1 5 As crises e os mecanismos anticrise A crise de 1929 e o New Deal

1 5 As crises e os mecanismos anticrise A crise de 1929 e o New Deal

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Visão geral da seção: Introdução ao tema do vídeo.

Crise de 29 e a Grande Depressão

  • A crise de 1929, também conhecida como a Grande Depressão, foi um evento internacional que desencadeou o fim da utopia idealista dos anos 20.
  • O governo Democrata de Franklin D. Roosevelt adotou o New Deal para conter os impactos da Grande Depressão nos Estados Unidos.
  • A Grande Depressão afetou a economia global e marcou o declínio do idealismo nas relações internacionais.

Contexto dos Estados Unidos na década de 1920

  • Após a Primeira Guerra Mundial, os Estados Unidos buscaram uma política isolacionista e dominância econômica.
  • Os anos 20 foram marcados por otimismo, com aumento do consumo e produção, crescimento urbano e desenvolvimento econômico.
  • No entanto, havia preocupações com declínio na produção industrial e consumo, além de altas taxas de dívida das famílias e empresas.

A quebra da bolsa em 1929

  • Em 24 de outubro de 1929 ocorreu a quebra da bolsa de valores dos Estados Unidos, conhecida como "The Black Thursday".
  • Esse colapso gerou pânico entre os acionistas, levando à venda massiva de ativos e queda generalizada nos preços.
  • Esse evento marcou o início da Grande Depressão, que afetou diversos países ao redor do mundo.

Impacto global da Grande Depressão

  • A Grande Depressão teve impacto em todos os continentes, afetando países da América do Norte, América Latina, Europa, Ásia e África.
  • A União Soviética foi menos afetada devido ao seu distanciamento do sistema financeiro internacional.

Conclusão

  • A crise de 1929 e a Grande Depressão tiveram um impacto significativo na economia global e marcaram o declínio do idealismo nas relações internacionais.
  • Os Estados Unidos passaram por transformações econômicas e sociais durante esse período conturbado.

A Crise de 1929 e suas Causas

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discutiremos a crise econômica de 1929 e suas causas.

A Crise Econômica nos Estados Unidos

  • A crise de 1929 foi deflacionária e resultou na perda de emprego para cerca de 15 milhões de americanos, representando um quarto da população economicamente ativa.
  • A crise afetou a economia internacional, pois a economia dos EUA estava integrada globalmente.
  • A crise foi impulsionada pela superprodução e pela falta de demanda efetiva. Isso levou ao acúmulo de estoques e à quebra sucessiva de negócios.
  • A economia americana era pouco diversificada e concentrada em setores como construção civil e automobilístico.
  • Havia uma distribuição desigual da renda nos EUA, o que afetava negativamente o mercado de consumo.
  • O colapso financeiro na Bolsa de Valores em outubro de 1929 foi o estopim da crise.

Impacto Global da Crise

  • O colapso financeiro nos EUA teve um impacto profundo em todo o mundo, afetando todos os países com os quais os EUA comercializavam.
  • As políticas tarifárias protecionistas adotadas pelos EUA contribuíram para o agravamento da crise, levando à contração do comércio internacional.
  • A redução do comércio internacional afetou negativamente os países, resultando em uma queda significativa no PIB global.
  • Alguns países conseguiram superar a crise ao longo da década de 1930, mas muitos permaneceram em situação de crise até a eclosão da Segunda Guerra Mundial.

O New Deal e suas Medidas Anti-Crise

  • A crise de 1929 marcou o fim da era republicana nos EUA e a ascensão do democrata Franklin D. Roosevelt.
  • O New Deal foi um programa ambicioso de expansionismo fiscal adotado por Roosevelt para dinamizar a economia.
  • O New Deal consistiu em uma sequência de planos que visavam alavancar a demanda agregada por meio do multiplicador econômico.
  • Medidas anti-crise incluíram liberação de verbas para obras públicas e concessão de empréstimos a bancos e ferrovias.

Conclusões sobre a Crise de 1929

Visão Geral da Seção: Nesta seção, apresentaremos algumas conclusões sobre a crise econômica de 1929.

Impacto Duradouro

  • A crise teve um impacto duradouro nos Estados Unidos, marcando o fim da era republicana e impulsionando mudanças políticas sob o governo democrata de Roosevelt.
  • O New Deal foi implementado como uma resposta à crise e ajudou a impulsionar a economia americana.
  • A crise de 1929 também teve um impacto global significativo, levando à contração do comércio internacional e afetando negativamente os países ao redor do mundo.

Lições Aprendidas

  • A crise de 1929 destacou a importância da regulação financeira e da diversificação econômica para evitar crises futuras.
  • As políticas protecionistas adotadas durante a crise mostraram que o fechamento do comércio internacional pode ter consequências negativas para todos os países envolvidos.

