Aulão de Ortografia para concursos - Prof. Noslen Borges - AlfaCon
Dicas para fazer a prova CESPE/UnB
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas dicas importantes para quem vai fazer a prova CESPE/UnB, que possui um formato peculiar.
Formatos de questões
- Existem dois formatos básicos de questões na prova CESPE/UnB:
- Formato com comando da questão e cinco opções (A, B, C, D, E).
- Formato centrado, onde é preciso afirmar se a declaração está correta ou incorreta.
Sistema de pontuação
- O sistema de pontuação do CESPE/UnB é diferente. Se acertar uma questão errada, não ganha ponto. Se errar uma questão certa, perde um ponto.
- Por exemplo, em um conjunto de cinco questões: se acertar três e errar duas, não ganha nenhum ponto e ainda perde dois pontos.
Ler o edital
- É fundamental ler o edital do concurso público para conhecer as regras e formatos das questões.
- Os formatos podem variar entre ABCDE ou certo/errado. Também existem outros formatos mais complexos.
Prova discursiva
- A redação é uma parte importante da prova discursiva.
- É necessário treinar escrevendo duas ou três redações por semana.
- Conhecer as regras do edital é essencial para saber se deve colocar título na redação e seguir a estrutura adequada (introdução, desenvolvimento e conclusão).
Chute consciente
- O chute consciente pode funcionar bem na prova CESPE/UnB.
- Se o candidato estudou bastante e tem um bom desempenho na prova, pode chutar algumas questões para equilibrar a pontuação.
Estudar o conteúdo
- Não há fórmula mágica. É preciso estudar o conteúdo do concurso.
- Fazer exercícios da própria banca é uma boa estratégia.
- Realizar simulados também ajuda a se posicionar melhor na prova.
O chute consciente funciona?
Visão geral da seção: Nesta seção, é abordada a eficácia do chute consciente na prova CESPE/UnB.
- Estatisticamente, metade das questões da prova costuma ser correta e metade errada.
- Se o candidato acertar cerca de 60% das questões que respondeu, pode chutar as demais para equilibrar a pontuação.
- Mesmo com um chute consciente, não é possível acertar todas as questões, mas é possível ganhar pontos extras.
A importância de aprender o conteúdo
Visão geral da seção: Nesta seção, destaca-se a importância de aprender o conteúdo do concurso.
- Não existe uma fórmula mágica para passar no concurso. É necessário estudar e dominar os conteúdos exigidos.
- Utilize materiais como vídeoaulas ou PDFs para aprender o conteúdo.
- Faça exercícios e pratique constantemente para ter um bom desempenho na prova.
Erros e acertos no estudo
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o professor fala sobre os erros comuns cometidos pelos estudantes e a importância de estudar de forma consciente. Ele também destaca a importância de resolver questões originais de provas anteriores.
Estudando de forma consciente
- É comum cometer os mesmos erros repetidamente.
- Acertar questões por sorte não é eficiente.
- É importante simular um plano de estudos estruturado.
- Baixar questões originais de provas anteriores é uma prática recomendada.
A importância da prática regular
- Resolver exercícios regularmente é essencial para o aprendizado.
- Fazer redações também é fundamental.
- Ter parceiros de estudo pode ser útil, mas não dependa apenas disso.
O novo acordo ortográfico
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o professor aborda o novo acordo ortográfico da língua portuguesa. Ele explica que esse acordo foi discutido entre Portugal e Brasil para unificar a escrita.
Origem do novo acordo ortográfico
- O novo acordo ortográfico começou a ser discutido em 1990 entre Portugal e Brasil.
- O objetivo era unificar a escrita das palavras em ambos os países falantes da língua portuguesa.
Implantação do novo acordo ortográfico
- A partir de 1999, começou-se a implantar o novo acordo nas séries básicas das escolas.
- Em 2009, o Brasil finalmente adotou oficialmente o novo acordo ortográfico.
Variações na escrita entre Portugal e Brasil
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o professor explica que existem variações na escrita entre Portugal e Brasil devido às diferenças regionais. Ele destaca a importância de unificar a escrita para facilitar o entendimento mútuo.
Variações na escrita
- Devido às diferenças regionais, há variações na escrita entre Portugal e Brasil.
- O objetivo do novo acordo ortográfico era tornar as palavras mais parecidas para facilitar o entendimento mútuo.
Implantação em outros países lusófonos
- Além de Portugal e Brasil, outros países falantes da língua portuguesa também implantaram o novo acordo ortográfico.
- A implantação ocorreu ao longo dos anos seguintes à assinatura do tratado em 1990.
História do novo acordo ortográfico
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o professor fala sobre a história do novo acordo ortográfico. Ele menciona que as discussões começaram em 1990 e que houve falta de organização por parte do Brasil na implantação.
Discussões e implantação
- As discussões sobre o novo acordo ortográfico começaram em 1990.
- A partir de 1999, iniciou-se a implantação nas séries básicas das escolas.
- Houve falta de organização por parte do Brasil na implantação, causando certa confusão.
Mudanças no novo acordo ortográfico
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o professor aborda as mudanças ocorridas no novo acordo ortográfico. Ele menciona a inclusão de novas letras no alfabeto e alterações nos acentos.
