Semana de Psicologia da USP - 8/5/2017 "O lugar da neuropsicologia..."
Introdução
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante introduz o tema e propõe um espaço para perguntas e dúvidas.
- A palestrante é apaixonada pelo tema.
- Ela propõe um espaço para perguntas e dúvidas.
Panorama histórico da Neuropsicologia
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre o papel do neuropsicólogo, quem encaminha e quando eles são requisitados. Ela também apresenta um panorama histórico mundial e brasileiro da neuropsicologia.
- Começa-se a fazer uma associação entre cérebro e comportamento no século XIX.
- Josef Groll fazia associação entre regiões específicas do cérebro e funções comportamentais específicas.
- Estudos com pacientes que têm alteração de linguagem associando a lesão em estruturas específicas do cérebro.
- Broca estudou pacientes que tinham perdas de fala fazendo associação entre esta região que vai ser então chamada de área de Broca e os testes de linguagem.
- Werneck estudava pacientes com alterações de linguagem mas eram alterações de linguagem um pouco diferentes das estudadas por Broca.
Neuropsicologia clínica em consultório
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre atuações mais específicas na parte do diagnóstico no tratamento, testes cognitivos e casos clínicos.
- Atuação do neuropsicólogo com pacientes em consultório.
- Testes cognitivos são utilizados para avaliar o funcionamento cerebral.
- Apresentação de dois estudos de caso.
Estudo de caso Phineas Gage
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante apresenta um estudo de caso sobre Phineas Gage, que sofreu uma lesão cerebral e teve alterações comportamentais importantes.
- Phineas Gage trabalhava na construção civil com explosões para fazer trilhos de trem.
- Ele sofreu uma explosão em uma barra de ferro que perfurou seu cérebro.
- Depois da sua lesão cerebral, ele foi estudado e observaram-se alterações comportamentais super importantes.
- Foi feita associação entre essa lesão cerebral que foi uma parte específica do cérebro (córtex pré-frontal) e as alterações de comportamento.
Estudos com pacientes que têm alteração de linguagem
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre os estudos realizados por Broca e Werneck com pacientes que tinham perdas ou alterações na fala.
- Broca estudou pacientes que tinham perdas de fala fazendo associação entre esta região que vai ser então chamada de área de Broca e os testes de linguagem.
- Werneck estudava pacientes com alterações de linguagem mas eram alterações um pouco diferentes das estudadas por Broca.
Neuropsicologia: História e Conceitos
Visão geral da seção: Nesta seção, é discutida a história da neuropsicologia e como ela começou a ser definida como uma ciência multidisciplinar. Também é abordada a questão dos testes cognitivos para avaliar as funções cerebrais.
Origem do termo "neuropsicologia"
- O termo "neuropsicologia" foi usado pela primeira vez no início do século 20 por Osler.
- Em 1949, o termo apareceu como título de um livro, mas não foi definido ao longo do livro.
- A neuropsicologia era vista como uma organização multidisciplinar que reunia diferentes cientistas de diferentes áreas.
Desenvolvimento da neuropsicologia
- A neuropsicologia começou a ganhar força na década de 60 com estudos experimentais em animais associando lesões cerebrais e comportamentos específicos.
- Na década de 80, houve um aprofundamento teórico e uma busca por explicação dos processos cognitivos em pacientes com lesões cerebrais.
Definição da neuropsicologia
- A neuropsicologia não era Neurologia porque esta estava preocupada apenas com diagnóstico de lesões cerebrais.
- Também não era psicologia porque esta estava focada no comportamento e não na associação com o cérebro.
- A neuropsicologia assumiu um espaço que seria um espaço de reunião entre alguns aspectos da Neurologia e da psiquiatria.
Testes cognitivos
- Os testes cognitivos foram desenvolvidos para mensurar as alterações comportamentais em pacientes com lesões cerebrais.
- Na década de 40, a ideia era encontrar um teste único que avaliasse uma função específica, mas hoje em dia sabe-se que as funções estão relacionadas e não é possível fazer essa mensuração pura única de um processo cognitivo.
História da Neuropsicologia no Brasil
Visão geral da seção: Nesta seção, a história da neuropsicologia no Brasil é discutida, desde o início do estudo das áreas específicas do cérebro até a formação de grupos de pesquisa e serviços de avaliação neuropsicológica.
Início do estudo das áreas específicas do cérebro
- As pessoas que tiveram acometimento de áreas específicas do cérebro estão envolvidas com processos cognitivos específicos.
- As avaliações ainda eram muito pouco sensíveis aos processos cognitivos que estavam alterados.
- O primeiro neurologista brasileiro a falar sobre neuropsicologia foi Lefevre, que estudou a relação entre afasia e distúrbios de linguagem em crianças.
