Planejamento Patrimonial e Sucessório: como perpetuar o patrimônio?

Planejamento Patrimonial e Sucessório: como perpetuar o patrimônio?

Introdução

Visão Geral da Seção: Nesta seção introdutória, os participantes cumprimentam o público e apresentam o tema do planejamento patrimonial e sucessório. Eles destacam a importância de abordar aspectos tributários, societários e cíveis nesse tipo de planejamento.

Motivações e Mitos do Planejamento Patrimonial

  • O planejamento patrimonial é essencial para estruturar o patrimônio pessoal, garantir uma transição tranquila para as próximas gerações e administrar melhor os ativos.
  • É um equívoco pensar que apenas grandes fortunas precisam de planejamento patrimonial. Todos que possuem algum patrimônio enfrentam desafios relacionados a ele ao longo da vida.
  • O objetivo do planejamento não é ocultar ou fraudar o patrimônio, mas sim segregar bens pessoais e empresariais de forma saudável para as relações familiares.

Avaliação para um Planejamento Patrimonial Eficiente

  • O primeiro passo é analisar todos os aspectos do patrimônio envolvido e definir os objetivos do planejamento.
  • É importante considerar diferentes tipos de bens, como imóveis e patrimônio empresarial, além de avaliar questões civis, como regime de casamento e herdeiros necessários.
  • A sucessão também deve ser pensada no processo de estruturação do patrimônio.

Benefícios do Planejamento Patrimonial

  • Um planejamento patrimonial bem-sucedido permite que a vontade do planejador prevaleça e proporciona uma transição tranquila para as próximas gerações.
  • Além disso, o planejamento patrimonial oferece oportunidades de otimização tributária e organização benéfica para toda a família.

Conclusão

  • O planejamento patrimonial é um tema relevante e instigante, que envolve aspectos jurídicos, financeiros e familiares.
  • É fundamental buscar orientação especializada para realizar um planejamento eficiente e garantir a proteção do patrimônio.

Otimização do movimento de TBI e análise detalhada do patrimônio

Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante discute a importância de otimizar o movimento de TBI (Transferência de Bens Imóveis) para maximizar os ganhos de capital. Além disso, destaca a necessidade de realizar análises detalhadas do patrimônio para um planejamento eficiente.

Otimização do movimento de TBI

  • A otimização do movimento de TBI permite maximizar o ganho de capital sobre os bens imóveis adquiridos há muitos anos.
  • Ao trazer esses bens ao valor de mercado, é possível obter benefícios com os redutores fiscais.
  • Existem operações que não requerem TBI, mas é importante analisar cada caso individualmente.

Análise detalhada do patrimônio

  • Para um planejamento patrimonial eficiente, é necessário realizar análises detalhadas das intenções e objetivos do planejador.
  • Não existe uma receita pronta para o planejamento patrimonial, pois cada caso é único.
  • No entanto, o resultado final de um bom planejamento sempre será positivo para o titular do patrimônio e sua família.

Planejamento sucessório e caminhos simples

Visão geral da seção: Nesta parte, são abordados aspectos relacionados ao planejamento sucessório. O palestrante destaca que nem sempre é necessário ter uma estrutura complexa ou cara para realizar um planejamento sucessório eficiente.

Planejamento sucessório

  • Existem caminhos simples para realizar um planejamento sucessório, como a elaboração de um testamento ou uma doação com cláusulas específicas.
  • É importante considerar o regime de bens e as relações familiares ao planejar a sucessão.
  • Um planejamento sucessório bem estruturado é essencial para garantir a perenidade do patrimônio.

Aspectos societários no planejamento patrimonial

Visão geral da seção: Nesta parte, são discutidos os aspectos societários relacionados ao planejamento patrimonial. O palestrante destaca a importância de considerar diversos elementos ao constituir uma empresa familiar para estruturar o patrimônio.

