Manejo Terapêutico - Abuso Sexual etc

Manejo Terapêutico - Abuso Sexual etc

Saudação e Introdução

Visão geral da seção: Nesta seção, a professora saúda os alunos e começa a introduzir o tema do dia.

  • A professora cumprimenta os alunos: "Bom dia".
  • Música é tocada.
  • A letra da música é mencionada.
  • Aplausos são ouvidos.

Continuação da música

Visão geral da seção: Nesta seção, a música continua sendo tocada.

  • A música continua sendo tocada.

Introdução ao Manejo Terapêutico

Visão geral da seção: Nesta seção, a professora começa a introduzir o tópico do manejo terapêutico e chama uma aluna para compartilhar sua história de vida.

  • A professora cumprimenta os alunos novamente.
  • Os nomes dos alunos são mencionados.
  • O tópico do manejo terapêutico é introduzido.
  • Uma aluna chamada Bruna é convidada para compartilhar sua história de vida.

Problemas técnicos com áudio

Visão geral da seção: Nesta seção, há problemas técnicos com o áudio de Bruna e a professora tenta resolvê-lo.

  • Há problemas técnicos com o áudio de Bruna.
  • A professora tenta resolver o problema pedindo ajuda técnica.
  • Vários testes são feitos para verificar o áudio de Bruna.

Compartilhando História de Vida

Visão geral da seção: Nesta seção, Bruna começa a compartilhar sua história de vida.

  • Bruna cumprimenta a todos.
  • Ela menciona que está sendo curada e ainda tem dores.
  • Ela vem de uma família com quatro filhos e seus pais se separaram quando ela tinha 8 anos.
  • Houve muitas brigas entre seus pais antes da separação, incluindo agressões físicas por parte do pai contra a mãe.
  • Bruna é chorona desde criança e tem trauma com armas de fogo.
  • Seu pai é militar e pastor evangélico da Assembleia de Deus. Ele é narcisista e pastoreia desde os nove anos de idade.

Trauma de infância

Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre um trauma de infância que teve com seu pai.

Pai cortando a saia da mãe

  • Aos sete anos de idade, a palestrante viu seu pai cortar uma saia da mãe dela com uma faca.
  • O pai era recém-formado na Polícia Militar e havia pego emprestada a arma de um colega para ir a uma cidade vizinha.
  • A mãe sempre andava arrumada e esse dia o pai cortou sua saia todinha com a faca.
  • Para a palestrante, parecia que o pai estava fazendo aquilo com sua mãe.

Medo do pai

  • Depois desse episódio, a palestrante tinha medo do pai e não sabia como agir quando ele chegava em casa.
  • Ela descobriu mais tarde que esse medo estava relacionado ao trauma com armas de fogo.

Lembranças dolorosas

Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre algumas lembranças dolorosas relacionadas à igreja católica e à violência doméstica.

Música da igreja católica

  • A palestrante morava perto de uma igreja católica que tocava música todos os dias às 6 horas da tarde.
  • Ela não gosta de morar em lugares baixos e não gosta de ouvir música da igreja católica porque isso traz lembranças dolorosas.

Violência doméstica

  • A mãe da palestrante sofria violência doméstica do pai, que a humilhava e batia nela.
  • Ele também não deixava a mãe estudar e ela foi morar com ele quando ainda era muito jovem.
  • Depois que os pais se separaram, o pai sempre falava mal da mãe para os filhos e dizia que ela não gostava deles.
  • Ele chegou a ameaçar a vida da mãe da palestrante.

Conclusão

Visão geral da seção: Nesta seção, a palestrante conclui sua história sobre o trauma de infância e as lembranças dolorosas relacionadas à violência doméstica.

Separação dos pais

  • Quando tinha oito anos, a mãe da palestrante finalmente se separou do pai depois de sofrer por muitos anos.
  • O pai levou os filhos embora na primeira vez que ela foi embora, mas ela voltou depois disso.

