EMAÚS -  Paulo Borges Júnior

EMAÚS - Paulo Borges Júnior

Conflito com a igreja e encontro com Deus

Visão geral da seção: O palestrante relata um conflito pessoal com a igreja e como isso o levou a questionar sua fé. Ele menciona que muitos jovens desejam ter uma conexão com Deus, mas não se sentem representados pela instituição religiosa.

  • O palestrante tinha um conflito com a igreja desde jovem, pois sentia que ela não traduzia sua crença em Deus.
  • A pesquisa revelou que muitos jovens desejam ter uma conexão com Deus, mas não se identificam com a igreja.
  • Muitas vezes, a igreja representa Deus de forma distorcida e inautêntica.
  • A palavra de Deus diz que toda a criação aguarda os filhos de Deus se revelarem.

A cidade imatura e o propósito da igreja

Visão geral da seção: O palestrante discute sobre o papel da igreja na transformação da sociedade. Ele enfatiza que é responsabilidade da igreja cumprir seu propósito de trazer o Reino de Deus à terra.

  • A cidade sofre porque a igreja ainda é imatura e não cumpriu seu papel transformador.
  • É importante entender que a salvação não é um fim em si mesma, mas sim um propósito para cumprir.
  • A igreja de Goiânia tem uma vocação evangelística forte, mas nem sempre completa o processo de cumprir seu propósito.
  • O objetivo da igreja é trazer o Reino de Deus à terra.

Relação com a igreja europeia e revitalização

Visão geral da seção: O palestrante compartilha sua experiência de trabalhar com a igreja na Europa e como isso contribuiu para o processo de revitalização.

  • O palestrante teve a oportunidade de trabalhar com a igreja na Europa em um processo de revitalização.
  • A visão era ver pais espirituais se convertendo em filhos e filhos se convertendo em pais.
  • A responsabilidade da igreja é abençoar aqueles que foram seus pais espirituais e incluí-los no processo de revitalização.
  • A cidade de Goiânia também passou por um processo de crescimento e desenvolvimento, assim como a igreja.

O propósito da salvação

Visão geral da seção: O palestrante reflete sobre o propósito da salvação e como muitas vezes as pessoas se perdem ao focar apenas no resultado da salvação.

  • Muitas vezes, as pessoas se embriagam com o resultado da salvação e não cumprem seu propósito.
  • A salvação não é um fim em si mesma, mas sim uma oportunidade para cumprir um propósito.
  • É importante entender que fomos salvos para cumprir um propósito, não apenas para continuar sendo salvos.

Desafios do caminho de Emaús

Visão geral da seção: O palestrante menciona que o caminho de Emaús é desafiador e compartilha algumas recomendações literárias relacionadas à vida na igreja.

  • O caminho de Emaús é desafiador e requer discernimento.
  • O palestrante recomenda o livro "O Lugar Mais Seguro da Terra" como uma leitura terapêutica e curativa sobre a vida na igreja.
  • Também é mencionado o livro "DNA e Propósito" como um testemunho de vida na igreja.
  • O palestrante faz uma reflexão breve sobre a verdadeira República do Brasil.

Recomendações literárias

Visão geral da seção: O palestrante compartilha algumas recomendações literárias relacionadas à vida na igreja.

  • É recomendado o livro "O Lugar Mais Seguro da Terra" como uma leitura terapêutica e curativa sobre a vida na igreja.
  • Também é mencionado o livro "DNA e Propósito" como um testemunho de vivência da igreja.
  • Esses livros oferecem orientações sobre a comunidade redentora e terapêutica.

A República como Casa que Abriga Pessoas de Toda Tribo, Meu Povo, Raça e Nação

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante reflete sobre a importância da república como um lugar que acolhe pessoas de diferentes origens e nacionalidades.

Reflexão sobre a República como Casa para Todos

  • A república é um espaço inclusivo que abriga pessoas de todas as tribos, povos, raças e nações.
  • É importante refletir sobre essa ideia e considerar o papel da república em acolher e unir diferentes grupos.

