Luta Contra o Pecado

A Decisão do Juiz e a Guerra Contra o Pecado

  • O juiz de todos decidiu que os comprados pelo sangue pertencem a Cristo, e a luta contra os pecados deve ser constante, sem trégua.
  • Muitos crentes desistem de lutar contra seus pecados, acreditando que certos comportamentos são aceitáveis, como um temperamento precipitado.
  • Não devemos permitir que o mau humor habite em nós; isso é tão inaceitável quanto permitir a presença do diabo.

A Influência da Graça e o Orgulho

  • A graça pode ser enxertada em uma natureza ruim, mas deve influenciar todo o nosso ser; devemos produzir frutos agradáveis a Deus.
  • O orgulho é um dos vícios mais repugnantes para um cristão, pois tudo que temos vem da graça soberana de Deus.
  • O orgulho pode levar à queda espiritual; muitos filhos de Deus sofreram por se considerarem imunes ao pecado.

A Necessidade de Combater os Pecados

  • Devemos ter cuidado com nossos pecados e não negociar ou dar nomes diferentes a eles conforme nossa cultura.
  • É essencial destruir nossos pecados antes que eles nos destruam; essa é uma questão de vida ou morte espiritual.

Vencendo pelo Amor de Cristo

  • Para entrar na vida eterna, precisamos vencer através daquele que nos amou; somos mais do que vencedores por causa de Cristo.
  • Ao vencedor será dado alimento do Maná escondido; não devemos nos deixar vencer pelo mal, mas vencê-lo com o bem.

Encorajamento na Luta Espiritual

  • Embora nunca possamos expulsar completamente os pecados nesta vida, podemos nos esforçar para sermos semelhantes a Cristo.
  • Podemos vencer nossos pecados não pela própria força, mas pelo sangue do Cordeiro; essa fé é capaz de subjugar as dificuldades espirituais.

Libertação e Salvação em Cristo

  • Devemos buscar força em Deus para expulsar nossos inimigos espirituais e cantar vitória pela graça recebida.
  • Lembramos que fomos libertos da escravidão espiritual por meio da obra redentora de Cristo; estamos realmente livres dele.

A Luta Contra o Pecado e a Santificação

A Promessa de Libertação

  • O Mar Vermelho simboliza a libertação dos pecados, onde os inimigos são afogados e não serão mais vistos.
  • A coragem é enfatizada, lembrando que Deus não nos tirou do Egito para sermos destruídos; devemos vencer cada dia.

A Realidade da Santificação

  • A santificação é um processo contínuo, não instantâneo; muitos cristãos mal informados acreditam que após crer em Jesus, não enfrentarão mais o pecado.
  • Após o perdão do pecado, ele se torna um inimigo mortal, iniciando uma batalha interna constante.

Conflito Interno e Crescimento Espiritual

  • Se não há luta interna entre carne e espírito, pode-se estar espiritualmente morto; a verdadeira vida cristã envolve conflito.
  • O autor menciona sua própria luta diária para se aproximar de Deus, reconhecendo que essa batalha persiste até o fim da vida.

Exemplos Históricos de Luta Espiritual

  • Referência a João Calvino e suas lutas contra a justiça própria mesmo após ter denunciado boas obras como meio de salvação.
  • Quanto mais próximo se está de Deus, maior será a luta contra o pecado; isso é uma realidade espiritual inevitável.

Reconhecimento do Pecado

  • À medida que se cresce na santidade, mais pecados ocultos são revelados; quanto mais santo você se torna, mais consciente fica das suas falhas.
  • A expulsão dos pecados é um processo gradual ao longo da vida; nunca devemos baixar nossa guarda na batalha espiritual.

Reflexões sobre os Antigos Habitantes

  • Os sinais miraculosos testemunhados pelo povo são lembrados como garantia da proteção divina contra os inimigos restantes.
  • Mesmo após conflitos em Canaã, alguns habitantes antigos permanecem escondidos; isso serve como metáfora para os pecados ocultos em nossas vidas.

Lições sobre Pecados Ocultos

  • É necessário examinar nossos corações para identificar pecados secretos que ainda habitam em nós.
  • A cidade da alma humana é comparada à possessão por Cristo enquanto ainda existem influências malignas escondidas.