Constituição de empresas no planejamento patrimonial

  • A constituição de empresas é um caminho comum no planejamento patrimonial.
  • Ao criar uma empresa familiar, é necessário pensar nas relações familiares, nos aspectos tributários e contábeis envolvidos.
  • Não se deve isolar apenas o direito societário na hora de estruturar uma empresa patrimonial, mas sim conjugar todos os elementos envolvidos.

Considerações sobre sociedade conjugal e administração da empresa

Visão geral da seção: Nesta parte, são abordadas as considerações sobre sociedade conjugal e administração da empresa no contexto do planejamento patrimonial. O palestrante destaca a importância de definir previamente questões relacionadas à dissolução da sociedade conjugal e à administração da empresa em caso de incapacidade ou falecimento do titular do patrimônio.

Sociedade conjugal e administração da empresa

  • Ao estruturar o planejamento patrimonial dentro de uma empresa, é necessário pensar nas questões relacionadas à sociedade conjugal.
  • É importante definir previamente como serão tratados os impactos da dissolução da sociedade conjugal em relação à empresa.
  • Também é necessário considerar a administração da empresa em casos de incapacidade ou falecimento do titular do patrimônio.

Solução de conflitos e tomada de decisões na sociedade

Visão geral da seção: Nesta parte, são discutidos os aspectos relacionados à solução de conflitos e tomada de decisões na sociedade. O palestrante destaca a importância de definir critérios claros para evitar conflitos futuros e garantir a continuidade do patrimônio.

Solução de conflitos e tomada de decisões

  • É fundamental que os documentos societários, como o contrato social ou acordo entre sócios, estabeleçam critérios claros para resolver possíveis conflitos futuros.
  • Deve-se pensar nos cenários em que o titular do patrimônio se torna incapaz ou falece, garantindo que haja um norte para a administração e tomada de decisões na sociedade.
  • Evitar concentração excessiva das decisões no titular do patrimônio ajuda a evitar problemas futuros.

Otimização do Movimento de TBI

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a otimização do movimento de TBI (Transferência de Bens Imóveis) e como isso pode facilitar a administração e maximizar os ganhos de capital.

Otimização do Ganho de Capital

  • A otimização do ganho de capital é possível ao trazer um imóvel adquirido há muitos anos para o valor de mercado atual.
  • Ao utilizar redutores, é possível maximizar o ganho de capital sobre o imóvel durante as operações.

Planejamento Patrimonial Eficiente

Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a importância do planejamento patrimonial eficiente e como análises detalhadas podem contribuir para alcançar esse objetivo.

Análise Detalhada

  • O planejamento patrimonial eficiente requer análises detalhadas das intenções do planejador.
  • Não existe uma receita pronta para o planejamento patrimonial, pois cada caso é único.
  • No entanto, o resultado final de um bom planejamento patrimonial é sempre positivo para o titular do patrimônio, sua família e suas relações.

Planejamento Sucessório Simplificado

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se a possibilidade de realizar um planejamento sucessório simples e otimizado, sem a necessidade de estruturas complexas ou custosas.

Caminhos Simples para o Planejamento Sucessório

  • O planejamento sucessório pode ser realizado de forma simples, como por meio de um testamento ou doações com cláusulas específicas.
  • Não é necessário ter uma estrutura complexa e cara para realizar um planejamento sucessório eficiente.

Conjugar Patrimônio e Objetivos no Planejamento

Visão Geral da Seção: Nesta seção, destaca-se a importância de conjugar o tipo de patrimônio analisado com os objetivos do planejador ao realizar um planejamento patrimonial.

Considerações no Planejamento

  • É essencial considerar o tipo de patrimônio sendo analisado juntamente com os objetivos do planejador.
  • Ao pensar na sucessão, é fundamental avaliar as relações familiares e conjugais envolvidas.
  • O melhor caminho para estruturar um patrimônio é pensar na sucessão desde o início, pois ela inevitavelmente ocorrerá.