Reflexões Finais

  • A crise de 1929 foi um evento histórico importante que moldou as políticas econômicas e sociais nas décadas seguintes.
  • É essencial aprender com as lições dessa crise para evitar repetir os mesmos erros no futuro.

O New Deal e a Recuperação Econômica dos Estados Unidos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discutiremos o New Deal e suas medidas para recuperar a economia dos Estados Unidos após a Grande Depressão.

O Papel do New Deal na Recuperação Econômica

  • O New Deal foi uma série de medidas implementadas pelo governo dos Estados Unidos para lidar com a crise econômica causada pela quebra do sistema financeiro em 1929.
  • As principais áreas de foco do New Deal foram a regulação do sistema financeiro, assistência social aos segmentos mais vulneráveis da população e contratação de obras públicas para impulsionar a demanda agregada.
  • Essas medidas estabeleceram um aparato de seguridade social nos Estados Unidos, embora não tão forte quanto o existente na Europa. Além disso, buscaram impulsionar a economia por meio da expansão da demanda agregada.

A Administração da Recuperação Nacional

  • A Administração da Recuperação Nacional foi criada como parte do New Deal e tinha como objetivo regular a economia dos Estados Unidos.
  • Uma das medidas adotadas pela Administração foi o estabelecimento de acordos entre empresários, trabalhadores e governo para limitar preços, salários e competição.
  • Essas medidas mostram que os Estados Unidos se afastaram do liberalismo econômico clássico em favor de uma abordagem mais regulatória.

Outras Agências do New Deal

  • Além da Administração da Recuperação Nacional, o New Deal também incluiu outras agências importantes.
  • Um exemplo é a Corporação de Reconstrução Financeira, que teve como objetivo subsidiar os produtores para combater a crise de superprodução e gerar inflação.
  • O New Deal foi ancorado na expansão fiscal dos gastos públicos, rompendo com o ciclo vicioso da economia americana.

Saída do Padrão Ouro e Emissão de Moeda

  • Em 1933, os Estados Unidos saíram do padrão ouro e passaram a emitir uma grande quantidade de papel moeda para financiar obras públicas.
  • Essa emissão de moeda foi uma prova de que a crise era deflacionária, pois visava combater a superprodução e não a inflação.
  • Ao contrário dos países europeus com seus sistemas de bem-estar social mais avançados, o objetivo do New Deal não era recuperar plenamente a economia ou adotar uma abordagem distributivista de renda. Em vez disso, buscava fornecer segurança econômica aos Estados Unidos após a crise.

A Saída do Padrão Ouro pelos Estados Unidos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discutiremos a saída dos Estados Unidos do padrão ouro em 1933 e suas implicações econômicas.

A Saída do Padrão Ouro

  • Em 1933, os Estados Unidos abandonaram o padrão ouro e retomaram o controle pleno de sua política monetária.
  • Essa decisão permitiu ao governo americano emitir moedas em grande quantidade para financiar obras públicas e impulsionar a economia.
  • A crise econômica levou as pessoas a buscarem ouro como um ativo seguro, o que aumentou sua demanda e cotação.

Emissão de Papel Moeda

  • A emissão massiva de papel moeda pelos Estados Unidos foi uma resposta à crise deflacionária e não inflacionária.
  • Essa emissão de moeda foi necessária para combater a superprodução e estimular a economia.
  • A decisão dos Estados Unidos de emitir papel moeda em larga escala indicava que o problema era a deflação, não a inflação.

Essas são as principais informações sobre o New Deal e a saída do padrão ouro pelos Estados Unidos.

Ouro como fonte de riqueza e injeção de liquidez na economia

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a ideia de usar o ouro como uma fonte de riqueza para fortalecer o governo e injetar liquidez na economia. É mencionada a ordem executiva do presidente Luso em 1933, que exigiu que as pessoas entregassem suas moedas e certificados de ouro.

Uso do ouro para reforçar o caixa do governo

  • O ouro é considerado uma fonte de riqueza.
  • A ideia era desconcentrar os recursos e transferi-los para o governo federal.
  • A ordem executiva exigiu que as pessoas entregassem suas moedas e certificados de ouro até primeiro de maio daquele ano.

A Grande Depressão e seus efeitos iniciais

Visão geral da seção: Nesta seção, são abordados os efeitos iniciais da Grande Depressão entre 1929 e 1932 nos principais centros econômicos, como Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha.

Efeitos iniciais da Grande Depressão

  • Queda substancial na produção industrial nos Estados Unidos (46%).
  • Queda nos preços do atacado (33%).
  • Queda semelhante nos demais países, exceto Reino Unido e França.
  • Crise econômica de proporções avassaladoras.
  • Impacto significativo no comércio internacional e aumento do desemprego.

