Kendall Soulen, "Why Did God Choose the Jews?," November 2, 2022

Kendall Soulen, "Why Did God Choose the Jews?," November 2, 2022

Música de fundo

Palestra: Por que Deus escolheu os judeus?

Visão geral da seção: O palestrante é apresentado e começa a falar sobre o tema da palestra.

Introdução

  • O palestrante, Dr. Soulen, é apresentado e recebe aplausos.
  • Ele agradece e menciona que nasceu em Boston há 63 anos atrás.
  • Ele está honrado por ser convidado pelo Centro de Aprendizado Cristão-Judaico para oferecer a palestra John Paul II em relações cristã-judaicas.

Por que Deus escolheu os judeus?

  • A pergunta "Por que Deus escolheu os judeus?" pode ser entendida de duas maneiras diferentes.
  • De acordo com Deuteronômio 7, Deus escolheu Israel porque ele amava o povo.
  • Autores cristãos frequentemente ecoam essa resposta.
  • A tradição judaica oferece várias respostas possíveis para a mesma pergunta, mas muitas vezes chega à mesma conclusão dos autores cristãos - que a eleição de Israel é simplesmente uma questão do amor divino inexplicável.

Qual foi o objetivo da escolha de Deus?

  • Dada a escolha de Deus pelos judeus, qual foi o objetivo ou propósito dessa escolha? Essa é outra pergunta difícil de responder completamente.

Propósito da Eleição de Israel

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as diferentes maneiras pelas quais a tradição judaica e cristã conectam o propósito de Deus em escolher os judeus com Seu propósito redentor para toda a humanidade.

Conexão entre o propósito de Deus e a eleição dos judeus

  • A tradição judaica conecta o propósito de Deus em escolher os judeus com o presente da Torá e com a relação única entre Deus e o povo judeu que a Torá torna possível.
  • Em contraste, a tradição cristã conecta o propósito de Deus em escolher os judeus com o envio do Messias, Jesus Cristo, e com a relação entre Deus e a humanidade que Jesus Cristo tornou possível.

Propósito da eleição dos judeus na perspectiva católica romana

  • De acordo com Roy Schoeman, na perspectiva católica romana, Deus escolheu os judeus para preparar um caminho para a encarnação do segundo membro da Santíssima Trindade.
  • Os judeus foram escolhidos para aprender sobre o verdadeiro Deus, serem separados das outras tribos ao seu redor e preparar uma virgem pura para dar à luz ao Filho de Deus.

Dificuldades na resposta cristã ao propósito da eleição dos judeus

  • A resposta de Schoeman sugere que Israel serve como meio para um fim, a vinda do Messias.
  • Isso implica que, uma vez que o Messias tenha vindo, o pacto de Deus com Israel terá servido ao seu propósito e Israel não terá mais razão para existir.
  • No entanto, isso entra em conflito com a resposta à primeira pergunta sobre por que Deus escolheu Israel - porque Ele os amava.

Conclusão

  • Embora haja algumas características fortes na resposta de Schoeman, há dificuldades em reconciliá-la com a resposta à primeira pergunta.
  • Qualquer conta cristã do propósito da eleição dos judeus enfrenta essa dificuldade.

Deus ama Israel de uma maneira especial?

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a obra do estudioso do Antigo Testamento e missiólogo Christopher Wright. Ele enfatiza que o Deus do Antigo Testamento tem um nome próprio pessoal, O Sagrado Tetragrama, e destaca a eleição de Israel por HaShem como instrumental para servir ao amor de Deus pelo mundo.

A narrativa bíblica

  • A narrativa bíblica consiste em quatro episódios principais: Criação, Queda, Redenção em Jesus Cristo e Consumação Final.

O nome pessoal de Deus

  • O Deus do Antigo Testamento tem um nome próprio pessoal, O Sagrado Tetragrama.
  • É importante lembrar que o Deus bíblico tem esse nome porque ele não é um Deus genérico, mas um Deus muito particular.

A eleição de Israel

  • HaShem inaugurou a história da salvação chamando Abraão e dedicando atenção à aliança entre Deus e os descendentes escolhidos de Abraão.
  • Segundo Wright, a eleição de Israel é instrumental e não um fim em si mesma.
  • Isso torna difícil para Wright afirmar simplesmente que "Deus ama Israel como Israel". Em vez disso, God elects Israel as an instrument to serve God's love for the world (Deus elegeu Israel como um instrumento para servir o amor de Deus pelo mundo).