Formação de grupos de pesquisa
- A primeira pessoa que começou a estudar neuropsicologia no Brasil foi Lefevre na década de 50.
- Beatriz Lefevre continuou o trabalho iniciado pelo marido e escreveu um livro clássico sobre neuropsicologia infantil.
- Foi criado o primeiro instituto voltado para o estudo da neuropsicologia no Brasil na Faculdade de Medicina da USP nos anos 80.
- Maria Alice Pimenta Parente montou um grupo em Porto Alegre que ainda é forte na UFRGS. Ela coordenava pesquisas internacionais integrando pesquisadores internacionais avaliando fatores sociais, analfabetismo e manifestações de alterações de linguagem após lesão cerebral.
Serviços de avaliação neuropsicológica
- O primeiro serviço de aprimoramento em neuropsicologia do Brasil foi criado por Letícia Mansur e Maria Alice Pimenta Parente na Faculdade de Medicina da USP.
- Cândida Helena Pires de Camargo e Raul Marino Júnior montaram um serviço de neuropsicologia no Instituto de Psiquiatria para avaliar pacientes com epilepsia que eram operados no instituto.
Neuropsicologia Clínica
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a história e a evolução da neuropsicologia clínica, bem como sua atuação na avaliação do funcionamento cognitivo.
Evolução da Neuropsicologia Clínica
- A especialidade de neuropsicologia clínica foi aprovada pelo Conselho de Psicologia em 2007.
- Antes disso, grupos em diferentes regiões do Brasil formavam neuropsicólogos sem uma aprovação oficial.
- O psicólogo especialista em neuropsicologia é responsável por atuar no diagnóstico, tratamento e pesquisa da cognição, emoções, personalidade e comportamento sob o enfoque da relação entre esses aspectos e o funcionamento cerebral.
Atuação da Neuropsicologia Clínica
- A neuropsicologia clínica está envolvida com a relação entre expressão comportamental e disfunções cerebrais.
- Hoje em dia, é possível estudar a expressão comportamental não relacionada a uma lesão cerebral ou disfunção cerebral.
- Ferramentas sensíveis permitem entender processos cognitivos desde aspectos sutis até disfunções mais graves.
- As funções cognitivas estão relacionadas com processamento de informações que permite programação e adaptação do comportamento.
Funções Cognitivas
- As funções cognitivas podem ser divididas em quatro grandes áreas: habilidades receptivas, habilidades expressivas, funções executivas e memória.
- Habilidades receptivas estão relacionadas com seleção, aquisição, classificação e integração de informações.
- Habilidades expressivas estão relacionadas com a produção e expressão de informações.
- Funções executivas estão relacionadas com o planejamento, organização, tomada de decisão e resolução de problemas.
- A memória está relacionada com a capacidade de armazenar e recuperar informações.
Processos Cognitivos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante discute os diferentes processos cognitivos que ocorrem no cérebro humano e como eles estão relacionados a diferentes regiões cerebrais.
Processos Cognitivos
- A atenção é dividida em várias subfunções, desde inibir ruídos até focar em uma coisa específica.
- A memória também é dividida em vários processos, dependendo do tipo de informação que precisa ser armazenada.
- Diferentes regiões cerebrais estão relacionadas a processos cognitivos específicos, como a região frontal para processos executivos e os lobos temporais para linguagem e memória.
- A conexão entre diferentes regiões cerebrais está relacionada com processos cognitivos específicos.
Relação entre Regiões Cerebrais e Funções Cognitivas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante discute como as estruturas específicas do cérebro estão relacionadas com alguns processos cognitivos específicos.
Frenologia
- Antigamente, havia uma associação entre estruturas específicas do cérebro e alguns processos cognitivos específicos (conceito de frenologia).
- Hoje em dia, já se entende que há uma relação mais complexa entre diferentes regiões cerebrais e funções cognitivas.
Conexão entre Regiões Cerebrais
- A conexão ou falta de conexão entre diferentes regiões cerebrais está relacionada com processos cognitivos específicos.
- Isso ajuda a resolver algumas questões de encaminhamento em pacientes que chegam para os profissionais da saúde.
Importância da Avaliação Neuropsicológica
Visão geral da seção: Nesta seção, a importância da avaliação neuropsicológica é discutida. O foco está em como a localização do foco epileptogênico pode ajudar a prever o tipo de disfunção cognitiva que um paciente terá e como isso pode ser usado para escolher testes cognitivos adequados.
Regiões cerebrais e disfunções cognitivas
- A epilepsia pode estar relacionada com lesões cerebrais específicas em regiões específicas do cérebro ou com anormalidades no funcionamento de regiões específicas do cérebro.
- Saber onde está o foco epileptogênico ajuda a prever qual é o tipo de disfunção cognitiva que um paciente terá.
