Asma - Aula de Pneumologia do Curso Intensivo Residência Médica

Asma - Aula de Pneumologia do Curso Intensivo Residência Médica

Promoção de Cursos R+ Clínica Médica

Lote Especial com Desconto

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  • Os cursos R+ Turbo e Prime Class são focados na prova do ENARI, proporcionando material elaborado especificamente para as especialidades clínicas.

Direcionamento Pedagógico

  • O conteúdo dos cursos foi desenvolvido por professores especialistas, garantindo que os alunos estudem os pontos mais cobrados pela nova banca examinadora (AF FGV).
  • Acesso ao Sprint R+ Clínica Médica ENARI, que contém 500 questões inéditas resolvidas e comentadas em texto e vídeo.

Recursos Adicionais

  • Bônus incluem o Sprint ENARI com mais de 650 questões inéditas e resumos estratégicos para revisão final.
  • O banco de questões da Estratégia Média oferece acesso a mais de 65.000 questões de clínica médica, permitindo solidificar o conhecimento através da resolução e leitura dos comentários dos especialistas.

Aula sobre Asma Brônquica

Introdução à Aula

  • A aula é parte das sextas-feiras da Clínica Médica no YouTube do Estratégia Médica, onde temas relacionados à clínica médica são discutidos semanalmente.

Tema Central: Asma Brônquica

  • A asma brônquica é um tema importante nas provas; a aula abordará informações atualizadas baseadas no documento GINA 2024.

Interação com Alunos

  • O apresentador interage com os alunos no chat, mencionando suas ansiedades sobre a aula e reforçando a importância do tema.

Próxima Aula

Aula Intensiva sobre Asma Brônquica

Introdução ao Curso Intensivo

  • O curso intensivo do Estratégia Médica é voltado para alunos que precisam de um foco direto na preparação para provas, especialmente quando o tempo é limitado.
  • A aula de hoje é uma oportunidade para revisar conteúdos essenciais e se preparar adequadamente para a prova, abordando temas relevantes em um formato mais conciso.
  • Um aviso importante: no dia 1º de julho haverá o lançamento da turma do meio do ano, com produtos a preços especiais, ideal para quem está se preparando para revalida ou residência médica.

Engajamento e Interação

  • O professor incentiva os espectadores a curtirem o vídeo, se inscreverem no canal e ativarem as notificações, destacando a importância disso para o crescimento das redes sociais do Estratégia Médica.
  • Durante a live, há eventos paralelos sendo realizados, incluindo discussões sobre asma brônquica e sua relevância nas provas práticas.

Conteúdo da Aula

  • O professor Rander Molinari introduz o tema da aula: asma brônquica, um dos tópicos mais importantes em pneumologia nas provas de residência médica.
  • A asma brônquica é uma doença heterogênea que pode ser classificada em vários subtipos (alérgica, não alérgica, ocupacional), todos compartilhando inflamação crônica das vias aéreas.

Diagnóstico e Fisiopatologia

  • A limitação ao fluxo respiratório é um achado comum na asma brônquica; os sintomas podem variar entre períodos de exacerbação e remissão quase completa.

Entendendo a Asma Brônquica

Associação com Atopias

  • A asma brônquica está fortemente associada a uma história de atopias, manifestando sintomas intermitentes em resposta a alérgenos como poeira e mofo.
  • A suspeita de asma é levantada quando os sintomas são associados à exposição a fatores alergênicos.

Mecanismo Fisiopatológico

  • O mecanismo da asma envolve a redução do calibre das vias aéreas, resultando em um distúrbio ventilatório obstrutivo e hiperresponsividade brônquica.
  • A inflamação crônica das vias aéreas leva ao remodelamento brônquico, que pode resultar em obstrução fixa ao fluxo aéreo.

Fenótipos da Asma

  • Existem diferentes fenótipos da asma:
  • Asma Alérgica: Comum, relacionada a alergias e eosinófilos no escarro.
  • Asma Não Alérgica: Sem relação com atopias, geralmente requer doses mais altas de corticoides.
  • Asma de Início Tardio: Inicia na vida adulta com má resposta aos corticoides.
  • Asma Relacionada à Obesidade: Apresenta menos sinais de eosinofilia.

