CEMIG l ND 2.2 l Aula 02 l Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Rurais

CEMIG l ND 2.2 l Aula 02 l Instalações Básicas de Redes de Distribuição Aéreas Rurais

Introdução ao Canal e Conteúdo da Vídeo Aula

Apresentação do Canal

  • O apresentador dá as boas-vindas aos espectadores e introduz a vídeo aula número dois, que faz parte de um intensivão sobre eletricidade e segurança.
  • Agradece aos seguidores no Instagram e menciona a importância do material ND 2.2, que aborda redes básicas de distribuição na área rural.

Destaques sobre Cabos

  • O apresentador destaca a dúvida comum sobre bitolas e seções dos cabos, prometendo mostrar as informações relevantes.
  • Ele menciona cinco tipos de cabos utilizados, incluindo condutores de alumínio com alma de aço, detalhando suas bitolas específicas.

Estruturas Trifásicas e Isoladores

Estruturas Trifásicas

  • A décima quinta questão discute estruturas trifásicas com MBI de 300kV, indicando que devem utilizar toras de 1m em todos os estágios.
  • O apresentador explica o uso das toras como material para ancorar os estais nas estruturas.

Isoladores Padronizados

  • A questão 16 aborda os isoladores padronizados de Pinus, destacando o tipo pilar de porcelana para diferentes tensões (15kV e 36.2kV).
  • É mencionado que isoladores antigos ainda podem ser utilizados até o fim do seu ciclo útil, mesmo com a introdução dos poliméricos.

Derivação em Redes Rurais

Uso da Derivação

  • A questão 17 trata da utilização da derivação na rede de distribuição rural, enfatizando que toda estrutura deve possuir uma derivação contrária.
  • O apresentador ilustra como a rede principal alimenta uma derivação inferior, explicando a necessidade dessa configuração.

Exceções na Utilização

Estrutura e Derivações em Postes

Redimensionamento de Poste

  • O redimensionamento do poste é necessário para suportar o peso da rede, compensando a ausência do estilo. Isso aumenta o esforço que o poste deve suportar.

Derivações Permitidas

  • Apenas duas derivações são permitidas por poste, uma de cada lado. Essa informação está na página 7.1 do material de referência.
  • A estrutura pode ter uma cruzeta com uma derivação de um lado e outra cruzeta abaixo fazendo derivação para os dois lados, mas no máximo duas por poste.

Estruturas de Derivação

  • As derivações devem ser instaladas apenas com chaves para ondas de ligações. Mesmo que haja mais postes, as chaves devem estar organizadas corretamente.
  • É proibido ter duas bancadas de chave na mesma estrutura; apenas uma pode ficar na estrutura principal.

Distância entre Chaves

  • Se houver duas derivações, as chaves devem ser instaladas a uma distância mínima de 80 metros da estrutura principal obrigatoriamente.

Chave Deslocada e Transformadores Monofásicos

  • Uma chave deslocada pode ficar até 500 metros do transformador desde que seja visível desse local. Isso é importante para evitar acidentes e garantir segurança.

Uso da Chave Fusível Repetidora

  • Em transformadores monofásicos, é permitido usar a chave fusível repetidora deslocada. Essa chave tem funções específicas em circuitos elétricos.

Definição da Chave Fusível Repetidora

  • A chave fusível repetidora interrompe o circuito elétrico em intervalos determinados e é conhecida como "Chave Mateus" ou "Chave Mestra".
  • Ela atua automaticamente ao detectar sobrecorrente, abrindo o circuito e permitindo que um eletricista reinicie manualmente se necessário.

Estruturas e Condutores em Instalações Elétricas

Manobras e Condutores

  • O barramento é um condutor que integra três peças em uma única fase, permitindo a configuração de uma bancada com 19 chaves, distribuídas entre as fases.

Chave Fusível e Bitola Máxima

  • A chave fusível repetidora possui um isolador polimérico. A bitola máxima do condutor para ligação de chave fusível é de 50 mm², conforme o normativo da Cemig.

Rebaixamento em Postes

  • O rebaixamento da fixação dos longitudinais em postes não é permitido. É essencial manter a instalação do estágio sem alterações na estrutura.

Estrutura M41 e Derivações

  • Para estruturas M41, a linha-tronco não pode ter ângulo maior que 10 graus. Os estados longitudinais devem permanecer a 200 mm de fixação das cruzetas.

Instalação de Chaves Fusíveis

  • As chaves fusíveis devem ser instaladas no mesmo lado dos condutores. Não se permite a instalação de chaves facas ou fusíveis repetidores nas estruturas AM3.