Investimento na Produção do Trabalho

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre a importância de investir na produção do trabalho e compartilha uma reflexão sobre recursos financeiros.

Investindo Recursos Financeiros no Trabalho

  • É possível investir recursos financeiros além do valor quantificado para continuar produzindo um trabalho.
  • Mesmo sem recursos financeiros suficientes, não há problema em compartilhar conteúdo. Acredita-se que os recursos serão levantados para possibilitar o compartilhamento.

O Desafio do Caminho de Emaús e a Transformação dos Filhos de Deus

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante convida os ouvintes a abrir suas Bíblias em 2 Coríntios capítulo 3 para entenderem o desafio do caminho de Emaús e a transformação como filhos de Deus.

O Desafio do Caminho de Emaús e da Transformação

  • É importante refletir sobre o desafio do caminho de Emaús e compreender o que isso significa para a transformação como filhos de Deus.
  • A reflexão também aborda os desafios enfrentados pela igreja em Goiânia e no Brasil.

Testemunho e Palavra Profética

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante compartilha que não está ali para pregar uma mensagem, mas sim para dar um testemunho e entregar uma palavra profética encorajadora.

Testemunho e Palavra Profética

  • O palestrante está ali para trazer um testemunho baseado na sua fé e vocação em relação à comunidade.
  • A palavra profética tem caráter profundo, revelando aspectos eternos, ao invés de falar apenas sobre o futuro.

O Caráter Profético da Esperança

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora o significado do caráter profético da esperança, destacando a diferença entre expectativa de futuro e certeza do que já é.

O Caráter Profético da Esperança

  • A esperança não está relacionada à expectativa do futuro, mas sim à certeza do que já é conhecido.
  • Confundir uma palavra profética com expectativas futuras pode levar à depressão. É importante entender a diferença entre esperança e expectativa.

A Profecia como Revelação do Eterno

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante enfatiza que a profecia não se trata de prever o futuro, mas sim de revelar o eterno.

A Profecia como Revelação do Eterno

  • O profeta não é um prognosticador do futuro, pois Deus abomina essa prática.
  • Associar uma palavra profética a uma expectativa futura pode levar à depressão e ansiedade. A verdadeira esperança está na certeza do eterno.

Ansiedade e a Revelação Profética

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora a relação entre ansiedade e revelação profética, destacando que toda forma de ansiedade é incredulidade em relação à revelação profética.

Ansiedade e a Revelação Profética

  • Confundir uma palavra profética com expectativas futuras gera ansiedade e pode levar à depressão.
  • Jeremias chegou ao ponto de chamar Deus de mentiroso por ter associado uma palavra profética a suas próprias expectativas.

A Igreja como Promessa de Eternidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre a igreja como um ambiente de maturidade espiritual e destaca que ela não deve ser vista como um lugar para buscar experiências com poder divino.

A Igreja como Promessa de Eternidade

  • A igreja é um ambiente onde podemos crescer em maturidade espiritual.
  • Não devemos buscar na igreja apenas experiências com o poder de Deus, mas sim conhecer a vontade de Deus e viver em fé.

A Crença na Igreja

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante enfatiza a importância de crer na igreja independentemente do seu estado atual.

A Crença na Igreja

  • Devemos crer na igreja, independentemente do seu estado atual.
  • A igreja é uma promessa de eternidade e quanto mais cremos nisso, melhor compreendemos nosso lugar nessa realidade.

O Papel da Igreja e a Vontade de Deus

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca que a igreja não é um lugar para buscar experiências com poder divino, mas sim para compreender e cumprir a vontade de Deus.

O Papel da Igreja e a Vontade de Deus

  • A igreja não é um ambiente para buscar experiências com o poder divino. Esse tipo de experiência pode ser encontrado no mundo.
  • Na igreja, devemos nos concentrar em conhecer e cumprir a vontade de Deus, mesmo sem depender do poder divino.

Esvaziamento Poderoso na Igreja

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante destaca que a igreja é um lugar onde ocorre um esvaziamento do poder, permitindo que a vontade de Deus seja cumprida independentemente do poder divino.