A Natureza do Pecado e a Incredulidade

A Presença de Servos da Incredulidade

  • O texto menciona figuras que se autodenominam "Senhor Prudente" e "Senhor Alegria", representando aspectos da cobiça e da lascívia, que atuam como servos na cidade da alma humana.
  • Esses seres se escondem em cantos sombrios, saindo apenas para causar travessuras, simbolizando a presença constante do pecado oculto.

A Necessidade de Vigilância Espiritual

  • Apesar das precauções espirituais, como orar por perdão dos pecados desconhecidos, o autor sugere que muitos pecados permanecem ocultos em nós.
  • A ideia é que a verdadeira extensão da nossa pecaminosidade pode ser tão avassaladora que nos levaria à loucura se totalmente revelada.

O Antigo Pecado da Incredulidade

  • O autor destaca a incredulidade como um pecado persistente, mesmo após experiências de libertação espiritual.
  • Ele argumenta que situações desafiadoras podem reavivar essa incredulidade oculta em nosso coração.

Orgulho e Sua Astúcia

  • O orgulho é identificado como um pecado traiçoeiro; mesmo aqueles que acreditam ter superado esse sentimento podem ainda estar sob sua influência.
  • Um exemplo é dado sobre uma conversa com um cristão orgulhoso, mostrando como o orgulho pode se disfarçar até mesmo nas melhores intenções.

Raiva e Descontentamento Ocultos

  • O texto explora a raiva e o mau humor presentes em todos nós, sugerindo que esses sentimentos são frequentemente ignorados até serem provocados por circunstâncias adversas.
  • A metáfora do barril de pólvora ilustra como emoções reprimidas podem ser perigosas quando confrontadas com estressores externos.

Reflexões sobre a Idolatria e o Pecado

A Loucura da Idolatria

  • O pregador reflete sobre a importância de louvar a Deus com alegria, mesmo em tempos difíceis, reconhecendo que Deus é bom tanto nas dádivas quanto nas perdas.
  • Ele alerta para o descontentamento como um pecado que pode se esconder em nossas almas, enfatizando que devemos lembrar de nossas próprias falhas antes de julgar os outros.
  • A idolatria é identificada como um pecado comum, muitas vezes inconsciente, onde as pessoas podem idolatrar seus filhos ou bens sem perceber até que sejam confrontadas com a perda.

A Sutileza do Pecado

  • O pregador destaca que a autoconfiança pode ser uma forma de idolatria, levando à adoração de si mesmo em vez de Deus. É crucial manter vigilância sobre nossos corações.
  • Ele menciona que muitos são relutantes em buscar suas próprias falhas e pecados, resultando em uma cegueira espiritual que impede o crescimento pessoal e espiritual.

Comparação Perigosa

  • A comparação com os outros é vista como um hábito prejudicial; frequentemente nos sentimos superiores ao observar as falhas alheias, mas isso nos afasta da verdadeira humildade diante de Deus.
  • O pregador critica orações farisaicas comuns entre cristãos, onde se agradece por não ser como os outros. Isso revela uma falta de autocrítica e humildade.

Vigilância Espiritual

  • Ele exorta os ouvintes a olharem para Cristo para reconhecer suas próprias falhas. Comparar-se aos outros apenas alimenta o orgulho e encobre as imperfeições pessoais.
  • O discurso conclui com uma metáfora sobre vespas enviadas por Deus para destruir pecados remanescentes. Assim como insetos podem forçar comunidades a abandonar áreas infetadas, devemos estar dispostos a enfrentar nossos próprios pecados.

Este resumo captura as principais reflexões do pregador sobre idolatria e pecado, destacando a necessidade de autoexame e vigilância espiritual na vida cristã.

Expulsão dos Cananeus e as Vespas

A Metáfora das Vespas

  • O orador menciona a ideia de que Deus poderia enviar vespas para expulsar os cananeus, utilizando um meio simples e natural, sem necessidade de trombetas ou milagres.
  • As vespas não molestariam os israelitas, mas causariam a morte de alguns cananeus por picadas e outros seriam mortos pelos israelitas em combate.

Reflexões sobre as "Vespas" na Vida Pessoal

  • O orador sugere que todos têm suas próprias "vespas", representando problemas pessoais que podem vir na forma de familiares ou amigos que trazem dificuldades emocionais.
  • Ele destaca que essas "vespas" podem seguir uma pessoa até em momentos de descanso, trazendo ansiedades e preocupações constantes.

