Woke, Mao, and the American Cultural Revolution

Woke, Mao, and the American Cultural Revolution

Introdução

Visão geral da seção: Nesta seção, James Lindsay introduz o tema do podcast e explica que ele vai falar sobre a revolução cultural que está ocorrendo no Ocidente.

O que é o Ocidente?

  • O Ocidente é amplamente definido como o mundo de língua inglesa, mas também inclui lugares influenciados pela Iluminação escocesa ou inglesa.
  • O Ocidente está passando por uma revolução cultural.

A Revolução Cultural

  • A Revolução Cultural começou em maio de 2020 com a morte de George Floyd.
  • A ideia da Revolução Cultural está se tornando mais mainstream.
  • A Revolução Cultural é derivada do marxismo e tem elementos fascistas e corporativistas. É principalmente uma análise cultural baseada em identidade.

Mao Zedong

  • As táticas usadas na Revolução Cultural são retiradas diretamente do livro de jogadas maoísta.
  • É importante entender Mao Zedong para entender a Revolução Cultural.

Discurso Selecionado de Mao Zedong

  • James Lindsay lê um discurso selecionado de Mao Zedong intitulado "O Manejo Correto das Contradições entre o Povo".

A Revolução Cultural Chinesa

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a história da Revolução Cultural Chinesa e sua relação com a ascensão do Partido Comunista Chinês.

Ascensão do Partido Comunista Chinês

  • O Partido Comunista Chinês (PCC) surgiu na década de 1920 como uma alternativa ao Partido Nacionalista, que era socialista em sua orientação nacionalista.
  • O PCC foi infiltrado intencionalmente no Partido Nacionalista por ordem de Moscou.
  • Em 1949, após 19 anos de luta, o PCC tomou o poder na China e Mao Zedong tornou-se um dos líderes do partido.

A Grande Marcha para Frente

  • Em 1957, sete anos após a ascensão do PCC ao poder, Mao anunciou o início da Grande Marcha para Frente.
  • A Grande Marcha para Frente foi um programa destinado a modernizar a China em linha com as teorias socialistas e colocá-la no mesmo nível que os Estados Unidos e a União Soviética.
  • No entanto, foi um fracasso catastrófico que pode ter matado até 55 milhões de pessoas.

A Revolução Cultural Chinesa

  • Após o fracasso da Grande Marcha para Frente, Mao lançou a Revolução Cultural Chinesa em 1966.
  • A Revolução Cultural Chinesa foi um movimento que durou até a morte de Mao em 1976 e envolveu sessões de luta, destruição dos "quatro velhos" e mobilização da juventude.
  • Após a morte de Mao, Deng Xiaoping assumiu o poder em 1977.

Paralelos com a situação atual

  • O palestrante argumenta que há paralelos entre a Revolução Cultural Chinesa e o que está acontecendo atualmente nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Canadá.
  • Ele afirma que é importante diagnosticar corretamente o que está acontecendo para evitar uma catástrofe semelhante à Grande Marcha para Frente.

Desculpe, mas não há transcrição fornecida para que eu possa criar as notas. Por favor, forneça a transcrição e eu ficarei feliz em ajudar.

A construção da mitologia comunista chinesa

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a construção da mitologia comunista chinesa e como ela foi usada para unificar o país.

A complexidade da civilização chinesa

  • A ideia de uma China unificada sob certos imperadores é um desenvolvimento posterior.
  • A vitória das revoluções democráticas burguesas e socialistas mudou rapidamente a face da China antiga.
  • O discurso enfatiza a unificação do país, a união do povo e a união das várias nacionalidades como garantias básicas para o triunfo seguro da causa.

Contradições sociais na sociedade comunista

  • Existem dois tipos de contradições sociais: aquelas entre nós e o inimigo e aquelas entre as pessoas. Elas são totalmente diferentes em natureza.
  • O discurso compara essa ideia com um possível discurso semelhante feito pela administração americana atual.

Definição de "o povo" e "o inimigo"

  • Mao explica que é importante entender o que é "o povo" e "o inimigo".
  • Durante a guerra de resistência contra o Japão, todas as classes, estratos e grupos sociais que se opuseram à agressão japonesa foram considerados parte do povo. Os imperialistas japoneses, seus colaboradores chineses e os elementos pró-japoneses eram todos inimigos do povo.
  • Durante a guerra de libertação, os imperialistas americanos e seus aliados, bem como os capitalistas burocratas, senhores feudais e reacionários do Guomingtong que representavam essas duas classes, eram inimigos do povo. As outras classes, estratos e grupos sociais que se opuseram a eles foram considerados parte do povo.

Conclusão

  • Quando Mao fala sobre "o povo", ele se refere às pessoas que apoiam o projeto socialista na China e no Partido Comunista Chinês. Quando ele fala sobre "inimigos do povo", ele se refere a todos aqueles que se opõem ao projeto socialista na China e no Partido Comunista Chinês.