Explicações para a Grande Depressão

Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas duas explicações para a Grande Depressão: a linha keynesiana e a linha mais liberal ou monetarista.

Explicações para a Grande Depressão

  • Linha keynesiana: A crise foi causada por uma contração acentuada da demanda agregada, resultando em baixa produção e alto desemprego. A solução proposta é a expansão fiscal por meio dos gastos públicos.
  • Linha mais liberal ou monetarista: A crise foi causada por uma contração monetária no mercado de capitais, que contaminou a economia real. A solução proposta é o expansionismo monetário.

Expansão fiscal como solução na linha keynesiana

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se como a expansão fiscal é vista como solução na linha keynesiana para lidar com um cenário de alto desemprego e baixa produção.

Expansão fiscal como solução

  • A contração da demanda agregada paralisa o consumo das famílias e o investimento privado.
  • O único viés para alavancar essa economia paralisada são os gastos públicos.
  • Estratégia keneziana adotada pelos Estados Unidos incluiu requisitar reservas de ouro particulares e emitir papel moeda.

Contração monetária como causa na linha mais liberal ou monetarista

Visão geral da seção: Nesta seção, é apresentada a linha mais liberal ou monetarista, que atribui a causa da crise de 1929 e da Grande Depressão à contração monetária no mercado de capitais.

Contração monetária como causa

  • A contração monetária no mercado de capitais contaminou a economia real.
  • Erro do Banco Central norte-americano foi não recorrer ao expansionismo monetário para evitar o contágio na economia real.

O capitalismo como sistema econômico

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se o capitalismo como sistema econômico e sua organização baseada em um futuro aberto e imprevisível.

O capitalismo como sistema econômico

  • O capitalismo é um sistema em que os atores são forçados a se orientar para um futuro aberto e imprevisível.
  • Esse futuro representa possibilidades limitadas e ameaças permanentes aos estados econômicos dos atores.

A Crise de 1929 e a Eleição de Roosevelt

Visão Geral da Seção: Esta seção aborda o crash da Bolsa de Nova York em outubro de 1929 e seus impactos na economia, incluindo falências, desemprego e falta de perspectivas. Também discute a eleição de Franklin D. Roosevelt em 1932.

O Crash da Bolsa e a Crise Econômica

  • O crash da Bolsa de Nova York em outubro de 1929 foi um sinal do que estava por vir nos próximos anos - uma crise econômica com falências, desemprego e falta de perspectivas.
  • A década de 1920 inaugurou uma nova era para os Estados Unidos, com os republicanos no poder reduzindo as funções do Estado para diminuir gastos públicos e cobrança de impostos.
  • Enquanto o governo adotava uma política keynesiana expansionista para recuperar a atividade produtiva por meio do aumento dos gastos públicos, a crise era deflacionária, não inflacionária.

Intervenção do Estado e Subsídios às Indústrias

  • Foram criados subsídios às indústrias para reduzir a pressão inflacionária sobre a população e garantir a continuidade do emprego nas linhas de produção.
  • A expansão fiscal incluiu o aumento do papel do estado na economia, com contratação de funcionários desempregados para realizar obras públicas.

Prioridades da Administração Roosevelt

  • No início da administração Roosevelt, priorizou-se aliviar a situação da população, especialmente das camadas mais afetadas, por meio da criação de instrumentos e medidas para acabar com o processo deflacionário.

Impacto da Crise de 1929 nos Setores Econômicos

Visão Geral da Seção: Esta seção discute os efeitos da crise de 1929 nos setores econômicos, destacando que os setores gerenciados por grupos familiares conservadores foram preservados, enquanto a economia real foi afetada.

Preservação dos Setores Gerenciados por Grupos Familiares Conservadores

  • Os setores da economia gerenciados por grupos familiares conservadores foram preservados durante a crise de 1929, pois não arriscavam seu capital no mercado de valores.

Impacto na Economia Real e Contágio Internacional

  • A crise financeira do mercado de valores teve impacto na economia real, afetando negócios e empreendimentos de pequeno a grande porte.
  • O contágio não se limitou à economia norte-americana; também afetou o sistema internacional e se comunicou com todos os países europeus.

Intervenção Estatal e Crise Financeira Internacional

Visão Geral da Seção: Esta seção aborda como os Estados optaram pela intervenção na economia para enfrentar a crise, regulando a produção, criando empregos em larga escala e moralizando o sistema financeiro.

Intervenção Estatal como Alternativa ao Modelo Liberal

  • Os Estados optaram pela intervenção na economia como alternativa ao modelo liberal, com o objetivo de ampliar a demanda agregada e moralizar o sistema financeiro.
  • A crise de 1929 começou no mercado financeiro e afetou a economia real, levando os Estados a adotarem medidas não liberais.