- A informação obtida na avaliação neuropsicológica pode fornecer informações importantes sobre o prognóstico e o perfil de disfunção cognitiva esperado.
Encaminhadores principais
- Os neurologistas, psiquiatras, geriatras e outros psicólogos são os principais encaminhadores para avaliação neuropsicológica clínica.
- É importante saber para quem encaminhar os pacientes após a avaliação neuropsicológica, dependendo dos problemas identificados durante a avaliação.
Motivos para encaminhamento
- Crianças: transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, dificuldades específicas de aprendizagem, deficiência intelectual e transtorno do espectro autista.
- Adultos: declínios cognitivos, transtornos de ansiedade, transtornos psiquiátricos e transtornos de déficit de atenção e hiperatividade não diagnosticados na infância.
- Idosos: declínio cognitivo relacionado à idade ou a doenças degenerativas como demência ou síndrome de burnout.
Avaliação Neuropsicológica
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância da avaliação neuropsicológica e como ela é realizada.
Importância da avaliação neuropsicológica
- Durante uma avaliação neuropsicológica, são consideradas as habilidades cognitivas e comportamentais do paciente.
- É importante entender que cada pessoa tem suas próprias habilidades cognitivas e dificuldades.
- A avaliação é feita para responder perguntas específicas sobre o paciente e considera tanto suas capacidades quanto suas dificuldades.
Processo de avaliação neuropsicológica
- Durante a avaliação, são usados testes cognitivos padronizados para comparar os resultados do paciente com dados normativos.
- Além dos testes, também é importante identificar quais processos cognitivos estão funcionando bem ou mal no paciente.
- Comparar o desempenho do paciente consigo mesmo ao longo do tempo também pode fornecer informações valiosas.
Variações qualitativas na avaliação
- Além de comparar o desempenho do paciente com dados normativos e consigo mesmo, também é importante observar variações qualitativas em seus processos cognitivos.
- Essas variações podem fornecer informações importantes para o clínico.
Considerações na Avaliação Neuropsicológica
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante discute a importância de considerar o contexto psicossocial, médico, psiquiátrico e educacional do paciente durante a avaliação neuropsicológica.
Contexto Psicossocial e Médico
- Além dos testes cognitivos, é importante considerar o contexto psicossocial e médico do paciente durante a avaliação neuropsicológica.
- Exemplo: Durante uma avaliação neuropsicológica de um menino que iria passar por uma cirurgia de epilepsia, a família estava emocionalmente abalada. A aplicação dos testes não seria representativa do processo cognitivo do paciente naquele momento.
Escolha dos Testes
- Existem muitos tipos de testes disponíveis para avaliação neuropsicológica. A escolha dos testes deve ser determinada pelo motivo do encaminhamento (por exemplo, dificuldade de aprendizagem ou AVC), faixa etária e tempo disponível.
- O objetivo é explorar o máximo possível de domínios cognitivos, incluindo habilidades relacionadas à entrada e captação de informação, memória, aprendizagem e raciocínio.
Diagnóstico
- O diagnóstico envolve entender as queixas do paciente e identificar possíveis desordens neurológicas ou psiquiátricas. Os resultados da avaliação neuropsicológica ajudam a classificar o perfil cognitivo do paciente e fornecem informações para uma busca multidisciplinar.
- Em alguns casos, é necessário distinguir entre sintomas psiquiátricos e neurológicos ou identificar diferentes tipos de condições neurológicas.
Avaliação Neuropsicológica e Reabilitação
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância da avaliação neuropsicológica e como ela pode ajudar na reabilitação de pacientes com problemas cognitivos.
Importância da avaliação neuropsicológica
- A avaliação neuropsicológica é importante para identificar as funções cognitivas que estão deficitárias em um paciente.
- Com base nas informações detalhadas sobre o estado cognitivo, dinâmica emocional e características de personalidade do paciente, é possível propor uma intervenção ou ação para melhorar essas funções cognitivas.
Reabilitação Neuropsicológica
- A reabilitação neuropsicológica envolve estimular e melhorar as funções cognitivas que podem ser melhoradas por meio de estratégias compensatórias ou estimulação cognitiva.
- Os familiares dos pacientes são essenciais nesse processo e precisam ser incluídos no planejamento da reabilitação neuropsicológica.
- Além disso, a orientação aos familiares é uma medida importante na reabilitação neuropsicológica.
Ferramentas de Reabilitação Neuropsicológica
- A estimulação cognitiva funciona como ginástica para o cérebro, onde quanto mais você pratica uma função cognitiva específica, melhor você fica nela.
- Algumas funções cognitivas não respondem bem à estimulação, então outras ferramentas de reabilitação, como estratégias compensatórias e metacognição, são usadas para ajudar os pacientes a compreender melhor o que acontece com eles do ponto de vista cognitivo.
