#12 História do Cristianismo Sec. X e XI - Jorge Elarrat e Rafael Siqueira |
Celebração do Dia do Psicólogo
Abertura e Saudações
- O apresentador dá boas-vindas a todos, especialmente ao Rafa, em comemoração ao Dia do Psicólogo.
- Rafa expressa sua gratidão e menciona a importância da psicologia em sua vida, destacando que escolheu a profissão com alma.
Reflexões sobre a Psicologia
- Rafa fala sobre como utiliza os ensinamentos de Joana de Angeles para ajudar as pessoas e se conectar com o evangelho.
- Ele menciona um possível problema técnico durante a transmissão, mas está disposto a continuar mesmo assim.
Início do Estudo: Mudanças Históricas no Século X
Contexto Histórico
- O estudo aborda uma transição significativa da Alta Idade Média para a Baixa Idade Média, marcada por mudanças sociais e culturais.
- É mencionado que essa mudança é peculiar porque normalmente se espera uma progressão da baixa para alta idade média.
Pânico na Virada do Milênio
- Na virada do ano 1000, houve um surto de pânico coletivo devido à crença de que o fim do mundo estava próximo.
- Muitas pessoas entraram em crises de pânico, resultando em comportamentos histriônicos nas ruas.
Fenômenos Coletivos
- O fenômeno histórico conhecido como "dança de São Guido" é discutido; alguns acreditam que era causado por surtos psicóticos ou doenças infecciosas.
- Esse período de histeria coletiva foi registrado na história até o ano 1033, quando as pessoas começaram a aceitar que não havia apocalipse iminente.
Surgimento dos Burgos e Transformações Sociais
Transição Econômica
- A entrada no século X marca o surgimento dos burgos, mudando o foco da vida rural para um ambiente urbano mais especializado.
- Com os burgos, surge uma divisão das tarefas; enquanto antes todos produziam tudo no campo, agora há especialização nas funções dentro das cidades.
A Evolução da Sociedade e do Conhecimento no Século X
O Surgimento de uma Nova Economia
- A propriedade para cultivo de trigo marca o início da sociedade moderna, caracterizada por um sistema mais capitalista com a emergência dos artesãos.
- O comércio se torna evidente à medida que indivíduos começam a produzir bens não apenas para si, mas também para outros, como sapatos e pão.
- Apesar de ainda haver traços feudalistas, a economia começa a se fortalecer com especializações e o conceito de moeda.
Avanços Filosóficos e Científicos
- O século X é marcado pela retomada do pensamento aristotélico e platônico, destacando-se o apogeu de Bal Rima.
- Ibnicina (Avicena), um polímata do século X, é reconhecido por seu vasto conhecimento em diversas ciências como filosofia, astronomia e medicina.
- Albiruni surge como outro grande polímata após Ibnicina, contribuindo significativamente em áreas como física, antropologia e geografia.
Contexto Histórico do Cristianismo
- O cenário do século X apresenta um contraste entre o conhecimento islâmico avançado e a Europa mergulhada na ignorância.
- A comparação entre os pensadores islâmicos e Leonardo da Vinci destaca a riqueza intelectual anterior ao Renascimento.
A Idade Média: Mitos e Realidades
- A pergunta sobre por que a Idade Média é chamada de "Idade das Trevas" é discutida; surgiram hospitais e escolas durante esse período.
- Mudanças históricas frequentemente requerem uma desconstrução do passado para valorizar novas ideias; isso contribui para a percepção negativa da Idade Média.
Iluminismo e Críticas à Intolerância Religiosa
- O Iluminismo critica a intolerância religiosa da Idade Média, argumentando que ela impede o avanço científico.
- A ideia de "Idade das Trevas" foi criada posteriormente para justificar as inovações trazidas pelo Iluminismo.
- Filósofos modernos estão reavaliando essa visão negativa da Idade Média devido aos avanços científicos ocorridos nesse período.
História e Contexto do Cristianismo na Idade Média
Personagens Históricos da Idade Média
- Menciona figuras importantes como Francisco de Assis, Clara de Assis, Maimônides e Averróis, destacando suas contribuições filosóficas e médicas.
- A próxima live abordará Salahad, com a presença de Maimônides, que foi médico deste líder muçulmano.
O Renascimento e Suas Implicações
- O Renascimento na Europa é associado a termos como "ilustração" em francês e "esclarecimento" em espanhol, indicando uma necessidade de reconstruir o conhecimento após um período obscuro.
