Quali 2 - Aula 16 (27-10)
Gerenciamento Interfuncional e Processos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute sobre gerenciamento interfuncional e processos.
Gerenciamento Interfuncional
- O gerenciamento interfuncional é a tradução de "interfunctional management" em inglês.
- Refere-se ao processo de atravessar diversas funções dentro de uma organização.
Processos
- Um processo é uma sequência de etapas para transformar uma entrada em uma saída.
- A agregação de valor é essencial em um processo, onde atividades são realizadas racionalmente para evitar desperdícios e gerar valor para o cliente.
- Um conjunto de processos forma o sistema da qualidade, que engloba todos os processos organizacionais.
Entradas nos Processos
- As entradas nos processos podem incluir materiais, mão de obra, equipamentos e utilidades (como água, ar comprimido).
- A gestão de utilidades é uma especialidade da engenharia que abrange elementos insumos como água, ar condicionado e energia elétrica.
- A tecnologia também é uma entrada importante nos processos, abrangendo não apenas software, mas também processos produtivos próprios desenvolvidos pela organização.
Agregação de Valor
- A agregação de valor ocorre por meio da fabricação, produção ou transformação dos materiais/processo/produto/serviço.
- A diferença entre fabricação e produção é exemplificada pela cadeia do aço, onde a Vale do Rio Doce realiza o extrativismo de minério de ferro, que é transformado em aço pelas siderúrgicas.
Conclusão
O gerenciamento interfuncional e os processos são fundamentais para agregar valor aos produtos e serviços de uma organização. O uso eficiente das entradas, como materiais, mão de obra e tecnologia, aliado à racionalização das atividades, contribui para a geração de saídas que atendam às necessidades dos clientes.
A Cadeia de Valor na Indústria Automobilística
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a cadeia de valor na indústria automobilística e como os diferentes participantes contribuem para a produção de um carro.
A Cadeia de Valor na Indústria Automobilística
- Um fornecedor da indústria automobilística compra chapas de aço e fabrica peças para o automóvel.
- A tinta é utilizada para fazer peças forjadas, como o virabrequim do motor.
- As montadoras compram as peças dos fornecedores e montam o carro.
- As montadoras não fabricam muitos componentes, apenas realizam a montagem final.
- Existem três tipos de adição de valor: produto, serviço e bens.
- Bens são itens que geram valor monetário, como um apartamento alugado ou uma máquina que gera renda.
- Produtos são itens que são comprados e usados em algum momento.
- Serviços são mais fáceis de diferenciar dos outros dois tipos.
Características de um Bom Processo
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute as características de um bom processo e sua importância na cadeia cliente-fornecedor.
Características de um Bom Processo
- Um bom processo é eficaz, ou seja, atinge seu objetivo.
- Um bom processo é eficiente e minimiza as perdas.
- Um bom processo é adaptável e capaz de se ajustar às mudanças do ambiente, clientes e fornecedores.
Redução da Variabilidade na Cadeia Cliente-Fornecedor
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de reduzir a variabilidade na cadeia cliente-fornecedor para obter processos robustos.
Redução da Variabilidade na Cadeia Cliente-Fornecedor
- O objetivo da cadeia cliente-fornecedor é reduzir a variabilidade tanto na entrada quanto na saída do processo.
- Processos robustos são aqueles que apresentam baixas variabilidades tanto na entrada quanto na saída.
- O grande problema da cadeia cliente-fornecedor é a falta de visão sistêmica, onde cada participante foca apenas em sua área específica.
- Isso leva a comportamentos diferentes com fornecedores e clientes, prejudicando a colaboração e eficiência da cadeia.
Comportamento Diferente com Fornecedores e Clientes
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora o comportamento diferenciado que ocorre entre os participantes da cadeia cliente-fornecedor.
Comportamento Diferente com Fornecedores e Clientes
- Os participantes tendem a ter uma visão restrita ao seu próprio departamento, o que leva a comportamentos diferentes com fornecedores e clientes.
- Com os fornecedores, há uma postura mais exigente e cobradora.
- Com os clientes, há uma postura mais negociadora e disposta a conversar.
Conclusão
Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante destaca a importância de eliminar comportamentos diferenciados na cadeia cliente-fornecedor para um melhor gerenciamento.