- As estratégias compensatórias incluem o uso de agendas detalhadas e diários com descrições minuciosas das atividades realizadas pelo paciente.
- A metacognição ajuda os pacientes a entenderem melhor seus processos cognitivos e a encontrar estratégias compensatórias melhores.
Avaliação Neuropsicológica
- Na avaliação neuropsicológica, sistemas funcionais complexos são avaliados em vez de faculdades mentais únicas.
- Os testes cognitivos não avaliam funções isoladas, mas sim sistemas funcionais complexos. Por exemplo, um teste de memória pode ser afetado pela falta de atenção do paciente durante a história contada pelo examinador.
Avaliação Neuropsicológica
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute como a avaliação neuropsicológica é integrada a outros exames médicos e não-médicos para ajudar no diagnóstico de problemas cognitivos. Ele também explica como a avaliação pode ser usada para entender os efeitos colaterais de medicamentos sobre a cognição.
Papel da avaliação neuropsicológica na compreensão dos efeitos colaterais dos medicamentos
- A avaliação neuropsicológica pode ajudar a entender os efeitos colaterais dos medicamentos sobre a cognição.
- É possível fazer uma avaliação antes e depois de inserir um novo medicamento para comparar o funcionamento cognitivo do paciente.
- Isso pode fornecer informações valiosas sobre como o medicamento está afetando o funcionamento cognitivo do paciente.
Compreendendo as queixas cognitivas além das disfunções neurológicas
- Muitas vezes, pacientes chegam ao consultório com queixas cognitivas, mas uma avaliação neuropsicológica revela que seus processos cognitivos estão dentro ou acima da média.
- Essas queixas podem ser explicadas por questões emocionais em vez de disfunções neurológicas.
- As ferramentas psicológicas devem ser associadas à avaliação para entender melhor esses casos.
Envolvimento da família no processo de avaliação e reabilitação neuropsicológica
- As informações da avaliação neuropsicológica são essenciais para a família entender como lidar com o paciente.
- A orientação sobre a doença e os testes cognitivos pode ajudar a reduzir o estigma associado à disfunção cognitiva.
- Informações específicas, como explicar que um comportamento repetitivo não é teimosia, mas sim uma disfunção executiva, podem ajudar a família a lidar melhor com o paciente.
Reabilitação Neuropsicológica
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância da reabilitação neuropsicológica para pacientes com lesões cerebrais e como ela pode ajudá-los a ter uma vida mais independente.
Treinamento de habilidades diárias
- O objetivo é ajudar o paciente a se desempenhar no dia a dia de forma independente.
- Pacientes com lesões cerebrais podem ter disfunções cognitivas que os impedem de trabalhar produtivamente.
- A reabilitação neuropsicológica pode ajudá-los em situações de trabalho e treinamento vocacional.
Avaliação das funções cognitivas
- Os processos atencionais são avaliados por meio de testes que medem controle inibitório, concentração e vigilância.
- A atenção seletiva é medida pela capacidade do paciente selecionar estímulos e inibir distratores.
- A memória verbal é avaliada por meio da repetição imediata de histórias detalhadas.
Medição do controle inibitório
- Um teste envolve pedir ao paciente para dizer a cor em que as palavras estão escritas, em vez de ler as palavras propriamente ditas.
- Outro teste envolve pedir ao paciente para alternar entre números e letras em um traçado.
Memória verbal
- Um teste envolve contar uma história cheia de detalhes e pedir ao paciente para contá-la imediatamente depois.
Testes Neuropsicológicos
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute diferentes tipos de testes neuropsicológicos que podem ser usados para avaliar a função cognitiva em pacientes com lesões cerebrais.
Teste de Memória Verbal e Semântica
- O paciente é solicitado a evocar uma memória verbal ou visualmente.
- O paciente desenha novamente a figura que ele copiou e o examinador verifica quantos detalhes ele consegue lembrar.
- O examinador pode investigar a memória semântica fazendo perguntas sobre conhecimentos gerais.
Teste de Aprendizagem
- O paciente é apresentado a uma lista de palavras não contextualizadas e deve lembrar todas as palavras após várias apresentações.
- O examinador pode mostrar figuras descontextualizadas várias vezes e pedir ao paciente para desenhá-las numa folha em branco.
Funções Executivas
- O examinador pode testar a capacidade do paciente de formular pensamentos abstratos, dando-lhe dois conceitos para comparar.
- Pode-se pedir ao paciente para categorizar figuras segundo alguns modelos pré-determinados.
- Uma tarefa de planejamento pode ser dada ao paciente, onde ele precisa partir de um modelo específico e chegar a um modelo pré-determinado pelo teste fazendo o menor número possível de movimentos.
Funções Motoras
- O examinador pode fazer alguns movimentos com as mãos e pedir ao paciente para repeti-los.