Aspectos Societários no Planejamento Patrimonial

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se a importância dos aspectos societários no planejamento patrimonial e como eles devem ser considerados.

Constituição de Empresas no Planejamento Patrimonial

  • A constituição de empresas é uma prática comum no planejamento patrimonial.
  • Ao criar uma empresa familiar para estruturar um plano, é necessário considerar não apenas os aspectos societários, mas também as relações familiares, tributárias e contábeis envolvidas.

Considerações na Estruturação de Patrimônio em Empresas

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a importância de pensar em todos os elementos envolvidos ao estruturar o patrimônio em uma empresa e como eles devem ser considerados.

Pensando nos Elementos Envolvidos

  • Ao estruturar o patrimônio em uma empresa, é necessário pensar nas relações familiares, no direito societário, nas questões registrais e nos impactos futuros.
  • Todos os elementos envolvidos devem ser conjulgados para que a empresa seja adequada às relações do titular do patrimônio e de seus herdeiros.

Impacto da Dissolução Societária no Planejamento Patrimonial

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se o impacto da dissolução societária no planejamento patrimonial e como isso deve ser considerado.

Dissolução Societária e Conflitos Futuros

  • Ao estruturar um planejamento dentro de uma sociedade, é importante considerar o que acontecerá em caso de dissolução da sociedade conjugal ou falecimento do sócio titular do patrimônio.
  • É essencial definir critérios claros no contrato social ou acordo de sócios para evitar conflitos futuros relacionados à administração e divisão do patrimônio.

Administração, Sucessão e Solução de Conflitos Societários

Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a importância de pensar na administração, sucessão e solução de conflitos societários ao estruturar um planejamento patrimonial.

Considerações Finais

  • Ao estruturar o planejamento patrimonial em uma empresa, é necessário pensar na administração da empresa, na sucessão e na solução de conflitos.
  • É importante definir como serão tomadas as decisões caso o titular do patrimônio se torne incapaz ou faleça.
  • Todos os riscos futuros devem ser considerados e resolvidos desde o início para evitar conflitos relacionados ao patrimônio.

Forma de Administração

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a forma de administração e como ela pode ser mais fácil.

Administração Simplificada

  • A forma de administrar será mais fácil.
  • Facilita a administração do patrimônio.

Investimento fora do Brasil - Pessoa Física

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda os investimentos fora do Brasil na perspectiva de pessoa física.

Titularidade e Tributação

  • O investidor é titular do patrimônio.
  • Ao receber o retorno dos investimentos, é necessário realizar a tributação.
  • Muitas pessoas separam uma parcela desse patrimônio para deixar fora do Brasil.
  • Investimentos fora do Brasil normalmente têm um horizonte de médio prazo.
  • Não é comum resgatar esses investimentos em curto prazo.

Benefícios Tributários

  • Os frutos desses rendimentos permanecem não tributados enquanto estão no exterior.
  • Não há necessidade de pagar impostos sobre esses rendimentos no Brasil.

Pessoa Física vs. Pessoa Jurídica

Visão Geral da Seção: Nesta seção, são apresentadas as diferenças entre pessoa física e pessoa jurídica em relação aos investimentos no exterior.

Inventário e Testamento - Pessoa Física

  • Patrimônios fora do Brasil em nome de pessoa física requerem inventário após o falecimento.
  • O testamento auxilia no processo de inventário, mas é importante observar as regras do país onde ele é aplicado.

Tributação e Sucessão - Pessoa Jurídica

  • Ao optar por uma pessoa jurídica, é possível prever o destino dos ativos após o falecimento.
  • A pessoa jurídica não está sujeita a impostos sobre sucessão.
  • Isso evita a incidência de altos impostos sobre patrimônio ao transferir os ativos para herdeiros.

Imposto sobre Sucessão

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda o imposto sobre sucessão em relação aos investimentos no exterior.