O amor de Deus

  • Wright afirma que o amor inexplicável de Deus é a base da eleição de Israel, mas não que foi direcionado a Israel. Em vez disso, o amor de Deus é amor pelo mundo.
  • HaShem é o Deus que ama amar e especialmente amar os necessitados e os estrangeiros. Desde que os israelitas estavam nessa condição necessitada no Egito, Deus agiu em caráter, fazendo por Israel o que normalmente faz pelos outros.

O amor de Deus por Israel

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a interpretação de Christopher Wright sobre o amor de Deus por Israel e oferece críticas à sua abordagem.

A interpretação instrumental de Wright

  • Wright argumenta que o amor do pacto de Deus com Israel é especial porque Deus usa Israel como instrumento escolhido para mostrar ao mundo que tipo de Deus Ele realmente é.
  • O palestrante critica a interpretação instrumental de Wright, afirmando que há algo quase caricatural na maneira como ele tenta desviar a atenção do leitor do fato afirmado com tanta frequência no Antigo Testamento: que Deus ama Abraão e escolheu seus descendentes de uma maneira especial.

Problemas com a abordagem de Wright

  • A abordagem instrumental falha em fornecer uma plataforma viável para entender a missão da igreja.
  • Um Deus que usa Seu povo escolhido apenas como um instrumento é improvável que seja muito atraente para qualquer pessoa.
  • A abordagem supersessionista da proposta de Wright nega que os judeus ainda são o povo eleito de Deus hoje.

Uma compreensão cristã da eleição de Israel

  • O palestrante apresenta uma compreensão cristã da eleição de Israel, afirmando que Deus escolheu Israel por um amor inexplicável e em um sentido teleológico orientado para Jesus Cristo.
  • A compreensão rabínica da eleição de Israel é que ela deve santificar o nome de Deus e ser um povo santo dedicado ao serviço de Deus.

A relação vertical e horizontal de Israel

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a relação vertical e horizontal de Israel.

A dimensão vertical

  • Embora ambas as cláusulas tenham implicações horizontais, como Israel santifica o nome de Deus e existe como um povo santo em serviço a Deus, essa é a dimensão vertical.
  • A relação entre Israel e Deus é a principal finalidade da eleição de Israel.

A dimensão horizontal

  • Israel vive em um mundo caído habitado por nações que podem observar o que está acontecendo e tirar suas próprias conclusões - esta é a dimensão horizontal.
  • Presumivelmente, Deus pode escolher atribuir alta importância à relação horizontal entre Israel e as nações.
  • No entanto, não é o acesso primário do propósito da eleição de Israel, que permanece na dimensão vertical entre Israel e Deus.

Diferenças nas definições do propósito da eleição de Israel

  • Christopher Wright define o propósito da eleição de Israel exclusivamente em termos horizontais: "Israel existe para abençoar as nações".
  • Os rabinos definem o propósito da eleição de Israel usando dois nomes próprios: HaShem (Deus) e Yisrael (Israel).
  • Implicações significativas fluem do fato dos rabinos definirem o propósito da eleição de Israel usando dois nomes próprios.

A importância dos nomes próprios

  • Os nomes próprios são usados para objetos não fungíveis, objetos que não podem ser substituídos.
  • Na Bíblia, HaShem é retratado como um ser transcendente e não fungível que pode escolher fazer sua não fungibilidade, sua insubstituibilidade esfregar em quem ele interage.
  • É por isso que os rabinos estão certos em definir o propósito da eleição de Israel com referência a dois nomes próprios: HaShem e Israel. Eles definem os polos de uma relação que, como seus participantes, é insubstituível.

David perdeu Absalom

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de Absalom para Davi e como sua morte afetou Davi. Ele também compara essa história com outras histórias bíblicas que mostram o amor incondicional de Deus por seu povo.

A importância de Absalom para Davi

  • David perdeu um filho, mas não qualquer filho, ele perdeu Absalom.
  • O uso repetido do nome próprio "Absalom" por Davi enfatiza a irreplaceabilidade da criança que se foi.

Comparação com outras histórias bíblicas

  • O palestrante compara esta história com outras histórias bíblicas que mostram o amor incondicional de Deus por seu povo.
  • Ele cita um verso de Jeremias que expressa a tristeza e arrependimento de Deus em relação ao seu povo.
  • Ele menciona Jesus e Paulo como exemplos de pessoas que participam do amor incondicional de Deus pelo seu povo.