Infância e Relação com o Pai

Visão Geral da Seção: Bruna fala sobre sua infância, a falta de comunicação com a mãe e a relação difícil com o pai.

Infância sem Comunicação

  • Na época, não tinham telefone fixo em casa.
  • A mãe sumiu e não havia meio de comunicação.
  • Profetas visitavam a casa e falavam coisas que não faziam sentido para Bruna.

Relação com o Pai

  • O pai era militar e trabalhava fora. Às vezes, levava as crianças para onde trabalhava.
  • Algumas pessoas eram contra o pai de Bruna, mas ele afastava todos da família.
  • Em 1994, o pai se casou novamente e exigia que a nova esposa colocasse as crianças de castigo.
  • As crianças ficavam horas de joelhos na calçada como castigo.
  • O pai ameaçou soltar Bruna caso ela quisesse ir embora procurar pela mãe.

Análise Psicológica do Pai

  • A psicóloga identifica traços narcisistas no comportamento do pai de Bruna.
  • Esses traços evoluíram para uma psicopatia quando ele impôs sofrimento físico às crianças como castigo.

A história de Bruna: a relação com o pai e a igreja

Visão geral da seção: Bruna fala sobre sua relação com o pai, que era pastor e abusivo, e como isso afetou sua vida na igreja.

Infância difícil

  • Bruna cresceu em Goiás e sempre ouviu apenas a versão do pai sobre a mãe não gostar da família.
  • Seu pai batia nela e nos irmãos, deixando marcas no corpo. Sua madrasta também sofria violência doméstica.
  • Aos 16 anos, seu pai bateu nela com três varas de vassoura, deixando feridas que infeccionaram.

Vida na igreja

  • Apesar das dificuldades em casa, Bruna sempre foi obediente e ativa na igreja.
  • Ela tinha medo de desobedecer ao pai por causa das ameaças violentas dele.
  • Um profeta disse ao seu pai que Deus estava satisfeito com ele, então ela sentiu que precisava ser ainda mais obediente para evitar problemas.

Conclusão

Bruna teve uma infância difícil por causa da violência doméstica do pai, mas encontrou refúgio na igreja. No entanto, ela também sentiu pressão para ser extremamente obediente por causa do comportamento abusivo do pai.

História de vida da Bruna

Visão geral da seção: Nesta seção, a Bruna fala sobre a história de vida dos seus pais e como isso afetou sua própria vida.

Pais da Bruna

  • O pai da Bruna tinha 17 anos quando seu avô lhe deu dinheiro para ingressar na Aeronáutica. Sua mãe tinha 15 anos e eles se conheceram em um campo de futebol.
  • A mãe da Bruna viveu um relacionamento abusivo com o pai que a registrou e criou, mas ela teve que fugir de casa por causa do abuso.
  • O pai da Bruna também veio de um relacionamento abusivo e é narcisista.

Vida pessoal da Bruna

  • Aos 16 anos, a Bruna levou o corpo do seu pai. Ela gostava muito de um rapaz na cidade onde morava, mas ele também era narcisista.
  • Seu pai sempre dizia que ela não seria feliz a menos que casasse com alguém como ele. Ela preferia morrer a casar com alguém assim.
  • Eles não podiam ir à igreja sem o consentimento do pai, pois ele era narcisista e controlador.

Infância e Relação com o Pai

Visão Geral da Seção: Nesta seção, a entrevistada fala sobre sua infância e a relação difícil que tinha com seu pai.

Escassez na Infância

  • A entrevistada relembra como sua família passou por escassez na infância.
  • Ela conta como usava calçados Ângela comprados pelo pai na promoção por R$ 10.
  • A entrevistada lembra que quando ganhava um calçado novo, ficava feliz, mas também triste porque era igual ao dos irmãos.

