Dominância incompleta e Co-Dominância - Aula 05 - Módulo 2: Genética
Understanding Incomplete Dominance and Codominance in Genetics
Introduction to Genetic Concepts
- The speaker introduces a practical genetics course titled "Dominando A Genética," which includes six booklets and over 120 exercise solutions aimed at gradual learning from essential to complex topics.
- The discussion shifts to Mendelian genetics, focusing on two special cases: incomplete dominance and codominance.
Incomplete Dominance Explained
- Incomplete dominance is defined as a genetic scenario where neither allele is completely dominant or recessive, leading to an intermediate phenotype.
- An example of incomplete dominance is presented using flower colors, specifically red and white flowers producing pink offspring when crossed.
Phenotypic Outcomes in Incomplete Dominance
- When crossing two homozygous recessive alleles (e.g., red with white), the resulting heterozygote exhibits an intermediate phenotype (pink).
- The concept of phenotypic intermediacy is emphasized; for instance, if red and black flowers were crossed, the intermediate would be brown.
Proportions in Genetic Crosses
- The F1 generation results from crossing two homozygous individuals, yielding a specific genotypic ratio that matches the phenotypic ratio due to incomplete dominance.
- It’s noted that in cases of incomplete dominance, the genotypic ratio equals the phenotypic ratio during crosses involving heterozygotes.
Transitioning to Codominance
- Codominance occurs when both alleles are expressed equally without forming an intermediate phenotype.
- An example provided involves a cross between a black bull and a white cow resulting in offspring that display both colors distinctly rather than an intermediary shade.
Real-world Example: Sickle Cell Anemia
- Sickle cell anemia serves as a significant example of codominance; individuals can express traits associated with both normal hemoglobin (HB^A HB^A or HB^A HB^S).
Anemia Falciforme e Malária
Introdução à Anemia Falciforme
- A anemia falciforme severa é caracterizada por uma expectativa de vida muito baixa, com o genótipo HB sendo cisão HB assisão.
- Em regiões como Moçambique, onde a malária é prevalente, há uma alta ocorrência do alelo relacionado à anemia falciforme, pois as hemácias afetadas são menos suscetíveis ao Plasmodium.
Relação entre Anemia Falciforme e Malária
- Indivíduos com anemia falciforme têm expectativa de vida reduzida e são mais vulneráveis à malária. A gravidade da malária na África é maior do que em outras regiões.
- Pessoas heterozigotas (com traço falciforme) possuem um equilíbrio entre hemácias típicas e falciformes, resultando em um quadro anêmico menos severo.
Genética da Anemia Falciforme
- O conceito de codominância é importante: indivíduos heterozigotos apresentam características de ambos os tipos de hemácias (normal e falciforme).
- A anemia falciforme é uma alteração genética comum no Brasil, especialmente nas áreas com histórico de escravidão africana. É causada pela presença da hemoglobina S.
Probabilidade Genética
- Indivíduos que herdam genes para hemoglobina S de ambos os pais (genótipo ss) desenvolvem anemia falciforme; aqueles que herdam apenas um gene S (genótipo As) não têm a doença mas podem transmitir o traço.
- Ao considerar dois casais heterozigotos (AAS), a probabilidade dos filhos desenvolverem anemia falciforme deve ser calculada independentemente da cor da pele dos pais.
Cálculo das Probabilidades
- A probabilidade de cada casal ter um filho com anemia falciforme é 1/4. Portanto, a probabilidade conjunta para ambos os casais também deve ser multiplicada.
- O resultado final das probabilidades indica que a chance total para ambos os casais terem filhos com a condição é 1/16 ou 12,5%.
Conclusão