- É importante entender a história dentro do seu contexto; o anacronismo pode levar a equívocos ao analisar pensamentos históricos com uma perspectiva moderna.
O Século X: Um Período Obscuro
- O século X é descrito como um tempo de transição marcado por eventos significativos como as invasões bárbaras e o poder religioso misturado ao temporal.
- A virada do milênio trouxe expectativas semelhantes às do ano 2000, refletindo um frenesi entre as pessoas sobre o futuro.
Fatos Históricos Relevantes no Cristianismo
- Três eventos principais são destacados: o cisma do Oriente (1054), a reforma monástica conhecida como reforma gregoriana e o início das cruzadas.
- A discussão enfatiza que não há julgamentos morais nos fatos apresentados; o objetivo é estudar juntos para construir um futuro melhor.
Cisma do Oriente: Causas e Consequências
- O cisma remonta ao ano 476 com a queda do Império Romano Ocidental; enquanto isso, o Império Bizantino continuou até 1453.
- Em 1054, ocorreu uma divisão significativa na Igreja Cristã devido à falta de consenso sobre liderança entre Roma e Constantinopla.
Dinâmica de Poder entre Roma e Constantinopla
- A Igreja permaneceu unida apesar da fragmentação política; no entanto, sua estrutura hierárquica começou a ser contestada.
- As disputas sobre autoridade culminaram em tensões entre os patriarcas orientais e ocidentais, refletindo questões políticas mais amplas.
Análise Política da Divisão Religiosa
- A análise sugere que Roma buscava manter controle centralizado enquanto Constantinopla defendia uma abordagem mais descentralizada com múltiplos patriarcas.
- Essa luta pelo poder reflete não apenas questões religiosas mas também políticas significativas da época.
Divisões no Cristianismo
O Credo Filioque e suas Implicações
- A divisão entre o Oriente e Ocidente começou com questões religiosas, como o credo filioque, que se refere à origem do Espírito Santo.
- O conceito de consubstanciação foi estabelecido no Concílio de Niceia em 325, afirmando que Deus, Jesus e o Espírito Santo são uma única entidade.
- A discussão sobre a natureza do Espírito Santo é central para entender as divergências entre católicos e protestantes.
Divergências Culturais e Práticas Religiosas
- As diferenças culturais também influenciaram as divisões: ocidentais usavam pão ázimo enquanto orientais preferiam pão fermentado durante a comunhão.
- Questões como a simonia (venda de cargos eclesiásticos) geraram conflitos, especialmente no contexto da Igreja Romana do século X.
Iconoclastia e Adoração
- A iconoclastia foi outra fonte de discórdia; ocidentais cultuavam imagens enquanto orientais apenas permitiam representações artísticas sem adoração direta.
- Os ocidentais utilizavam esculturas reverenciadas como objetos sagrados, ao passo que os orientais viam ícones apenas como representações.
Conceito Espírita do Espírito Santo
- No espiritismo, o Espírito Santo não é considerado um espírito puro. É descrito como uma falange de emissários da providência que supervisiona movimentos humanos na Terra.
- Referência ao livro "Espírito da Verdade", onde se define o papel do Espírito Santo dentro da doutrina espírita.
A Unidade de Pensamento entre o Colégio de Ministros e Cristo
A Conexão Espiritual
- O colégio de ministros age em nome de Cristo, refletindo um pensamento unificado com o de Jesus, indicando uma profunda conexão espiritual.
- A visão espírita distingue Deus como criador, Jesus como governador planetário e o Espírito Santo como a coletividade angélica que auxilia na organização do ORB.
- Católicos veem Deus, Jesus e o Espírito Santo como a mesma entidade, enquanto os espíritas têm uma perspectiva diferente sobre essas manifestações.
Manifestações do Espírito Santo nas Igrejas
- As igrejas protestantes, especialmente as pentecostais, enfatizam as manifestações do Espírito Santo através da oração em línguas e curas.
- A igreja evangélica neopentecostal combina a ideia do Espírito Santo com a teoria da prosperidade, sugerindo que a bênção divina se manifesta na vida presente.
Diferenças entre Catolicismo e Ortodoxia
- No catolicismo, existe ênfase no pecado original herdado; batismos são realizados para libertar os fiéis desse pecado.
- Os ortodoxos veem o pecado original como consequência da separação do homem com Deus, não como uma herança direta de Adão.
Cerimônias e Vestimentas Religiosas
- As vestimentas dos católicos são mais simples em comparação às cerimoniais dos ortodoxos, que incluem roupas elaboradas e utensílios simbólicos.