Relação com o Pai

  • O pai da entrevistada não permitia que ela comprasse roupas novas e sapatos caros.
  • Ela relembra as brigas constantes com o pai sempre que comprava algo para si mesma.
  • A entrevistada conta como vivia em alerta constante em casa e não podia sair ou receber amigos.
  • Ela relata uma situação em que seu namorado foi à sua casa e seu pai ameaçou agredi-la caso ela saísse de casa.
  • A entrevistada menciona outra situação semelhante em que seu pai a fez voltar para casa quando já estava na porta da igreja.
  • Ela afirma que seu pai nunca impôs nada diretamente, mas sempre deixava claro suas opiniões e desaprovações.
  • A entrevistada relembra uma conversa em que seu pai a ameaçou e disse que sua vida seria um inferno caso ela se casasse com seu namorado.
  • Ela conta como repreendeu as maldições do pai em nome de Jesus.

Conclusão

  • A entrevistada menciona que passou por muitos desafios e choros, mas acabou se casando com o namorado.

O Casamento de Bruna

Visão geral da seção: Bruna fala sobre seu casamento e as dificuldades que enfrentou para realizá-lo.

Dificuldades para o casamento

  • Bruna teve que se casar em uma igreja feia porque seu pai a chantageou.
  • Ela perdeu o emprego enquanto se preparava para o casamento.
  • Seu pai não queria bancar o casamento dela, mas ela havia bancado o da irmã.
  • Sua tia aconselhou-a a honrar seu pai e lembrá-la de que a presença de Deus era mais importante do que a aparência da igreja.

Relação com o pai

  • A tia de Bruna revela que seu pai transferiu todo ódio que tinha pela mãe delas para elas.
  • O padrasto de Bruna não permitiu que sua mãe fosse ao casamento.

Conclusão

Bruna enfrentou muitas dificuldades em relação ao seu casamento, incluindo chantagem emocional por parte do pai. Sua tia lhe ensinou a importância de honrar seus pais e lembrá-la da presença de Deus. Além disso, descobriu-se que seu pai transferiu todo ódio pela mãe dela para suas filhas.

A vida de Bruna

Visão geral da seção: Nesta seção, Bruna fala sobre sua relação com seu pai e como ela decidiu seguir seus sonhos.

Relação com o pai

  • O pai de Bruna não permitiu que ela voltasse para casa depois de morar com uma tia.
  • O pai queria que Bruna e sua irmã gravassem um CD, mas Bruna recusou porque achava que seria um investimento inútil.
  • Bruna queria estudar psicologia, mas não sabia que essa profissão existia na época. As pessoas sempre pediam conselhos a ela.
  • Quando o pai perguntou o que ela faria da vida, Bruna disse que iria se casar. Ele zombou dela, mas ela acabou se casando em setembro de 2004.

Casamento e superação

  • Depois de se casar, Bruna comprou uma cama, um fogão e um colchão baratos. Seu marido queria dar mais coisas a ela, mas ela estava feliz com o suficiente.
  • A relação abusiva do pai fez com que muitos pensassem que Bruna teria problemas semelhantes. No entanto, ela conseguiu superá-lo e proteger sua família.
  • A sensibilidade de Bruna é notável em como lidou com as dificuldades da vida.

O mundo e a superação

Visão geral da seção: Nesta seção, a entrevistada fala sobre o mundo e sua superação.

Casamento de Bruno e medo do pastor ditador

  • A entrevistada comenta que as pessoas não se manifestavam porque dói.
  • Ela tinha medo do pai e do pastor ditador, mas mesmo assim não saía da igreja.
  • As pessoas que o pastor pastoreava eram congregação Angela no meio do mato onde ninguém queria ir.

Luta para engravidar

  • A entrevistada comenta que era estéril e que descobriu aos 17 anos.
  • O médico disse que ela precisaria de uma intervenção médica para gerar filhos.
  • Ela sonhou com uma menina antes de ter sua primeira filha Giovana Larissa.

Depressão e problemas de saúde

  • A entrevistada teve depressão durante toda a vida.
  • Ela teve pedra no rim esquerdo em 2010 e quase morreu.
  • Hoje ela tem fibromialgia.