- O paciente é avaliado quanto à sua capacidade de fazer sequências de movimentos específicos.
Funções cognitivas
Visão geral da seção: Nesta seção, a profissional explica as diferentes funções cognitivas que são avaliadas em testes neuropsicológicos.
Construção tridimensional
- O paciente deve construir uma forma tridimensional a partir de um modelo bidimensional.
- A dificuldade aumenta à medida que o teste avança.
- Verifica-se se o paciente consegue montar os modelos.
Função cognitiva e movimento
- Verificar se o paciente faz o movimento do lado correto.
- Verificar se ele repete ou não espelha a figura na hora de montar essa representação.
Funções visuais
- Teste de rastreamento: pedir para que ele faça um risco por exemplo nos e ver se ele consegue rastrear a folha inteira ou tem uma diminuição do campo visual.
- Pedir para que ele nomeie figuras sem preocupação com linguagem.
- Pedir para nomear figuras e definir conceitos.
Leitura e escrita
- Verificar se o paciente consegue copiar um texto, fazer um parágrafo ou um texto curto espontaneamente.
- Compreensão da leitura e fala.
- Avaliação da escrita: uso das letras, pontuação e assentos.
Raciocínio e inteligência
- Testes de raciocínio lógico como descobrir dentre essas 8 horas opções aqui embaixo usando a lógica.
- Escalas Vectra de inteligência: testes mais complexos que avaliam a inteligência verbal, não verbal, velocidade de processamento mental e memória operacional.
Habilidades numéricas
- Verificar se o paciente consegue fazer contas de adição, subtração, multiplicação e divisão.
- Contas mais complexas ou simples podem ser feitas no papel ou mentalmente.
Memória operacional
- Capacidade de armazenar uma informação por um curto período de tempo no cérebro e processar estas informações manipular mentalmente essas informações.
- Teste do asterisco: verificar se a figura que ele está vendo é igual a duas figuras anteriores.
Tomada de decisão
- Verificar se o paciente consegue resolver problemas adequadamente.
- Teste dos dados: instrução é que ele vai ter que adivinhar o resultado.
Perfil de Investidores
Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre o perfil de investidores e como suas emoções podem influenciar suas decisões financeiras.
Perfil do Investidor
- O perfil do investidor pode ser avaliado com base em sua impulsividade e capacidade de adiar gratificação.
- A avaliação das emoções é uma função relacionada aos processos mentais límbicos.
- Rafael, um menino de 12 anos, tinha um distúrbio neurológico relacionado ao mau funcionamento do córtex pré-frontal que afetava sua atenção e memória operacional.
- Rafael foi diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção Hiperatividade (TDAH) combinado com dificuldades sociais associadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Plano de Reabilitação para Rafael
Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante discute o plano de reabilitação proposto para ajudar Rafael a lidar com seus desafios cognitivos e sociais.
Plano Proposto
- O plano proposto incluiu estimulação cognitiva para melhorar as funções atencionais, planejamento e controle impulsivo.
- Foram desenvolvidas estratégias compensatórias específicas para as dificuldades cognitivas de Rafael.
- O plano também incluiu treinamento de habilidades sociais para ajudar Rafael a lidar com suas dificuldades sociais associadas ao TEA.
Orientações para escola e tratamento de reabilitação
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre as orientações dadas à escola em relação ao transtorno do espectro autista e como foi feito um contato próximo com a escola para fornecer informações importantes. Além disso, ela menciona que o tratamento de reabilitação é mais semelhante a um tratamento médico do que uma psicoterapia.
Orientações para escola
- A palestrante forneceu orientações tanto em relação à alta e DH quanto em relação ao transtorno do espectro autista para a escola.
- Foi feito um contato próximo com a escola para fornecer informações importantes sobre como ajudar o paciente na escola.
Tratamento de reabilitação
- O tratamento de reabilitação é mais semelhante a um tratamento médico do que uma psicoterapia.
Objetivos da Neuropsicologia no Ambiente Hospitalar
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante apresenta os objetivos da neuropsicologia no ambiente hospitalar e os tipos de doenças que merecem atenção.
Tipos de Doenças que Merecem Atenção na Neuropsicologia
- Apresentação dos tipos de doenças que aparecem no hospital e merecem atenção na neuropsicologia.
- Sugestões do palestrante sobre atuações a serem realizadas pela neuropsicologia.
- Ilustração com casos pertinentes trabalhados pelo palestrante.
- Reflexão sobre críticas à psicometria e importância da neuropsicologia em questões objetivas.
- Descrição das coisas que aparecem nos setores de Neurologia e neurocirurgia do hospital, incluindo acidentes vasculares, traumatismos crânio-encefálicos, tumores do sistema nervoso, epilepsia, entre outros.