Inclusão de novas letras no alfabeto
- Antes do novo acordo ortográfico, o alfabeto em português tinha apenas 23 letras.
- Com o novo acordo, foram incluídas as letras k, w e y.
Alterações nos acentos
- Os ditongos abertos é e oi não recebem mais acento nas palavras paroxítonas.
- A pronúncia dessas palavras continua a mesma, mesmo sem o acento.
Pronúncia das palavras após o novo acordo ortográfico
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o professor explica que algumas palavras tiveram mudanças na grafia, mas a pronúncia permaneceu a mesma após o novo acordo ortográfico.
Exemplos de palavras com mudança na grafia
- Palavras como "ideia" e "colmeia" perderam os acentos.
- Apesar da mudança na escrita, essas palavras continuam sendo pronunciadas da mesma forma.
Acentuação e Pronúncia
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as mudanças na acentuação e pronúncia de algumas palavras em português.
Acentuação
- A palavra "platéia" não tem mais acento.
- Nas paroxítonas com ditongos "ei" e "oi", como "herói", o acento foi removido.
- Palavras derivadas, como "heróico", mantêm o acento.
- Monossílabos tônicos continuam com acento, como "crê".
Pronúncia
- A pronúncia das palavras não mudou mesmo sem os acentos.
- Exemplos de palavras com pronúncia inalterada: corrói, dói, papéis.
Trema e Assentos Duplos
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante aborda as mudanças relacionadas ao trema e aos assentos duplos em palavras específicas.
Trema
- O trema não é mais utilizado nas palavras em português.
- Exemplos de palavras que tinham trema: tranquilo, linguiça.
Assentos Duplos
- Algumas palavras perderam um dos assentos duplos.
- Exemplos de palavras que tinham assento circunflexo ou agudo: crê, vôo.
Acentos Diferenciais
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica os acentos diferenciais e como eles foram alterados.
- Algumas palavras tinham acento diferencial para distinguir entre diferentes classes de palavras.
- Exemplos de palavras com acento diferencial: para (verbo) e para (preposição).
- Agora, essas palavras são escritas da mesma forma, sendo distinguidas apenas pelo contexto.
Acento Diferencial em "Pelo"
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as diferentes formas de utilizar a palavra "pelo" e como elas eram acentuadas anteriormente.
- A palavra "pelo" tinha três formas de utilização com diferentes significados.
- O uso correto era determinado pelo contexto.
- Agora, não há mais acentuação diferencial em "pelo", sendo necessário entender o sentido pela contextualização.
Poluição e Acentuação
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados os temas de poluição e acentuação na língua portuguesa.
Poluição
- A palavra "poluição" é mencionada, embora não esteja diretamente relacionada ao assunto principal.
- É destacado que a palavra "pêra" costumava ser escrita com acento circunflexo para diferenciá-la da preposição "para", mas essa forma arcaica não é mais utilizada.
Acentuação
- É explicado que algumas palavras perderam o acento devido às mudanças nas regras de acentuação.
- Nos casos em que as palavras não se enquadram nas regras gerais de acentuação, como "pode" (verbo) e "pôde" (passado do verbo poder), o acento é utilizado para diferenciar os tempos verbais.
- O uso facultativo do acento circunflexo em palavras no plural é mencionado, como "vêm" (terceira pessoa do plural do verbo vir) e "vem" (terceira pessoa do singular do verbo vir).
- São apresentadas algumas exceções facultativas à regra geral de acentuação, como as formas verbais "demos" e "dêmos".
- Mudanças na escrita também são mencionadas, como o fim do uso do hífen em algumas palavras compostas.
Mudanças na Escrita
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordadas as mudanças na escrita de palavras compostas.
- Antigamente, palavras compostas com prefixos terminados em vogal e a segunda palavra começando com "s" eram escritas com hífen, como "antessala" e "antirreumático".
- Com as novas regras ortográficas, o hífen é removido nessas situações e o "s" é duplicado para manter a fonética correta.
- São apresentados exemplos de palavras que seguem essa nova regra, como "antessala" (antes + sala) e "ante-reumatismo" (antes + reumatismo).
- É destacado que a palavra "extraordinário" já seguia essa regra antes das mudanças ortográficas.
Prefixos e Hífen
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são explicadas as regras relacionadas ao uso do hífen com prefixos.
- É mencionado que os prefixos "ip", "inter" e "super" mantêm o hífen quando a segunda palavra começa com "r", como em "hiper-risonho".
- Por outro lado, quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal inicial da segunda palavra, o hífen é removido. Exemplo: autoanálise.
- São apresentados outros exemplos de palavras que seguem essas regras, como cooperação (co + operação) e contrassenso (contra + senso).
Vogais Iguais ou Diferentes
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são explicadas as regras relacionadas ao uso do hífen quando o prefixo termina em vogal igual ou diferente da vogal inicial da segunda palavra.
- Quando o prefixo termina em vogal igual à vogal inicial da segunda palavra, as palavras eram escritas juntas, mas agora são separadas. Exemplo: microondas (micro + ondas).
