DIFERENÇA ENTRE VIDA ETERNA E REINO (7) - A PRIMEIRA RESSURREIÇÃO (1)
Continuando a Discussão sobre a Primeira Ressurreição
Introdução ao Tema
- O vídeo dá continuidade ao assunto da primeira ressurreição, prometido no vídeo anterior.
- O apresentador menciona que está utilizando uma Bíblia do Novo Testamento Grego em Delineado, traduzida pela Sociedade Bíblica.
Recomendações de Leitura
- Sugestões de livros sobre o tema da salvação e ressurreição são feitas, incluindo obras em inglês e português. Um exemplo é "Graça e Reino" de Franchesco.
- Outro livro recomendado é "A Igreja, as Igrejas e os Mistérios" de Peter Sellers, que aborda a primeira ressurreição.
- O volume 3 da série "As Grandes Profecias da Bíblia" também é mencionado como uma obra extensa e valiosa para estudo.
Base Bíblica para a Discussão
- O apresentador lê o capítulo 5 do Evangelho de João (versículos 24 a 29) como texto-base para discutir a primeira ressurreição. A doutrina já estava implícita no Antigo Testamento, mas se torna explícita com Jesus e os apóstolos.
- É destacado que muitos cristãos não conhecem bem as diferenças entre a primeira ressurreição e a ressurreição geral, além das implicações dessas doutrinas na fé cristã.
Análise dos Textos Lidos
- João 5:24-29 fala sobre aqueles que ouvem a palavra de Deus e têm vida eterna; enfatiza o julgamento baseado nas ações (boas ou más).
- Em 1 Coríntios 15:20-25, Paulo discute Cristo como as primícias dos mortos e estabelece uma ordem na ressurreição: primeiro Cristo, depois os que pertencem a Ele.
Reflexões Finais
Comentários sobre a Primeira Ressurreição
Introdução à Primeira Ressurreição
- O orador menciona o versículo 20 do capítulo 5 do livro, referindo-se ao entendimento da primeira ressurreição em João 5:24 e 29, considerando o contexto a partir do versículo 23.
- É destacado que Apocalipse capítulo 20 fala sobre a primeira ressurreição, onde aqueles que participam dela não têm autoridade sobre eles na segunda morte.
Importância da Obediência
- O termo grego para "primeira ressurreição" é mencionado como "anastassiadis", enfatizando sua relevância no contexto bíblico.
- A passagem de Apocalipse 20:4-6 indica que os participantes da primeira ressurreição serão sacerdotes de Deus e de Cristo, ligando isso à obra redentora de Cristo.
Sacerdócio Universal dos Crentes
- O orador discute como Lutero enfatizou o sacerdócio universal dos crentes durante a Reforma, embora a atenção tenha se desviado para a justificação pela fé.
- É ressaltado que todos os crentes são considerados sacerdotes e reis diante de Deus, não existindo uma divisão entre clérigos e leigos.
Era da Graça e Sacerdócio
- A era atual começou com a descida do Espírito Santo em Pentecostes, marcando oficialmente o início da graça para o povo de Deus.
- Aqueles que exercem o sacerdócio em obediência ao Senhor receberão recompensas e reinarão com Ele no milênio.
Condicionalidade do Sacerdócio
- O sacerdote na Bíblia é sempre condicional à obediência; essa condição é destacada quando Deus introduz seu povo no Monte Sinai (Êxodo 19).
- A promessa de ser um reino de sacerdotes foi condicionada à obediência do povo; apenas os levitas responderam afirmativamente ao chamado divino durante a idolatria com o bezerro de ouro.
Consequências da Desobediência
- Apesar das intenções iniciais de Deus para todo Israel ser um reino sacerdotal, somente os levitas foram fiéis durante as provações.
Sacerdócio e a Graça de Deus
O Sacerdócio no Novo Testamento
- O sacerdócio é acessível a todos os cristãos que obedecem, sendo feito por meio do sangue de Jesus, que redimiu e formou um reino de sacerdotes.
- Assim como o sacerdote do Antigo Testamento poderia ser perdido por desobediência, o mesmo se aplica ao sacerdócio no Novo Testamento; a obediência é crucial.
- Aqueles que não responderem ao chamado divino poderão perder seu sacerdócio durante a era do milênio, conforme mencionado em Apocalipse.
A Primeira Ressurreição e o Sacerdócio
- Muitos cristãos não participarão da primeira ressurreição e serão ressuscitados junto com os incrédulos na ressurreição geral, perdendo assim o sacerdócio.
- O sangue de Cristo proporciona meios para sermos sacerdotes, mas a falta de uma vida santa pode resultar na perda desse status durante o milênio.
Consequências da Negligência Espiritual
- A posição sacerdotal no milênio pode ser perdida; negligenciar a graça de Deus pode levar à perda do prêmio de reinar com Cristo.