Conclusão
- É importante eliminar comportamentos diferenciados na cadeia cliente-fornecedor para um melhor gerenciamento.
- A visão sistêmica e colaborativa é essencial para otimizar os processos na cadeia de valor.
Registro do Processo e Fluxograma
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute o registro do processo e a utilização do fluxograma como uma ferramenta tradicional para representar os processos.
Registro do Processo através do Fluxograma
- O processo é registrado utilizando o bom e velho fluxograma.
- A simbologia tradicional do fluxograma inclui setas para representar a passagem de uma etapa para outra e diferentes formas geométricas para representar transporte de material, operação, inspeção e decisão.
- Essa forma tradicional de registro de processo foi se perdendo ao longo do tempo, mas ainda é utilizada por algumas empresas automobilísticas japonesas.
- Atualmente, as empresas usam principalmente o losango para representar decisões e retângulos para outras etapas.
Ideia por trás do Fluxograma
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora a ideia por trás da criação dos fluxogramas nos anos 60 e 70.
Objetivo dos Fluxogramas
- O objetivo era melhorar a eficiência dos fluxos nos processos.
- O processo ideal é aquele que possui apenas operações, pois são as únicas atividades que agregam valor.
- A ideia era minimizar todas as outras atividades (transporte, armazenamento, inspeção) no processo.
Benefícios dos Fluxogramas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca os benefícios dos fluxogramas além da melhoria da eficiência.
Outros Benefícios dos Fluxogramas
- Além de melhorar a eficiência, os fluxogramas também ajudam a identificar gargalos, pontos de atenção e retrabalho nos processos.
- Permitem visualizar o processo como um todo e identificar desperdícios.
- O fluxograma também ajuda na comunicação entre diferentes níveis hierárquicos dentro da organização, pois todos podem entender e falar a mesma linguagem.
Registro do Processo com Tabelas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora outra forma de registro do processo utilizando tabelas.
Registro do Processo com Tabelas
- Algumas pessoas utilizam tabelas para registrar as etapas do processo em uma planilha de Excel.
- As tabelas incluem informações sobre fornecedores, entradas, etapas que agregam valor ao processo, saídas e clientes.
- Essa abordagem permite ter uma visão completa do processo com métricas e indicadores de resultado.
Uso Complementar do Ciclope
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca a importância do uso complementar do Ciclope juntamente com os fluxogramas.
Uso Complementar do Ciclope
- O Ciclope é utilizado como informação complementar aos fluxogramas desenhados.
- Permite acompanhar requisitos das entradas e saídas através de indicadores de desempenho.
- Ao utilizar o fluxograma e o Ciclope, é possível ter uma visão completa com métricas e indicadores de eficácia e eficiência do processo.
Essas são as principais informações abordadas no vídeo sobre registro de processos e a utilização do fluxograma como ferramenta.
Estrutura de Processos dentro da Organização
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a estrutura de processos dentro de uma organização e divide-os em processos de negócio e processos de apoio ou suporte.
Processos de Negócio e Cadeia de Valor
- Os processos de negócio estão ligados à cadeia de valor da organização.
- A cadeia de valor é desenhada do cliente para dentro da organização, mapeando os processos necessários para atender o cliente.
- Existe uma ferramenta chamada Value Stream Mapping que auxilia no desenho dos processos do cliente para trás.
- A cadeia de valor inclui processos como vendas, logística, produção, compras e planejamento da produção.
- O objetivo é identificar os processos que geram valor até chegar ao cliente e eliminar aqueles que são desnecessários.
Processos de Negócio vs. Processos de Apoio
- Os processos de negócio são aqueles que internalizam recursos monetários, como marketing, vendas, produção e prestação de serviços.
- Os processos de apoio ou suporte são responsáveis por manter os processos de negócio funcionando adequadamente.
- Exemplos comuns incluem RH, TI, desenvolvimento do produto, engenharia de processo e controle da qualidade.
Importância dos Processos de Suporte
- Muitas vezes as empresas tendem a se preocupar mais com os processos que trazem dinheiro (processo
Três grandes processos da qualidade dentro da trilogia do Judá
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentados os três principais processos da qualidade na trilogia do Judá.