Conversa sobre religião e sexualidade

Visão geral da seção: Nesta seção, a mãe fala sobre uma conversa que teve com sua filha sobre religião e sexualidade. Ela também discute como lidou com a situação.

Conversa sobre religião e sexualidade

  • A filha revelou que não acreditava em Deus e era bissexual.
  • A mãe conversou com uma pastora para obter conselhos.
  • A filha questionou por que Deus permitiria sua orientação sexual.
  • A mãe explicou que Deus deu seu único filho para salvar a humanidade.

Confrontando o pai da filha

Visão geral da seção: Nesta seção, a mãe confronta o pai de sua filha sobre sua reação à orientação sexual dela.

Confrontando o pai da filha

  • O pai queria expulsar a filha de casa por causa de sua orientação sexual.
  • A mãe lembrou ao pai que ele é um líder na igreja e deve cuidar do lar como seu primeiro ministério.
  • A mãe comparou a situação com o trabalho do pai, onde ele não demite seus colaboradores quando eles cometem erros.

História pessoal marcada pela violência doméstica

Visão geral da seção: Nesta seção, a mãe compartilha um pouco mais sobre sua história pessoal, que foi marcada pela violência doméstica.

História pessoal marcada pela violência doméstica

  • A mãe cresceu em um ambiente violento, com um pai narcisista e psicopata.
  • A mãe menciona a esterilidade e como ela pode ser causada por uma variedade de fatores fisiológicos.

A figura paterna e a substituição emocional

Visão geral da seção: Nesta seção, a terapeuta discute como a falta de uma figura paterna pode afetar as mulheres emocionalmente e levar à busca por um marido para preencher esse vazio. Ela também menciona como a adoção pode ajudar nesse processo.

Substituindo a figura paterna

  • A falta de uma figura paterna pode fazer com que as mulheres se tornem estéreis emocionalmente.
  • As mulheres podem buscar um marido para preencher o vazio deixado pela ausência do pai.
  • A adoção pode ajudar na substituição da figura paterna.

Falar sobre dor e aflições

Visão geral da seção: Nesta seção, a terapeuta fala sobre a importância de falar sobre dor e aflições com os filhos, em vez de apenas enfatizar que Deus é bom.

Falando sobre dor

  • É importante falar com os filhos sobre nossa dor e aflições.
  • Devemos ser claros e coerentes ao falar sobre nossas experiências difíceis.
  • Devemos lembrar que no mundo teremos aflições.

Lidando com traumas na infância

Visão geral da seção: Nesta seção, a terapeuta discute como lidar com traumas na infância, incluindo abuso sexual.

Abuso sexual na infância

  • A terapeuta faz uma ressalva sobre a culpa da mãe em relação à exposição da filha a histórias difíceis.
  • É importante que os filhos saibam sobre nossa dor, mas pode ser difícil para eles lidar com isso.
  • A terapeuta compartilha um exemplo de abuso sexual na família e como ela lidou com isso.
  • O marido da terapeuta reagiu de forma calma quando soube do abuso sexual cometido pelo pai dele.

Perdoando o abusador

Visão geral da seção: Nesta seção, a terapeuta discute o processo de perdoar um abusador e as possíveis consequências de denunciar ou não denunciar o crime.

Perdoando o abusador

  • A terapeuta compartilha sua decisão de perdoar o avô paterno que abusou de sua neta.
  • Ela menciona que foi criticada por não denunciar o crime, mas entende as dificuldades envolvidas em fazer uma denúncia formal.
  • A terapeuta fala sobre a importância de proteger outras vítimas potenciais sem expor sua própria filha.

Conclusão

Visão geral da seção: Nesta seção, a terapeuta conclui a sessão e reflete sobre os temas discutidos.

Reflexões finais

  • A terapeuta reflete sobre a importância de lidar com traumas e falar sobre dor.
  • Ela menciona que é importante perdoar, mas também proteger outras vítimas potenciais.
  • A terapeuta encerra a sessão.