- Apenas aqueles que participarem da primeira ressurreição serão considerados sacerdotes de Deus e Cristo na nova Jerusalém.
Ensinamentos sobre a Primeira Ressurreição
- A ênfase está na importância da primeira ressurreição para determinar quem terá acesso ao reino celestial e ao sacerdócio celestial.
- O capítulo 5 do Evangelho de João é fundamental para entender as implicações dessa ressurreição.
Contexto das Acusações contra Jesus
- Os fariseus acusaram Jesus por curar um homem no sábado; sua defesa foi afirmar que estava trabalhando como seu Pai.
A Criação do Homem e o Descanso de Deus
A Criação do Homem
- O homem foi criado no final do sexto dia, próximo ao início do sétimo dia, que é considerado o dia de descanso.
- A criação do homem simboliza que fomos feitos para descansar com Deus, desfrutando de um relacionamento amoroso e satisfatório com Ele.
O Significado do Sábado
- O sétimo dia representa o primeiro dia da existência humana, onde Deus estabelece que o descanso é fundamental para a obra divina.
- O sábado serve como um lembrete de que fomos criados para a comunhão e alegria em Deus, enfatizando a importância do descanso na graça divina.
A Necessidade Humana e o Sábado
- Jesus defende que os discípulos não erraram ao colher espigas no sábado, pois isso era uma necessidade legítima.
- O sábado não deve ser visto como uma restrição às necessidades humanas; ao contrário, ele foi feito para beneficiar o homem.
A Lei e a Misericórdia
- Jesus curou pessoas no sábado sem violar a lei, mostrando que obras de misericórdia são permitidas nesse dia.
- A afirmação "o sábado foi feito para o homem" indica que as ordenanças podem ser adaptadas em situações de necessidade.
Consequências da Queda
- Após a queda, o descanso original foi quebrado; Deus iniciou uma nova criação através das dispensações históricas.
- Os seis mil anos da história humana são comparados aos seis dias de trabalho seguidos por um milênio de descanso prometido após o retorno de Jesus.
Redenção e Novo Começo
- Apesar da iniqüidade no mundo, Jesus age em harmonia com Deus para restaurar o propósito original da criação.
A Obra do Filho de Deus e o Sábado
O Propósito da Vinda de Cristo
- A vinda de Cristo, o "último Adão", é para cumprir o propósito divino, que inclui destruir as obras do diabo e inaugurar uma nova criação.
- O conceito de descanso no sábado é relembrado, enfatizando que ainda há um repouso para o povo de Deus, conforme mencionado em Hebreus 4:8-10.
Consequências da Queda e a Necessidade do Descanso
- A entrada do pecado tornou necessário adiar o descanso até que um reino de justiça fosse estabelecido.
- Jesus ensina que os homens devem descansar no sábado, exceto em casos de necessidade ou ao mostrar misericórdia.
Reações dos Judeus à Mensagem de Jesus
- A resposta de Jesus aos judeus sobre quebrar o sábado e reivindicar ser igual a Deus intensificou sua hostilidade contra ele.
- Os judeus entenderam que Jesus se identificava como Filho de Deus, compartilhando da mesma natureza divina.
O Ensino Contínuo do Pai ao Filho
- Jesus era ensinado pelo Pai diariamente, recebendo instruções sobre suas ações e palavras (Isaías 50:4).
- Ele se humilhou na sua natureza humana para aprender com Deus e reverter a desobediência trazida por Adão.
Comunhão entre Pai e Filho
- A comunhão ininterrupta entre Jesus e o Pai permitiu que ele realizasse boas obras através da habilitação do Espírito Santo.
O Poder do Despertar Vivificante
A Ensinança de Jesus e a Comunhão com o Pai
- O Senhor Jesus, como Messias, ensinava diariamente e abria os ouvidos para que as pessoas pudessem ouvir e entender suas palavras.
- Ele menciona que, através da comunhão constante com o Pai, seriam mostradas obras maiores, incluindo ressurreição e juízo, para que todos honrassem o Filho como ao Pai.
A Grandeza das Obras de Deus
- O Pai revelaria não apenas as obras já conhecidas, mas também coisas maiores para que todos reconhecessem a grandeza do Filho.
- Desde sua encarnação, Jesus começou a realizar essas obras poderosas para demonstrar que Ele é o Filho eleito.
O Despertar Espiritual
- Jesus explica sobre o despertar vivificante necessário para dar vida eterna aos homens mortos em delitos e pecados.
- Ele revela três atos poderosos pelos quais manifesta seu poder sobre o universo.
A Regeneração dos Mortos
- O primeiro ato poderoso é a vivificação espiritual dos mortos em delitos e pecados; isso demonstra claramente que Ele é o Filho de Deus.