Processos da qualidade
- O planejamento, a operação e a melhoria são os três grandes processos da qualidade.
- Esses processos podem ser divididos em subprocessos, atividades e tarefas.
- Uma organização pode ter vários macroprocessos, como jurídico, suprimentos, produção, qualidade, manutenção, marketing, vendas e financeiro.
Mapeamento de processos nas empresas
Visão geral da seção: Nesta seção, é discutido o mapeamento de processos nas empresas e seus desafios.
Desafios do mapeamento de processos
- As empresas muitas vezes contratam consultorias para mapear seus processos.
- No entanto, as coisas mudam rapidamente nas empresas atualmente.
- Após alguns meses, os desenhos dos 300 processos podem estar desatualizados.
- Manter todos os processos organizados e atualizados requer uma equipe dedicada.
Recomendações para projetar e gerenciar processos
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas recomendações para projetar e gerenciar processos efetivamente.
Projetando e gerenciando processos
- É importante projetar bem os processos de suporte e negócio.
- Além disso, é essencial garantir uma boa execução e operação desses processos.
- Após o mapeamento e a implementação, os processos precisam de aprimoramento contínuo.
Métodos para melhorar processos
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentados três métodos para melhorar processos.
Melhoria contínua
- O Kaizen é um método de melhoria contínua que envolve melhorias incrementais no processo.
- É possível aplicar o modelo SDCA (Standardize, Do, Check, Act) para realizar melhorias incrementais nos processos.
Diferença entre Seis Sigma, Teoria das Restrições e Reengenharia
Visão geral da seção: Nesta seção, é discutida a diferença entre Seis Sigma, Teoria das Restrições e Reengenharia na melhoria de processos.
Abordagens diferentes
- A reengenharia envolve substituir completamente um processo antigo por um novo.
- O Seis Sigma e a Teoria das Restrições buscam melhorar o processo existente com técnicas específicas.
O Modelo de Novos Padrões
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a abordagem de melhoria de processos e destaca a importância de identificar os sub-processos problemáticos em vez de substituir todo o processo.
Identificando e Aprimorando Sub-processos Problemáticos
- O palestrante reconhece que o processo como um todo pode ter problemas, mas enfatiza que não é necessário substituí-lo completamente.
- Em vez disso, ele sugere buscar onde está o problema específico dentro do processo.
- A abordagem envolve identificar qual sub-processo está causando impacto negativo no processo geral.
- Uma vez identificado, é possível aplicar técnicas como gerenciamento de restrições ou teoria das restrições para melhorar esse sub-processo problemático.
Reengenharia de Processos vs. Engenharia Organizacional
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante esclarece a diferença entre reengenharia de processos e engenharia organizacional, destacando uma interpretação equivocada comum no Brasil.
Distinção entre Reengenharia de Processos e Engenharia Organizacional
- No Brasil, houve uma confusão entre os termos "reengenharia" e "engenharia organizacional".
- A reengenharia de processos refere-se à melhoria dos processos internos da organização.
- Já a engenharia organizacional envolve mudanças na estrutura hierárquica da empresa, como a redução de níveis hierárquicos.
- O palestrante ressalta que a reengenharia de processos não se trata de reduzir a estrutura organizacional, mas sim de melhorar os subprocessos problemáticos.
Cultura de Processos e Orientação ao Cliente
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora elementos essenciais para criar uma cultura de processos eficiente nas organizações, com foco na orientação ao cliente.
Foco no Cliente e Entrega de Valor
- Um dos pontos-chave é ter uma orientação em foco no cliente.
- Isso significa agregar valor para o cliente e atender aos requisitos da próxima etapa do processo.
- É importante entender que o cliente pode ser tanto interno quanto externo à organização.
- A entrega do que foi combinado com o cliente é fundamental para garantir um fluxo adequado do processo.
Proatividade e Delegação
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda a importância da proatividade e discute a delegação como forma de empoderamento das pessoas dentro das atividades diárias.
Proatividade e Empoderamento
- A proatividade e criatividade são características desejáveis nas organizações.
- O termo "empoderamento" tem sido usado para descrever essa ideia, embora sua tradução literal seja questionável.