Esvaziamento Poderoso na Igreja

  • A igreja não é um lugar para promover o poder divino, mas sim para esvaziar-se dele e cumprir a

A Igreja como ambiente de libertação do Poder

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a igreja como um ambiente de libertação do poder e não apenas de incremento. Ele destaca a importância da transformação do entendimento e faz referência ao livro de 2 Coríntios, capítulo 3.

Transformação do entendimento através da glória

  • O ministério que trouxe a morte foi gravado com letras em pedras, mas o Ministério do Espírito veio com tal glória que os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés.
  • O ministério que produz condenação é glorioso, mas o ministério que produz justificação é ainda mais glorioso.
  • Jesus manifestou-se em glória para revelar o Pai.
  • Quando alguém se converte ao Senhor, o véu é retirado e há liberdade.
  • Todos nós, com a face descoberta, contemplamos a glória do Senhor e somos transformados de glória em glória pelo Espírito.

Compreendendo a vocação da igreja

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda a importância da compreensão da vocação da igreja. Ele menciona as cartas de Paulo aos Efésios e destaca a necessidade dos olhos serem iluminados para conhecer as riquezas dessa vocação.

A importância de compreender a vocação

  • A igreja já possui fé e amor, mas precisa ter os olhos iluminados para compreender sua vocação.
  • A igreja não deve ficar retida apenas no ambiente da salvação, mas deve completar seu propósito de revelar o reino de Deus no mundo através de humanos.

A libertação como boa notícia

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre a libertação como uma boa notícia proclamada por Jesus. Ele destaca que essa libertação vai além da pobreza relativa e busca atender às necessidades mais profundas das pessoas.

A boa notícia da liberdade

  • Jesus foi ungido para proclamar boas novas aos pobres e miseráveis.
  • A igreja experimenta um estágio inicial de liberdade ao receber o ministério do coração de Deus.
  • Essa liberdade vai além da pobreza relativa e busca suprir as necessidades essenciais das pessoas.

O sacrifício de Jesus para o perdão dos pecados

Visão geral da seção: Nesta parte, é discutido como o sangue derramado por Jesus foi oferecido como sacrifício vivo para o perdão dos pecados de toda a humanidade. João Batista reconheceu Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

O sacrifício vivo de Jesus

  • Jesus foi oferecido como sacrifício vivo para o perdão dos pecados.
  • Seu sangue derramado sobre toda a humanidade tem o poder de perdoar os pecados.
  • João Batista reconheceu Jesus como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

A remoção da condenação pelo pecado

Visão geral da seção: Aqui é explicado que, embora as pessoas continuem a cometer pecados, Jesus removeu a condenação que pesava sobre eles.

Tirando a condenação pelo pecado

  • Embora as pessoas ainda cometam pecados, Jesus removeu a condenação associada ao pecado.
  • Ele não está tirando apenas os próprios atos de pecado, mas sim a condenação resultante desses atos.

Ninguém vai para o inferno por causa do Pecado

Visão geral da seção: É enfatizado que ninguém vai para o inferno por causa do seu próprio pecado.

Não há mais condenação pelo pecado

  • Ninguém vai para o inferno por causa do pecado.
  • Todo pecado foi perdoado, tanto os cometidos no passado quanto os que ainda serão cometidos.
  • O único sacrifício para o perdão de todo o pecado da humanidade foi o sangue puro de Jesus derramado na cruz.

Condenação pela rebeldia

Visão geral da seção: É explicado que a condenação não é pelo pecado em si, mas sim pela rebeldia contra o pagamento já feito por Jesus.

Condenação pela rebeldia

  • Aqueles que serão condenados não serão condenados por causa do pecado em si, mas sim por sua rebeldia.
  • Se alguém estiver no inferno pagando pelos seus pecados, isso implicaria virtude no inferno, pois a pessoa estaria pagando uma dívida que já foi paga.
  • O inferno será uma desgraça porque as pessoas perceberão que estão pagando algo que já havia sido pago e recusaram aceitar esse pagamento.