- A devoção dos ortodoxos é expressa através das suas cerimônias ricas em simbolismo e tradição.
Respeito entre Diferentes Crenças
- É importante respeitar as diferentes tradições religiosas e buscar construir comunhão entre judeus, muçulmanos e cristãos ortodoxos.
- Uma experiência pessoal ao acender velas em uma igreja ortodoxa ilustra a beleza das tradições religiosas e a importância da memória dos entes queridos.
Igrejas e suas Diferenças
Cerimonialismo nas Igrejas
- A descrição de uma igreja com "brocados dourados" destaca a beleza e o cerimonial mais elaborado em comparação com as igrejas romanas, que são mais simples atualmente.
- Em Curitiba, há uma Igreja Católica Ortodoxa de São Jorge, que apresenta diferenças significativas em relação à Igreja Católica Romana.
Dogmas e Crenças
- O Papa Pio I instituiu o dogma da Imaculada Conceição em 1854, afirmando que Maria nasceu sem pecado original, algo não aceito pelos ortodoxos.
- A discussão sobre o Espírito Santo revela diferentes interpretações entre católicos e espíritas, mostrando como essas crenças podem coexistir pacificamente.
Diferenças na Bíblia
- A Bíblia hebraica (Tanak) é composta por livros do Antigo Testamento, divididos em Torá (T), Neviim (N), e Retuvim (R).
- Os cristãos adaptaram os 24 livros do Tanak para 39 no Antigo Testamento, alterando a estrutura dos profetas menores.
Traduções e Interpretações
- A Septuaginta foi uma tradução grega da Tanak feita por sábios antes de Cristo; essa versão é criticada por judeus devido à perda de nuances do texto original.
- O estudo da guematria revela como cada letra tem um valor numérico significativo no judaísmo, algo que se perde nas traduções.
Livros Deuterocanônicos
- Os livros deuterocanônicos foram adicionados à Bíblia católica durante a Septuaginta; incluem obras como Tobias e Macabeus.
- O conceito de orar pelos mortos é discutido através dos livros de Macabeus, presente na Bíblia católica mas ausente na protestante.
Estrutura das Bíblias
- O Antigo Testamento da Bíblia católica contém 46 livros enquanto a protestante possui apenas 39.
- A Bíblia ortodoxa inclui ainda mais textos adicionais como o Salmo 151 e um terceiro livro de Esdras.
Discussão sobre a Bíblia e suas variações
Adições nos Livros Sagrados
- O orador menciona que existem adições no livro de Daniel e no livro de Ester, o que levanta questões sobre a autenticidade dos textos sagrados herdados dos judeus.
- É destacado que não há homogeneidade entre as diferentes tradições ortodoxas, como a russa e a grega, além da presença do cristianismo na Etiópia com sua própria versão da Bíblia.
- O quarto livro de Macabeus é mencionado como um exemplo de divergência nas escrituras, indicando que existem quatro livros de Macabeus em algumas tradições.
A Revolta dos Macabeus
- O livro de Macabeus relata uma revolução durante o império de Alexandre Grande para libertar Israel do domínio dos generais herdeiros.
- A sigla "Macabeu" tem origem em uma frase hebraica que expressa a pergunta "Quem é como o nosso Deus?", associada à revolta contra os ocupantes.
Diferenças nas Bíblias Ortodoxas
- A Bíblia etíope é mencionada como tendo mais livros do que outras versões, incluindo o livro de Enoque e o quarto livro de Macabeus.
- As diferenças no número e conteúdo dos livros sagrados refletem as variações na tradição religiosa e na interpretação das escrituras.
Mudanças na Igreja Católica no Século X
Conflito entre Poder Secular e Religioso
- O século X é descrito como um período em que houve uma mistura entre papado e poder secular, com papas envolvidos em escândalos pessoais.
- O Papa Gregório VI é apresentado como uma figura importante nesse contexto, tentando moralizar a igreja ao separar suas funções religiosas das seculares.
Estabelecimento do Conclave
- É explicado o conceito de conclave, onde cardeais se reúnem para eleger um novo papa trancando-se até chegarem a um consenso.
- A importância histórica do Papa Gregório I e suas reformas também é discutida, contrastando com outros papas menos favoráveis.
Regras Institucionais da Igreja
- O Papa Gregório VI implementou regras rigorosas contra simonia (venda de cargos religiosos), estabelecendo normas sobre celibato clerical.