- Uma alternativa seria utilizar o termo "delegação", que envolve transferir poder às pessoas para tomar as ações necessárias em suas atividades diárias.
- A delegação deve ser feita para pessoas em quem se tem confiança de que alcançarão resultados satisfatórios.
Competência e Habilidades
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a definição de competência e destaca a importância do conhecimento, habilidade e atitude.
Definição de Competência
- A definição de competência varia dependendo do contexto.
- No campo de Recursos Humanos, a competência é geralmente definida como um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes (CHA).
- O conhecimento refere-se ao aprendizado formal adquirido em sala de aula ou por meio de treinamentos.
- No entanto, ter apenas conhecimento teórico não é suficiente; é necessário ter habilidade para aplicar esse conhecimento na prática.
A importância da atitude na aplicação do conhecimento
Visão geral da seção: Nesta parte, é discutida a importância de ter uma atitude adequada para colocar em prática o conhecimento adquirido.
Atitude como complemento ao conhecimento e habilidades físicas (1:03:09 - 1:03:23)
- Ter conhecimento e habilidades físicas não é suficiente se não houver uma atitude adequada para colocá-los em prática.
Competência como a soma de conhecimento, habilidade e atitude (1:03:23 - 1:03:29)
- A competência é a soma do conhecimento, habilidade física e atitude necessária para realizar determinada tarefa.
Diferença de perspectiva entre RH e engenheiros (1:03:29 - 1:03:33)
- O pessoal de Recursos Humanos tem uma visão diferente sobre competência em comparação aos engenheiros.
- Os engenheiros tendem a ter uma abordagem mais pragmática em relação à competência.
Definição subjetiva de competência (1:04:25 - 1:04:59)
- Definir competência pode ser subjetivo.
- Em vez disso, propõe-se definir o estado de competência.
- Foram propostos quatro estados de competência que substituem a definição tradicional.
Estados de incompetência inconsciente, incompetência consciente e competência dirigida (1:04.59 - 1.06.22)
- Incompetência inconsciente é quando alguém não sabe fazer algo e nem mesmo tem consciência disso.
- Incompetência consciente é quando alguém sabe que não sabe fazer algo e busca aprender ou pedir ajuda.
- Competência dirigida é quando alguém sabe fazer algo, mas depende de instruções constantes do chefe.
- Esses três estados são considerados inadequados para a organização.
Competência automática como estado ideal (1:06:22 - 1:10:11)
- Competência automática é quando uma equipe sabe o que fazer, como fazer e quando fazer sem depender de instruções constantes.
- É o estado ideal para a delegação de tarefas e permite ao líder focar em questões estratégicas.
Importância do trabalho em equipe no contexto dos processos (1:10:11 - 1:12:09)
- O trabalho por processo atravessa várias áreas e funções da organização.
- É essencial ter um senso de trabalho em equipe dentro do processo, onde todos estão envolvidos independentemente da área específica.
Conclusão
A atitude adequada é fundamental para colocar em prática o conhecimento adquirido. A competência é composta por conhecimento, habilidade física e atitude. Existem diferentes estados de competência, sendo a competência automática o estado ideal. O trabalho em equipe é crucial no contexto dos processos organizacionais.
O processo e a importância do fornecedor
Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante discute a importância do fornecedor no processo e como todos os envolvidos têm um papel fundamental para que as coisas funcionem corretamente.
A importância do fornecedor
- O processo só funciona corretamente quando todos estão envolvidos e têm mérito nos ganhos.
- É crucial ter bons fornecedores para que o processo flua sem problemas.
- Se houver problemas com os fornecedores, o processo será afetado negativamente.
- Os fornecedores são uma parte importante da cadeia cliente-fornecedor.
Comunicação entre áreas e departamentos
Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante aborda a questão da comunicação entre diferentes áreas e departamentos dentro de uma organização.
Problemas de comunicação
- Muitas vezes, cada área ou departamento tem seus próprios interesses e objetivos.
- Essa falta de comunicação entre as áreas pode travar o processo.
- É essencial garantir que a comunicação flua adequadamente entre as diferentes partes envolvidas.
Estrutura organizacional e problemas de comunicação
Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante explora como a estrutura organizacional pode afetar a comunicação e causar problemas no fluxo do processo.
