Aula 3 Parte 1 Século XVIII Tratados de Limites e Período Minerador

Aula 3 Parte 1 Século XVIII Tratados de Limites e Período Minerador

A América Portuguesa e a Mineração

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor discute a América Portuguesa no século 18, com ênfase na questão da mineração.

A Descoberta do Ouro e as Consequências

  • No final do século 16, foram feitas descobertas pontuais de ouro na região.
  • Os bandeirantes enfrentaram obstáculos geográficos ao explorar o interior do Brasil.
  • A descoberta de ouro levou à mineração como principal atividade econômica no século 18.
  • A decadência da produção de açúcar no Nordeste levou muitos brasileiros a migrarem para a região das minas.
  • Houve um aumento populacional significativo nas áreas mineradoras, mas também escassez de alimentos.

Mudanças Sociais e Urbanização

  • A mineração transformou o Brasil em uma sociedade mais urbana.
  • O comércio foi impulsionado pelo aumento da demanda por produtos nas áreas mineradoras.

Conclusão

A exploração mineral teve um impacto significativo na América Portuguesa durante o século 18. A descoberta de ouro levou à urbanização, mudanças sociais e econômicas, além de atrair migrantes em busca de riqueza.

Portugal e a produção agroexportadora

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a produção agroexportadora em Portugal e sua relação com o Brasil.

Relação entre Portugal e Brasil na produção agroexportadora

  • A relação entre a coroa portuguesa e o governo brasileiro não foi fácil.
  • A capital do Brasil era Salvador.
  • As principais regiões de produção agroexportadora estavam concentradas no Brasil.

Mineração e comemoração

Visão geral da seção: Nesta seção, fala-se sobre a mineração e suas consequências.

Mineração como fonte de riqueza

  • A mineração trouxe mudanças significativas para a região.
  • Houve uma transferência política e econômica relacionada à mineração.
  • A região tornou-se importante no contexto da mineração.

Fases da relação entre a coroa portuguesa e o governo brasileiro

Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se as diferentes fases da relação entre a coroa portuguesa e o governo brasileiro.

Fases da relação

  • A relação passou por diversas fases ao longo do tempo.
  • O período inicial vai de 692 até 1700.
  • Durante esse período, havia ausência direta da metrópole portuguesa no Brasil.
  • Os bandeirantes paulistas exerciam controle sobre a região mineradora.

Relação entre a coroa portuguesa e o governo brasileiro

Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se a relação entre a coroa portuguesa e o governo brasileiro.

Relação durante o período inicial

  • Durante o período inicial, a coroa portuguesa tinha pouca influência direta no Brasil.
  • Os bandeirantes paulistas exerciam hegemonia na região mineradora.
  • Utilizavam mão de obra escrava indígena para explorar a região.

Ouro e administração na região mineradora

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a presença do ouro na região mineradora e os desafios administrativos enfrentados.

Presença do ouro e falta de administração

  • A presença do ouro gerou problemas como fome e miséria na região.
  • A ausência do Estado contribuiu para essa situação.
  • Houve formação de arraiais, que eram aglomerações sem estrutura adequada.

Bandeirantes paulistas e governantes locais

Visão geral da seção: Nesta seção, aborda-se o papel dos bandeirantes paulistas e dos governantes locais na região mineradora.

Papel dos bandeirantes paulistas

  • Os bandeirantes paulistas controlavam a região nos seus primórdios.
  • Utilizavam mão de obra escrava indígena para explorar a região.
  • Os governantes locais não tinham tanto poder quanto os bandeirantes.

Problemas na região mineradora

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se os problemas enfrentados na região mineradora.

Fome e miséria na região

  • A presença do ouro não era suficiente para suprir as necessidades de todos.
  • Muitas pessoas sofriam com fome e miséria.
  • A maioria dos moradores da região vivia em condições precárias.

Conflito entre bandeirantes paulistas e forasteiros

Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se o conflito entre os bandeirantes paulistas e os forasteiros na região mineradora.