Pedindo ajuda ao irmão Sebastião

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa está pedindo ajuda ao irmão Sebastião porque ela está em crise e precisa de ajuda.

Pedindo ajuda

  • A pessoa pede para ligar para o irmão Sebastião e dizer que sua esposa não está bem.
  • Ela pede para ele vir ajudá-la porque ela está em crise.

Medo do marido ir atrás do pai

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa tem medo de que seu marido vá atrás do pai dele depois de uma tragédia ter acontecido.

Medo do marido

  • A pessoa tem medo de que seu marido não vá trabalhar e vá atrás do pai dele.
  • Ela começa a chorar porque perdoou o pai dele pela tragédia, mas ainda é difícil lidar com isso.

Perdão é decisão

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa reflete sobre o perdão e chega à conclusão de que perdoar é uma decisão consciente.

Perdão consciente

  • A pessoa entende que perdoar não é um sentimento, mas sim uma decisão consciente.
  • Ela decide perdoar apesar da situação difícil em que se encontra.

Não permitir que o inimigo tire proveito da situação

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre como não quer permitir que o inimigo tire proveito da situação difícil em que se encontra.

Não permitir que o inimigo tire proveito

  • A pessoa não quer permitir que o inimigo tire proveito da situação difícil em que se encontra.
  • Ela acredita que essa história servirá como um testemunho e espera grandes coisas de Deus.

Clima tenso em casa

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre como o clima em casa está tenso depois de uma tragédia ter acontecido.

Clima tenso

  • O clima em casa está tenso e pesado.
  • O marido da pessoa nunca a agrediu fisicamente, mas ela sente a tensão no ar.

Conversa com os irmãos do marido

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre uma conversa que seu marido teve com seus irmãos após uma tragédia ter acontecido.

Conversa com os irmãos

  • O marido da pessoa conversou com seus irmãos sobre o ocorrido.
  • Alguns dos irmãos debocharam da situação enquanto outros foram mais compreensivos.

Cunhado faz perguntas inadequadas

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre como seu cunhado fez perguntas inadequadas sobre o ocorrido e sua filha adolescente.

Perguntas inadequadas do cunhado

  • O cunhado fez perguntas inadequadas sobre o ocorrido e sua filha adolescente.
  • Ele questionou se houve penetração e se ela já havia transado com algum namorado.

Reação da filha

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre a reação de sua filha à situação e como ela confrontou seu cunhado.

Reação da filha

  • A filha da pessoa ficou muito mal após o ocorrido.
  • Ela confrontou seu cunhado quando ele fez perguntas inadequadas e questionou a "cultura" de abuso em sua família.

Surto emocional

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre seus surtos emocionais após o ocorrido e como ela lida com eles.

Surto emocional

  • A pessoa tem surtos emocionais frequentes após o ocorrido.
  • Ela entra em seu quarto, tranca a porta e puxa seus cabelos para lidar com suas emoções intensas.

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Vivendo Sozinha Novamente

Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre como viveu sozinha novamente e como ela e seu marido decidiram mostrar ao mundo o Cristo que eles pregam.

Decidindo Mostrar ao Mundo o Cristo que Pregam

  • A palestrante sentiu vontade de mostrar ao mundo o Cristo que ela e seu marido pregam.
  • Ela decidiu não levar uma pessoa para a justiça, mas queria ouvir a confissão da boca dela.
  • A cunhada do acusado informou-o sobre a situação e ele foi até a casa da palestrante para confessar.
  • Ele fez um discurso, pediu perdão e disse que Deus lhe mostrou um sonho.

Não Satisfeita com o Desfecho

Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre como não ficou satisfeita com o desfecho da história após perdoar o acusado.

Querendo Ouvir a Verdade

  • A palestrante olhou nos olhos do acusado e disse que o perdoava.
  • Ela não estava satisfeita com o desfecho da história porque sabia que era mentira.
  • Ela queria ouvir toda a verdade da boca dele.
  • Ela tentou entrar em contato com ele várias vezes, mas sem sucesso.

