Israel e EUA: o que explica o apoio americano ao país
Apoio dos Estados Unidos a Israel
Visão geral da seção: Nesta seção, discutiremos o apoio dos Estados Unidos a Israel e como isso tem sido demonstrado pelo presidente Joe Biden.
Histórico da relação entre os EUA e Israel
- Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos têm sido o maior fornecedor de recursos para Israel, com um total estimado de 260 bilhões de dólares desde 1946.
- Grande parte desse montante foi designada como auxílio militar.
- Além do apoio financeiro, os Estados Unidos frequentemente usam seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU para proteger Israel de sanções e condenações internacionais.
Posicionamento atual dos EUA
- Embora formalmente defendam a solução de dois estados (Israelense e palestino), os Estados Unidos têm feito pouco para pressionar por essa solução na prática.
- Durante o governo do ex-presidente Donald Trump, houve um afastamento do compromisso histórico com dois estados.
- O atual presidente Joe Biden também não tem atuado decisivamente para reabrir as negociações entre israelenses e palestinos. Em vez disso, ele tem buscado avançar na normalização das relações entre países árabes e Israel.
Origens do apoio americano a Israel
- O apoio dos Estados Unidos a Israel teve início após a Segunda Guerra Mundial, quando ambos emergiram como grandes potências mundiais disputando protagonismo global.
- Com a maior população judaica do mundo na época, os Estados Unidos rapidamente se posicionaram a favor da criação do estado de Israel.
- Durante as décadas seguintes, o apoio americano a Israel aumentou significativamente, especialmente após a Guerra dos Seis Dias em 1967.
Conclusão
O apoio dos Estados Unidos a Israel é profundo e duradouro. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA têm fornecido recursos financeiros e diplomáticos para garantir a segurança e proteção de Israel. No entanto, apesar de defender formalmente uma solução de dois estados, os EUA têm feito pouco para pressionar por essa solução na prática.
Al-Qaeda e a guerra ao terror
Visão geral da seção: Esta seção discute a relação entre os ataques terroristas do 11 de setembro, realizados pela Al-Qaeda, e a subsequente guerra ao terror liderada pelos Estados Unidos. Também aborda as invasões do Afeganistão e do Iraque como parte dessa estratégia.
Ações terroristas e grupos fundamentalistas islâmicos
- Os ataques do 11 de setembro foram realizados pela Al-Qaeda.
- Grupos fundamentalistas islâmicos estavam por trás dessas ações.
- Existe uma semelhança nos sentimentos despertados pelos dois eventos.
Guerra ao terror e invasões no Afeganistão e Iraque
- Os Estados Unidos lançaram a chamada guerra ao terror em resposta aos ataques.
- Essa guerra foi usada como justificativa para as invasões do Afeganistão e Iraque.
- As invasões resultaram na derrubada dos regimes locais nesses países.
Dificuldades pós-invasões
- Estabelecer novos governos legítimos nas áreas ocupadas foi um desafio.
- A estratégia adotada pelos Estados Unidos foi considerada falha.
- Houve custos domésticos e internacionais significativos para o país.
Lições aprendidas para Israel
- O impacto psicológico dos eventos recentes em Israel é comparável ao impacto do 11 de setembro nos Estados Unidos.
- É crucial que Israel não cometa os mesmos erros que os Estados Unidos cometeram em sua resposta aos ataques terroristas.
Invasões e insurgências prolongadas
Visão geral da seção: Esta seção discute as consequências das invasões lideradas pelos Estados Unidos no Afeganistão e Iraque, destacando a possibilidade de uma insurgência prolongada caso Israel invada Gaza.
Invasões do Afeganistão e Iraque
- A invasão do Afeganistão pelos Estados Unidos resultou em duas décadas de ocupação.
- A Al-Qaeda não foi destruída durante esse período.
- As forças de defesa de Israel podem enfrentar uma situação semelhante se invadirem Gaza.
Insurgência prolongada
- Entrar em um país é mais fácil do que sair, como os Estados Unidos aprenderam da maneira mais difícil.
- Caso Israel derrube o regime do Hamas em Gaza, pode enfrentar uma insurgência prolongada.
Estratégia geopolítica dos EUA e apoio a Israel
Visão geral da seção: Esta seção explora a estratégia geopolítica dos Estados Unidos na região do Oriente Médio e seu apoio praticamente incondicional a Israel.
Descrição estratégica dos EUA sobre Israel
- O secretário de Estado dos EUA, Alexander Haig, descreveu Israel como o maior porta-aviões americano.
- Israel é considerado inafundável e está localizado em uma região crítica para a segurança nacional dos Estados Unidos.
Explicação para o apoio aos EUA a Israel
- A estratégia geopolítica é a principal razão para o apoio incondicional dos Estados Unidos a Israel.
- Garantir recursos energéticos vitais, afastar influências soviética e iraniana, garantir a segurança de Israel e dos aliados árabes são alguns dos objetivos.
Relação EUA-Israel após a Guerra Fria
Visão geral da seção: Esta seção discute como a relação entre os Estados Unidos e Israel mudou após o fim da Guerra Fria.
Continuidade na relação EUA-Israel
- A relação entre os Estados Unidos e Israel não mudou significativamente após o fim da Guerra Fria.
- A região do Oriente Médio continua sendo desafiadora para os americanos.
Irã como antagonista
- O Irã é considerado o principal antagonista dos Estados Unidos na região.
- O país possui uma teocracia islâmica e um programa nuclear controverso.
- O Irã é um aliado histórico do Hamas, grupo palestino responsável por ataques contra Israel.
Apoio a Israel nos EUA
Visão geral da seção: Esta seção aborda o apoio a Israel nos Estados Unidos, tanto por motivos sentimentais quanto políticos.
Motivações para o apoio a Israel
- Existe um apego sentimental em relação a Israel nas gerações mais velhas de esquerda.
- Os israelenses são vistos como pessoas perseguidas que fundaram seu próprio estado após séculos de exílio.
- Alguns veem Israel como historicamente progressista em comparação com as ditaduras árabes ao redor.
Apoio evangélico cristão
- Os cristãos evangélicos nos Estados Unidos representam um terço da população do país.
- Esse eleitorado, em sua maioria, apoia Israel e contribui para o apego de Trump ao país.
- Os evangélicos veem a questão de Israel como uma manifestação da profecia bíblica.
Mudanças na percepção de Israel
Visão geral da seção: Esta seção discute as mudanças na percepção de Israel entre as novas gerações de esquerdistas e o apoio renovado dos cristãos evangélicos.
Perda de apoio entre as novas gerações
- A imagem idílica de Israel tem perdido apoio entre as novas gerações de esquerdistas.
- Políticas conservadoras e religiosamente ortodoxas têm gerado frustração.
Apoio renovado dos cristãos evangélicos
- Os cristãos evangélicos nos Estados Unidos continuam apoiando Israel.
- Eles veem a luta entre Israel e os palestinos como uma continuação das lutas bíblicas do passado.
Conclusão
Visão geral da seção: Esta seção conclui o vídeo, mencionando que fenômenos semelhantes ocorrem com os evangélicos no Brasil.
Evangélicos no Brasil
- Evangélicos no Brasil também têm demonstrado apoio a Israel.
- Essa postura está relacionada à interpretação da profecia bíblica sobre o retorno de Jesus Cristo à Terra.