5  Magia Angelical

5 Magia Angelical

Magia Angelical e sua Evolução no Cristianismo

A Origem da Magia Angelical

  • O conceito de magia angelical é discutido, com referências à Bíblia e a tradução feita por São Jerônimo para o latim, que incluía várias passagens sobre anjos.
  • No judaísmo, existem 72 nomes de anjos, cada um associado a diferentes funções divinas, como realizar milagres e transmitir mensagens de Deus.

Influências do Judaísmo e Zoroastrismo

  • A Cabala Judaica, que é uma parte mística do judaísmo, baseia-se na interação com os anjos. Essa tradição influenciou fortemente o catolicismo primitivo.
  • O zoroastrismo trouxe práticas mágicas que incluíam tanto magia branca quanto negra. Essa influência se espalhou pelo judaísmo e posteriormente pelo catolicismo.

Práticas de Culto Angelical

  • No início do cristianismo, havia um culto forte aos anjos; as pessoas utilizavam receitas mágicas para invocar suas energias divinas através de cantos e defumações.
  • Com o crescimento da Igreja Católica, houve um processo chamado romanização que buscava centralizar o culto em torno de Deus, Jesus e o Espírito Santo.

Censura e Transformação dos Anjos

  • Durante a romanização, a Igreja começou a desestimular o culto aos anjos. Um comando papal resultou na diminuição da prática mágica angelical.
  • A censura levou à exclusão de muitos nomes de anjos da Bíblia; apenas três arcanjos (Miguel, Rafael e Gabriel) foram mantidos oficialmente pela Igreja Católica.

Consequências da Demonização dos Anjos

  • Muitos dos anjos que antes eram cultuados foram transformados em demônios dentro da demonologia católica para combater essa prática religiosa alternativa.
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