Imposto sobre Sucessão - Pessoa Física

  • Ao falecer, uma pessoa física pode estar sujeita a um alto imposto sobre sucessão em alguns países.
  • Esse imposto pode chegar a cerca de 40% do patrimônio.

Imposto sobre Sucessão - Pessoa Jurídica

  • Ao utilizar uma pessoa jurídica como titular dos ativos, não há incidência de imposto sobre sucessão.
  • As cotas da empresa podem ser transferidas para outra pessoa sem a necessidade de pagar esse imposto.

Patrimônio e ITCMD

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se o imposto sobre causa morte (ITCMD) e como ele se relaciona com o planejamento patrimonial. São abordadas as situações de transferência de patrimônio pós-morte e por meio de doação, bem como a importância de considerar as alíquotas do ITCMD em diferentes estados.

Imposto sobre causa morte (ITCMD)

  • O ITCMD é um imposto que incide sobre a transferência de patrimônio no momento do falecimento ou por meio de doação.
  • Existem duas situações principais em que ocorre a transferência de patrimônio: pós-morte e por meio de doação.
  • Alguns estados possuem alíquotas diferentes para doações em vida e para causa morte.
  • Por exemplo, no Mato Grosso do Sul, a alíquota para doações é a metade da alíquota para causa morte.
  • É importante considerar as alíquotas vigentes nos estados onde o patrimônio está localizado, pois pode haver diferenças na tributação.

Planejamento patrimonial

  • Ao realizar o planejamento patrimonial, é necessário considerar alguns aspectos:
  • Valorização futura do patrimônio: Se um determinado ativo tem potencial de valorização ao longo dos anos, transferi-lo em vida pode ser vantajoso em termos de base de cálculo para o ITCMD.
  • Possíveis mudanças nas alíquotas: Mudanças políticas podem resultar em alterações nas alíquotas do ITCMD. Portanto, é importante considerar o risco de aumento ou diminuição das alíquotas no futuro.
  • Proteção contra credores: Transferir patrimônio em vida pode ser uma estratégia para proteger os ativos de possíveis credores no futuro.

Conclusão

  • O ITCMD é um imposto que incide sobre a transferência de patrimônio por causa morte ou por meio de doação.
  • Ao realizar o planejamento patrimonial, é importante considerar as alíquotas vigentes nos estados onde o patrimônio está localizado e avaliar fatores como valorização futura e proteção contra credores.

Planejamento Patrimonial e Governança

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância do planejamento patrimonial e da governança na gestão dos ativos. Ele destaca a necessidade de considerar fatores como disponibilidade do patrimônio, tipos de propriedades (rural ou urbana) e diferentes situações caso a caso.

Importância do Planejamento Patrimonial

  • O planejamento patrimonial é essencial para lidar com questões relacionadas à disponibilidade do patrimônio, venda de ativos e quem pode tomar decisões sobre eles.
  • Cada caso requer uma solução única, pois fatores como tipo de propriedade (imobiliária rural ou urbana) podem influenciar as decisões.
  • No caso de falecimento, o recolhimento do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) é obrigatório se os bens estiverem em nome do falecido.
  • É importante considerar estratégias de planejamento para mitigar problemas financeiros decorrentes da falta de liquidez dos herdeiros para pagar impostos.

Governança Patrimonial

  • A falta de liquidez pode levar os herdeiros a vender imóveis abaixo do valor de mercado para cumprir obrigações fiscais, resultando em perdas financeiras.
  • A ausência de recursos financeiros para pagar impostos pode levar à manutenção de imóveis abandonados, causando prejuízos para a sociedade.
  • Estratégias como seguro de vida podem fornecer liquidez para pagar impostos sobre heranças.
  • Investimentos em previdência ou outras modalidades financeiras podem ajudar a evitar o pagamento do ITCMD.
  • Cada caso requer uma análise cuidadosa do patrimônio e consideração das opções disponíveis para garantir a segurança financeira.