Sintomas Cardinais da Asma

  • Os principais sintomas incluem dispneia, sibilância, opressão torácica e tosse.
  • Um sinal crítico é o silêncio torácico durante crises graves, indicando uma situação potencialmente fatal.

Diagnóstico e Importância da Espirometria

  • O diagnóstico é clínico e depende dos sinais e sintomas. A espirometria é fundamental para confirmar o diagnóstico e estratificar a gravidade da doença.

Diagnóstico e Interpretação da Espirometria na Asma

Importância da Espirometria no Diagnóstico

  • A espirometria é essencial para o diagnóstico de asma, pois pode apresentar resultados normais em períodos sem sintomas, levando a confusões clínicas.
  • Mesmo com uma espirometria normal, se os sinais clínicos forem convincentes, o diagnóstico de asma pode ser mantido.

Padrões Esperados na Espirometria

  • O padrão mais comum esperado é um distúrbio ventilatório obstrutivo com resposta broncodilatadora positiva.
  • Um distúrbio ventilatório obstrutivo é indicado por uma relação VEF1/CVF menor que 0,7. Isso não significa apenas asma; pode incluir DPOC e outras condições.

Resposta ao Broncodilatador

  • A asma geralmente apresenta boa resposta ao broncodilatador, caracterizada por um aumento do VEF1 pré e pós-broncodilatador de pelo menos 200 ml ou 12% do basal.
  • O VEF1 (volume expiratório forçado no primeiro segundo) deve mostrar redução em casos de distúrbio ventilatório obstrutivo.

Características da Curva Espiratória

  • Em pacientes asmáticos, espera-se que a curva espiratória mostre uma diminuição do VEF1 e CVF, resultando em uma relação VEF1/CVF reduzida.
  • A dificuldade em expelir ar resulta em um tempo expiratório prolongado e diminuição do fluxo respiratório de pico.

Exames Complementares para Diagnóstico

  • O pico de fluxo respiratório (PFR), um exame simples e acessível, pode ser utilizado para monitorar a condição do paciente fora do consultório.

Diagnóstico e Tratamento da Asma

Importância do Fluxo Respiratório

  • A asma é uma doença que limita o fluxo respiratório, sendo a variabilidade desse fluxo um indicador importante para diagnóstico.
  • O aumento de 20% no pico de fluxo respiratório após quatro semanas de tratamento pode corroborar o diagnóstico de asma, especialmente quando a espirometria não está disponível.

Uso do Pico de Fluxo Respiratório

  • O documento GINA permite o uso do pico de fluxo respiratório como alternativa ao diagnóstico em locais onde a espirometria é escassa.
  • Sintomas característicos da asma incluem falta de ar e aperto no peito; no entanto, "ridão" não é considerado um sintoma direto da asma.

Asma Relacionada ao Trabalho

  • Pacientes podem apresentar sintomas asmáticos apenas durante a semana laboral, sugerindo uma possível relação com o ambiente de trabalho.
  • Exposições ocupacionais podem causar sintomas respiratórios que imitam a asma, mas não são necessariamente diagnosticados como tal.

Tipos de Asma Ocupacional

  • Existem dois tipos principais:
  • Asma agravada pelo trabalho (paciente já asmático que piora com novas condições).
  • Asma ocupacional (paciente sem histórico asmático que desenvolve sintomas devido à atividade laboral).

Diagnóstico e Monitoramento

  • A asma relacionada ao trabalho pode ser induzida por sensibilização ou irritação. A história clínica do paciente ajuda na suspeita diagnóstica.
  • Medir o pico de fluxo respiratório em casa e no trabalho pode ajudar a confirmar se os sintomas estão relacionados ao ambiente laboral.