A irreplaceabilidade do povo judeu no coração de Deus

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância do povo judeu para Deus e como isso é diferente das visões apresentadas por outros estudiosos da Bíblia.

Falta de apreciação pela irreplaceabilidade de Israel

  • O palestrante critica a visão de Christopher Wright sobre a narrativa bíblica por não apreciar a irreplaceabilidade do povo judeu no coração de Deus.

A questão da irreplaceabilidade de Israel

  • O palestrante discute como a Bíblia explora explicitamente a questão da irreplaceabilidade do povo judeu no coração de Deus.
  • Ele menciona o incidente do bezerro de ouro como um exemplo da falha inicial do povo judeu em cumprir sua vocação.
  • Ele cita as palavras de Deus em Êxodo 32, que sugerem que ele substituirá o povo judeu por outro povo.
  • No entanto, Moisés intercede e lembra a Deus da aliança que ele fez com o povo judeu.
  • O palestrante argumenta que, ao fazer uma aliança com o povo judeu, Deus tornou seu relacionamento com esse povo uma parte interna de seu auto-relacionamento.

O amor misterioso de Deus por Israel

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explora a relação entre Deus e Israel, destacando como o amor misterioso de Deus por Israel é fundamental para entender a história bíblica.

A santificação do nome de Deus

  • Os profetas registram como Deus adota o povo de Israel em seu próprio raciocínio quando fala com eles.
  • Deus está preocupado em santificar Seu nome aos olhos das nações, mas a única maneira que Ele pode fazer isso é honrando o status não fungível que Ele concedeu ao povo que escolheu.
  • O status de HaShem entre as nações continua sendo um reflexo da relação de HaShem com Israel.

A escolha dos judeus

  • A mesma linha de raciocínio informa as reflexões de Paulo em Romanos 9 a 11.
  • Por que Deus escolheu os judeus em vez de algum outro povo?
  • Não foi porque o amor de HaShem aconteceu por acaso sobre um povo que já tinha o nome Israel. Em vez disso, o amor de HaShem cria Israel chamando-o pelo nome.

Identidade não fungível

  • Ao chamar a comunidade de Israel à existência pelo nome, Deus concede a esse povo uma identidade não fungível, uma semelhança muito distante da própria identidade não fungível de HaShem.
  • A identidade de Israel é não fungível, mas não inflexível.

O Propósito da Eleição de Israel

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a compreensão cristã do amor inexplicável de Deus em Cristo direcionado a todos os filhos de Adão, mas com uma forma especial para Israel que os diferencia dos outros povos.

Amor Inexplicável de Deus por Israel

  • De acordo com a compreensão cristã, o amor inexplicável de Deus em Cristo é direcionado a todos os filhos de Adão desde antes da fundação do mundo, tanto judeus quanto gentios.
  • No entanto, o amor de Deus por Israel assume uma forma especial que os diferencia dos outros povos.
  • Somente Israel existe como um povo familiar, tribo e nação que Deus chamou pelo nome e escolheu para se relacionar pelo nome.
  • Nascer judeu significa nascer em uma linhagem humana com um nome adequado atribuído a ela pela palavra bíblica explícita e autoritária do Deus.
  • Tornar-se judeu significa ser adotado nesta mesma linhagem.
  • Nenhum gentio nasce em uma linhagem desse tipo, nem pode um gentio adquirir uma linhagem desse tipo sem se tornar judeu.

Gentios e Judeus

  • Como criaturas feitas à imagem de Deus, os gentios, assim como os judeus, possuem identidades não fungíveis com o que Kierkegaard chamou de um nome divinamente entendido.
  • Os gentios, assim como os judeus, vêm ao mundo chamados e cercados pelo amor de Deus, mas esse amor opera entre os gentios de maneira diferente do que por meio da palavra autoritária de Deus que nomeia e reivindica as comunidades natais às quais pertencem.
  • A igreja não existe da mesma forma que Israel. A igreja é o corpo de Cristo, que é a palavra encarnada de Deus e o redentor tanto dos judeus quanto dos gentios.
  • Mas a igreja não é um nome próprio nem uma linhagem humana de qualquer tipo.
  • Tertuliano estava correto. Os cristãos são feitos, não nascidos.
  • Judeus e gentios batizados em Cristo são nascidos do alto. Eles estão unidos a Cristo e uns aos outros em um novo grupo espiritual que compartilha o endereço filial de Jesus a Deus e é uma amostra da nova criação.