Categorias de Conflito e Contradição

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute as diferentes categorias de conflitos e contradições que existem na sociedade chinesa durante a Revolução Cultural.

Tipos de Conflitos

  • Existem três tipos de categorias de conflito: pessoas versus inimigo, diferenças não-antagônicas dentro do povo e exploração versus classes exploradas.
  • As contradições entre as pessoas são diferentes em cada período da Revolução. Atualmente, as contradições dentro da classe trabalhadora são predominantes.
  • O governo chinês representa os interesses do povo, mas ainda há contradições entre o governo e o povo. Essas incluem interesses coletivos versus individuais, democracia versus centralismo e estilo burocrático dos funcionários estatais.
  • As contradições dentro do povo não são antagônicas porque todos estão interessados no bem-estar do povo ou pelo menos é isso que o partido diz para justificar os abusos cometidos contra o povo em nome dele.

Classe Trabalhadora vs Burguesia Nacional

  • A luta de classes entre a classe trabalhadora e a burguesia nacional é uma luta dentro das fileiras do povo. Durante a Revolução Democrática Burguesa, a burguesia tinha um caráter revolucionário e conciliador ao mesmo tempo. Agora, durante a Revolução Socialista, a exploração da classe trabalhadora para obter lucro constitui um lado do caráter da burguesia nacional, enquanto seu apoio à Constituição e sua disposição em aceitar a transformação social constituem o outro.

A Contradição entre a Burguesia Nacional e o Proletariado

Visão Geral da Seção: Nesta seção, Mao Tse-Tung discute a contradição entre a burguesia nacional e o proletariado na China e como essa contradição pode ser transformada em uma não-antagônica.

Transformando uma Contradição Antagônica em Não-Antagônica

  • A contradição entre a burguesia nacional e o proletariado é uma entre explorador e explorado e é por natureza antagônica.
  • No entanto, se for adequadamente manuseada, essa contradição pode ser transformada em uma não-antagônica.
  • Isso pode ser alcançado através de um cartel comunista, mas isso significa que as empresas estarão sob as regras do Partido Comunista Chinês (PCC).
  • Se a burguesia nacional não aceitar as políticas do PCC, então haverá conflito.

O Poder da Burguesia Internacional

Visão Geral da Seção: Nesta seção, Mao Tse-Tung discute como a burguesia internacional tem poder sobre os negócios.

O Poder da Burguesia Internacional

  • A grande comunidade empresarial internacional está sendo trazida para curvar-se às novas políticas ESG.
  • As parcerias público-privadas facilitadas pelo Fórum Econômico Mundial levarão as pessoas a seguir o caminho sustentável e inclusivo para um futuro melhor, de acordo com suas ditaduras.
  • Se eles se recusarem, então as coisas podem ficar muito desconfortáveis ​​para eles.

A Luta entre Nós e o Inimigo

Visão Geral da Seção: Nesta seção, Mao Tse-Tung discute a luta entre nós e o inimigo.

Resolvendo Contradições

  • As contradições entre nós e o inimigo devem ser resolvidas de maneira diferente das contradições entre as pessoas.
  • É importante fazer uma distinção clara entre nós e o inimigo.
  • Uma vez que estamos lutando contra o inimigo, é uma questão moral de certo ou errado.

A Ditadura Democrática do Povo

Visão Geral da Seção: Nesta seção, Mao Tse-Tung discute a ditadura democrática do povo.

Ditadura Democrática do Povo

  • O estado é uma ditadura democrática do povo liderada pela classe trabalhadora e baseada na aliança operário-camponesa.
  • Apenas as pessoas contam dentro da democracia; é apenas democrático se for socialista.

Gnosticismo e Poder Democrático

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a relação entre gnosticismo e poder democrático. Ele argumenta que as classes burguesas são o demiurgo que tem o poder de construir as vidas dos outros por meio da criação de ideologias que justificam seu domínio.

O papel do demiurgo na sociedade

  • O palestrante explica que, em gnosticismo, o construtor da realidade é um demônio maligno que aprisiona as pessoas em sua própria realidade.
  • Ele argumenta que as classes burguesas são os demiurgos modernos, criando ideologias para justificar seu domínio sobre os outros.
  • Para alcançar a liberdade, esses demiurgos devem ser removidos do poder.

A Revolução Socialista e a Ditadura do Proletariado

  • O palestrante afirma que a ditadura do proletariado é necessária para suprimir as classes reacionárias e elementos exploradores.
  • Ele sugere que essa ditadura pode envolver a privação temporária dos direitos de voto e liberdade de expressão dos proprietários de terras e capitalistas burocráticos.
  • O objetivo dessa ditadura é proteger os interesses das pessoas para permitir uma vida pacífica e tornar o país socialista.

