Modelagem de Dados - Modelos Conceitual, Lógico e Físico
Introdução ao Curso de Modelagem de Dados
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o instrutor Fábio Barbosa apresenta os diferentes níveis de modelagem de dados: conceitual, lógico e físico. Ele explica como cada nível se relaciona com o projeto do banco de dados e destaca a importância de coletar as informações necessárias para a modelagem.
Níveis de Modelagem em 3D
- O modelo conceitual é o nível mais alto e próximo do projeto físico do banco de dados. Nele, são determinadas as informações armazenadas no banco.
- No modelo lógico, as informações são especificadas em um formato adequado ao sistema de gerenciamento escolhido posteriormente.
- O modelo físico detalha a estrutura das informações que serão armazenadas no banco de dados, incluindo tabelas, campos, atributos e relacionamentos.
Modelo Conceitual
- No modelo conceitual, são coletadas as informações que serão utilizadas nos próximos estágios da modelagem.
- É importante identificar os tipos de dados requeridos, como nome do produto, categoria, código do fornecedor e outras informações relevantes.
Modelo Lógico
- O modelo lógico é mais próximo do modelo físico e pode ser compreendido até mesmo por usuários leigos.
- Nesse nível, o projeto ainda é independente do sistema de gerenciamento de banco de dados escolhido.
- A especificação lógica dos dados é feita no formato adequado ao banco selecionado.
Modelo Físico
- A partir do modelo lógico, é criado o modelo físico, onde a estrutura das informações é detalhada.
- Nesse estágio, são definidas as tabelas, campos, tipos de dados e quantidade de informação a ser armazenada.
- O modelo físico está mais amarrado ao sistema de gerenciamento escolhido.
Arquitetura de Três Níveis
- A modelagem de dados segue uma arquitetura de três níveis: conceitual, lógico e físico.
- Cada nível representa um estágio do projeto e vai se aproximando cada vez mais do banco de dados real.
Etapas para Desenvolver um Banco de Dados
- Especificação e análise de requisitos: entender as necessidades do cliente e analisar quais informações serão utilizadas no banco.
- Modelagem conceitual: criar o modelo conceitual com as informações coletadas.
- Modelagem lógica: transformar o modelo conceitual em um formato adequado ao sistema de gerenciamento escolhido.
- Modelagem física: detalhar a estrutura das informações que serão armazenadas no banco.
- Apresentação do banco de dados: inserir os dados reais ou simulados no banco.
- Manutenção do banco de dados: realizar testes e fazer ajustes quando necessário.
Conclusão
Visão Geral da Seção: Nesta seção final, Fábio Barbosa resume as etapas para desenvolver um banco de dados e destaca a importância da especificação e análise dos requisitos iniciais. Ele menciona também a criação do dicionário de dados como uma ferramenta útil durante todo o ciclo de vida do banco.
Etapas para Desenvolver um Banco de Dados
- Especificação e análise de requisitos: entender as necessidades do cliente e analisar quais informações serão utilizadas no banco.
- Modelagem conceitual: criar o modelo conceitual com as informações coletadas.
- Modelagem lógica: transformar o modelo conceitual em um formato adequado ao sistema de gerenciamento escolhido.
- Modelagem física: detalhar a estrutura das informações que serão armazenadas no banco.
- Apresentação do banco de dados: inserir os dados reais ou simulados no banco.
- Manutenção do banco de dados: realizar testes e fazer ajustes quando necessário.
- Durante todo o processo, é importante documentar todas as etapas, incluindo a especificação e análise dos requisitos.
- O dicionário de dados é uma ferramenta útil para armazenar a definição do banco de dados e pode ajudar em futuras mudanças ou correções.
Lógico e Físico
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de identificar entidades, atributos e relacionamentos ao trabalhar com o modelo relacional. Também menciona a criação de associações de chaves estrangeiras e o processo de normalização para reduzir problemas futuros no banco de dados.
Identificação de Entidades, Atributos e Relacionamentos
- É importante identificar as entidades, atributos e relacionamentos ao trabalhar com o modelo relacional.
- A criação de associações de chaves estrangeiras é necessária.
- O processo de normalização é aplicado para reduzir problemas futuros no banco de dados.
Modelo Entidade-Relacionamento (MER)
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante introduz o Modelo Entidade-Relacionamento (MER), que é utilizado para representar elementos como entidades, relacionamentos e atributos em um projeto.
Modelo Entidade-Relacionamento (MER)
- O MER permite representar elementos como entidades, relacionamentos e atributos em um projeto.
- É refinado com técnicas específicas, como a técnica da normalização.
Implementação do Banco de Dados Físico
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante menciona que a implementação do banco de dados físico será abordada posteriormente. Será criado um banco real para demonstrar seu funcionamento usando um sistema de gerenciamento de banco de dados.
Implementação do Banco de Dados Físico
- A implementação do banco de dados físico será abordada posteriormente.
- Será criado um banco real para demonstrar seu funcionamento.
- Será utilizado um sistema de gerenciamento de banco de dados.
Níveis de Normalização
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante menciona que serão abordados os níveis de normalização em vídeos futuros. Esses níveis são importantes para garantir a integridade e eficiência do modelo.
Níveis de Normalização
- Os níveis de normalização serão abordados em vídeos futuros.
- São importantes para garantir a integridade e eficiência do modelo.
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