- Exemplos de doenças não neurológicas primariamente mas que podem ter acometimentos neurológicos e apresentar sintomas e sinais neuropsicológicos.
Ambientes Hospitalares
- Descrição dos ambientes hospitalares onde a neuropsicologia pode ser aplicada: ambulatório, pronto-socorro, sala de emergência, sala de trauma de observação, semi-intensiva e unidade de internação de cuidados paliativos.
O papel do neuropsicólogo hospitalar
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante discute o papel do neuropsicólogo hospitalar e a importância de compreender os pacientes neurológicos e neurocirúrgicos na sua totalidade.
Compreensão dos pacientes neurológicos e neurocirúrgicos
- O trabalho do neuropsicólogo hospitalar envolve compreender os pacientes neurológicos e neurocirúrgicos na sua totalidade.
- É importante falar sobre a neuropsicologia para fazer um bom trabalho com esses pacientes.
Importância da subjetividade do paciente
- A meta do psicólogo hospitalar é dar voz à subjetividade do paciente, que muitas vezes é preterida no ambiente hospitalar.
- O psicólogo precisa estar preocupado com as questões de subjetividade, vida afetiva e social do paciente.
Diferença entre pacientes neurológicos e outros pacientes no hospital
- Os pacientes neurológicos têm sintomas neuropsicológicos que fazem parte da sua subjetividade, com os quais eles terão que lidar no futuro.
- É importante respeitar a subjetividade desses pacientes, pois eles são frequentemente reduzidos ao seu diagnóstico ou doença orgânica no ambiente hospitalar.
Habilidades necessárias para o trabalho de um Neuropsicólogo Hospitalar
- Um Neuropsicólogo Hospitalar precisa ter habilidades de observação, dedução, anamnese e correlações teórico-práticas bem afiadas.
- É importante que o Neuropsicólogo Hospitalar tenha uma visão qualitativa das coisas e entenda o funcionamento neurocognitivo do paciente.
- O Neuropsicólogo Hospitalar precisa conhecer os percalços da instituição, as rotinas da instituição e as pessoas que fazem parte da instituição.
Observação do comportamento e entrevista neuropsicológica
- Um Neuropsicólogo Hospitalar precisa saber observar o comportamento do paciente e fazer uma boa entrevista neuropsicológica com ele ou com seu familiar/cuidador.
- É importante ter uma boa noção de procedimentos de testagem informal, pois muitas vezes não é possível aplicar testes padronizados no ambiente hospitalar.
Orientações para pacientes em UTI
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre como os pacientes em UTI podem apresentar distúrbios cognitivos e confusão devido a problemas sistêmicos. Ele discute estratégias para prevenir esses problemas e avaliar a função cognitiva do paciente.
Síndrome Confusional Aguda
- Pacientes com distúrbios sistêmicos podem desenvolver síndrome confusional aguda, que pode incluir delirium.
- É importante orientar o paciente e sua família sobre a situação atual e fornecer dados de realidade.
- Uma avaliação cognitiva pode ser realizada por meio de rastreios cognitivos, como o Mini-Mental ou Mooca.
- Uma avaliação neuropsicológica breve pode ser realizada na enfermaria para identificar déficits cognitivos.
Educação do Paciente e da Família
- É importante educar a família sobre as possíveis consequências dos problemas sistêmicos do paciente, como um AVC que afeta a linguagem.
- A educação também pode incluir estratégias de reabilitação cognitiva.
Avaliação Pré-Cirúrgica
- Uma avaliação neuropsicológica pré-cirúrgica pode ajudar no controle e definição da conduta cirúrgica.
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante conclui sua discussão sobre a avaliação cognitiva de pacientes em UTI e enfatiza a importância da educação do paciente e da família.
- A avaliação neuropsicológica pode ser realizada no contexto ambulatorial.
- A educação do paciente e da família é fundamental para lidar com os problemas cognitivos que podem surgir durante a internação.
Cirurgia de Paciente Acordado
Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes discutem a cirurgia de paciente acordado e o papel do psicólogo nesse procedimento.
Cirurgia de Paciente Acordado
- A cirurgia de paciente acordado é realizada em tumores localizados em áreas eloquentes do cérebro.
- Durante o procedimento, o paciente é sedado e o neurocirurgião abre o crânio.
- O neuropsicólogo avalia a produção da linguagem e a capacidade de nomeação enquanto o neurocirurgião estimula as áreas que ele quer cortar.
- A técnica permite que o neurocirurgião evite danificar áreas importantes do cérebro, mas também pode revelar problemas adicionais que precisam ser tratados.
Papel do Psicólogo na Cirurgia
- Existem dois tipos principais de psicólogos hospitalares: psicólogos de ligação e psicólogos de interconsulta.
- Os psicólogos desempenham um papel importante na avaliação emocional, familiar, psicológica e neuropsicológica dos pacientes antes e após a cirurgia.