Desafio de Jejum e Oração

Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre como desafiou o acusado a fazer um jejum e oração com ela.

Desafio de Jejum e Oração

  • A palestrante desafiou o acusado a fazer um jejum e oração com ela.
  • Ela queria que Deus trouxesse à tona a causa de todo o inferno que ela viveu nos últimos dois anos.
  • Ele aceitou o desafio, mas tentou impor suas próprias regras.
  • A palestrante insistiu em seguir suas próprias regras.

Verdade Finalmente Revelada

Visão Geral da Seção: Nesta seção, a palestrante fala sobre como finalmente ouviu toda a verdade da boca do acusado.

Ouvindo Toda a Verdade

  • Após cerca de 40 minutos ao telefone, o acusado finalmente contou toda a história para a palestrante.
  • Ele perguntou por que ela não lhe falou antes sobre tudo o que sabia.
  • A palestrante explicou que era como quando Saul perseguia Davi na Bíblia - Deus permitiu que Davi cortasse um pedaço da capa de Saul para provar sua inocência.
  • A verdade foi revelada no dia nacional ao combate ao abuso sexual e exploração da criança e do adolescente.

Confissão do Pai

Visão geral da seção: Bruna conta a história de como seu pai confessou ter abusado sexualmente de sua filha e como ela lidou com a situação.

Confissão do Pai

  • Bruna conta que seu pai chorava muito quando ela falava com ele antes, mas hoje em dia ele está mais calmo.
  • Ela diz que é possível que ele tenha mudado.
  • Bruna afirma que é correto dar uma segunda chance para as pessoas.
  • Seu pai contou toda a história e assumiu o que fez. Ele disse que o olhar de perdão de Bruna curou seus olhos como duas flechas.
  • Bruna agradeceu a Deus por ter caído nas mãos dela, pois se tivesse caído nas mãos de qualquer um dos seus filhos, estaria na cadeia agora.
  • Ela menciona que mesmo nas mãos dos filhos, eles saberiam lidar com a situação corretamente.
  • O pai confessou diante de todos os familiares e amigos.
  • Bruna protegeu seus filhos e isolou-os de muitas pessoas após descobrir o abuso sexual cometido pelo avô.
  • Ela exigiu que seu sogro resolvesse o problema porque era dele e não dela.
  • O cunhado sugeriu chamar a polícia, mas Bruna decidiu não fazer isso.
  • Bruna exigiu que seu pai confessasse o que fez e cada um agisse como achasse melhor.
  • Ela isola seus filhos de muitos parentes, vizinhos e amigos por ser terapeuta há muitos anos.
  • Bruna louva a Deus por ter tido a graça sobrenatural para conduzir a situação com sabedoria e perdão.

O Pastor Canalha

Resumo da Seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre um pastor que abusou de sua própria neta e como ele não tem nada de religioso.

O Pastor Canalha

  • O pastor é descrito como um canalha e um lobo travesti.
  • Ele confessou o abuso para todo mundo, mas ainda há pessoas que o apoiam.
  • A filha do pastor também foi vítima de abuso por parte dele.
  • Uma pessoa criticou a pessoa por brincar com os sentimentos dos outros durante uma sessão de atendimento psicológico.

Cuidando da Filha

Resumo da Seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre cuidar de sua filha e como isso deve ser prioridade em relação ao trabalho.

Priorizando a Filha

  • A pessoa afirma que sua filha é sua prioridade e que ela sempre vem em primeiro lugar.
  • A pessoa menciona ter passado por dificuldades pessoais enquanto fazia estágio e autoescola, mas recebeu apoio das pessoas ao seu redor.
  • A pessoa destaca que as pessoas que ganham atendimentos gratuitos são muitas vezes as mais exigentes e difíceis de lidar.
  • Durante uma aula na autoescola, a instrutora ajudou a pessoa a superar suas dificuldades emocionais.