Condições para Chave Repetidora

Instalação de Chaves Repetidoras e Equipamentos Elétricos

Condições para Instalação de Chaves Repetidoras

  • A chave fusível NB II é de 95 mil volts, e a questão aborda as condições necessárias para sua instalação em uma estrutura N13.
  • Para a instalação de um pára-raio, ele deve ser posicionado a 250 mm do extremo da cruzeta oposta à chave repetidora.
  • O pára-raio deve estar na parte posterior do conjunto da chave, garantindo que não interfira na operação da chave repetidora.
  • A chave repetidora deve ser instalada no sentido da rede de derivação, evitando posicioná-la no final da rede.
  • É importante que o projetista considere a posição do pára-raio em relação à chave repetidora para garantir segurança e funcionalidade.

Limitações de Peso para Mastro Simples

  • Ao utilizar um mastro simples em postes de 300 Dan, existem limitações específicas quanto ao peso dos equipamentos: 600 kg para postes de madeira e 400 kg para outros tipos.
  • O mastro simples é utilizado como suporte para equipamentos como transformadores e chaves religadoras, sendo essencial respeitar os limites de peso especificados.
  • Para equipamentos com peso superior aos limites estabelecidos, recomenda-se o uso de veículos com lança hidráulica, como caminhões Munck, que oferecem maior estabilidade durante a instalação ou retirada.

Especificações dos Cabos Jumper

  • Os jumpers devem ser feitos com cabos cobertos adequados; se não houver especificação dos diâmetros dos equipamentos, devem seguir as bitolas recomendadas na página 8-1 do material consultado.
  • O cabo coberto até 15.000 volts não é isolado e não deve ser tocado; recomenda-se o uso de cabos reforçados nas bitolas corretas (ex: 42 ou AWG 50 mm²).

Condições Obrigatórias para Instalação

  • As condições obrigatórias para o ponto de instalação das chaves repetidoras incluem um nível máximo de curto-circuito assimétrico de 2 mil amperes e um elo fusível máximo obrigatório entre 40T ou 40k.
  • Essas condições são essenciais especialmente em circuitos que operam com alta potência elétrica.

Postes Recomendados para Reguladores

  • Para a instalação dos reguladores, devem ser utilizados postes circulares concretos com capacidade mínima de 12 m600 decanewtons.
  • Os postes circulares são mais robustos e adequados devido às oscilações frequentes nas tensões elétricas.

Capacitores e Fatores Importantes

Fusíveis e Capacitores em Sistemas Elétricos

Seleção de Fusíveis para Bancos de Capacitores

  • O apresentador discute a escolha do fusível adequado para diferentes bancos de capacitores, destacando que a potência reativa é medida em quilovolts-ampere reativo (kVAR).
  • Para um banco de capacitor de 150 kVAR, recomenda-se o uso de um elo fusível de 6 kA. Para um banco de 300 kVAR, o elo fusível deve ser de 12 kA e para 600 kVAR, o elo fusível indicado é de 25 kA.

Implantação e Engastamento de Transformadores Monofásicos

  • A questão sobre o porte mínimo para implantação de transformadores monofásicos é abordada; o porte mínimo recomendado é de 11 metros com uma carga suportada (engastamento) de 300 daN.
  • Se for utilizado um poste com base concretada, as medidas do engastamento podem variar entre 1,60 m e 1,70 m dependendo da altura do poste.

Amarrações dos Condutores nas RBS

  • As amarrações dos condutores primários devem ser feitas com alças pré-formadas. O condutor neutro também deve ser ancorado adequadamente.
  • É importante não confundir sapatilhas com manilhas; as sapatilhas são utilizadas na ancoragem dos cabos.

Tipos e Métodos das Amarrações

  • As amarrações em isoladores incluem laços pré-formados que garantem a segurança dos condutores.
  • Os tipos principais discutidos incluem amarração tipo topo e lateral simples/dobrado, cada uma adequada a diferentes estruturas elétricas.

Conexões Adotadas nas Normas

  • A norma menciona diversos sistemas de conexão como conectores terminais e luvas para emenda.
  • Os conectores terminais são frequentemente utilizados em barramentos e conexões elétricas devido à sua eficiência.

Critérios para Instalação do Aterramento Normal

  • O aterramento normal deve ser instalado alternadamente entre estruturas quando os vãos forem menores ou iguais a 200 metros.

Aterramento de Estruturas Elétricas

Aterramento em Redes Monofásicas e Trifásicas

  • O aterramento deve ser realizado a cada 200 metros para todas as estruturas, tanto na rede monofásica quanto na trifásica.
  • Para o aterramento do para-raios nos transformadores, utiliza-se cabo de aço de 6,4 mm interligado com conector tipo H.