Propósito da Eleição

  • O palestrante aborda a pergunta "Para qual fim Deus escolheu os judeus?"
  • É uma questão desafiadora para os cristãos responderem porque eles devem afirmar o amor de Deus por Israel como Israel e, ao mesmo tempo, afirmar que Deus chamou Israel pelo nome para Jesus Cristo, o salvador do mundo.
  • Para resolver a tensão, é necessário entender a definição do propósito da eleição de Israel como santificar o nome de Deus e ser um povo santo dedicado ao serviço de Deus.
  • Os cristãos devem distinguir claramente entre entender Israel como instrumento de Deus que Ele usa e entender Israel como amado por Deus cujo serviço Ele exige.
  • A eleição de Israel não se reduz ao serviço, mas flui do amor misterioso de Deus pelos escolhidos.

O papel de Israel como servo em relação a Jesus Cristo

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel de Israel como servo em relação a Jesus Cristo e como isso é importante para os cristãos entenderem.

A natureza do papel de servo de Israel

  • Os cristãos precisam entender qual é o papel de servo de Israel em relação a Jesus Cristo.
  • Qual é a natureza do papel de servo de Israel em relação a Jesus Cristo?

A resposta adequada

  • A resposta adequada pode ser encontrada nas palavras do mensageiro angelical que falou com Maria.
  • O anjo disse: "E agora você conceberá no seu ventre e dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus".

Ênfase correta

  • É possível ler este versículo enfatizando a primeira metade, ou seja, o papel de Maria como aquela que poderia dar sua carne e sangue para ser a carne e sangue do Deus-homem.
  • No entanto, o mais importante que Israel e Maria dão a Jesus reside na capacidade de ouvir e obedecer à segunda metade da mensagem do anjo. "Você vai chamá-lo Jesus".

Chamado divino

  • Antes mesmo da existência de Jesus, Deus o chamou para ser Seu filho amado e Seu servo, nessa ordem.
  • Para que Deus pudesse chamar Jesus por nome dessa maneira, Ele já havia chamado um povo pelo nome para ser Seu filho amado e Seu servo, nessa ordem.

Eleição de Israel

  • Somente um povo em quem o nome de Deus já havia sido impresso,
  • um povo consagrado à santificação do nome de Deus, um povo amado por si mesmo, somente tal povo poderia servir ao propósito salvífico de Deus para o mundo fornecendo a comunidade na qual a mãe do Messias poderia ouvir e obedecer ao comando. "Você vai chamá-lo Jesus".
  • Quando os cristãos entendem o propósito da eleição de Israel dessa maneira,
  • a distância que separa sua compreensão da auto-compreensão do judaísmo não desaparecerá,
  • mas ficará óbvio para os cristãos por que a eleição de Israel por Deus não tem data de validade.

O Nome

  • Embora no Novo Testamento o nome seja muito proeminente, é sempre referido obliquamente.
  • Então HaShem é usado como substituto para o nome divino.

Perguntas e Respostas

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante responde perguntas sobre seu discurso anterior.

Uso de HaShem

  • Por que HaShem é sua preferência?
  • O nome é muito proeminente no Novo Testamento, mas sempre referido obliquamente. HaShem é usado como substituto para o nome divino.

O Nome de Deus e o Povo de Israel

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância do nome de Deus e do povo de Israel na tradição judaica e cristã.

A importância do nome "HaShem"

  • O nome "HaShem" é frequentemente usado pelos judeus como uma forma de evitar dizer o nome sagrado de Deus em vão.
  • O uso do nome "HaShem" pode ajudar os cristãos a reconectar com o fato de que estão se referindo ao nome sagrado em uma forma oblíqua.
  • Michael Wyschogrod destaca a importância do nome "HaShem" em seu livro, The Body of Faith.

A relação especial entre Deus e Israel

  • O palestrante enfatiza a importância do nome tanto de Deus quanto de Israel.
  • Embora haja elementos universalistas na tradição israelita, há uma diferença fundamental entre Israel e as outras nações.
  • A relação duradoura com uma comunidade identificada pelo nome parece pertencer exclusivamente a Israel.

Comentários sobre Romanos 9

  • Matthew Tapie pergunta sobre Romanos 9 e se o conceito de Israel é expandido para incluir um novo Israel.
  • Não há consenso sobre a interpretação de Romanos 9, mas é difícil encontrar qualquer uso da palavra Israel que não se refira aos judeus.
  • A maioria das referências ao nome Israel no Novo Testamento se refere aos kinsman de Paulo depois da carne.