- Por outro lado, quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal inicial da segunda palavra, as palavras continuam sendo escritas juntas. Exemplo: cooperar (co + operar).
- São apresentados exemplos de palavras que seguem essas regras, como "autoanálise" (auto + análise) e "microônibus" (micro + ônibus).
Palavras Separadas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordadas as mudanças na escrita de palavras compostas quando o prefixo termina em uma vogal diferente da vogal inicial da segunda palavra.
- É explicado que antes das mudanças ortográficas, palavras com essa estrutura eram escritas juntas, mas agora são separadas.
- São apresentados exemplos de palavras que seguem essa nova regra, como "auto-análise" e "autoafirmação".
- É mencionado que a palavra "extraordinário" é uma exceção e continua sendo escrita sem separação mesmo seguindo essa estrutura.
A perda da noção de composição de palavras
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a perda da noção de composição de palavras e como isso afeta a formação de novos vocábulos.
Perda da noção de composição
- A justaposição ocorre quando se perde a noção de composição das palavras.
- Exemplo: "manda-chuva" torna-se "mandachuva", perdendo a separação entre as partes da palavra.
Exceções à regra
- Algumas palavras mantêm a separação mesmo com o tempo.
- Exemplo: "pára-quedas" tornou-se "paraquedas", mas outras palavras como "guarda-chuva" continuam com hífen.
Prefixos e sufixos
- Alguns prefixos mantêm o hífen quando a segunda palavra começa com 'h'.
- Exemplos: anti-higiênico, super-homem.
- Os prefixos vice e viso também mantêm o hífen.
- Outros prefixos como circo e pan não seguem essa regra.
Sufixos tupi-guaranis
- Quando o primeiro elemento termina em vogal ou tem pronúncia distinta, mantém-se o hífen.
- Exemplos: Ceará-Mirim, Iguaçu.
Mal e bem
- Quando mal ou bem são uma unidade sintagmática junto com outra palavra, mantém-se o hífen.
- Exemplos: mal-humorado, bem-vindo.
Corpos advérbios
- Quando os corpos forem advérbios, mantém-se o hífen.
- Exemplos: bem-nascido, bem-criado.
Trema
- O trema foi abolido nas palavras da língua portuguesa.
- Exemplo: frequência em vez de freqüência.
Exercício
- Identificar palavras que não seguem as regras do acordo ortográfico.
- Palavras como delinquente e hockey estão corretas, pois seguem as novas regras.
Palavras que não atendem ao acordo ortográfico
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante apresenta uma lista de palavras que não atendem ao acordo ortográfico atual.
Palavras com trema
- Algumas palavras ainda possuem trema mesmo após a sua abolição.
- Exemplos: arguido, linguística.
Outras palavras
- Existem outras palavras que também não seguem as novas regras do acordo ortográfico.
- Exemplos: agregamos, equestre.
Resposta errada
- A resposta "detran" está incorreta, pois todas as palavras podem ser grafadas de acordo com as novas regras.
Conclusão
Neste vídeo, foram discutidas diversas regras e exceções relacionadas à perda da noção de composição de palavras e ao acordo ortográfico. Foi destacado como algumas palavras mantêm a separação mesmo com o tempo, enquanto outras passam por mudanças na forma de escrita. É importante estar atualizado sobre essas regras para escrever corretamente em português.
Uso do "s" em palavras terminadas em vogal e seguidas de "r" ou "s"
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado o uso do "s" em palavras que terminam em vogal e são seguidas por "r" ou "s". Exemplos são fornecidos para ilustrar a regra.
Regra de dobrar o "rs"
- Palavras como "falsa", "anti-higiênico", "inflamatório" seguem a regra de dobrar o "rs".
- Exemplos: ótimo, antiácido, antioxidante, anticolonial, antirradiação.
Uso do sufixo "-ês"
- Quando se trata de nacionalidade ou origem, utiliza-se o sufixo "-ês".
- Exemplos: francês (frança), camponesa (campo), chinês (china).
Construção do gênero feminino
- Para construir o gênero feminino a partir de um masculino, utiliza-se o sufixo "-isa".
- Exemplos: sacerdote/sacerdotisa, poeta/poetisa.
Introdução à ortografia
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado o conceito de ortografia e sua importância. São mencionadas as regras que devem ser aprendidas para escrever corretamente.
Importância da ortografia
- A ortografia consiste em regras para escrever corretamente.
- É necessário aprender e memorizar essas regras.
- Praticar exercícios é uma forma eficaz de aprender ortografia.
Aprendendo ortografia através da prática
Visão geral da seção: Nesta seção, é enfatizada a importância da prática para melhorar a ortografia. Quanto mais se usa e lê palavras corretamente, mais fácil se torna escrevê-las corretamente.
Aprendizado através da prática
- Quanto mais se usa e lê palavras corretamente, mais fácil fica escrevê-las corretamente.
- Praticar exercícios de ortografia ajuda a fixar as regras e melhorar a escrita.
Regras para sufixos terminados em "s" ou "z"
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas regras para o uso dos sufixos terminados em "s" ou "z".