Planejamento Patrimonial e Segurança

  • Transferir o patrimônio para os filhos pode trazer preocupações com segurança financeira. Instrumentos como acordos de acionistas ou doações com cláusulas de usufruto podem oferecer proteção.
  • Advogados são frequentemente consultados pela segunda geração para auxiliar na preparação financeira quando a primeira geração está ausente.
  • É possível determinar formas de utilização da herança que proporcionem segurança e conforto aos beneficiários.
  • Ao transferir o patrimônio para uma entidade jurídica, é possível implementar políticas de governança que garantam sua preservação ao longo das gerações.

Governança Patrimonial e Políticas

  • A implementação de políticas de governança inclui elaboração de testamentos, contratos protetivos, instituição de bem de família e reserva de usufruto.
  • Cláusulas específicas podem ser adicionadas para garantir a perpetuação do patrimônio, mas com restrições sobre o uso de certos ativos.
  • Diversas opções estão disponíveis para estruturar a governança patrimonial e garantir a segurança financeira das gerações futuras.

Problemas no Planejamento Patrimonial

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda um problema comum no planejamento patrimonial relacionado à falta de liquidez dos herdeiros para pagar impostos sobre heranças.

Problema da Falta de Liquidez

  • A falta de liquidez pode ser um desafio significativo para os herdeiros ao lidar com o pagamento de impostos sobre heranças.
  • É necessário considerar fatores como tipo de propriedade (rural ou urbana) e disponibilidade do patrimônio ao planejar a gestão dos ativos.
  • O recolhimento do ITCMD é obrigatório quando os bens estão em nome do falecido. No entanto, cada caso deve ser estudado individualmente.
  • Estratégias como seguro de vida ou investimentos em previdência podem ajudar a mitigar problemas financeiros decorrentes da falta de liquidez.
  • A falta de recursos financeiros pode levar à venda abaixo do valor de mercado ou à manutenção inadequada dos imóveis, resultando em perdas para os herdeiros e para a sociedade.

Planejamento Patrimonial e Governança Efetiva

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca a importância do planejamento patrimonial e da governança efetiva na gestão dos ativos familiares.

Importância do Planejamento Patrimonial

  • O planejamento patrimonial é essencial para garantir uma gestão eficiente dos ativos familiares.
  • É necessário analisar cuidadosamente o patrimônio e considerar as opções disponíveis para determinar a melhor estratégia de utilização.
  • Ao transferir o patrimônio para uma entidade jurídica, é possível implementar políticas de governança que garantam sua preservação ao longo das gerações.

Governança Patrimonial Efetiva

  • A implementação de políticas de governança inclui elaboração de testamentos, contratos protetivos, instituição de bem de família e reserva de usufruto.
  • Cláusulas específicas podem ser adicionadas para garantir a perpetuação do patrimônio, mas com restrições sobre o uso de certos ativos.
  • Diversas opções estão disponíveis para estruturar a governança patrimonial e garantir a segurança financeira das gerações futuras.

Primeira Alteração do Regime de Bens

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a primeira alteração do regime de bens.

Alteração do Regime de Bens

  • A alteração do regime de bens não implica necessariamente em trazer os valores para o Brasil.
  • É importante considerar o recolhimento do Imposto de Renda sobre a distribuição dos lucros.
  • Mesmo que os valores permaneçam no exterior, eles podem ser objeto de incidência tributária no Brasil.

Distribuição de Dividendos e Impostos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a distribuição de dividendos e sua relação com impostos.

Distribuição de Dividendos no Exterior

  • Mesmo que os dividendos sejam recebidos fora do Brasil e permaneçam fora, eles são objeto de incidência tributária no país.
  • A Receita Federal pode cobrar impostos sobre esses dividendos recebidos no exterior.

Renda de Aluguel e Diferença na Tributação

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se a diferença na tributação entre renda de aluguel na pessoa física e na pessoa jurídica.