- Ele buscou restaurar a ordem dentro da Igreja Católica Apostólica Romana ao exigir castidade não apenas para os papas mas também para os clérigos abaixo deles.
A Supremacia Papal e as Cruzadas
A Supremacia Papal
- O discurso aborda a exigência de obediência dentro da igreja, destacando que essa necessidade pode ser questionada. Um dos primeiros a estabelecer a supremacia papal foi Gregório VI no século X.
- A infalibilidade do poder papal só se consolidou em 1870 com Pio IX, mas os sinais dessa infalibilidade começaram com Gregório VI, que insistiu na obediência ao Papa.
- Bento IX é mencionado como um papa que assumiu o cargo em sua adolescência, tendo mandatos curtos e intermitentes. Sua juventude levanta questões sobre a estabilidade da liderança papal.
- É necessário um balizamento mais seguro para a igreja nesse período, especialmente considerando os movimentos das cruzadas que surgiram no século X.
As Cruzadas
- O islamismo surgiu muito antes das cruzadas, em 670 d.C., mas as cruzadas começaram apenas no século X devido a um processo de respeito mútuo entre cristãos e muçulmanos.
- Durante séculos anteriores às cruzadas, houve uma coexistência pacífica entre o Islã e o Sacro Império Romano. No entanto, com o tempo, as relações se tornaram tensas.
- A tensão aumentou à medida que ambos os lados questionavam suas posições: os muçulmanos desafiavam sua subserviência ao poder romano enquanto os romanos queriam recuperar terras sagradas.
- O império romano sacro começou a se unificar politicamente e militarmente contra o avanço islâmico, levando à organização das primeiras cruzadas por nobres franceses e italianos.
- Em 1095, o Papa Urbano II convocou os cristãos para lutar pelo túmulo de Jesus durante o concílio de Clermont. Essa chamada gerou uma febre na Europa por expedições militares rumo ao Oriente Médio.
Motivações das Cruzadas
- As cruzadas não tinham apenas como objetivo libertar Jerusalém; havia interesses políticos e religiosos complexos envolvidos nas expedições militares.
- Historiadores divergem sobre quantas cruzadas ocorreram (entre sete a nove), mas todas envolviam movimentos significativos da Europa para a Terra Santa visando controle territorial.
A Violência nas Invasões Muçulmanas e a Resposta Cristã
Contexto Histórico das Invasões
- As invasões muçulmanas são vistas como um retorno da violência que os muçulmanos exerceram sobre os cristãos, especialmente na Península Ibérica e no Oriente Médio.
- Antes de 711, o norte da África e partes da Europa eram dominados por cristãos, mas as invasões muçulmanas mudaram rapidamente esse cenário.
Justificativas para as Cruzadas
- O Papa Urbano II justificou as cruzadas como uma forma de recuperar terras perdidas e restaurar o cristianismo em resposta à expansão islâmica.
- Historiadores isentos reconhecem que houve violência tanto dos muçulmanos quanto dos cristãos durante esses conflitos.
Reflexão sobre a História
- A professora Jose levanta a questão se a postura beligerante dos cristãos foi necessária para garantir a sobrevivência do cristianismo frente ao Islã.
- Um livro mencionado discute como essa agressividade pode ter sido utilizada pela espiritualidade para preservar o cristianismo.
Consequências das Cruzadas
- Após a primeira cruzada, muitos cruzados enfrentaram crises morais devido às atrocidades cometidas, refletindo sobre suas ações em Jerusalém.
- Uma curiosidade é que Roma parabenizou os cruzados pela vitória, alegando que não cometeram homicídio, mas sim "malcídio", aliviando assim suas consciências.
Impacto Duradouro das Cruzadas
- O ódio gerado pelas cruzadas levou ao declínio do conhecimento e pesquisa na sociedade europeia após 200 anos de conflitos.
- A invasão mongol liderada por Gengis Khan também foi uma consequência desse ambiente hostil criado pelo ódio entre as religiões.
Perspectivas Contemporâneas
- Para muitos muçulmanos, as cruzadas ainda não terminaram; isso reflete uma visão histórica diferente entre as culturas.
- Em nome do mesmo Deus único, tanto muçulmanos quanto cristãos perpetuaram guerras em vez de buscar diálogo pacífico.
Cruzadas e a Violência Religiosa
A Estrutura do Pensamento de Abraão
- O pensamento de Abraão é complexo, refletindo sobre como lidamos com questões religiosas e históricas.