Estudo de Caso Prático

Aula de Asma Brônquica - Bloco 1

Introdução e Recados Importantes

  • O professor destaca a importância do conteúdo sobre tratamento e controle da asma, que é frequentemente abordado em provas.
  • Promoção de 40% de desconto nos cursos R+ Turbo ou Prime Class do Estratégia Médica, com bônus disponíveis.
  • Incentivo para os alunos curtirem o vídeo, se inscreverem no canal e ativarem notificações para apoiar a produção de conteúdos gratuitos.
  • Convite para acompanhar a live de lançamento da turma do meio do ano, uma oportunidade para garantir produtos do Estratégia Médica.
  • O professor menciona que irá abordar um mnemônico relacionado à asma no bloco dois.

Interação com Alunos

  • O professor incentiva os alunos a tirarem prints da aula e postarem no Instagram, promovendo interação nas redes sociais.
  • Discussão sobre o curso prático presencial em São Paulo voltado para o Revalida; vagas já esgotadas.
  • Compartilhamento de experiências positivas com alunos internacionais durante o curso prático presencial.

Aula de Asma Brônquica - Bloco 2

Conceitos Fundamentais: Controle e Gravidade

  • Início do bloco dois com foco na diferença entre controle e gravidade da asma; conceitos essenciais para compreensão clínica.
  • Exemplo prático: um paciente pode ter asma leve mas descontrolada devido à falta de medicação ou exposição a alérgenos.
  • A avaliação do controle da asma é feita por quatro parâmetros clínicos: despertares noturnos, limitações de atividades, sintomas diurnos e uso de medicações de alívio.

Mnemônico "Delícia"

  • Apresentação do mnemônico "delícia" (despertares noturnos, limitações de atividade, sintomas diurnos e alívio), facilitando a memorização dos parâmetros clínicos.

Classificação e Tratamento da Asma

Critérios de Mau Controle da Asma

  • A presença de qualquer despertar noturno no último mês indica mau controle da asma.
  • Limitações nas atividades diárias também são um sinal de mau controle; a classificação é feita com base em quatro parâmetros.
  • Pacientes que apresentam três ou mais episódios de sintomas na semana têm critérios para considerar a asma não controlada.
  • O uso de medicações de alívio três ou mais vezes por semana é outro indicativo de mau controle, exceto se for apenas pré-exercício físico.

Classificação Baseada nos Parâmetros

  • Uma mulher com diagnóstico infantil que usa salbutamol uma ou duas vezes ao mês apresenta asma controlada, pois não tem outros sinais de mau controle.
  • A avaliação dos sintomas e do uso das medicações é crucial para determinar o nível de controle da asma.

Tratamento de Manutenção

  • O tratamento deve incluir corticoides inalatórios, sendo indispensáveis para o manejo adequado da asma.
  • As medicações são divididas em dois grupos: beta agonistas (SABA e LABA) e antimuscarínicos (SAMA e LAMA).

Tipos de Medicações

  • SABA (Beta agonista de ação curta): exemplos incluem fenoterol e salbutamol.
  • LABA (Beta agonista de ação longa): formoterol, salmeterol, entre outros são destacados como opções eficazes.

Importância dos Corticoides Inalatórios

  • Não existe tratamento eficaz sem corticoide inalatório devido à natureza inflamatória da asma; eles são essenciais na prescrição para adultos com asma brônquica.

Avaliação do Tratamento

Tratamento da Asma Brônquica: Vias Preferencial e Alternativa

Introdução ao Tratamento da Asma

  • A asma brônquica é tratada preferencialmente com medicamentos específicos, mas em algumas situações, como falta de medicação ou custo elevado, pode-se recorrer a vias alternativas.
  • O corticoide inalatório deve estar presente em ambas as vias (preferencial e alternativa), pois não existe tratamento eficaz para asma sem ele.

Medicamentos Preferenciais

  • O formoterol é um medicamento chave na via preferencial; é um beta agonista de ação longa (LABA) que proporciona alívio rápido e manutenção prolongada dos sintomas.
  • O formoterol age rapidamente (em menos de 5 minutos), tornando-o ideal tanto para manutenção quanto para alívio dos sintomas asmáticos.
  • A combinação do corticoide com o formoterol simplifica o tratamento, permitindo que o paciente utilize uma única medicação para ambos os propósitos.