Funções da Ditadura do Proletariado

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as funções da ditadura do proletariado.

Manutenção da Ordem Pública

  • O palestrante argumenta que a ditadura do proletariado é necessária para manter a ordem pública e proteger os interesses das pessoas.
  • Ele sugere que isso pode envolver a supressão de criminosos, ladrões, bandidos e outros elementos que perturbam a ordem pública.

Proteção contra Inimigos Externos

  • O palestrante afirma que outra função da ditadura do proletariado é proteger o país contra subversão e possível agressão por inimigos externos.
  • Ele argumenta que essa ditadura deve ser liderada pela classe trabalhadora e pelo povo em geral.

Ditadura do Povo

Visão Geral da Seção: Nesta seção, Mao Zedong fala sobre a ditadura do povo e como ela é diferente da ditadura de outras nações. Ele também discute o conceito de democracia centralizada.

Ditadura do Povo

  • A ditadura do povo é usada para manter a segurança das pessoas.
  • Democracia centralizada é um princípio importante na China.
  • A constituição chinesa garante liberdade de expressão, imprensa, religião e outros direitos civis aos cidadãos da República Popular da China.
  • Os órgãos estatais devem praticar a democracia centralizada e servir ao povo que apoia o socialismo.

Democracia Centralizada

  • A democracia socialista é mais ampla do que qualquer outra forma de democracia encontrada em estados burgueses.
  • A classe trabalhadora lidera a ditadura democrática do povo com base na aliança entre trabalhadores e camponeses.
  • A liberdade política é garantida, mas com liderança. O conselho dos interessados determinará as necessidades reais das pessoas.

Incidente Húngaro

  • Alguns indivíduos ficaram felizes com o incidente húngaro e esperavam que algo semelhante acontecesse na China.
  • A violência contra o governo do povo é um erro. O dano causado à economia do país levará muito tempo para ser reparado.

Conclusão

Mao Zedong defende a ditadura do povo como uma forma de manter a segurança das pessoas e garantir seus direitos civis. Ele também enfatiza a importância da democracia centralizada na China e adverte contra a violência contra o governo do povo.

O que é a ditadura do proletariado?

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a ideia de ditadura do proletariado e como ela difere da ditadura da burguesia.

Ditadura da burguesia

  • A chamada "democracia" ocidental é apenas um dispositivo para manter a ditadura da burguesia.
  • Se há liberdade para as classes exploradoras explorarem os trabalhadores, então não há liberdade para os trabalhadores não serem explorados.
  • Se há democracia para a burguesia, então não há democracia para o proletariado e outros trabalhadores.

Ditadura do proletariado

  • A ditadura do proletariado ou das pessoas reprimirá esses elementos para que as pessoas possam realmente ser livres.
  • A existência legal do partido comunista é tolerada em alguns países capitalistas, mas apenas na medida em que não coloque em perigo os interesses fundamentais da burguesia.

Democracia e centralismo

  • A democracia e a liberdade são relativas, não absolutas, e surgem em condições históricas específicas dentro das fileiras do povo.
  • A síntese dialética de democracia e centralismo está acontecendo. Democracia está correlacionada com o centralismo e a liberdade com a disciplina.
  • A unidade da democracia e do centralismo, da liberdade e da disciplina, constitui nosso centralismo democrático.

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The New Discourses Podcast with James Lindsay, Episode 110 It's time to be plain. Actually, it's long past time. What's happening in America today and throughout the West is a Maoist cultural revolution, just like happened in China under the CCP from 1966 to 1976. This is plain to see for those who know what to look for, from the struggle sessions, to the ideological totalism, to the separation of families, to the brainwashing in schools, to the destruction of statues, curriculum, and culture. If we are to have any hope of stopping this Maoist Cultural Revolution with American Characteristics, we have to begin by being honest about it. In this episode of the New Discourses Podcast, host James Lindsay walks the listener through a speech given by Mao Zedong (https://www.marxists.org/reference/archive/mao/selected-works/volume-5/mswv5_58.htm) in February 1957 to make very clear and palpable that what's happening here, now, is what was happening there, then. Mao gave this speech on the eve of the Great Leap Forward (into catastrophe), just as we're living through our present tumult on the eve of the Great Reset. Join James for this must-listen podcast so you can understand clearly where we are and thus what we might do about it. Order James Lindsay's new book, The Marxification of Education: https://amzn.to/3RYZ0tY Support New Discourses: https://newdiscourses.com/support Follow New Discourses on other platforms: https://newdiscourses.com/subscribe Follow James Lindsay: https://linktr.ee/conceptualjames © 2023 New Discourses. All rights reserved. #newdiscourses #jameslindsay #mao