Conflito inicial

  • O conflito inicial ocorreu entre 1708 e 1709.
  • Os bandeirantes paulistas eram chamados de "emboabas" pelos forasteiros.
  • Houve uma oposição entre os interesses dos bandeirantes e dos forasteiros.

Guerra dos Emboabas

Visão geral da seção: Nesta seção, aborda-se a Guerra dos Emboabas na região mineradora.

Guerra dos Emboabas

  • A guerra ocorreu entre 1708 e 1709.
  • Os protagonistas foram os bandeirantes paulistas e os forasteiros (emboabas).
  • Houve um conflito de interesses entre esses grupos.

Origem do termo "Emboaba"

Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se a origem do termo "Emboaba".

Origem do termo

  • O termo "Emboaba" era usado de forma pejorativa para se referir aos bandeirantes paulistas.
  • Existem diferentes versões sobre a origem do termo.
  • Uma versão diz que era uma referência à vestimenta dos bandeirantes.
  • Outra versão sugere que significava estrangeiro ou forasteiro na língua indígena local.

Relação entre coroa portuguesa e forasteiros

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a relação entre a coroa portuguesa e os forasteiros na região mineradora.

Interesses da coroa portuguesa

  • A coroa portuguesa tinha interesse em conciliar os interesses dos bandeirantes e dos forasteiros.
  • Os bandeirantes tinham maior número, mas os forasteiros tinham mais recursos financeiros.
  • Os comerciantes locais simpatizavam mais com os forasteiros.

Conflito entre bandeirantes e forasteiros

Visão geral da seção: Nesta seção, aborda-se o conflito entre os bandeirantes e os forasteiros na região mineradora.

Conflito de poder

  • Os bandeirantes eram maioria, mas os forasteiros tinham mais recursos financeiros.
  • A coroa portuguesa tentou conciliar essa oposição, mas os bandeirantes acabaram prevalecendo.

Interiorização da Coroa Portuguesa

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a estratégia de interiorização adotada pela Coroa Portuguesa após o conflito nas Minas Gerais.

Controle da Coroa e Opção pelo Interior

  • A Coroa Portuguesa optou por promover a interiorização após o conflito nas Minas Gerais.
  • Essa estratégia visava descobrir novas oportunidades e promover o desenvolvimento do interior.

Exploração de Ouro e Presença da Coroa

  • A exploração de ouro nos séculos XVII e XVIII ocorreu principalmente no interior do Brasil, como na região do Mato Grosso.
  • A presença da Coroa Portuguesa nessa região era diminuta devido ao declínio da exploração.

Necessidade de Presença na Região Mineradora

  • A partir de 1702, a Coroa Portuguesa percebeu a necessidade de estar mais presente na região mineradora.
  • Isso levou à segunda fase da relação entre a coroa e o ouro, conhecida como "arrocho colonial".

Relação com a Inglaterra e Tratado de Methuen

  • Portugal estabeleceu uma relação de dependência com a Inglaterra desde o final do século XVII.
  • Em 1703, foi assinado o Tratado de Methuen, que permitiu aos ingleses venderem produtos manufaturados a preços baixos em troca do acesso aos vinhos portugueses.

Dependência Econômica e Balança Comercial

  • Inicialmente, o acordo foi favorável a Portugal, resultando em uma balança comercial extremamente favorável.
  • No entanto, com o tempo, a dependência de produtos manufaturados ingleses aumentou, desequilibrando a balança comercial.

Interiorização e Estatuto das Minas

  • A presença da Coroa Portuguesa no interior do Brasil foi reforçada durante esse período.
  • Em 1720, foi criado o Estatuto das Minas para regulamentar a exploração de ouro na região.

Formas de Obter Ouro

  • Os mineradores obtinham ouro principalmente através da mineração nos rios e nas montanhas.
  • A divisão das áreas de exploração em datas permitiu que diferentes pessoas explorassem diferentes partes da região.