Conclusão

O palestrante discute a importância do nome sagrado de Deus e do povo de Israel na tradição judaica e cristã. Ele enfatiza a relação especial entre Deus e Israel, embora haja elementos universalistas na tradição israelita. O conceito de um novo Israel em Romanos 9 é debatido pelos estudiosos, mas a maioria das referências ao nome Israel no Novo Testamento se refere aos judeus.

A relação entre Israel e as nações

Visão geral da seção: Nesta seção, os palestrantes discutem a relação entre Israel e as nações. Eles exploram a ideia de que Israel é um meio para abençoar as nações e como isso pode ser entendido.

O papel de Israel como meio para abençoar as nações

  • [Dan] Os palestrantes discutem a narrativa patriarcal divergente em relação a Ismael.
  • Um constitutivo significa que algo é tanto um meio quanto uma parte constituinte do fim. Isso pode ajudar a entender o papel de Israel como meio para abençoar as nações.
  • David menciona que Israel vê seu papel como instrumental para abençoar as nações.
  • A linguagem do amado que presta serviço é usada por Kaminsky para descrever o relacionamento entre Deus e Israel.

O desafio pós-vinda do Messias

  • Se o papel de Israel está ligado à vinda do Messias, então qual é o papel deles após sua vinda?
  • Os cristãos precisam encontrar uma resposta para essa pergunta.

Reflexões sobre pertencimento judaico-cristão

  • Michael Wyschogrod ajudou o palestrante a entender-se como cristão enquanto mantinha sua identidade judaica.
  • Wyschogrod escreveu um panfleto direcionado aos judeus que consideravam o batismo, argumentando que era um erro grave para qualquer judeu se tornar batizado.
  • Embora Wyschogrod não concordasse com judeus batizados, ele ainda mantinha relacionamentos com eles.
  • A questão bíblica não é judaica versus cristã, mas sim judaica versus gentia.

A relação entre judeus e cristãos

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a posição dos judeus e gentios na Bíblia e como isso afeta a teologia cristã.

Gentios e Judeus

  • Os gentios são lembrados de sua identidade em relação a Deus.
  • A Bíblia fala sobre a relação entre Deus e os judeus no Antigo Testamento e Novo Testamento.
  • Os gentios não têm o direito de usurpar essa relação, independentemente de serem cristãos ou não.
  • Isso é importante para entender a distinção entre judeus e gentios na Bíblia.

O nome de Deus

  • HaShem significa "O Nome" em hebraico.
  • O nome próprio de Deus é singularmente reverenciado na Bíblia. É diferente do nome Jesus Cristo.
  • O nome não é traduzido para outras línguas, apenas as coberturas são traduzidas. Adonai é traduzido como Kyrios em grego, mas nenhum desses nomes é o nome real.

Relação entre Israel, Cristianismo e Humildade

  • Kayko Driedger Hesslein pergunta se Deus escolheu Israel e o Messias cristão para ensinar humildade aos cristãos em sua relação com Deus.
  • Não há uma resposta clara para essa pergunta, mas o palestrante enfatiza que Deus chamou Jesus pelo nome e que isso é importante para entender a relação entre Israel, cristianismo e humildade.

O Messias Possível

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute como a comunidade é fundamental para tornar possível um Messias que possa entrar em um relacionamento de amor com as pessoas.

A Comunidade e o Messias

  • Jesus pode entrar em um relacionamento de amor com as pessoas porque ele vem de uma comunidade que Deus chamou pelo nome.
  • É a comunidade que torna possível esse tipo de Messias.
  • O papel de serviço do Messias é secundário ao seu papel principal, que é ser chamado pelo nome para um relacionamento de amor.
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Kendall Soulen, "Why Did God Choose the Jews? A Christian Reflection in Conversation with Jewish Thought" Prof. Kendall Soulen delivered the Center for Christian-Jewish Learning's 10th Annual John Paul II Lecture in Christian-Jewish Relations: "Why Did God Choose the Jews? A Christian Reflection in Conversation with Jewish Thought." Simple theological questions are often the hardest to answer. This lecture unpacks what the question means, what makes it so difficult for Christians to answer in a satisfactory way, and what a satisfactory Christian answer might be that is informed by Jewish thought. Kendall Soulen is Professor of Systematic Theology at Emory University. He is President of the Society for Post-Supersessionist Theology and served as President of the American Theological Society in 2016. His most recent book is "Irrevocable: The Name of God and the Unity of the Christian Bible" (Fortress Press, 2022). This lecture is based on chapter 4 in this book.