Sufixos com "s"
- Quando relacionado à ideia de lugar, utiliza-se o sufixo "-ês".
- Exemplos: francês (frança), camponesa (campo).
Sufixos com "z"
- Ao criar substantivos abstratos a partir de adjetivos, utiliza-se o sufixo "-ez".
- Exemplos: rapidez (rápido), nitidez (nítida).
Uso do "s" na construção do gênero feminino
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado o uso do "s" na construção do gênero feminino a partir de um masculino.
Regra para construção do gênero feminino
- Ao construir o gênero feminino a partir de um masculino, utiliza-se o sufixo "-isa" com "s".
- Exemplos: sacerdote/sacerdotisa, poeta/poetisa.
Uso do "z" na construção de substantivos abstratos
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado o uso do "z" na construção de substantivos abstratos a partir de adjetivos.
Uso do "z"
- Ao criar substantivos abstratos a partir de adjetivos, utiliza-se o sufixo "-eza" com "z".
- Exemplos: beleza (belo), magreza (magro).
Palavras terminadas em "-izar" ou "-usar"
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas regras para palavras terminadas em "-izar" ou "-usar".
Manutenção do "s"
- Se a palavra primitiva tem "s" na última sílaba, os derivados também terão.
- Exemplos: aviso/avisar, análise/analisar.
Regras adicionais para formação de palavras
Visão geral da seção: Nesta seção, são mencionadas regras adicionais para formação de palavras e sua relação com as últimas sílabas das palavras primitivas.
Última sílaba determina o sufixo
- A última sílaba da palavra primitiva determina o sufixo a ser utilizado nos derivados.
- Exemplos: animação/animado, elevação/elevado.
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção, é feita uma conclusão sobre as regras de ortografia apresentadas e a importância de praticar para melhorar a escrita correta das palavras.
Formação de verbos com "s" e "z"
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica a formação de verbos com "s" e "z" a partir de palavras primitivas.
Construção do verbo com "s"
- Quando a palavra primitiva termina em uma sílaba que não possui "s", adiciona-se o sufixo "-ar" para construir o verbo.
- Exemplo: colocar -> coloca + ar = colocar
Construção do verbo com "z"
- Quando a palavra primitiva termina em uma sílaba que possui "s", utiliza-se o sufixo "-izar" para construir o verbo.
- Exemplo: canal -> canal + izar = canalizar
Derivados da palavra base
- Os derivados da palavra base seguem a mesma regra de utilização de "s".
- Exemplo: bases (palavra base) -> derivados (com s) = basificar, basilar
Regra simples para formação de verbos após palavras primitivas terminadas em sílabas sem ou com "s"
Visão geral da seção: Nesta seção, é apresentada uma regra simples para formar verbos após palavras primitivas terminadas em sílabas sem ou com "s".
- Palavras primitivas sem "s": os verbos derivados são formados adicionando-se o sufixo "-ar".
- Exemplo: setor (palavra base) -> setor + izar = setorizar
- Palavras primitivas com "s": os verbos derivados são formados adicionando-se o sufixo "-ar" e mantendo o "s".
- Exemplo: bases (palavra base) -> bases + ar = basar
Regra para utilização de "s" ou "z" após a palavra "tongo"
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicada a regra para utilizar "s" ou "z" após a palavra "tongo".
- Após a palavra "tongo", utiliza-se:
- Se for seguido por vogal na mesma sílaba, utiliza-se "s".
- Exemplo: coisa -> coi + sa = coisa
- Se for seguido por consoante na mesma sílaba, utiliza-se "z".
- Exemplo: trás -> tra + z = traz
Uso correto de maisena e sua escrita no mercado
Visão geral da seção: Nesta seção, é abordado o uso correto da palavra maisena e sua escrita no mercado.
- A palavra maisena é escrita com "s", não com "z".
- No mercado, pode-se encontrar produtos com a marca Maisena (com z), mas essa é uma marca registrada e não está relacionada à forma correta de escrever a palavra em si.
Utilização de s ou z após palavras terminadas em tongo
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicada a regra para utilizar "s" ou "z" após palavras terminadas em tongo.
- Após palavras terminadas em tongo, utiliza-se "s" para formar os verbos.
- Exemplo: pôr -> puse + mos = pusemos
Utilização de s nas derivações do verbo querer
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicada a utilização de "s" nas derivações do verbo querer.
- Nas conjugações do verbo querer, utiliza-se sempre "s".
- Exemplo: quiser, pusesse, dispusessem
Sufixos formadores e objetivos com s ou z
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentados sufixos formadores e objetivos que utilizam "s" ou "z".
- Sufixos gregos e zie isa 11 utilizam "s".
- Exemplo: catequese, poetisa
- Sufixos os gregos isa 11 utilizam "z".
- Exemplo: metamorfose, virose
Vocábulos com uso específico de s ou z
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentados alguns vocábulos que possuem uso específico de "s" ou "z".
- Alguns vocábulos têm o uso correto de "s" ou "z", e é importante lembrar e anotar essas exceções.
- Exemplos mencionados:
- abuso (com s), através (com s), trás (com s)
- traz (com z), trás (com z)
Diferença entre "trás" e "traz"
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicada a diferença entre as palavras "trás" e "traz".