Ninguém mais é conhecido segundo a carne

Visão geral da seção: Aqui é destacada a importância de não julgar ou tratar as pessoas com base em seus pecados, pois agora somos ministros da reconciliação.

Não julgar segundo o pecado

  • Não podemos mais conhecer as pessoas segundo seus pecados.
  • Como ministros da reconciliação, devemos permitir que Deus ministre aos corações das pessoas e não tratá-las com base em seus erros passados.
  • Tratar alguém segundo seu pecado anula a eficácia da cruz de Cristo.

Evolução no processo de liberdade

Visão geral da seção: É explicado que embora a libertação tenha sido proclamada, é necessário evoluir no processo de liberdade e ter os olhos do entendimento iluminados.

Evolução na liberdade

  • Jesus proclamou liberdade para os cativos e vista aos cegos.
  • A libertação foi concedida, mas é necessário evoluir no processo de liberdade.
  • Para alcançar a plenitude da glória e ser verdadeiramente livre, é preciso ter os olhos do entendimento iluminados.

Entre uma glória e a plenitude da Glória

Visão geral da seção: Aqui é destacada a importância de superar a falta de entendimento para alcançar a plenitude da glória em Cristo.

O cego entre as glórias

  • Entre uma glória e a plenitude da glória está o cego, representando a falta de entendimento.
  • É necessário ter os olhos do entendimento iluminados para completar o processo de glória e ser verdadeiramente livre.

A diferença entre liberdade declarada e vivida

Visão geral da seção: É explicado que muitas pessoas estão oprimidas porque não compreendem as implicações da liberdade que já lhes foi concedida.

Liberdade declarada vs. vivida

  • Muitas pessoas estão oprimidas mesmo tendo sido declaradas livres.
  • A falta de iluminação nos olhos impede que as pessoas sejam conduzidas à verdadeira liberdade.
  • As pessoas estão oprimidas porque não compreendem as implicações da liberdade que já lhes foi concedida.

Os olhos cegos e a opressão

Visão geral da seção: É destacado que muitas pessoas estão oprimidas porque seus olhos estão cegos para a verdadeira liberdade.

Olhos cegos e opressão

  • Muitas pessoas estão oprimidas porque seus olhos estão cegos para a verdadeira liberdade.
  • Apesar de terem sido declaradas livres, elas não vivem essa liberdade por falta de entendimento.
  • O caminho de Emaús é um exemplo disso, onde Deus levou um povo para iluminar seus olhos e torná-los verdadeiramente livres.

Deixando de lado a própria salvação

Visão geral da seção: É enfatizado que devemos deixar de lado nossa própria salvação para encontrar nosso verdadeiro propósito como filhos de Deus.

Deixando de lado a própria salvação

  • Para encontrar nosso verdadeiro propósito como filhos de Deus, precisamos deixar de lado nossa própria salvação.
  • Encontraremos dificuldades no caminho, mas é necessário abandonar o foco em nós mesmos para sermos instrumentos de liberdade.

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A importância do propósito além da salvação

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante destaca a importância de entender que a salvação não é o fim em si mesmo, mas sim um meio para cumprir o propósito de Deus. Ele enfatiza a necessidade de deixar para trás as coisas infantis e assumir a responsabilidade de viver de acordo com o propósito divino.

A expectativa errada da salvação

  • Nem mesmo Jesus pregando no culto pode resolver todos os problemas.
  • O avivamento no culto não é suficiente se as pessoas estiverem focadas apenas na sua própria salvação como um fim em si mesma.
  • Muitas vezes, as pessoas estão ocupadas buscando sua própria salvação e não entendem o verdadeiro propósito de Deus.

Deixando para trás as coisas infantis

  • É necessário deixar para trás as atitudes e mentalidades infantis e assumir a responsabilidade do propósito divino.
  • O menino busca reconhecimento e recompensa por suas ações, enquanto o adulto assume a responsabilidade sem esperar nada em troca.
  • Devemos abandonar nossas expectativas infantis e nos comprometer com o propósito divino.