- No momento em que recebemos Sua palavra e cremos no testemunho do Pai, cruzamos da morte para a vida antes do julgamento final.
A Autoridade de Cristo na Salvação
- A regeneração dos perdidos é um ato glorioso; mesmo sem merecimento, temos acesso à vida eterna por meio da autoridade de Cristo.
- Essa transformação ocorre instantaneamente pela palavra poderosa de Deus; um germe de imortalidade passa a fazer parte do nosso ser.
Graça Irrevogável
- A salvação é um dom gratuito dado por Deus; não depende das nossas ações ou méritos pessoais.
- Mesmo diante do pecado humano, Deus preparou um meio para quitar nossos erros sem revogar Seu chamado.
Pecado Imputado a Cristo
A Justiça de Deus e o Pecado
O Papel de Cristo na Redenção
- Cristo foi tratado como pecador, embora nunca tenha pecado. Ele assumiu o juízo do pecado em nosso lugar, tornando-se o pecado por nós.
- A vida recebida de Deus é contrária ao pecado; portanto, um verdadeiro crente não vive deliberadamente no pecado. Mesmo assim, os filhos de Deus podem falhar sem perder a salvação.
- A justiça de Deus foi imputada a Cristo como dívida. Ele recebeu nossa condenação para que pudéssemos receber Sua vida gratuitamente.
- Todos os nossos pecados, passados e futuros, foram colocados sobre Cristo. Ele é a oferta pelo pecado e pela expiação, garantindo paz com Deus.
- Posicionalmente, diante de Deus, somos vistos como justos devido ao sacrifício de Cristo no Calvário.
A Segurança da Salvação
- Quando pecamos, Deus não retira nossa salvação porque todos os nossos pecados já foram pagos por Cristo no Calvário.
- Aqueles que acreditam que a salvação pode ser perdida não compreendem plenamente a graça e justiça de Deus manifestadas na cruz.
- Jesus tem autoridade para perdoar os mortos espiritualmente porque pagou o preço devido por cada transgressão humana.
- O juízo de Deus resolveu o problema do pecado no mundo; todo aquele que crê é libertado da separação do pecado e perdoado eternamente.
- A salvação é irrevogável; todos os nossos pecados foram espiados uma vez por todas.
A Manifestação da Justiça em Nós
- Em Cristo, temos segurança eterna; nossa vida está oculta com Ele em Deus.
- O objetivo da obra redentora foi nos fazer justiça em Cristo para que sejamos vistos como justos diante dos olhos de Deus.
- O amor que o Pai tem pelo Filho é o mesmo amor que tem por nós; isso garante nossa segurança na salvação.
- Jesus intercede por nós junto ao Pai, assegurando-nos que não seremos abandonados ou desamparados por Deus.
A Ressurreição e a Vida Eterna
O Primeiro Ato Poderoso
- A vivificação dos delitos e pecados é uma conexão espiritual que proporciona vida eterna, permitindo que os crentes vivam por meio dessa nova vida.
- O Filho de Deus é manifestado como o único e eleito, cumprindo tudo o que Deus planejou, tendo autoridade sobre a morte e os pecados.
- Jesus Cristo é reconhecido como o legítimo salvador da humanidade, com poder para ressuscitar espiritualmente aqueles mortos em ofensas.
- A ressurreição espiritual é comparada ao novo nascimento em Cristo, um dom absoluto de Deus que deve ser recebido pela graça.
- O versículo enfatiza que o dom da vida eterna é conferido àqueles que ouvem e creem na palavra de Deus.
A Importância da Palavra
- É crucial observar que a salvação não depende apenas de ouvir as palavras audíveis de Jesus, mas também do reconhecimento da verdade contida nelas.
- A palavra "logos" pode se referir tanto à pregação quanto ao registro das palavras de Jesus no Novo Testamento.
- Para receber a vida eterna, não é necessário ouvir diretamente Jesus; crer nas Escrituras inspiradas também traz vivificação espiritual.
- O termo "logos" abrange uma compreensão mais ampla do conhecimento divino, além das palavras faladas diretamente por Jesus durante seu ministério terrestre.
- Mesmo após os apóstolos, muitos cristãos não tiveram experiências auditivas diretas com Jesus; a fé se baseia na revelação escrita.
A Primeira Ressurreição
- Aqueles que já receberam a revelação divina e andam em obediência experimentarão não apenas vivificação espiritual, mas também ressurreição integral na vinda do Senhor.
- Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e viverão novamente; isso inclui corpo, alma e espírito na ressurreição final (João 5:25).
- Jesus prediz um segundo ato poderoso relacionado à ressurreição integral dos mortos em obediência às suas palavras.
- Ele menciona uma "hora" significativa que representa uma nova era iniciada com o novo pacto estabelecido por sua morte e ressurreição.