Estudo de Caso: SPP
Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes apresentam um estudo de caso de uma paciente com lesão cortical.
- A paciente SPP, uma mulher branca de 26 anos, foi diagnosticada com uma lesão cortical após um AVC.
- Durante sua estadia na enfermaria, os médicos concordaram que ela tinha uma afasia motora e sensorial.
- O neurologista fez uma variação grosseira da linguagem durante o exame neurológico.
- A paciente também apresentou um defeito na mão direita de origem sensorial.
Diagnóstico de Agnosia Auditiva Verbal
Visão geral da seção: Nesta seção, a equipe de psicologia e fonoaudiologia diagnosticou uma paciente com agnosia auditiva verbal. A paciente tinha dificuldade em iniciar a fala e escrever palavras complexas, mas conseguia escrever palavras frequentes de baixa complexidade. A compreensão da fala da paciente foi reduzida quando não havia dica visual, mas ela se beneficiava com a leitura labial.
Diagnóstico de Agnosia Auditiva Verbal
- A paciente tinha dificuldade em iniciar a fala e escrever palavras complexas.
- Ela conseguia escrever palavras frequentes de baixa complexidade.
- A compreensão da fala da paciente foi reduzida quando não havia dica visual.
- Ela se beneficiava com a leitura labial.
Paciente com Hematoma Subdural Agudo
Visão geral da seção: Nesta seção, o Dr. Drauzio Varella descreve um caso em que um homem sofreu um traumatismo crânio-encefálico com hematoma subdural agudo. O paciente era pedreiro e pintor, tinha 53 anos, era alfabetizado e solteiro. Ele teve um sangramento na parte posterior dos dois hemisférios cerebrais.
Paciente com Hematoma Subdural Agudo
- O paciente sofreu um traumatismo crânio-encefálico com hematoma subdural agudo.
- Ele era pedreiro e pintor, tinha 53 anos, era alfabetizado e solteiro.
- Ele teve um sangramento na parte posterior dos dois hemisférios cerebrais.
O papel do neuropsicólogo no hospital
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre sua experiência como neuropsicólogo em um hospital e a importância desse profissional na equipe médica.
Importância do neuropsicólogo no hospital
- O neuropsicólogo é responsável por avaliar as funções cognitivas dos pacientes internados no hospital.
- Através de testes qualitativos, o neuropsicólogo pode identificar lesões cerebrais que afetam a percepção visual dos pacientes.
- Lesões bilaterais occipitais podem causar anosognosia visual, uma síndrome em que o paciente não reconhece sua própria cegueira cortical.
- Pacientes com anosognosia visual muitas vezes dissimulam sua cegueira ou confabulam para preencher as lacunas de informação imaginativamente.
Experiência clínica
- O palestrante apresenta um caso clínico em que um paciente com anosognosia visual confabulou sobre a cor de um objeto preto e não reconheceu sua própria cegueira cortical.
- Através da avaliação neuropsicológica, o palestrante pôde encaminhar o paciente para cuidados adequados e orientar seus familiares sobre a condição dele.
- Embora seja raro encontrar serviços de busca ativa nos hospitais, o papel do neuropsicólogo é fundamental na equipe médica para avaliar e tratar lesões cerebrais que afetam a percepção visual dos pacientes.
A importância da Neuropsicologia no Hospital
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante discute a importância da neuropsicologia no hospital e como ela pode ajudar na avaliação e tratamento de pacientes com comprometimento cognitivo.
Importância da avaliação neuropsicológica
- A equipe de neuropsicologia pode fornecer informações que a equipe médica não tem.
- Uma avaliação neuropsicológica pode identificar as necessidades do paciente.
- A reabilitação precoce está associada ao melhor desempenho futuro nas funções.
Informações para médicos residentes
- Médicos neurologistas residentes geralmente estão no segundo ano da residência.
- Os médicos que passam pela enfermaria podem não saber sobre o comprometimento cognitivo dos pacientes.
- É importante dar essas informações para trabalhar em equipe.
Orientações importantes para pacientes
- Pacientes com irritabilidade ou labilidade emocional precisam de estímulos reduzidos.
- Uma orientação adequada pode fazer muita diferença no prognóstico do paciente.
Redução das chances de internação
- Um trabalho neuropsicológico durante a internação hospitalar é associado à redução das chances de internação do paciente.
- O paciente tem mais condições de aderir aos tratamentos médicos e dos outros profissionais e equipe cuidadora familiar consegue cuidar dele de maneira mais efetiva.
Relações entre equipes no hospital
Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante discute as relações entre equipes no hospital e como lidar com diagnósticos diferentes.
Dificuldades nas relações entre equipes
- As relações no hospital são difíceis.
- É um desafio trabalhar com equipes dentro do hospital.