Consequências da Exploração do Ouro

  • A exploração do ouro trouxe grande riqueza para Portugal e acumulação de capital no Brasil.
  • Essa dependência econômica levou à maior presença da Coroa Portuguesa no interior do país.

A Exploração do Ouro e os Impostos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a exploração do ouro e a cobrança de impostos pela coroa portuguesa.

A Cobrança do Quinto

  • A coroa portuguesa promove a exploração do ouro através da cobrança de impostos.
  • O quinto é um imposto básico que sempre existiu na relação entre a metrópole e as colônias.
  • No início, havia duas casas de fundição para transformar o ouro em barras e retirar a quinta parte.
  • As casas de fundição estavam localizadas em Taubaté e no Rio de Janeiro.

A Fiscalização e o Direito de Entrada

  • A coroa portuguesa aumentou a fiscalização sobre o ouro para evitar fraudes.
  • Foi proibida a circulação de ouro em pó, obrigando todos a pagarem os impostos reais.
  • Foi criado o direito de entrada, um imposto cobrado em cada produto que entrava na região mineradora.
  • Também foi estabelecido o direito de passagem, um pedágio para atravessar certas áreas.

A Estrada Real e as Rotas Alternativas

  • Para facilitar o controle fiscal, foi criada uma estrada oficial chamada Estrada Real.
  • Existiam rotas alternativas utilizadas por contrabandistas que evitavam os postos fiscais.
  • Uma dessas rotas era conhecida como "Caminho dos Diamantes" e passava pela região de Santa Bárbara.
  • Atualmente, essa região é conhecida por seu turismo histórico.

A Revolta de Vila Rica

  • Houve uma revolta em Vila Rica, também conhecida como a Revolta de Filipe dos Santos, em 1720.
  • Os revoltosos protestavam contra os impostos e as casas de fundição.
  • Essa revolta foi um dos momentos importantes da época.

Conclusão

A exploração do ouro no Brasil envolveu a cobrança de impostos pela coroa portuguesa. A fiscalização e a cobrança do quinto foram implementadas para controlar o comércio do ouro. A criação da Estrada Real facilitou o controle fiscal, mas também surgiram rotas alternativas utilizadas por contrabandistas. A Revolta de Vila Rica demonstrou o descontentamento da população com os impostos e as políticas fiscais.

Revolta em Vila Rica

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a revolta ocorrida em Vila Rica e a reação do governador.

Reação do Governador à Revolta

  • O governador aceita o fim das casas de função, mas pede que os revoltosos retornem às suas casas para resolver o problema.
  • A revolta é conhecida como a revolta de Filipe dos Santos.
  • É mencionada a pena capital e o choque que isso causa na sociedade.

Próxima Revolta na Região Mineradora

Visão Geral da Seção: Nesta seção, fala-se sobre a possibilidade de uma próxima revolta na região mineradora.

  • Discute-se a expectativa de uma nova revolta na região mineradora.
  • Menciona-se que essa conversa ocorre no contexto do século XVIII.
  • Faz-se referência aos esquartejamentos como forma de punição.

Despotismo Esclarecido e Marquês de Pombal

Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se o período do despotismo esclarecido e o papel do Marquês de Pombal.

  • O despotismo esclarecido busca unir ideias absolutistas com princípios iluministas.
  • O Marquês de Pombal promove reformas educacionais e modernização em Portugal.
  • Destaca-se sua influência na Universidade Coimbrã e nas manufaturas.

Reformas Promovidas em Portugal

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se as reformas promovidas em Portugal.

  • O Marquês de Pombal é conhecido por suas reformas e tentativa de modernização.
  • As reformas visam evitar a perda do trono e modernizar o estado português.
  • Faz-se referência à revolução industrial e ao financiamento das reformas.

Relação entre Portugal e Brasil

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a relação entre Portugal e Brasil.

  • Explora-se como o dinheiro foi utilizado para promover as reformas em Portugal.
  • Destaca-se a importância dessa relação para o desenvolvimento do Brasil.
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