Bancos de Dados - Aula 06 – Mapeamento MER → Relacional  - Parte I: entidades, atributos, chaves

Bancos de Dados - Aula 06 – Mapeamento MER → Relacional - Parte I: entidades, atributos, chaves

Aula 6: Mapeamento do Modelo Entidade-Relacionamento para o Modelo Relacional

Introdução ao Mapeamento

  • Sara apresenta a aula sobre mapeamento do modelo entidade-relacionamento (MER) para o modelo relacional, parte da disciplina de bancos de dados no curso de engenharia da computação da Univesp.
  • O mapeamento é necessário para transformar um modelo conceitual em um modelo lógico que se aproxime das estruturas implementadas nas tecnologias escolhidas.

Processo de Desenvolvimento

  • O desenvolvimento começa com um modelo conceitual, seguido pelo mapeamento para um projeto lógico, independente do SGBD (Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados).
  • A figura apresentada ilustra as etapas do ciclo de vida no desenvolvimento de sistemas e a importância da estrutura lógica na armazenagem dos dados.

Coleta e Análise de Requisitos

  • Antes da escolha da tecnologia, é essencial realizar a coleta e análise dos requisitos para entender o contexto e os dados necessários.
  • Após definir os requisitos, constrói-se o projeto conceitual antes de avançar para o projeto lógico, que será implementado no SGBD escolhido.

Implementação e Restrições

  • Com o projeto lógico definido, pode-se implementar fisicamente no SGBD, garantindo que restrições como domínio, chave primária e integridade referencial sejam mantidas.
  • As chaves estrangeiras são fundamentais para assegurar a integridade referencial dentro do banco de dados.

Qualidade do Projeto

  • Um bom mapeamento entre o modelo conceitual e lógico é crucial para garantir a qualidade dos dados armazenados.

Regras para Mapeamento

  • A primeira regra discutida é como mapear entidades fortes. Cada tipo entidade forte gera uma relação no modelo relacional com todos os atributos simples.
  • Os atributos compostos devem ser desmembrados em seus componentes simples devido à restrição do uso apenas de tipos atômicos no modelo relacional.

Exemplos Práticos

  • No exemplo da entidade "Funcionário", todos os atributos simples são incluídos na relação correspondente. Atributos compostos são divididos em partes simples.
  • Para a entidade "Departamento", que possui atributos multivalorados e derivados, deve-se criar uma relação simplificada sem armazenar valores derivados diretamente.

Considerações Finais sobre Entidades

Modelo Relacional e Chaves Primárias

Estrutura de Dados e Tabelas

  • A chave primária é definida para a relação projeto, escolhendo o atributo número como identificador único.
  • As relações são apresentadas em forma de tabela, com dados dos funcionários, departamentos e projetos. Os atributos identificadores não possuem valores repetidos.
  • O SGBD impede a inserção de valores duplicados nos atributos que devem ser únicos.

Atributos Multivalorados

  • Para cada atributo multivalorado, uma nova relação deve ser criada no modelo relacional, incluindo um atributo correspondente ao multivalorado.
  • Um exemplo é a entidade departamento com o atributo multivalorado localizações; uma nova relação chamada "departamento localizações" é criada.

Integridade Referencial

  • O atributo número da relação departamento se torna uma chave estrangeira na nova relação, garantindo que as localizações sejam cadastradas apenas para departamentos já existentes.
  • Exemplo prático: o departamento cinco possui múltiplas localizações registradas em tuplas separadas devido à restrição do modelo relacional.

Entidades Fracas e Mapeamento

Mapeamento de Entidades Fracas

  • Cada entidade fraca no modelo ER gera uma nova relação no modelo relacional, incluindo todos os seus atributos simples e compostos.
  • A chave estrangeira da entidade fraca refere-se à chave primária da entidade forte associada.

Exemplificação com Dependentes

  • No caso da entidade fraca "Dependente", a chave primária é composta pela chave parcial (nome do dependente) e pela chave estrangeira (ID do funcionário).
  • Cada dependente tem sua própria tupla relacionada ao funcionário responsável; a verificação de referência é feita pelo SGBD.

Identificação Única em Entidades Fracas

  • Dependentes podem ter nomes iguais; a combinação da chave parcial com a chave estrangeira permite diferenciá-los por meio do funcionário associado.
  • Essa abordagem garante que mesmo dependentes com o mesmo nome possam ser registrados sem confusão.

Resumo do Mapeamento

Conclusão sobre o Modelo Relacional

Mapeamento de Entidades e Relacionamentos no Modelo Relacional

Conceitos Fundamentais do Modelo Relacional

  • O modelo relacional considera mapeamentos de entidades e atributos, destacando a importância de entender os elementos básicos como atributos simples e compostos.
  • Atributos multivalorados requerem um tratamento especial; o exemplo dado envolve a relação entre débito e localizações, que ilustra essa complexidade.
  • A entidade fraca é mencionada, ressaltando que sua chave deve ser composta pela chave primária da entidade forte para garantir integridade referencial.

Chaves Estrangeiras e Relações

  • O conceito de chave estrangeira é introduzido, representando relacionamentos entre diferentes entidades, como funcionário-dependente e dependente-departamento.
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Engenharia de Computação – Bancos de Dados Disciplina EID - 002 - Bancos de Dados Professora responsável: Sarajane Peres

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