Projeção de Fischer
Projeção de Fischer e Moléculas com Mais de um Centro Quiral
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor Eduardo fala sobre a Projeção de Fischer e moléculas com mais de um centro quiral.
Introdução à Projeção de Fischer
- A Projeção de Fischer é uma forma simbólica de desenhar átomos de carbono assimétricos.
- Herman Emil Fischer foi o criador da Projeção de Fischer e ganhou o Prêmio Nobel em 1902.
- Para representar a forma correta na projeção, é necessário que os átomos estejam dispostos em uma figura tridimensional.
Construindo a Projeção de Fischer
- Para construir a projeção, é preciso olhar para a molécula tridimensional e trazer dois ligantes para frente enquanto envia outros dois ligantes para o fundo.
- A posição dos grupos na projeção indica se eles estão saindo ou entrando no plano do computador.
- A cunha preenchida representa um grupo que está saindo do plano do computador, enquanto a cunha tracejada representa um grupo que está indo para o fundo da tela do computador.
Designação R
- Um carbono quiral tem quatro diferentes ligantes e é chamado de carbono quiral.
- O carbono quiral pode ser designado como R ou S.
Projeção de Fischer
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor explica como fazer a projeção de Fischer e como lidar com o número 4 na horizontal ou vertical.
Como lidar com o número 4 na projeção de Fischer
- O número 4 pode estar na horizontal ou vertical.
- Se estiver na horizontal, apague-o e coloque o outro número que está na horizontal no lugar do 4 para obter uma ordem crescente.
- Se estiver na vertical, apague-o e observe a ordem crescente dos outros números.
Moléculas com dois centros quirais
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor explica como desenhar moléculas com dois centros quirais.
Desenhando moléculas com dois centros quirais
- Identifique os carbonos quirais que têm quatro diferentes ligantes.
- Treine em casa para desenhar a molécula usando a forma de projeção de Fischer.
- Gire a molécula para visualizá-la melhor e desenhe-a.
Representação de Fischer
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica como desenhar a projeção de Fischer para uma molécula.
Desenhando a projeção de Fischer
- Identifique os grupos na molécula e determine sua posição em relação ao plano do anel.
- Suspenda o grupo que está saindo do plano para cima e deixe o grupo que está entrando no plano no fundo.
- Rotacione o carbono quiral para fazer o grupo H sair em direção aos seus olhos.
- Desenhe a estrutura final da projeção de Fischer com os grupos horizontais saindo do plano.
Atribuição R ou S
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica como atribuir a prioridade pelo método Cahn-Ingold-Prelog (CIP) para determinar se um carbono quiral é R ou S.
Atribuindo prioridades pelo método CIP
- Separe a molécula em duas partes, identificando cada carbono quiral.
- Escreva as ligações dos grupos ligados diretamente ao carbono quiral e atribua prioridades baseadas nos números atômicos dos átomos ligados.
- Determine a orientação dos grupos restantes e use as regras do método CIP para determinar se o carbono quiral é R ou S.
Prioridade de grupos funcionais em açúcares
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a prioridade dos grupos funcionais em açúcares e como determinar qual grupo tem maior importância.
Determinando a prioridade de grupos funcionais
- A terceira regra do sistema Gold é usada para determinar a prioridade entre hidrogênio, carbono e oxigênio.
- Quando há uma dupla ligação, o carbono está ligado a dois oxigênios e deve ser representado dessa forma.
- Para determinar qual grupo tem maior importância, os números são atribuídos aos substituintes com base na ordem de prioridade.
- Os numerais crescem no sentido anti-horário e recebem designações R ou S.
Exemplo prático
- O exemplo prático apresentado é um açúcar com um grupo aldeído.
- O clister aldeído é o açúcar mais simples conhecido.
- A nomenclatura para o carbono central deste açúcar segue as regras estabelecidas anteriormente.
Açúcares e suas designações
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor explica as diferentes designações de açúcares e como elas são determinadas.
Designação de açúcar
- O pesquisador Rosanoff criou uma regra para a designação de açúcar.
- O desvio do plano da luz polarizada para a direita só vale para o D-gliceraldeído.
- Se o grupo H estiver à direita do gliceraldeído, ele é um S-gliceraldeído.
- As designações L-gliceraldeído e 1L-gliceraldeído são mais modernas que a designação anterior.
Regra para todos os açúcares
- Para todos os açúcares inscritos na forma vertical, se o penúltimo carbono tiver o grupo H à direita, ele será um aldopentose ou aldotetrose.
- Se estiver escrito na forma horizontal, essa regra não se aplica.
Exemplos de cadeias de carbono
- Sempre olhe para o penúltimo carbono da cadeia desde que seja escrita dessa forma.
- Exemplos incluem elitrose, xilose e frutose.
- A molécula pode ter mais de um centro quiral quando tiver quatro átomos de carbono.
Definição de açúcares possíveis
- O número de açúcares possíveis é calculado contando o número de carbonos assimétricos e elevando-o ao número de carbonos assimétricos.
Carbono Quiral
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor explica como identificar um carbono quiral e a importância de considerar todos os ligantes do carbono para determinar sua configuração.
Identificação de um Carbono Quiral
- Um carbono é quiral quando possui quatro ligantes diferentes.
- Para determinar se um carbono é quiral, é necessário considerar todos os seus ligantes e não apenas o primeiro.
- A partir da fórmula de uma molécula com dois átomos de carbonos assimétricos, é possível determinar quantos açúcares são possíveis.
Quantidade de Açúcares Possíveis
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor explica como calcular a quantidade de açúcares possíveis em uma molécula com dois átomos de carbonos assimétricos.
Cálculo da Quantidade de Açúcares Possíveis
- Para calcular a quantidade de açúcares possíveis em uma molécula com dois átomos de carbonos assimétricos, utiliza-se a fórmula 2 elevado à potência do número de átomos assimétricos.
- O livro "Química Orgânica Volume Um" contém informações adicionais sobre esse assunto.