Problemas na estrutura organizacional
- A estrutura hierárquica tradicional pode levar a problemas de comunicação em certas interfaces.
- As interfaces entre diferentes níveis hierárquicos podem ser complicadas devido a questões de responsabilidade e comunicação.
- É comum que problemas de comunicação e responsabilidade ocorram nessas interfaces.
Resolução de problemas na estrutura organizacional
Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante discute como os problemas são resolvidos dentro da estrutura organizacional.
Resolução de problemas
- Os problemas são geralmente resolvidos através da comunicação entre os níveis hierárquicos.
- O G2 pode conversar diretamente com o G3 para resolver questões operacionais.
- A resolução dos problemas pode levar tempo, pois depende das agendas e disponibilidade dos envolvidos.
Comunicação vertical e informal
Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante aborda a forma como a comunicação é realizada na estrutura organizacional, destacando a importância das relações informais.
Comunicação informal
- Na prática, muitas vezes as pessoas encontram maneiras informais de resolver problemas rapidamente.
- Relacionamentos pessoais fora do ambiente formal podem facilitar a resolução rápida de questões operacionais.
- A comunicação informal pode ser mais eficiente do que seguir os trâmites formais da estrutura hierárquica.
Uso inadequado de ferramentas tecnológicas
Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante destaca um problema comum nas empresas relacionado ao uso inadequado de ferramentas tecnológicas.
Uso inadequado de ferramentas
- Mesmo com investimentos em software avançado, muitas vezes as pessoas continuam usando planilhas Excel e aplicativos de mensagens para resolver problemas operacionais.
- Isso pode causar problemas de comunicação e afetar o fluxo do processo.
Conclusão
Nesta palestra, foi discutida a importância do fornecedor no processo, os desafios da comunicação entre áreas e departamentos, os problemas na estrutura organizacional, a resolução de problemas através da comunicação vertical e informal, bem como o uso inadequado de ferramentas tecnológicas. É fundamental que todas essas questões sejam abordadas para garantir um fluxo eficiente do processo dentro das organizações.
A necessidade de uma nova estrutura organizacional
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, é discutido como a estrutura funcional tradicional hierárquica não atende mais às necessidades das empresas. Os processos são destacados como sendo os responsáveis pelos resultados, e não os departamentos ou gerentes.
Transição da estrutura funcional para a estrutura por processo
- A estrutura tradicional rígida e hierárquica não atende mais às necessidades das empresas.
- Os processos são fundamentais para trazer resultados para a organização.
- Os departamentos e gerentes devem ser facilitadores dos processos e garantir que eles fluam adequadamente.
- As empresas têm migrado cada vez mais para uma estrutura baseada em processos.
- É importante identificar os diferentes processos dentro da organização e mapear seu caminho.
- As barreiras entre departamentos e gerências devem ser rompidas para permitir o fluxo eficiente dos processos.
Transição da estrutura funcional para a matricial
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, é explicada a transição da estrutura funcional para a estrutura matricial. O poder vai saindo dos gerentes funcionais e passando para os donos dos processos, tornando-se mais horizontal.
Mudança de poder na organização
- O poder vai saindo dos gerentes funcionais, que ocupam posições verticais na hierarquia.
- O poder passa a ser exercido pelos donos dos processos, que ocupam posições horizontais.
- A estrutura matricial permite uma distribuição mais equilibrada do poder e da organização.
Estrutura verticalizada versus estrutura por processo
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, é destacada a diferença entre a estrutura verticalizada e a estrutura por processo. O foco passa dos gerentes ou donos de departamento para os donos dos processos.
Mudança na organização
- Na estrutura verticalizada, o poder está concentrado nos gerentes ou donos de departamento.
- Na estrutura por processo, o poder é transferido para os donos dos processos.
- A mudança para uma estrutura por processo permite uma abordagem mais eficiente e orientada aos resultados.
Conclusão
A necessidade de uma nova estrutura organizacional baseada em processos é discutida no vídeo. A transição da estrutura funcional tradicional para a matricial é explicada, assim como a mudança no poder e na organização. A adoção de uma estrutura por processo permite maior eficiência e foco nos resultados.