Tributação da Renda de Aluguel

  • A interpretação fiscal sobre a renda de aluguel pode variar significativamente entre pessoa física e pessoa jurídica.
  • É importante considerar as diferenças na tributação ao receber renda de aluguel.

Planejamento Patrimonial para Locação

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se o planejamento patrimonial para locação e seus benefícios fiscais.

Benefícios do Planejamento Patrimonial para Locação

  • O planejamento patrimonial para locação é uma prática comum e vantajosa.
  • Além dos benefícios fiscais, como menor tributação, é uma opção mais econômica.
  • Rejane e Regiane mencionam a importância desse tipo de estratégia.

Transferência de Patrimônio e Declaração de Imposto de Renda

Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a transferência de patrimônio e sua declaração no Imposto de Renda.

Transferência de Patrimônio e Declaração

  • Quando ocorre a transferência de um bem ou direito, ele não será mais declarado na declaração do Imposto de Renda.
  • É necessário considerar se essa transferência configura uma doação sujeita à incidência tributária.

Instrumento de Liquidez em Rodo Empresarial

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a necessidade de um instrumento de liquidez em rodo empresarial.

Instrumento de Liquidez em Caso de Falecimento

  • A necessidade ou não de um instrumento de liquidez em caso de falecimento depende do caso concreto.
  • Pode ser necessário se os herdeiros não possuírem liquidez suficiente para pagar as cotas do sócio falecido.
  • É possível solicitar autorização judicial para vender um imóvel e utilizar o valor para pagamento das cotas.

Preocupação com a Venda Rápida de Patrimônio

Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a preocupação com a venda rápida de patrimônio em casos de necessidade de liquidez.

Venda Rápida de Patrimônio

  • A venda rápida de patrimônio pode ser uma preocupação em situações que exigem liquidez imediata.
  • Existem alternativas, como utilizar recursos dos herdeiros ou solicitar autorização judicial para venda de imóveis.

Local de residência do doador ou de quem

Visão geral da seção: Esta seção discute o local de residência do doador ou de quem está envolvido em uma transação.

Local de residência e transações

  • O local de residência do doador ou das partes envolvidas em uma transação é um fator importante a ser considerado.
  • Pode haver implicações legais e fiscais dependendo do local de residência.
  • É necessário entender as leis e regulamentos aplicáveis ao local para garantir conformidade.

Patrimônio, herança e distribuição

Visão geral da seção: Nesta seção, são abordados tópicos relacionados ao patrimônio, herança e distribuição dos bens.

Distribuição patrimonial

  • A distribuição dos bens em uma herança não precisa ser necessariamente igual entre os beneficiários.
  • É possível especificar diferentes proporções na distribuição dos bens, desde que seja respeitada a parte obrigatória (legítima).
  • Além disso, existe uma parcela disponível que pode ser destinada a terceiros ou utilizada para dar mais para um filho do que para outro.

Testamento e distribuição adicional

Visão geral da seção: Nesta seção, é discutido o uso do testamento para especificar a distribuição dos bens.

Testamento e disposições adicionais

  • Por meio de um testamento, é possível estabelecer disposições específicas sobre a distribuição dos bens.
  • É possível designar diferentes propriedades ou ativos para cada beneficiário, desde que seja respeitada a parte obrigatória (legítima).

Parcela disponível e distribuição desigual

Visão geral da seção: Nesta seção, é abordada a parcela disponível e a possibilidade de fazer uma distribuição desigual dos bens.

Parcela disponível e distribuição desigual

  • Além da parte obrigatória (legítima), existe uma parcela disponível que pode ser utilizada livremente pelo titular do patrimônio.
  • Essa parcela permite fazer uma distribuição desigual entre os beneficiários, dando mais para um filho do que para outro.
  • Também é possível destinar essa parcela disponível para terceiros, como cônjuge ou outros herdeiros.