A oração como forma de ouvir a Deus

  • A oração não deve ser apenas uma maneira de pedir algo a Deus, mas também uma oportunidade para ouvir Sua vontade.
  • À medida que nos aproximamos mais de Deus, nossa oração deve ser para que possamos ouvi-lo melhor.
  • Devemos entrar no lugar onde Deus está ao invés de chamá-lo para nossas reuniões.

A vontade do Pai como base

  • Fomos criados segundo a vontade do Pai e escolhidos desde a eternidade.
  • A igreja não deve se basear apenas no poder divino, mas sim na vontade paterna de Deus.
  • Devemos abandonar nossas expectativas de divindade e buscar conhecer a vontade do Pai.

As expectativas equivocadas sobre Jesus

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante aborda as expectativas errôneas que as pessoas tinham em relação a Jesus. Ele destaca que muitos esperavam um Salvador que resolvesse todos os problemas imediatamente, sem compreender o propósito maior de Deus.

O desapontamento com Jesus

  • Muitas pessoas ficaram desapontadas com Jesus porque ele não atendeu às suas expectativas terrenas.
  • Esperavam um Salvador que eliminasse todas as aflições e problemas do mundo.
  • Jesus veio trazer paz, mas não da maneira que as pessoas esperavam.

O poder divino versus a vontade paterna

  • Se Jesus tivesse usado seu poder divino para realizar milagres e marcar cultos, ele ainda estaria vivo hoje.
  • No entanto, o propósito de Jesus era cumprir a vontade paterna e formar uma família espiritual.
  • Devemos abandonar nossas expectativas de poder divino e nos concentrar em conhecer a vontade do Pai.

Fundamentados na vontade paterna

Visão geral da seção: Nesta parte final do vídeo, o palestrante enfatiza que a igreja deve se basear na vontade paterna de Deus, não apenas no poder divino. Ele destaca a importância de deixar para trás as expectativas de poder e buscar conhecer o propósito do Pai.

A vontade paterna como fundamento

  • A igreja não foi criada para perpetuar uma experiência com o poder divino, mas sim para cumprir a vontade do Pai.
  • Devemos abandonar nossas expectativas de poder e nos fundamentar na vontade paterna de Deus.
  • Somos criados pela paternidade divina e devemos viver de acordo com Seu propósito.

O papel do Espírito Santo

  • O Espírito Santo ministra em nossos corações para nos ajudar a compreender que fomos criados segundo a vontade do Pai.
  • Não fomos criados pela divindade para ver se Deus virava pai, mas sim pela paternidade divina desde o início.
  • Devemos permitir que o Espírito Santo ministre em nós e nos guie na busca da vontade do Pai.

Conclusão

Neste vídeo, o palestrante destaca a importância de entender que a salvação não é um fim em si mesma, mas um meio para cumprir o propósito de Deus. Ele enfatiza a necessidade de abandonar as expectativas infantis e buscar conhecer a vontade do Pai. Além disso, ele ressalta que devemos nos fundamentar na vontade paterna de Deus, deixando para trás as expectativas equivocadas sobre Jesus e buscando viver conforme Seu propósito.

O Caminho da Cruz

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de se esvaziar do poder divino e se comprometer com a vontade paterna. Ele enfatiza que a cruz representa a transição da dependência do poder divino para o compromisso com a vontade paterna.

A Transição da Criança para o Adulto

  • Jesus se esvaziou do poder divino e assumiu uma forma humana para cumprir seu propósito.
  • Na cruz, Jesus libertou-se do apego ao poder divino e entregou-se completamente à vontade paterna.
  • A cruz representa a transição da dependência do poder divino para o compromisso total com a vontade paterna.
  • Ser um adulto na mesa significa estar mais preocupado em compartilhar e servir aos outros do que em buscar benefícios pessoais.