O Crash de Wall Street e a Grande Depressão

Visão Geral da Seção: Esta seção explora o crash de Wall Street em 1929 como desencadeador da Grande Depressão, caracterizada por uma queda vertiginosa do valor das ações negociadas.

O Crash de Wall Street e a Queda Vertiginosa do Valor das Ações

  • O crash de Wall Street em 1929 foi uma queda vertiginosa do valor das ações negociadas na Bolsa de Nova York.
  • Esse evento desencadeou a Grande Depressão, que foi marcada pela redução da produção em um quinto e pelo desemprego atingindo um quarto da força de trabalho.

Impacto Global da Grande Depressão

Visão Geral da Seção: Esta seção discute as implicações globais da Grande Depressão, incluindo sua duração prolongada, redução na produção e desemprego generalizado.

Duração Prolongada e Impacto Global

  • A Grande Depressão dos anos 30 foi única em termos de profundidade e amplitude, com impactos duradouros na economia dos países industrializados.
  • Durante mais de cinco anos, houve redução significativa na produção e um quarto da força de trabalho ficou desempregado.
  • A crise financeira e cambial se espalhou pelo mundo devido à interconexão pavimentada pelo sistema financeiro internacional, afundando economias inteiras.

Conclusão

A crise de 1929, desencadeada pelo crash da Bolsa de Nova York, teve impactos significativos na economia global. A eleição de Roosevelt e a intervenção estatal foram respostas adotadas para enfrentar a crise. A Grande Depressão resultou em uma queda vertiginosa do valor das ações, redução na produção e desemprego generalizado, afetando não apenas os Estados Unidos, mas também o sistema financeiro internacional e as economias europeias.

Nazismo e a conexão com a Segunda Guerra Mundial

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a conexão entre o nazismo e a Segunda Guerra Mundial, destacando que não é apenas explicada pela corrida armamentista, mas também pelo contexto internacional de cooperação e relações entre os países.

O contexto econômico e político

  • A década de 1920 foi marcada por um período utópico liberal de cooperação internacional entre os países.
  • No entanto, com a crise econômica global desencadeada pela quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929, houve uma diminuição na colaboração entre os países.
  • Os países estavam empobrecidos e buscavam soluções para suas economias e sociedades, o que dificultava o espírito de colaboração.

Impacto da crise nos países em desenvolvimento

  • A crise afetou não apenas os países industrializados, mas também os países em desenvolvimento.
  • A queda no comércio internacional prejudicou as exportações desses países, especialmente no setor agrícola.
  • Países como Brasil e América Latina foram severamente impactados pela crise.

Ascensão do nazismo e do New Deal

  • Em 1933, durante o auge da crise econômica, Hitler chegou ao poder na Alemanha enquanto Roosevelt assumiu a presidência dos Estados Unidos.
  • Ambos ofereceram respostas contundentes ao caos social e político em seus respectivos países.
  • Enquanto Hitler inaugurou um regime autoritário baseado na corrida armamentista, Roosevelt implementou o New Deal, que promoveu uma transformação radical na organização e funcionamento do capitalismo nos Estados Unidos.

O papel do Estado na economia

  • Tanto Hitler quanto Roosevelt adotaram uma postura de maior intervenção estatal na economia.
  • Enquanto Hitler expandiu a presença do estado na economia alemã, Roosevelt implementou políticas de expansão fiscal e programas de apoio aos desempregados e setor agrícola.

O New Deal e suas abordagens econômicas

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se o impacto do New Deal nos Estados Unidos e como ele trouxe mudanças significativas nas abordagens econômicas adotadas até então.

Expansão da presença estatal

  • O New Deal não se limitou apenas aos setores financeiro e industrial dos Estados Unidos.
  • Foi uma iniciativa mais ampla que envolveu a expansão da presença do estado em diversos aspectos da economia.

Setores fiscalizados pelo governo federal

  • Os setores financeiros e industriais passaram a ser fiscalizados vigorosamente pelo governo federal.
  • No entanto, o governo optou por não se envolver diretamente na recuperação de áreas mais afetadas, como agricultura e organização do trabalho.

Programas de apoio social

  • Além das medidas voltadas para os setores financeiro e industrial, o New Deal também incluiu programas de apoio social.
  • Foram criados programas para desempregados, idosos, fazendeiros, jovens, entre outros.
  • Houve também linhas especiais de financiamento de crédito para o setor agrícola.

Conclusão

A Segunda Guerra Mundial teve uma conexão complexa com a crise econômica global e as abordagens adotadas por líderes como Hitler e Roosevelt. Enquanto o nazismo se baseou na corrida armamentista, o New Deal nos Estados Unidos trouxe mudanças significativas nas políticas econômicas, expandindo a presença do estado e implementando programas de apoio social. Esses eventos moldaram o cenário mundial da época e tiveram impactos duradouros na história.