- "Trás" indica uma posição de lugar ou tempo.
- "Traz" é a terceira pessoa do singular do verbo trazer.
Uso de "z" e "s" em palavras derivadas
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor explica a diferença no uso das letras "z" e "s" em palavras derivadas.
Palavras com derivados de "z"
- Algumas palavras com derivados de "zhao": zeiro, vinhozinho, zito, zita.
- Exemplos de palavras com eliminações equivalentes: cafezal (café), cãozito (cão).
Diminutivos com "v" e "s"
- Diminutivos são formados com a letra "v": amizade, azar.
- Alguns vocábulos utilizam a letra "s": buzinar, bazar.
Verbos terminados em "-nder", "-ter", "-dir"
- Substantivos derivados de verbos terminados em "-nder", "-ter", "-dir" usam a letra "s".
- Exemplos: pretensão (pretender), suspensão (suspender), conversão (converter).
Diferença entre cozer e cozinhar
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor explica a diferença entre as palavras cozer e cozinhar.
- Cozer é usado para costurar.
- Cozinhar é usado para preparar alimentos.
- Exemplo: cozer (costurar) vs. cozinheiro (cozinhar).
Verbos terminados em "-nder", "-ter", "-dir"
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor aborda a escrita de substantivos derivados de verbos terminados em "-nder", "-ter" e "-dir".
- Substantivos derivados desses verbos usam a letra "s".
- Exemplos: expansão (expandir), pretensão (pretender), suspensão (suspender).
Grafia correta das palavras
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor apresenta uma lista de palavras e pede para identificar as grafias corretas.
- Palavras corretamente grafadas: paralisar, pesquisar, ironizar, deslizar.
- Palavras incorretamente grafadas: mildesa, pão zé, encharcar.
Conclusão
Neste vídeo, o professor abordou o uso das letras "z" e "s" em palavras derivadas. Ele explicou as diferenças entre cozer e cozinhar, destacou a escrita correta de substantivos derivados de verbos terminados em "-nder", "-ter" e "-dir", além de apresentar exemplos de palavras com grafias corretas e incorretas. Essas informações são úteis para entender melhor a ortografia do português.
Erros de ortografia
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute erros comuns de ortografia e como identificá-los. Ele destaca a palavra "cuscuz" como exemplo e explica a diferença entre escrever com "s" ou com "z". Ele menciona que o problema do custo também afeta a favela.
Uso correto das letras "s" e "z"
- O palestrante explica que é importante saber qual forma está correta ao escrever palavras como "senhor luís", onde pode haver confusão entre usar "s" ou "z".
- Ele menciona que a palavra base é "luís" e, se pensarmos nela, veremos que não tem acento. Portanto, deve ser escrita com "z".
- O palestrante ressalta que é necessário pensar em cada palavra individualmente para determinar se deve ser escrita com "s" ou com "z".
Problemas de ortografia
- O palestrante apresenta exemplos de palavras em que as pessoas podem ter dúvidas sobre sua grafia correta, como obsessão.
- Ele destaca a importância de pesquisar e verificar as terminações das palavras para garantir uma escrita correta.
- O palestrante menciona regras importantes relacionadas às terminações "-izar" e "-izar", explicando quando manter o "s" ou trocar por um "z".
Importância do conhecimento das regras ortográficas
- O palestrante enfatiza que quanto mais escrevemos e nos familiarizamos com as palavras, mais fácil fica identificar a ortografia correta.
- Ele menciona que as regras ortográficas ajudam, mas é importante não se concentrar apenas nelas e sim na prática da escrita.
- O palestrante destaca a importância de conhecer as principais regras, como a manutenção do "s" em adjetivos quando há uma elevação para o substantivo.
Uso do "j" e "g"
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante aborda o uso correto das letras "j" e "g" em palavras. Ele explica as correlações entre essas letras e apresenta exemplos para facilitar o entendimento.
Uso do "j"
- O palestrante explica que palavras como "canjica", "loja" e "cereja" utilizam a letra "j" devido à sua base ou derivação.
- Ele destaca que é importante observar as palavras originais para determinar se devem ser escritas com "j".
- O palestrante menciona que palavras de origem tupi, africana, árabe ou exóticas também mantêm o uso do "j".
Uso do "g"
- O palestrante ressalta que muitas pessoas confundem o uso do "g" com o uso do "j".
- Ele apresenta exemplos de palavras derivadas onde é necessário manter o uso do "g", como em gorjeta (derivada de gorja).
- O palestrante destaca a importância de compreender a lógica por trás das palavras para evitar confusões.
Uso do "j" nos verbos
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o uso do "j" nos verbos e como diferenciá-lo do uso do "g" em substantivos.
Verbos terminados em "-jar"
- O palestrante explica que os verbos terminados em "-jar", como "viajar" e suas derivações, mantêm o uso do "j".
- Ele destaca a importância de distinguir entre o verbo (com "j") e o substantivo (com "g"), como no caso de viagem.
Palavras de origem tupi, africana, árabe ou exóticas
- O palestrante menciona que palavras com origem nessas línguas também mantêm o uso do "j".