- Essa hora indica o fim de uma era antiga e o início da nova aliança entre Deus e a humanidade.
Compreendendo as Eras
- João 2:18 menciona que estamos vivendo nos últimos dias; isso está ligado ao surgimento do anticristo no fim desta era.
O Fim da Era: Entendendo Mateus 24
A Interpretação do "Fim" na Bíblia
- Discípulos questionam sobre o fim do século, onde a palavra "século" é mal interpretada. Na verdade, refere-se a uma era e não apenas a um período de 100 anos.
- Em Mateus 24:1-3, os bispos perguntam sobre o fim da era, e Cristo responde às suas três perguntas relacionadas ao tema.
- É importante conectar a palavra "fim" com "era", pois se refere ao fim da era cristã e não ao mundo físico.
O Papel do Evangelho no Fim da Era
- Jesus menciona que o evangelho do reino deve ser pregado para todas as nações antes que venha o fim, que se refere à era da graça e à igreja.
- O versículo 15 fala sobre a abominação desoladora mencionada por Daniel, indicando um período crítico relacionado ao anticristo.
A Chegada do Anticristo e as Dispensações
- João menciona que estamos na última hora devido à vinda do anticristo, associando essa hora com o fim de uma era.
- Jesus fala sobre períodos específicos (dispensações), enfatizando que cada fase tem seu significado dentro das escrituras.
A Era da Graça e sua Inauguração
- A atual dispensação começou oficialmente com a vinda do Espírito Santo em Pentecostes e terminará com a segunda vinda de Cristo.
- Embora a graça já estivesse presente em Cristo, ela se manifestou plenamente após Pentecostes.
Significado de "Hora" nas Escrituras
- A expressão "a hora vem" indica uma nova dispensação; é crucial entender isso para interpretar corretamente os textos bíblicos.
- O conceito de "hora" muitas vezes equivale à ideia de uma nova era ou dispensação nas cartas de João.
Conclusão Sobre as Dispensações
A Hora que Vem: A Adoração em Espírito e Verdade
A Mudança de Era na Adoração
- Jesus menciona a mudança na adoração, afirmando que "a hora vem" quando os verdadeiros adoradores adorarão ao Pai em espírito e em verdade, conforme João 4:23.
- As declarações de Jesus sobre a adoração refletem uma transição para a era atual, onde o culto não é mais baseado em rituais externos, mas sim em uma conexão espiritual genuína.
- O versículo 24 do capítulo 4 de João destaca essa transformação, indicando que a verdadeira adoração ocorre agora no espírito e na verdade, marcando uma nova dispensação.
A Dispensação da Graça
- A expressão "hora vem e agora é" sugere um início de uma nova era com a vinda de Jesus, que traz graça e salvação através da sua morte e ressurreição.
- O evento mencionado por Jesus deve ocorrer durante o período da dispensação da graça, onde os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus.
O Significado da Voz
- A referência à "voz" indica um aspecto audível da ressurreição; não se trata apenas de crer espiritualmente, mas também de ouvir fisicamente a voz do Senhor.
- Essa ressurreição está ligada ao tempo chamado "hora", que começou com Jesus e se estenderá até o fim dos tempos.
Resurreição dos Mortos
- A ressurreição mencionada não é meramente espiritual; implica numa experiência física onde alguns cristãos ressuscitarão antes do fim da dispensação da graça.
- É importante notar que essa ressurreição envolve ouvir audivelmente a voz de Cristo, diferenciando-se das interpretações comuns sobre crença.
Conclusões sobre o Tempo da Graça
- Durante este período chamado "hora", alguns filhos de Deus ressuscitarão ao ouvirem a voz do Senhor antes do término dessa era específica.
Ressurreição e a Voz Pessoal do Filho de Deus
Diferença entre Ressurreições
- O termo grego "tess fornece" refere-se à voz audível do Filho de Deus, indicando que alguns ouvirão essa voz pessoal durante a era da graça.
- A ressurreição do trono branco ocorrerá após o milênio, no chamado juízo final, onde todos os cristãos serão julgados.
- A visão do grande trono branco aparece somente após os mil anos, destacando que a ressurreição geral acontece nesse contexto.
Voz Audível e Seleção
- A passagem menciona que não todos ouvirão a voz; apenas alguns selecionados antes do fim da era da graça terão essa experiência.
- É enfatizado que a ressurreição mencionada não é pela fé como em outras passagens, mas uma resposta direta à ordem audível de Jesus.
Contexto da Ressurreição
- A ressurreição discutida ocorre dentro de um período específico e não se baseia na crença em palavras eternas.
- Aqueles que ouvirem a voz audível de Jesus são indicados como parte dessa seleção especial antes da ressurreição final.
Conclusões Finais
- O orador conclui ressaltando que haverá uma reflexão seletiva para alguns antes da ressurreição do último dia.