Celebrando a Vontade Paterna

  • Sentar-se à mesa e dar graças pela comida que será repartida é celebrar a vontade paterna.
  • Ver o pão sendo repartido ilumina os olhos, pois simboliza deixar de ser criança e tornar-se adulto.
  • A congregação deve estar mais ocupada em repartir do que em receber, mais focada na salvação dos outros do que na própria salvação.

O Significado da Cruz

  • Jesus marcou um jantar para ensinar sobre o significado da cruz.
  • A ceia representa a entrega de Jesus na cruz e nos ensina a ser como ele, sacrificando-nos pelos outros.
  • A salvação não está apenas em buscar a cruz, mas em assumir a cruz e sacrificar-se pelos irmãos.

Carregando o Crucifixo

  • É legítimo carregar um crucifixo como símbolo da fé cristã.
  • A fé e a cruz não são para nos salvar das pessoas, mas para que elas sejam salvas por nós.

O Caminho da Salvação

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora o caminho da salvação através do sacrifício de Jesus na cruz. Ele destaca que a salvação não está no pé da cruz, mas em assumir a cruz e sacrificar-se pelos outros.

O Exemplo de Cristo

  • Jesus foi crucificado para revelar o caminho da salvação.
  • Ao esvaziar-se de si mesmo, Jesus foi encontrado em forma humana e se humilhou pela salvação dos irmãos.
  • Antes de podermos cumprir nosso propósito na cruz, precisamos ser salvos do pecado por meio do perdão de Jesus.

A Cruz como Instrumento de Salvação

  • A fé na cruz não é apenas para nossa própria salvação, mas para que possamos salvar nossos irmãos.
  • Carregar um crucifixo como símbolo da fé cristã pode ser uma forma de testemunho e lembrança do sacrifício de Jesus.

Conclusão

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante conclui sua mensagem sobre o caminho da cruz e a importância de nos sacrificarmos pelos outros.

O Propósito da Cruz

  • A cruz é o caminho que nos leva ao propósito divino.
  • Devemos ser salvos das nossas próprias limitações para que possamos salvar os outros através do sacrifício.

Vivendo a Fé na Cruz

  • A fé na cruz não é para nos isolar das pessoas, mas para que elas sejam salvas por meio de nós.
  • Devemos viver como Cristo viveu, assumindo a cruz e sacrificando-nos pelos outros.

O propósito da salvação e a expectativa de poder

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante discute o propósito da salvação e como a expectativa de poder pode levar ao desapontamento. Ele enfatiza que Jesus não veio para nos salvar através do poder, mas sim para nos conduzir à vontade de Deus.

O propósito da salvação e a falta de poder

  • A ideia de que Jesus veio para nos salvar através do poder é equivocada.
  • Jesus não salvou nem a si mesmo, então como ele poderia nos salvar?
  • Ter expectativas elevadas em relação ao poder pode levar ao desapontamento.

O papel do Espírito Santo na igreja

  • Deus enviou o Espírito Santo para garantir que sejamos desapontados com nossas expectativas de poder.
  • O Espírito Santo está presente na igreja para que ela seja desapontada com suas próprias expectativas de poder.
  • Isso permite que a igreja cumpra a vontade de Deus.

Exemplo de Paulo e sua fraqueza

  • Paulo passou por um período em que pediu repetidamente a cura através do poder de Deus.
  • No entanto, Deus disse a ele que Seu poder se manifesta na fraqueza humana.
  • Foi somente quando Paulo foi esvaziado do seu próprio poder que ele finalmente conheceu a vontade de Deus.

A compreensão da cruz

  • Quando os discípulos não entenderam o significado da cruz, Jesus não repetiu o evento crucifixão.
  • Às vezes, pensamos que precisamos repetir a cruz para salvar as pessoas, mas isso é um equívoco.
  • Jesus marcou outras mesas para que pudéssemos entender o verdadeiro significado da cruz.

A importância de deixar de lado expectativas de poder

  • Devemos deixar de lado nossas expectativas de poder e focar na vontade de Deus.
  • Isso nos liberta das pressões e desapontamentos causados por nossas próprias expectativas.
  • Ao assumirmos a responsabilidade do que Deus já fez, podemos experimentar verdadeira liberdade.