- Em 1096, sob o impulso do Papa Urbano II, um ermitão francês chamado Pedro, o Eremita, inicia uma marcha para libertar o túmulo de Jesus.
A Primeira Cruzada
- Sem recursos suficientes, os cruzados começaram a atacar judeus pelo caminho, resultando em massacres na Alemanha.
- Ao chegarem à Turquia, enfrentaram os turcos selyúcidas que retaliaram violentamente contra os cristãos.
Conflitos e Massacres
- Os turcos selyúcidas mataram muitos dos cruzados liderados por Pedro, o Eremita.
- O Papa organizou nobres como Godofredo de Bouillon para uma nova abordagem nas cruzadas.
Tomada de Jerusalém
- Em 1099, os cruzados tomam Jerusalém após uma batalha sangrenta; a cidade se torna um cenário de violência extrema.
- Os muçulmanos não esperavam que os cristãos atacassem civis; muitos buscaram refúgio nas mesquitas durante os ataques.
Consequências das Cruzadas
- As cruzadas foram marcadas por ciclos de vitória e derrota; a primeira foi a única essencialmente vitoriosa.
- A última resistência cristã em Acre terminou em 1291 com a perda total dos territórios conquistados.
Reflexões Finais
- O ideal das cruzadas era tomar terras muçulmanas; no entanto, as vitórias iniciais foram seguidas por derrotas significativas.
- Futuras discussões incluirão figuras importantes como Saladino e Francisco de Assis.
A Influência das Ordens Religiosas na História
Contexto Histórico das Ordens Religiosas
- A época é marcada por uma intensa ebulição no cristianismo, com o surgimento de várias ordens religiosas como os Templários e os Hospitalários.
- Francisco de Assis participou da Quinta Cruzada em 1219, onde buscou diálogo entre cristãos e muçulmanos, destacando a ideia de que ambos são irmãos.
Avanços Tecnológicos e Demográficos
- O período também é caracterizado por avanços tecnológicos que permitiram um aumento significativo na produção agrícola, resultando em um crescimento populacional na Europa.
- Apesar do crescimento, a Peste Negra ainda estava distante (1347), indicando que a população estava se expandindo antes da crise sanitária.
Mudanças Litúrgicas e Reformas na Igreja
Proibições do Papa Leão X
- Maria Eugênia questiona sobre as proibições de cerimônias sagradas pelo Papa Leão X, marcando uma mudança significativa na liturgia católica.
- A discussão destaca a importância das reformas dentro da Igreja para acompanhar o contexto histórico.
Papas Reformadores
- Menciona-se papas reformadores como João Paulo II e Francisco, que buscaram aproximar a Igreja dos fiéis e simplificar as práticas religiosas.
- O atual Papa Leão 14 parece seguir essa linha de pensamento ao eliminar cerimônias excessivas, enfatizando que o evangelho deve ser vivido internamente.
A Mensagem do Evangelho e Interação Social
Enfoque no Amor e Comunhão
- A mensagem central é que o amor deve prevalecer sobre as formalidades externas; o reino de Deus reside dentro de cada um.
- Cita-se Francisco de Assis para reforçar a ideia de viver o evangelho através da ação mais do que apenas palavras.
Reflexões sobre Progresso Espiritual
- É mencionado que mesmo em períodos difíceis houve emissários espirituais ajudando no progresso humano através das diversas tradições religiosas.
- Einstein é citado para ilustrar a necessidade de adotar novos comportamentos para alcançar resultados diferentes.
Planejamento de Encontros e Reflexões sobre a Paz
Planejamento de Encontros
- Discussão sobre o encontro marcado para o dia 10 de setembro, com menção à necessidade de verificar compromissos na agenda.
- Confirmação da data do encontro, enfatizando a importância de checar a disponibilidade.
- Um dos participantes informa que não poderá comparecer ao encontro devido a uma palestra agendada há anos.
- Reflexão sobre como a impossibilidade de comparecer é vista como uma notícia ruim, mas também positiva, pois indica que o participante ainda tem compromissos a cumprir.
Reflexões Poéticas e Mensagens de Paz
- Introdução ao tema do soneto "Pacíficos", abordando momentos de guerras e desunião na sociedade atual.
- Citação do soneto que fala sobre pacificação e luz em tempos difíceis, destacando ensinamentos do Senhor da vida.
- Mensagem final enfatizando a luta diária contra o orgulho e egoísmo, buscando ser um homem de bem. Agradecimentos aos participantes e despedidas.