- Ele apresenta exemplos de palavras como beijo, jiboia, canjica e pajé para ilustrar essa regra.
Outras palavras com uso do "j"
Visão geral da seção: Nesta seção final, o palestrante aborda outras palavras que seguem a regra de usar a letra "j".
Palavras de origem tupi, africana, árabe ou exóticas
- O palestrante menciona que palavras com origem nessas línguas também mantêm o uso do "j".
- Ele apresenta exemplos de palavras como cafajeste, jeca, jegue e majestade para exemplificar essa regra.
- O palestrante enfatiza a importância de gravar esses vocábulos para evitar erros ortográficos.
Terminações "ágil" e "jen"
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as terminações "ágil" e "jen" em palavras da língua portuguesa.
Palavras terminadas em "ágil"
- Existem palavras que terminam com a sílaba "ágil", como "ágil", "ferrugem" e "vestígio".
Palavras terminadas em "jen"
- Há também palavras que terminam com a sílaba "jen", como "urgem", "refúgio" e "viagem".
Exceções
- Algumas exceções às regras são as palavras de origem tupi-guarani, como "paisagem" e "lambujem".
Uso do X após ditongos
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante aborda o uso do X após ditongos na língua portuguesa.
- Após ditongos, sempre utilizamos a letra X em palavras como faixa, trouxa, rouxinol e encaixar.
Uso do X ou CH após cenas iniciais
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica quando usar a letra X ou CH após cenas iniciais nas palavras.
- Após cenas iniciais com som de SH no inglês, usamos a letra X em palavras como xampu e xerife.
- No entanto, palavras como encher e encharcar mantêm o CH devido à sua origem na palavra cheio.
Palavras de origem indígena ou africana
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante menciona que palavras de origem indígena ou africana também podem ter a letra X.
- Algumas palavras como abacaxi e xavante são exemplos disso.
Aportuguesamento de palavras estrangeiras
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o aportuguesamento de palavras estrangeiras.
- Palavras como xampu e xerife foram aportuguesadas do inglês para o português.
- O som "sh" no inglês é substituído por "x" no português em casos como esses.
Regras de uso do "X" e "Ç"
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as regras de uso do "X" e "Ç" na língua portuguesa.
Regras para o uso do "X"
- O "X" pode ser usado com som de "S" em palavras como xis, xarope, xícara.
- Em alguns casos, a letra "X" é usada apenas como dois sets, como na palavra auxílio.
Regras para o uso do "Ç"
- O cedilha (ç) é utilizado em palavras como exceção, suíça e massa.
- Verbos terminados em -cer e -cir têm a forma substantivada com cedilha (ex: crescer - crescimento).
Exceções
- Algumas palavras são exceções às regras gerais, como bússola (com dois ss) e excepcional (com dois s).
- É importante prestar atenção aos detalhes e praticar as regras para dominar o uso correto das letras.
Uso do "SC" e Substantivos Derivados
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante aborda o uso do dígrafo "SC" e substantivos derivados.
Uso do "SC"
- O dígrafo "SC" é utilizado em palavras como ascensorista, consciência e transcender.
- Quando seguido pela vogal A ou O, o SC tem som de SS (ex: nascer - nascença).
Substantivos Derivados
- Verbos terminados em -gredir, -dir, -ter e -tir têm a forma substantivada com dois ss (ex: agressão, progressão).
- É importante lembrar das regras para transformar verbos em substantivos.
Uso do "SS" e Exceções
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explora o uso do "SS" e algumas exceções.
Uso do "SS"
- O "SS" é utilizado quando o som é de SS, como em palavras como tonto e desça.
- Em palavras como exceção e tricô, o som de SS é representado por X.
Exceções
- Algumas palavras são exceções às regras gerais, como executivo (com X) e exceção (com C).
- É importante prestar atenção aos detalhes para utilizar corretamente as letras.
Palavras Completadas Adequadamente
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante apresenta um exercício com palavras que devem ser completadas adequadamente.
Exercício
- Enxaguar (X), piche (CH), mixto (X), livro (S), aconchego (C)
- Abolição (B), tribo (B), pretensão (S), obcecado (C), cansaço (S)
- Gorjeta (J), sarjeta (J), florescerda(SC)
Atenção aos Detalhes
Visão geral da seção: Nesta seção final, o palestrante destaca a importância de prestar atenção aos detalhes e praticar as regras.
- O uso correto das letras requer atenção aos detalhes.
- É necessário repetir e praticar as regras para dominar o uso adequado das letras.
- A imagem visual das palavras também auxilia na escrita correta.
Questões de Grafia
Visão geral da seção: Nesta seção final, o palestrante aborda questões de grafia em um exercício.
Exercício
- Xadrez (Z), flecha (CH), mixto (X), livro (S), aconchego (C)
- Abolição (B), tribo (B), pretensão (S), obcecado (C), cansaço (S)
- Gorjeta (J), sarjeta (J), florescerda(SC)
Uso do "S" e "Z" na ortografia
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor aborda as regras de uso do "S" e "Z" na ortografia da língua portuguesa.