Terapia para a Filha

Resumo da Seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre a terapia que sua filha está fazendo e como isso tem ajudado.

Terapia para a Filha

  • A filha da pessoa passou por um surto emocional em casa.
  • A filha está sendo atendida por uma psicanalista chamada Josiane.
  • A pessoa menciona que a terapeuta de sua filha é muito boa e que ela mudou bastante desde o início do tratamento.

Respeito ao Ser Humano

Resumo da Seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre respeitar os sentimentos das pessoas durante sessões de atendimento psicológico.

Respeito ao Ser Humano

  • A pessoa destaca que não apagou o relato de uma cliente porque ela estava brincando com seus sentimentos.
  • Durante uma sessão de atendimento, uma cliente criticou a pessoa por não respeitar seus sentimentos.
  • Uma cliente ameaçou entrar em contato com outra pessoa para reclamar do atendimento recebido.
  • A pessoa afirma que tem provas para mostrar caso seja necessário.

Sobrevivendo a um infarto

Visão geral da seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre como sobreviveu a um infarto e como Deus a ajudou durante esse momento difícil.

Infarto e conversa com Deus

  • A pessoa conta que passou na prova escrita e prática para tirar sua carteira de motorista.
  • Ela relata que sofreu um infarto em casa, mas não chamou seu esposo porque ele precisava trabalhar cedo. Ela conversou com Deus e pediu para não partir porque tinha uma filha que precisava dela.
  • A pessoa conta que procurou ficar calma e controlar sua respiração enquanto sofria o infarto. Ela pediu para Deus devolver sua vida.
  • O irmão da pessoa ligou para ela no dia seguinte perguntando se ela estava bem. Ele recomendou que ela fosse ao hospital fazer exames.

Tratamento médico

  • A pessoa foi sozinha ao hospital fazer exames. A médica disse que ela parecia ter muita ansiedade e depressão, então recomendou terapia.
  • A médica também prescreveu remédios para controlar a ansiedade da pessoa. Ela marcou um exame para verificar seu estado de saúde.
  • Depois disso, a pessoa se mudou com sua família para outra cidade.

Encontro religioso

  • Em uma festa em outubro, a pessoa chorou muito porque sua filha não estava com ela. Ela pediu a Deus para ficar com sua filha.
  • Mais tarde, a pessoa sentiu uma angústia tão grande que foi cortar um frango no tanque. Ela pediu a Deus para falar com ela naquele dia.
  • Na igreja, um pregador apontou o dedo para a pessoa e disse que Deus tinha uma mensagem para ela.

O Pregador Fala Sobre Infarto e Emoções

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o pregador fala sobre infartos e como as emoções podem afetar a saúde do coração.

Infarto Fulminante

  • O pregador menciona que muitas pessoas não sabem que um infarto pode ser causado por emoções.
  • Ele também menciona a síndrome do coração partido, que é um tipo de infarto fulminante que pode ocorrer quando a dor emocional é muito grande.
  • Ele enfatiza que os terapeutas precisam estar cientes das emoções dos pacientes para ajudá-los a evitar problemas de saúde.

A Importância do Acompanhamento Terapêutico

  • O pregador pergunta se alguém está atendendo Bruna no Instituto.
  • Ele explica que o Instituto oferece quatro consultas gratuitas para aqueles que precisam de ajuda.
  • Ele ressalta a importância do acompanhamento terapêutico e como ele pode ajudar as pessoas a superar suas lutas emocionais.

Lidando com Traumas Passados

  • O pregador compartilha sua própria experiência de ter sido abusado sexualmente quando criança e como isso afetou sua vida adulta.
  • Ele enfatiza que todos enfrentam lutas emocionais em algum momento da vida e encoraja as pessoas a procurarem ajuda quando necessário.

Tarefa de Casa

  • O pregador dá uma tarefa de casa para Bruna e incentiva-a a anotar suas emoções e pensamentos em um papel.