Conexões e Isolamentos

  • O condutor que sai da chave seccionadora é isolado; a conexão entre o transformador monofásico e o para-raios também deve ser isolada.
  • O aterramento é feito com cabo de aço conectado através do conector tipo H, conforme normas específicas.

Distâncias entre Conjuntos de Aterramento

  • Quando há necessidade de mais de um conjunto de aterramento, a distância mínima entre eles deve ser 25 metros e no máximo 100 metros.
  • É importante que os conjuntos estejam interligados por um condutor formando uma única rede de aterramento.

Profundidade do Aterramento

  • Os cabos devem ser enterrados a uma profundidade mínima de 500 mm (50 cm), utilizando milímetros como unidade padrão para precisão nas medições.

Distância entre Artes em Cercas Transversais

  • No caso do aterramento em cercas transversais à rede elétrica, a distância recomendada entre as artes é de 15 metros.

Entendendo a Isolação e Aterramento em Redes Elétricas

Importância da Isolação

  • A energia elétrica não consegue passar por seccionadores pré-formados, que atuam como pontos de isolação entre diferentes lados da rede.
  • O aterramento é crucial para evitar que a corrente elétrica flua em condições normais, especialmente durante acidentes.

Diferença de Potencial e Curto-Circuito

  • A presença de uma diferença de potencial (ddp) pode causar um curto-circuito na rede, aumentando a amperagem.
  • Um aumento rápido na amperagem pode fazer com que o fusível ou chave do circuito rompa, interrompendo a passagem de energia.

Faixa de Servidão e Distâncias

  • A faixa de servidão tem uma extensão total de 15 metros, dividida em 7,5 metros para cada lado do poste.
  • É importante estar ciente das distâncias entre cercas paralelas à rede elétrica; a distância deve ser de 250 metros.

Estrutura da Rede e Seccionadores

  • As cercas devem ter seccionadores instalados a cada 250 metros para garantir segurança ao longo da extensão.
  • Em redes elétricas paralelas às cercas, não há necessidade de eletrificar toda a cerca; apenas os pontos críticos precisam ser monitorados.

Normativas e Segurança

  • Redes trifásicas ou monofásicas exigem dispositivos seccionadores quando estão a menos de 30 metros das cercas.

Cuidados com Aterramento e Estruturas de Cabos

Importância do Aterramento

  • O aterramento é crucial, mas na prática, é difícil encontrar implementações adequadas. É necessário ter cuidado ao pular cercas em fazendas, pois pode haver riscos associados.

Riscos Associados ao Cabo

  • O cabo utilizado deve ser verificado, pois pode estar danificado. Há relatos de acidentes fatais devido a descargas elétricas causadas por cabos quebrados.

Especificações do Cabo

  • O cabo de aço HSS 9,5 mm é o recomendado para estruturas da Cemig. É importante conhecer as especificações corretas para garantir a segurança.

Fixação do Cabo nos Postes

  • A fixação do cabo Sky nos postes deve seguir normas específicas: o cabo dá duas voltas completas no poste e forma um ângulo de 45°.

Materiais Utilizados nas Âncoras

  • Os materiais que podem ser utilizados nas âncoras dos estais incluem tora de madeira e chapa de aço. Em algumas concessionárias, como a Coelba, chapas de concreto também são utilizadas.

Altura e Arranjos dos Estais

Altura Mínima dos Cabos

  • A altura mínima entre os cabos e o solo deve ser de 6 metros em toda a extensão das estruturas.

Considerações em Terrenos Irregulares

Procedimentos para Trabalhar com Cabos Elétricos

Importância do Enrolamento de Cabos

  • O instrutor demonstra como dar cinco voltas com um cabo de 9,5 mm² para travar adequadamente. Este procedimento é crucial para garantir a segurança e eficiência no manuseio dos cabos.
  • É enfatizado que os alunos devem estar atentos a situações específicas, como terrenos acidentados, onde o uso de um contraposte se torna necessário.

Uso de Contraposte em Terrenos Irregulares

  • O instrutor menciona que ao trabalhar em terrenos irregulares, é imprescindível utilizar um contraposte para estabilizar a estrutura.
  • A referência à página 12 da ND 2.2 sugere que há material adicional disponível para consulta sobre este tema.

Conclusão do Estudo e Mensagem Final

  • O instrutor expressa satisfação pelo interesse dos alunos no material apresentado e incentiva contribuições ao canal através de doações via Pix.
  • Ele finaliza desejando sucesso aos alunos em seus estudos e na prova, além de anunciar que na próxima aula abordará a AMD 2.9 sobre redes compactas.

Próximos Passos

Playlists: cemig
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Estudem!!!