Regras para o uso do "S"
- Palavras que possuem som de "Z" após ditongos sempre utilizam o "S", como em "mesa".
- Palavras que indicam origem ou nacionalidade também utilizam o "S", como em "chinês" e "francês".
- Substantivos femininos formados a partir de substantivos masculinos terminados em "-ista" utilizam o "S", como em "poetisa".
Regras para o uso do "Z"
- Adjetivos transformados em substantivos abstratos utilizam o "Z", como em "beleza".
- Na construção de verbos derivados, utiliza-se o mesmo padrão da palavra primitiva. Por exemplo, de "canal" surge o verbo derivado "canalizar".
Revisão das regras do uso do S e Z
Visão geral da seção: O professor faz uma revisão das regras apresentadas anteriormente sobre o uso do S e Z na ortografia.
Recapitulação das regras
- Após ditongos, utiliza-se sempre o S.
- Palavras que indicam origem ou nacionalidade também utilizam S.
- Substantivos femininos formados a partir de substantivos masculinos terminados em "-ista" utilizam S.
- Palavras primitivas mantêm a mesma elevação nas palavras derivadas.
- Verbos terminados em "-andir", "-render", "-verter" e "-pelir" utilizam S na construção de substantivos derivados.
Uso do S e Z - Exceções
Visão geral da seção: O professor aborda algumas exceções às regras de uso do S e Z na ortografia.
Exceções ao uso do S
- Alguns adjetivos transformados em substantivos abstratos utilizam o Z, como em "beleza".
- Palavras primitivas que não se encaixam nas regras podem utilizar o Z.
Exceções ao uso do Z
- Algumas palavras primitivas terminadas em "-este" ou "-este" mantêm o S nas palavras derivadas, como em "oeste" e "porto velho".
Manutenção das relações entre primitiva e derivada
Visão geral da seção: O professor destaca a importância de manter as relações entre palavras primitivas e suas derivadas no uso do S e Z na ortografia.
Manutenção das relações
- Ao construir palavras derivadas, é necessário manter a mesma elevação (S ou Z) da palavra primitiva.
- O radical também deve ser mantido na construção de outras palavras relacionadas.
Uso do J e G
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor aborda as regras de uso do J e G na ortografia da língua portuguesa.
Regras para o uso do J
- Palavras primitivas que possuem "ch" mantêm o "ch" nas palavras derivadas, como em "chance".
Regras para o uso do G
- Palavras primitivas que possuem "g" seguido de vogal tônica mantêm o "g" nas palavras derivadas.
Verbos com "j" e palavras terminadas em "ágio" e "juízo"
Visão geral da seção: Nesta parte, o professor explica sobre os verbos com a letra "j" e as palavras terminadas em "ágio" e "juízo".
Verbos com "j"
- Os verbos de origem tupi têm a letra "j" em sua conjugação.
- Exemplos de palavras derivadas do tupi que mantêm o uso do "j": pajé, agem, jen, ginco.
Palavras terminadas em "ágio" e "juízo"
- Palavras como ágil, presságio, sacrilégio, prestígio são escritas com a letra "g".
- O cuidado deve ser tomado ao escrever palavras como subterfúgio e refúgio.
- A palavra pajem também segue essa regra por ser de origem tupi.
Uso do x nas palavras
Visão geral da seção: Nesta parte, o professor aborda o uso da letra x em algumas palavras.
- Palavras como caixa, mexerica e méxico utilizam a letra x.
- O verbo mexer também segue essa regra.
- Além disso, há o uso do x nas palavras indígenas, como abacaxi.
Revisão das terminações mais importantes
Visão geral da seção: Nesta parte, é feita uma revisão das terminações mais importantes.
- As terminações mais importantes são aquelas que seguem as regras mencionadas anteriormente.
- Exemplos de palavras com essas terminações: reciclagem, fuligem, rugem.
Emprego do "e" e "i" em verbos terminados em "o"
Visão geral da seção: Nesta parte, o professor explica o uso do "e" e "i" em verbos terminados em "o".
- Verbos terminados em "o" utilizam o "e" na conjugação, como efetuar (ele efetue).
- O mesmo ocorre com os verbos habituar (ele habite) e tumultuar (ele tumultue).
Emprego do x nas palavras
Visão geral da seção: Nesta parte, é abordado o emprego do x em algumas palavras.
- Palavras como enxame e encher utilizam a letra x após a letra m.
- O mesmo ocorre com palavras indígenas como mexicano e mexerica.
- É importante lembrar que a palavra abacaxi também segue essa regra.
Uso do h nas palavras
Visão geral da seção: Nesta parte, é explicado o uso do h em algumas palavras.
- A letra h foi herdada das construções gregas.
- Exemplo de palavra que utiliza o h nesse contexto é homem.
Emprego do h e formas verbais terminadas em -uir
Visão geral da seção: Nesta parte, o professor aborda o emprego do h e as formas verbais terminadas em -uir.
- O h é utilizado em palavras como possui e distribui, que têm origem grega.
- Verbos terminados em -uir, como usufruir e concluir, seguem essa regra.