Abandono do calmante e ressignificação da dor

Visão geral da seção: Nesta seção, Ângela fala sobre como a psicanálise a ajudou a abandonar o uso de calmantes e como é possível ressignificar a dor.

Abandono do calmante

  • Após iniciar a psicanálise, Ângela conseguiu abandonar o uso de amitriptilina.
  • A psicanálise foi fundamental para que ela pudesse lidar com suas dores sem recorrer ao uso de medicamentos.

Ressignificação da dor

  • Nenhuma dor é tão grande que não possa ser superada em até três minutos.
  • Deus dá muita graça para conseguirmos ressignificar nossas dores.
  • Ouvir terapeuticamente as amigas pode ajudar na cura.
  • Bruna tem muito para ensinar às outras mulheres por causa de sua história de superação.

Suporte terapêutico e dificuldades pessoais

Visão geral da seção: Nesta seção, Ângela oferece suporte terapêutico à Bruna e discute algumas das dificuldades pessoais que ela enfrenta.

Suporte terapêutico

  • Gisele Cristina e Angélica estão disponíveis para ouvir Bruna.
  • Ouvir terapeuticamente as amigas pode ajudar na cura.

Dificuldades pessoais

  • Deus não está satisfeito com o histórico paterno e casamento de Bruna.
  • Bruna precisa relaxar a mente e acalmar o coração para lidar com suas dificuldades.
  • Escrever sobre sua história pode ajudá-la a ressignificar suas dores.
  • A sugestão de manejo na história é escrever sobre infância, adolescência e casamento, detalhando as partes que marcaram sua vida.

Fé em Deus e superação

Visão geral da seção: Nesta seção, Ângela encoraja Bruna a ter fé em Deus e a continuar lutando pela superação.

Fé em Deus

  • Bruna deve confiar que Deus irá ressignificar sua história.
  • Agradecer a Deus por estar sempre presente ajuda na superação das dificuldades.

Superação

  • Escrever sobre sua história pode ajudar Bruna a encontrar pontos importantes para ressignificação.
  • A sugestão é escrever sobre infância, adolescência e casamento, detalhando as partes que marcaram sua vida.

Projetando o futuro

Visão geral da seção: Nesta seção, Bruna questiona a convidada sobre suas expectativas para o futuro e como ela vê sua filha em 5 ou 10 anos. Também discutem sobre as ferramentas de cura e como a dor pode ser transformada em remédio.

Expectativas para o futuro

  • A convidada espera alívio para muitas vidas.
  • Ela espera que sua filha se torne uma terapeuta.

Ferramentas de cura

  • As ferramentas são apenas materiais que podem ajudar na cura, mas não são essenciais.
  • A dor pode ser transformada em remédio para outras pessoas no futuro.

O que poderia ter sido pior?

Visão geral da seção: Nesta seção, Bruna pergunta à convidada o que poderia ter sido pior em relação à história com seu pai e sogro. Eles também discutem sobre a importância de encontrar a coluna fundamental para superar os desafios.

Pior cenário possível

  • Seu pai era um narcisista e poderia ter sido pior se ela tivesse se casado com ele.
  • Com seu marido, poderia ter sido pior se ele tivesse matado seu sogro e sido preso ou cometido suicídio na cadeia.

Encontrando a coluna fundamental

  • A convidada percebeu que Deus usou sua dor para ajudar outras pessoas no futuro.
  • É importante encontrar a coluna fundamental para superar os desafios.

Conclusão

Visão geral da seção: Nesta seção, Bruna e a convidada concluem a sessão de manejo e discutem sobre como escrever um testemunho. Eles também falam sobre o impacto da história da convidada na vida de outras pessoas.

Escrevendo um testemunho

  • Bruna sugere que os alunos escrevam seus próprios testemunhos.
  • A história da convidada pode ser uma fonte de inspiração e encorajamento para outras pessoas.