MENINGES E CIRCULAÇÃO LIQUÓRICA  - PARTE 1

MENINGES E CIRCULAÇÃO LIQUÓRICA - PARTE 1

Anatomia das Meninges e Circulação Liquórica

Revisão de Estruturas Cranianas

  • O apresentador inicia a discussão sobre as meninges e a circulação liquórica, propondo uma revisão de estruturas importantes do crânio.
  • A calota craniana é apresentada, destacando a crista frontal e o seio sagital superior, que se estende até a confluência dos seios.
  • Observa-se que os ossos são plásticos durante sua formação, deixando impressões como as granulações aracnóideas no interior da calota craniana.

Estruturas Relevantes do Crânio

  • O apresentador menciona as fossas do crânio: anterior, média e posterior, introduzindo estruturas como a asa menor do esfenóide.
  • Detalha o corpo do osso esfenóide e suas asas maiores, além de mencionar o seio esfenoparietal localizado na parte posterior da asa menor.

Vascularização e Seios Cavernosos

  • A artéria carótida interna atravessa o seio cavernoso em seu trajeto pelo sistema nervoso central.
  • São apresentados dois seios cavernosos dispostos lateralmente ao corpo do osso esfenóide.

Fissuras e Forames Importantes

  • O conteúdo aborda a fissura orbital superior e forames redondo e oval localizados na porção petrosa do osso temporal.
  • O gânglio trigeminal é mencionado junto com os sulcos dos seios petrosos superior e inferior.

Confluência dos Seios

  • A protuberância occipital interna é discutida em relação à confluência dos seios, incluindo o sulco do seio transverso.
  • É destacado que o sulco do seio sigmoide leva ao forame jugular onde começa a veia jugular interna.

Relação entre Seios Venosos

  • Os feios parietais estão localizados na base do crânio; cada lado possui um par de seios cavernosos, petrosos superiores e inferiores.

Estruturas do Sistema Nervoso e Desenvolvimento Embrionário

Anatomia dos Seios Cavernosos

  • A veia de Galeno é mencionada como uma estrutura importante, conectando seios cavernosos anterior e posterior.
  • O plexo basilar é destacado como parte da anatomia na base do crânio, relacionado aos seios cavernosos.

Formação do Sistema Nervoso

  • O sistema nervoso é o primeiro a se formar durante o desenvolvimento embrionário, com o embrião atingindo 1,5 mm de comprimento por volta do 18º dia.
  • A placa neural começa a se aprofundar, formando uma depressão que evolui para a crista neural e posteriormente para o tubo neural.

Estrutura do Tubo Neural

  • O tubo neural forma os órgãos do sistema nervoso central, enquanto as cristas neurais formam partes do sistema nervoso periférico.
  • O tubo neural apresenta uma luz revestida por células ependimárias, essenciais para sua função.

Dilatações no Tubo Neural

  • No 25º dia de desenvolvimento, o tubo neural já possui três dilatações: prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo.
  • As vesículas secundárias são formadas ao redor do quadragésimo dia; o prosencéfalo dá origem ao telencéfalo e diencéfalo.

Ventriculos Encefálicos

  • As cavidades internas do sistema nervoso central são chamadas de ventrículos encefálicos; os ventrículos laterais estão localizados no telencéfalo.
  • A comunicação entre os ventrículos laterais e o terceiro ventrículo é destacada como um aspecto importante da anatomia cerebral.

Membranas Protetoras do Sistema Nervoso Central

Estrutura e Função da Pia-Máter

Características da Pia-Máter

  • A pia-máter apresenta uma aparência semelhante a uma teia de aranha, o que justifica seu nome. É composta por trabéculas que se fixam na pia-máter, associando-se ao tecido nervoso.
  • A pia-máter é constituída por fibras colágenas e células ricas em melanina, destacando sua importância estrutural e funcional no sistema nervoso.

Relação com o Tecido Nervoso

  • Por estar associada ao tecido nervoso, a pia-máter se projeta nos sulcos e estruturas do cérebro, evidenciando sua integração com as funções neurológicas.
  • O espaço perivascular é mencionado como um local importante onde ocorrem interações entre vasos sanguíneos e a pia-máter, sugerindo um papel na nutrição e suporte do tecido nervoso.

Importância do Líquido Cerebrospinal