Jestor para Iniciantes: Aprenda Low-Code na Prática

Jestor para Iniciantes: Aprenda Low-Code na Prática

O que é Low Code e sua Importância

Introdução ao Low Code

  • O low code é uma abordagem que permite a automação e integração de processos internos em empresas, facilitando a resolução de problemas sem necessidade de programação extensiva.
  • Ele oferece mais flexibilidade do que o no code, permitindo combinações com inteligência artificial e outras ferramentas para atender diversas necessidades empresariais.

Funcionalidades do Low Code

  • As ferramentas de low code incluem um pacote variado que possibilita customizações e automações específicas, adaptadas às demandas da empresa.
  • Embora não seja necessário ser um programador experiente, ter conhecimentos básicos de programação ajuda na utilização eficaz do low code.

Vantagens do Low Code

Flexibilidade nas Integrações

  • O low code é útil quando as integrações nativas não são suficientes, permitindo conectar sistemas legados ou específicos que não possuem documentação pública.
  • Ele simplifica o processo de integração ao evitar a necessidade de configurar servidores externos ou infraestrutura complexa.

Interface Amigável

  • A plataforma oferece uma interface facilitada onde os usuários podem focar na lógica das automações sem se preocupar com aspectos técnicos como infraestrutura.

Navegando pela Área de Low Code

Acesso à Ferramentas

  • Para acessar as ferramentas de low code, os usuários devem ter permissões adequadas; caso contrário, podem não visualizar essa opção na plataforma.
  • É importante verificar o tipo de assento (membro ou construtor), pois isso pode afetar o acesso às funcionalidades.

Estrutura das Tabelas

  • A área inicial apresenta uma lista das tabelas disponíveis no sistema, permitindo aos usuários visualizar todos os bancos de dados associados à conta.

Disparadores e Funções no Low Code

Disparadores

  • Um disparador é uma automação ativada por eventos em tabelas específicas. Por exemplo, ele pode ser acionado quando um registro é criado ou atualizado.
  • Os disparadores permitem executar ações antes ou depois da criação/atualização dos registros, oferecendo flexibilidade nas operações automatizadas.

Funções

  • Diferente dos disparadores, funções são chamadas manualmente em momentos específicos. Elas requerem invocação ativa pelo usuário para serem executadas.

Webhooks e Integração Externa

Utilização dos Webhooks

  • Webhooks permitem criar endpoints onde informações podem ser enviadas para acionar automações específicas dentro da plataforma.
  • Essa funcionalidade é especialmente útil para integrar sistemas externos que precisam enviar dados automaticamente para a aplicação.

Documentação e Métodos Nativos

Recursos Disponíveis

  • A documentação fornece orientações sobre variáveis comuns e métodos nativos disponíveis no gestor para facilitar a implementação das automações.

Linguagens Suportadas

  • Atualmente, as linguagens suportadas incluem Python, .NET e PHP. Python é frequentemente escolhido devido à sua popularidade entre os usuários menos experientes em programação.

Exemplos Práticos com Low Code

Criação de Tabelas e Automação Simples

  • Um exemplo prático envolve criar uma tabela chamada "low code leads" para gerenciar potenciais clientes com campos como nome e valor potencial.

Autoqualificação dos Leads

  • Uma automação simples pode qualificar leads automaticamente com base em seu potencial financeiro. Se o valor for maior que R$ 5.000, eles são considerados qualificados; caso contrário, desqualificados.
  • Isso demonstra como utilizar disparadores para automatizar processos repetitivos dentro da gestão empresarial.

Qualificação de Leads e Automação no Low Code

Introdução à Qualificação de Leads

  • O processo de qualificação de leads é baseado em um critério simples: se o potencial do lead é maior que 5.000, ele é classificado como "qualificado"; caso contrário, é "desqualificado".
  • Para implementar essa lógica, são utilizadas três variáveis principais: current data, before save e after save. Cada uma representa um estado diferente das informações do lead.

Entendendo as Variáveis

  • Current data refere-se às informações enviadas pelo usuário ao criar o lead. É essencial para determinar a qualificação.
  • Before save contém os dados que já estavam salvos antes da modificação, enquanto after save mostra os dados após a atualização no banco de dados.