Uso da parcela disponível na distribuição

Visão geral da seção: Nesta seção, é discutido o uso da parcela disponível na distribuição dos bens.

Uso da parcela disponível

  • Através da parcela disponível, é possível dar mais para um filho do que para outro na distribuição dos bens.
  • O titular do patrimônio tem liberdade para decidir como utilizar essa parte da herança.
  • É importante respeitar as regras legais e garantir que a distribuição seja feita de forma justa.

Imunidade de TBI na integralização de bens

Visão geral da seção: Nesta seção, é discutida a imunidade de TBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) na integralização de bens em uma pessoa jurídica.

Imunidade de TBI e autodeclaração

  • A autodeclaração do sócio quanto ao valor do imóvel a ser integralizado pode ser questionada pelo ente tributante.
  • Cada município tem sua própria forma de analisar os processos de não incidência do ITBI.
  • Decisões recentes do STJ consideram o valor do negócio como base de cálculo para o TBI, desde que seja um valor justo e de mercado.

Valor do negócio e avaliação municipal

Visão geral da seção: Nesta seção, é abordado o valor do negócio e a avaliação feita pelo município.

Valor do negócio e avaliação municipal

  • O valor do negócio realizado entre as partes pode ser diferente da avaliação feita pelo município.
  • O valor justo e de mercado do negócio deve ser considerado como base de cálculo para o TBI.
  • Ainda não há experiência suficiente para determinar se os municípios aceitam a autodeclaração ou contestam o valor declarado.

Recolhimento do Imposto e autodeclaração

Visão geral da seção: Nesta seção, é discutido o recolhimento do Imposto com base no valor atribuído pelo município.

Recolhimento do Imposto e autodeclaração

  • Os municípios costumam fazer o recolhimento do Imposto com base no valor atribuído por eles.
  • Com base em decisões do STJ, acredita-se que o valor justo do negócio deveria ser considerado pelo município.
  • Ainda não há experiência de embate entre autodeclaração e aceitação pelo município.

Encerramento do evento

Visão geral da seção: Nesta seção, é feito o encerramento do evento.

Agradecimentos e encerramento

  • Agradece-se a presença de todos os participantes.
  • Não há mais comentários ou perguntas adicionais.
  • Os palestrantes colocam-se à disposição para dúvidas futuras.

Elaboração de Artigos Podcast

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discutiremos a elaboração de artigos para podcasts.

Título do Subtópico

  • A elaboração de artigos para podcasts é uma parte essencial do processo de produção.
  • Os artigos devem ser escritos de forma clara e concisa, transmitindo as informações principais do episódio.
  • É importante incluir uma introdução cativante e um resumo dos tópicos abordados no podcast.
  • Os artigos devem ser otimizados para SEO, utilizando palavras-chave relevantes relacionadas ao conteúdo do episódio.
  • Além disso, é recomendado adicionar links úteis e recursos mencionados durante o podcast.

Repita a estrutura acima conforme necessário, usando subtítulos e marcadores para organizar suas notas. Evite criar muitas seções e siga a ordem cronológica do vídeo.

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A consciência sobre a importância do planejamento patrimonial e sucessório, visando a perpetuação do patrimônio e a realização de uma partilha de bens de forma mais pacífica e ágil, com menor carga tributária, tem atraído bastante o interesse de nossos clientes. Por isso, neste webinar vamos tratar deste importante instrumento jurídico preventivo para organizar e planejar o patrimônio, seja em vida, seja por ocasião da sucessão. Debateremos, de forma prática, os aspectos tributários, societários e cíveis (família/sucessão) envolvidos nos planejamentos patrimoniais e sucessórios. Moderadora: Anete Mair Medeiros - GSGA Brasília Palestrantes: Flávio Augusto Dumont Prado – GSGA Curitiba Rejane Espósito - GSGA Rio de Janeiro Théo Meneguci Boscoli - GSGA São Paulo