Emprego do e nas formas verbais
Visão geral da seção: Nesta parte, é explicado o uso do e nas formas verbais.
- Nas formas verbais terminadas em -ar, utiliza-se o e na conjugação.
- Exemplos de palavras que seguem essa regra são efetuar (ele efetue) e habituar (ele habite).
Emprego do i nas formas verbais
Visão geral da seção: Nesta parte, é explicado o uso do i nas formas verbais.
- Nas formas verbais terminadas em -ir, utiliza-se o i na conjugação.
- Exemplos de palavras que seguem essa regra são continuar (ele continue) e tumultuar (ele tumultue).
Formas de verbos terminados em "luir"
Visão geral da seção: Nesta parte, são apresentadas outras construções possíveis para os verbos terminados em "luir".
- Além das regras mencionadas anteriormente, há casos em que os verbos terminados em "luir" podem ser escritos com "e".
- Exemplos de palavras nessa categoria são contribuem e joelho.
Herança da letra "h" do grego
Visão geral da seção: Nesta parte, é explicada a herança da letra "h" do grego.
- A letra "h" em palavras como homem vem da palavra grega homos.
- O uso do "h" não altera a pronúncia ou o significado das palavras.
Pronúncia do "h" em palavras
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor discute a pronúncia do "h" em palavras e sua função na língua portuguesa.
O som do "h"
- A letra "h" não possui som próprio.
- Quando acompanhada das letras "c", "l" ou "n", pode ter uma sonoridade específica.
- Exemplos de palavras com o som do "h": chá, lhe, nhá.
Uso histórico e erudito
- O uso do "h" é mais histórico e erudito.
- Em algumas palavras, como Bahia, o "h" é mantido por tradição.
- Palavras como erva, espanha e inverno não possuem o "h", mas seus derivados mais formais podem ser grafados com ele.
Importância da prática e consulta ao dicionário
- É importante praticar a escrita correta das palavras e consultar um dicionário quando surgirem dúvidas.
- A ortografia é uma ferramenta útil, mas a prática e o conhecimento das palavras são essenciais para escrever corretamente.
Relação entre morfologia, processo de formação de palavra e ortografia
- A morfologia estuda a formação das palavras.
- O processo de formação de palavra envolve vários elementos interligados.
- A ortografia está relacionada à morfologia e ao processo de formação de palavra.
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor conclui a discussão sobre a pronúncia do "h" e destaca a importância de compreender a morfologia, o processo de formação de palavra e a ortografia.
- Compreender o uso histórico do "h" é fundamental.
- A prática da escrita e o conhecimento das palavras são essenciais para escrever corretamente.
- A ortografia está interligada à morfologia e ao processo de formação de palavra.
- Ter familiaridade com esses elementos permite maior flexibilidade na escrita e resolução de exercícios.
Processos de Formação de Palavras
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os processos de formação de palavras, incluindo a adição de prefixos e sufixos, bem como a criação de palavras híbridas e abreviações.
Prefixação e Sufixação
- A formação de palavras pode ocorrer através da adição de prefixos ou sufixos.
- O prefixo é adicionado antes do radical da palavra, enquanto o sufixo é adicionado ao final.
- Exemplo: "prefixar" - "pre" é o prefixo adicionado ao verbo "fixar".
Hibridismo
- O hibridismo refere-se à formação de palavras combinando elementos de diferentes línguas.
- Exemplo: combinar palavras em português com palavras em outras línguas para criar uma nova palavra.
Abreviação
- A abreviação envolve a redução de uma palavra para formar uma nova.
- Exemplo: "vc" como abreviação para "você".
Neologismos e Estrangeirismos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora os conceitos de neologismos (criação de novas palavras) e estrangeirismos (palavras provenientes de outras línguas).
Neologismos
- Os neologismos são a criação de novas palavras na língua.
- Pode ser feito por meio da combinação ou alteração das existentes.
- Exemplo: criação de palavras relacionadas a avanços tecnológicos.
Estrangeirismos
- Os estrangeirismos são palavras provenientes de outras línguas que são adotadas na língua portuguesa.
- Exemplo: "hamburger" ou "internet".
Ortografia e Etimologia
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda a importância da ortografia e etimologia na formação das palavras.
Ortografia
- A ortografia refere-se às regras de escrita correta das palavras.
- Exemplos mencionados incluem o uso do "x" em vez de "ch", o uso do "j" e do "g", e o uso do "s" e do "z".
Etimologia
- A etimologia estuda a origem das palavras, incluindo sua evolução histórica.
- O palestrante destaca a influência greco-latina nas palavras técnicas e científicas.
Aplicação das Palavras
Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante menciona a importância da aplicação das palavras construídas anteriormente nos textos.
Classes de Palavras
- Existem dez classes de palavras que serão exploradas em detalhes posteriormente.
- Essas classes incluem substantivos, verbos, adjetivos, entre outros.
Conclusão
Neste vídeo, foram discutidos os processos de formação de palavras, como prefixação e sufixação, hibridismo e abreviação. Além disso, foram abordados os conceitos de neologismos e estrangeirismos, a importância da ortografia e etimologia, e a aplicação das palavras nos textos.