Desafios e Dificuldades Cotidianas

  • O orador fala sobre como as dificuldades nos negócios podem ser vistas como vespas, causando frustração e estresse contínuo.
  • Ele menciona dores físicas como outra forma de "vespa", onde problemas persistentes afetam o bem-estar diário da pessoa.

A Função das Vespas Espirituais

  • Cada indivíduo enfrenta suas próprias lutas internas; o orador enfatiza que todos têm suas "vespas" espirituais, simbolizando desafios pessoais únicos.
  • As vespas são vistas como instrumentos enviados por Deus para levar as pessoas à oração e ao reconhecimento da sua condição espiritual.

Benefícios das Dificuldades

  • O orador argumenta que as dificuldades (ou vespas) ajudam a tornar promessas divinas mais doces e significativas nas vidas das pessoas.
  • Ele sugere que é através do incômodo causado pelas vespas que muitos se voltam para Deus em busca de consolo e ajuda.

Conclusão sobre a Natureza das Vespas

  • As experiências difíceis revelam aspectos ocultos do caráter humano; o sofrimento pode trazer à tona pecados escondidos dentro da pessoa.
  • O orador conclui afirmando que essas experiências dolorosas são bênçãos disfarçadas, pois permitem um crescimento espiritual significativo.

Reflexões sobre o Crescimento Espiritual

A Importância das Dificuldades

  • O autor menciona que momentos difíceis podem levar ao crescimento espiritual, destacando a humildade que surge após experiências desafiadoras.
  • As dificuldades diárias são vistas como oportunidades para nos aproximar de Deus e identificar nossas fraquezas, permitindo-nos lutar contra elas com a graça divina.
  • Os cristãos que enfrentam mais aflições tendem a ser mais amorosos e semelhantes a Cristo, enquanto aqueles com vidas muito suaves podem se tornar obstinados.

A Cruz como Bênção

  • O autor reflete sobre como as provações e enfermidades podem ser canais de bênçãos, levando à transformação pessoal e espiritual.
  • Ele enfatiza que devemos ser gratos pelas dificuldades, pois elas produzem frutos pacíficos em nossas vidas.

Aceitando as Vespas da Vida

  • O autor sugere que devemos agradecer a Deus até mesmo pelas "vespas" (dificuldades), reconhecendo sua disciplina como um sinal de cuidado paternal.
  • Uma criança sábia seria grata pela disciplina recebida, entendendo que isso é essencial para seu crescimento.

Reflexão Pessoal e Autoexame

  • É importante refletir sobre os próprios pecados e buscar entender quais áreas precisam de atenção através das dificuldades enfrentadas.
  • O autor encoraja uma autoanálise constante para identificar os pecados ocultos que podem estar causando problemas em nossa vida.

Conclusão: Aprendendo com as Dificuldades

  • As dificuldades devem ser vistas como oportunidades para crescer em santificação e semelhança a Cristo.
  • A disciplina divina não é apenas punição; é uma forma de transformação pessoal.

A Luta Interior e a Promessa de Deus

O Trabalho de Descobrir o Mau Dentro de Nós

  • É um esforço árduo descobrir tudo que há dentro de nós que é mau, mas essa tarefa é facilitada pela garantia da presença de Deus conosco.
  • Deus, o poderoso Deus de Jacó, deseja que sejamos Seu povo e preparou um céu para aqueles que se tornam perfeitos através Dele.

A Promessa da Perfeição

  • Deus promete que nunca nos deixará e irá expulsar nossas luxúrias e corrupções até alcançarmos a perfeição como Ele.
  • Um chamado é feito aos "homens de guerra" para se armarem e fortalecerem suas almas para o combate espiritual.

A Luta Contra o Pecado

  • O livro de Hebreus menciona que não devemos desistir na luta contra o pecado, lembrando-nos do sacrifício feito por Cristo.
  • A exortação é para lutar pelo "Bom Combate" em busca da coroa eterna, direcionando-se apenas aos salvos.

As Provações e Seus Efeitos

  • Para os não salvos, as provações podem ser tormentosas e afastá-los de Deus ao invés de aproximá-los.
  • Há uma esperança expressa para que as dificuldades possam ter um efeito santificador nas vidas das pessoas.

Conclusão Espiritual

  • Uma bênção final é desejada para todos, com a esperança de que as provações levem à face do Pai.
  • O desejo é que a graça divina transforme corações e traga paz duradoura.
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