Implementação da Lógica de Qualificação

  • A automação deve ser configurada para garantir que todos os novos leads sejam automaticamente qualificados ou desqualificados com base no valor do potencial.
  • É importante copiar exatamente o nome dos campos utilizados na tabela para evitar erros durante a implementação da automação.

Testando a Automação

  • Após configurar a automação, foi testado um novo lead chamado Fernando, que foi automaticamente qualificado sem necessidade de preenchimento manual.
  • A validação foi feita utilizando uma condição if para verificar se o potencial era maior ou igual a 5.000; caso contrário, o lead seria desqualificado.

Ajustes Finais na Automação

  • Foi adicionado um bloco else para garantir que leads com potencial abaixo de 5.000 fossem desqualificados corretamente.
  • O sistema permite versionamento das automações, possibilitando reverter alterações indesejadas facilmente.

Criação e Gerenciamento de Tabelas

Criando uma Nova Tabela

  • Uma nova tabela chamada "oportunidades" foi criada para gerenciar leads qualificados que avançam no processo comercial.

Configurando Gatilhos e Condições

  • A automação será acionada quando um checkbox for marcado, indicando que o lead deve ser transferido para a tabela de oportunidades.
  • Discussões sobre como reaproveitar funções entre diferentes disparadores foram abordadas; recomenda-se copiar e colar código conforme necessário.

Validação Antes da Transferência

  • Para evitar enviar leads desqualificados para oportunidades, a automação deve ser síncrona e incluir verificações adicionais antes da transferência.

Conexões entre Tabelas

  • Campos foram criados nas oportunidades para conectar usuários responsáveis e registros relacionados aos leads originais.

Integração com Webhooks

Recebendo Dados Externos via Webhook

  • Uma função chamada "receber lead" foi criada para processar informações recebidas através de webhooks provenientes de aplicativos externos.

Processamento dos Dados Recebidos

  • Os dados recebidos incluem informações como nome do lead e mensalidade; esta última é convertida em potencial anual multiplicando por 12.

Testes Finais com Webhook

  • Exemplos práticos mostraram como leads são criados automaticamente com base nos dados enviados via webhook; isso inclui validações adicionais sobre qualificações antes da criação final dos registros.

Este resumo detalha as etapas envolvidas na configuração e execução das automações dentro do sistema low code discutido na transcrição.

Como Funciona o Consumo em Low Code?

Introdução ao Web Hook e Consumo de Recursos

  • O apresentador menciona a satisfação com a existência do web hook, destacando sua importância no contexto de low code.
  • Esclarece que o consumo em low code não é medido apenas em gigabytes, mas sim em "gigabytes por segundo", enfatizando que o tempo é uma métrica crucial para processamento.

Eficiência do Código

  • Um código eficiente consome menos memória e tem um tempo de processamento menor, resultando em custos mais baixos.
  • O uso de métodos como "slips" pode aumentar significativamente o consumo se não forem geridos adequadamente, pois prolongam o tempo de execução.

Cálculo do Consumo

  • O cálculo do consumo é uma multiplicação entre gigabytes e segundos; 250 GB/mês é considerado suficiente para muitos usuários.
  • É possível contratar adicionais acessíveis caso haja necessidade de maior capacidade devido a integrações ou processamento intensivo.

Monitoramento e Otimização

  • Sugere-se monitorar funções específicas que podem estar consumindo mais recursos, comparando com contas de energia elétrica para facilitar a compreensão.
  • Automação longa tende a consumir mais recursos; no entanto, automações low code são geralmente eficientes, com exemplos práticos mostrando baixo consumo.

Dicas Práticas e Considerações Finais

  • Recomenda-se evitar "slips" desnecessários para não aumentar o consumo sem motivo.
  • O plano padrão oferece 250 GB/mês, enquanto planos maiores oferecem até oito vezes essa capacidade.
  • A equipe está aberta a perguntas sobre low code e sugere realizar lives com exemplos práticos para aprofundar conhecimentos.
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