O caminho de Emaús e a compreensão da maturidade

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante fala sobre o caminho de Emaús como um símbolo da iluminação dos olhos do entendimento e do crescimento espiritual. Ele destaca a importância de abandonar comportamentos infantis e buscar uma compreensão mais profunda da fé.

O caminho de Emaús como símbolo

  • O caminho de Emaús representa o processo de iluminação dos olhos do entendimento.
  • É um caminho em direção à maturidade espiritual e ao abandono das atitudes infantis.

Deixando para trás comportamentos infantis

  • Para crescer na fé, devemos deixar para trás certas formas imaturas de relacionamento com Deus.
  • Precisamos abandonar a mentalidade de apenas receber e começar a assumir responsabilidades.

Exemplo do cântico "Enche-me"

  • O palestrante usa o exemplo do cântico "Enche-me" para ilustrar a diferença entre uma abordagem infantil e uma abordagem madura.
  • Devemos buscar ser cheios de dentro para fora, com a convicção do que Deus já nos deu.

A importância da responsabilidade

  • Ao assumirmos a responsabilidade do que Deus já fez em nós, nos tornamos representantes dessa verdade.
  • Isso é essencial para o crescimento pessoal e também para o impacto positivo na sociedade.

A igreja como formadora de pastores

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante discute o papel da igreja em formar pastores em vez de apenas satisfazer as necessidades das ovelhas. Ele enfatiza a importância de assumir a responsabilidade pelo que Deus já fez e se tornar um representante dessa verdade.

O propósito da igreja

  • A igreja não existe apenas para satisfazer as necessidades das ovelhas.
  • Seu propósito é formar pastores, capacitando os membros a serem líderes espirituais na sociedade.

As ovelhas estão na cidade

  • Muitas vezes, as ovelhas estão desamparadas nas cidades porque os pastores estão ocupados agindo como ovelhas.
  • É necessário que os pastores abandonem essa mentalidade e assumam seu papel de liderança.

Assumindo a responsabilidade

  • Devemos parar de pensar como servos ou escravos e começar a agir como filhos maduros.
  • Isso envolve deixar de lado expectativas futuras e assumir definitivamente a responsabilidade pelo que Deus já fez.

A representação da verdade

  • Ao assumirmos a responsabilidade do que Deus já fez, nos tornamos representantes dessa verdade.
  • Isso é fundamental para impactar positivamente nossa sociedade e nosso país.

A responsabilidade de ser adulto

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante fala sobre a importância de assumir a responsabilidade e amadurecer espiritualmente.

Assumindo a liberdade perfeita

  • Liberdade não é algo que possuímos, mas sim um caráter divino que representamos.
  • Jesus nos conduz à consciência da liberdade, tirando-nos da escravidão e nos levando à maturidade espiritual.
  • A liderança atual muitas vezes se esconde por não ter evoluído no entendimento e na maturidade espiritual.

A glória de Moisés e a falta de maturidade

  • O Brasil é bom em evangelismo, mas tem dificuldades em formar discípulos maduros.
  • Muitos líderes têm que esconder sua intimidade para não revelar sua falta de maturidade.
  • Devemos evoluir no entendimento para conhecer as riquezas da nossa vocação como filhos de Deus.

Iluminando os olhos dos outros

  • Devemos ocupar-nos em iluminar os olhos dos outros e compartilhar o testemunho da liberdade encontrada em Cristo.
  • Temos uma vocação profética apostólica para trazer liberdade à terra e tornar a cidade habitável.

Responsabilidade e amadurecimento

  • Devemos assumir a responsabilidade de ser adultos na fé e não apenas celebrar nossa própria salvação.
  • Somos renovados em esperança ao buscar amadurecer espiritualmente e cuidar uns dos outros.

Tirando o Brasil do Egito

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante fala sobre a importância de não apenas tirar as pessoas do "Egito" espiritualmente, mas também levá-las à terra prometida.