Lidando com diagnósticos diferentes
- O neuropsicólogo não vai diagnosticar uma condição médica, mas pode sugerir que o médico reveja o diagnóstico.
- Os profissionais de saúde sabem que seu saber tem um limite e que é melhor trabalhar em equipe.
- Admitir que o outro tem um saber mais relevante é importante.
A importância do embasamento e da multidisciplinaridade na neuropsicologia
Seção Resumo: Nesta seção, a entrevistada destaca a importância de estar bem embasado no assunto em que se está trabalhando e ressalta que a neuropsicologia é uma disciplina multidisciplinar.
Embasamento e Multidisciplinaridade na Neuropsicologia
- É importante estar bem embasado no assunto em que se está trabalhando. Não adianta chegar despreparado.
- A neuropsicologia é uma disciplina multidisciplinar, ou seja, não é apenas psicólogos especializados em neuropsicologia que atuam nessa área.
- A neuropsicologia tem input de muitas áreas, inclusive áreas médicas como neurologia, clínica e neurocirurgia.
Exemplos práticos de reabilitação neuropsicológica
Seção Resumo: Nesta seção, a entrevistada apresenta exemplos práticos de reabilitação neuropsicológica e destaca a importância do trabalho em equipe.
Reabilitação Neuropsicológica
- Durante a internação hospitalar, foi possível observar melhorias significativas no distúrbio da paciente após o trabalho em equipe de estimulação diária.
- Foram aplicados testes qualitativos para estimular habilidades linguísticas da paciente.
- O trabalho em equipe incluiu atividades terapêuticas como ouvir música juntos com o paciente.
- Quando o paciente volta para acompanhamento ambulatorial após uma cirurgia ou internação hospitalar, é possível observar melhorias significativas e agradecimentos da família.
- Infelizmente, há poucos lugares públicos que oferecem avaliação neuropsicológica e reabilitação neuropsicológica. A entrevistada costuma encaminhar pacientes para o Centro Paulista de Neuropsicologia.
Dificuldades institucionais na reabilitação neuropsicológica
Seção Resumo: Nesta seção, a entrevistada destaca as dificuldades institucionais enfrentadas na reabilitação neuropsicológica e como ela tenta driblá-las.
Dificuldades Institucionais
- As dificuldades institucionais incluem falta de recursos e poucos lugares públicos que oferecem avaliação neuropsicológica e reabilitação neuropsicológica.
- A entrevistada costuma encaminhar pacientes para o Centro Paulista de Neuropsicologia quando possível.
- Quando não é possível fazer um encaminhamento específico, a entrevistada escreve uma carta inespecífica falando sobre a necessidade do paciente passar por uma avaliação e reabilitação.
Preferência por segurança
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre sua preferência por agir com mais segurança e fazer o que conhece.
Preferência por segurança
- O palestrante prefere agir com mais segurança e fazer o que conhece.
Interesse em música
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre seu interesse em música e como isso faz sentido para ele.
Interesse em música
- O palestrante é interessado em música e busca saber mais sobre isso.
- Ele acha que faz sentido para ele, já que é músico.
Conversa casual
Visão geral da seção: Nesta seção, há uma conversa casual entre os participantes.
Conversa casual
- Há uma conversa casual entre os participantes.
Rastreamento de mal estar mental
Visão geral da seção: Nesta seção, há uma discussão sobre rastreamento de mal estar mental.
Rastreamento de mal estar mental
- Há uma discussão sobre rastreamento de mal estar mental.
- É mencionado um instituto de psiquiatria onde há fila de espera para atendimento.
- É sugerido ligar para o CPN (Centro Psicológico Nacional), caso necessário.
- O serviço infantil do CPN é mencionado como uma opção para crianças.
Exame neuropsicológico
Visão geral da seção: Nesta seção, há uma discussão sobre exame neuropsicológico.
Exame neuropsicológico
- É mencionado o neuropsicólogo Luria e seu trabalho na década de 20.
- É explicado que o exame neuropsicológico pode ser qualitativo ou quantitativo.
- É sugerido um livro chamado "Clínica Universal" para mais informações sobre exame neurocomportamental.
Importância dos testes padronizados
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante destaca a importância de aplicar testes padronizados e normatizados sempre que possível.
Testes devem ser aplicados sempre que possível
- É importante aplicar instrumentos padronizados e normatizados sempre que possível.
- Às vezes, não é possível aplicar esses testes, mas ainda assim é necessário dar uma resposta.
- É fundamental saber avaliar corretamente os resultados obtidos por meio desses testes.
Agradecimentos finais
Visão geral da seção: Nesta seção, a comissão de organização agradece aos palestrantes e encerra o evento.
Agradecimentos finais
- A comissão de organização agradece ao palestrante e à moderadora pela contribuição enriquecedora.
- Encerramento do evento.