Evangelização e entrada na terra prometida

  • Tirar as pessoas do "Egito" é importante, mas não é suficiente para cumprir nossa vocação.
  • Assim como Moisés tirou Israel do Egito sem molhar os pés, podemos evangelizar todo o Brasil.
  • No entanto, isso não significa que estamos cumprindo nossa missão de levar as pessoas à terra prometida.

A responsabilidade de amadurecer

  • Devemos assumir a responsabilidade de amadurecer espiritualmente e ajudar os outros a fazerem o mesmo.
  • Não devemos apenas celebrar nossa própria salvação, mas compartilhar o testemunho com aqueles que ainda estão em trevas espirituais.

Renovados em esperança

  • Ao buscar amadurecer e cuidar uns dos outros, somos renovados em esperança e honramos o nome que recebemos como filhos de Deus.

A importância da unidade e a responsabilidade individual

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante destaca a diferença entre o tempo em que Jesus agia por nós e o momento atual, em que Cristo age em nós. Ele enfatiza a importância de cada indivíduo assumir sua responsabilidade para cumprir o propósito divino.

O poder da unidade na caminhada espiritual

  • Para tirar o povo do Egito, Deus usou apenas um homem, mas para entrar na Terra Prometida, Ele levantou representantes de cada tribo.
  • Juntos, eles testemunharam a mesma palavra e pisaram nas águas para abri-las.
  • Antes, quando éramos crianças espirituais, Jesus agia por nós; agora que somos adultos espirituais, é Cristo em nós.

A transição de Jesus por nós para Cristo em nós

  • Anteriormente, dependíamos de Jesus para nossa salvação.
  • Agora, como adultos espirituais, precisamos assumir a responsabilidade de cumprir o propósito divino.
  • Não é mais sobre Jesus agindo por nós; é sobre Cristo agindo em nós.

A maturidade espiritual e a liberdade perfeita

  • Na infância espiritual havia milagres constantes como o maná caindo do céu no deserto.
  • Porém, ao entrar na Terra Prometida (vida adulta), os milagres cessam e entra-se no trabalho e luta diária.
  • Agora somos verdadeiramente livres e não tememos circunstâncias, líderes ou qualquer outra coisa.
  • A liberdade perfeita é uma liberdade que não pode ser tirada ou cerceada.

O desejo de ser cheio e transbordar

  • Como adultos espirituais, buscamos ser cheios do Espírito Santo para transbordar em bênçãos.
  • Não estamos mais atrás de "mamadeiras" espirituais, mas desejamos a plenitude do Espírito.

Responder ao desejo do coração de Deus

  • Agora que somos adultos espirituais, queremos responder ao desejo do coração de Deus.
  • Assim como Jesus foi enviado por Deus, agora somos enviados para cumprir o propósito divino.

Ser um instrumento de perdão e reconciliação

Visão geral da seção: Nesta parte final do vídeo, o palestrante enfatiza a importância de sermos instrumentos de perdão, reconciliação e iluminação para os outros. Ele destaca a necessidade de tratar as pessoas com base na graça e não nos seus erros.

Ser um instrumento de perdão e reconciliação

  • Devemos ser instrumentos de perdão em vez de condenação.
  • Em vez de julgar os outros por seus pecados, devemos oferecer nossa vida em favor da iluminação espiritual.
  • Quando compartilhamos a graça com os outros, seus olhos são iluminados.

Responder ao desejo do coração de Deus

  • Como adultos espirituais, nosso objetivo é responder ao desejo do coração de Deus.
  • Jesus nos enviou para sermos ouvidos e respondermos ao chamado divino.

Conclusão

O vídeo destaca a importância da unidade na caminhada espiritual, a transição de depender de Jesus para assumir a responsabilidade individual como adultos espirituais, a liberdade perfeita que não é afetada por circunstâncias externas, o desejo de ser cheio do Espírito Santo e transbordar em bênçãos, e a necessidade de sermos instrumentos de perdão, reconciliação e iluminação para os outros. Como adultos espirituais, nosso objetivo é responder ao desejo do coração de Deus e cumprir o propósito divino em nossas vidas.

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