Etapas do Tratamento

  • Na etapa 1 e 2 do tratamento, utiliza-se a combinação de corticoide e formoterol apenas quando necessário. Se o controle da asma não for adequado, pode-se avançar para a etapa 3.
  • Na etapa 3, se o paciente não estiver bem controlado com a medicação atual, recomenda-se aumentar a frequência do uso do formoterol para manutenção diária.

Avanço nas Etapas de Tratamento

  • Ao progredir para a etapa 4, aumenta-se a dose do corticoide inalatório. Se ainda houver falta de controle, considera-se iniciar tratamentos mais complexos como tiotrópio ou altas doses de corticoides.
  • A etapa 5 envolve encaminhamento ao pneumologista para avaliação mais aprofundada e opções terapêuticas adicionais.

Diferenças entre Vias Preferencial e Alternativa

  • Na via alternativa, se o formoterol não estiver disponível ou for muito caro, utiliza-se um SABA (beta agonista de ação curta), como salbutamol ou fenoterol, apenas para alívio dos sintomas.
  • É essencial que todo tratamento inclua corticoides inalatórios desde a primeira etapa; dispositivos combinados podem facilitar essa administração.

Tratamento da Asma: Etapas e Avaliação

Introdução ao Tratamento

  • O tratamento da asma é dividido em etapas, começando com o aumento da dose de corticoide na etapa 4, caso não se utilize formoterol.
  • A escolha do tratamento inicial depende do diagnóstico e dos sintomas do paciente, que podem variar entre as etapas 1 a 4.

Parâmetros para Decisão de Tratamento

  • Três parâmetros são avaliados para determinar a etapa de tratamento: sintomas diários, despertares noturnos e função pulmonar.
  • Pacientes com poucos sintomas, sem despertares noturnos e função pulmonar normal (VFE1 > 60%) devem iniciar na etapa 1 ou 2.

Classificação dos Sintomas

  • Pacientes com sintomas raros ou despertas noturnas, mas com função pulmonar reduzida (VFE1 < 60%), devem começar na etapa 3.
  • Aqueles com muitos sintomas e exacerbações no último mês devem ser tratados nas etapas 4 ou até mesmo na etapa 5.

Síntese das Etapas de Tratamento

  • A classificação das etapas é baseada na frequência dos sintomas e na gravidade da função pulmonar:
  • Etapa 1 e 2: Sintomas infrequentes (menos de duas vezes por mês).
  • Etapa 3: Sintomas frequentes ou despertar noturno regular.
  • Etapa 4: Sintomas diários ou exacerbações recentes.

Importância do Corticoide Inalatória

  • É fundamental que pacientes em tratamento para asma utilizem corticoides inalatórios; sua ausência é considerada inadequada.

Avaliação da Gravidade da Asma

  • A gravidade da asma é avaliada retrospectivamente através do nível de tratamento necessário para controlar os sintomas.
  • Asma leve: Controlada nas etapas 1 ou 2.
  • Asma moderada: Controlada nas etapas 3 ou 4.

Avaliação e Tratamento da Asma

Importância da Aderência ao Tratamento

  • O uso adequado do dispositivo é crucial; a observação do paciente revela boa adaptação ao tratamento.
  • Medidas de controle ambiental, como remoção de alérgenos e limpeza, são essenciais antes de aumentar o tratamento.

Definição e Classificação da Asma Grave

  • A asma grave é definida pela necessidade de altas doses de corticoides e medicamentos de controle.
  • Exacerbações de asma são alterações no estado usual que requerem modificação no tratamento.

Características das Exacerbações

  • Uma exacerbação é uma piora aguda que necessita atendimento médico imediato.
  • O pilar do tratamento durante uma exacerbação é a broncodilatação, visando estabilizar o paciente rapidamente.

Avaliação da Gravidade na Exacerbação

  • A gravidade pode ser classificada em leve, moderada ou quase fatal; essa avaliação inicial é fundamental para o manejo.
  • Pacientes quase fatais apresentam sonolência, confusão e tórax silencioso, indicando emergência médica.

Intervenções em Casos Críticos

  • Em situações graves, deve-se usar SABA (agonistas beta de ação curta) junto com antimuscarínicos como ipratrópio.
  • Oxigenoterapia e preparação para intubação são necessárias em casos críticos; transferência para UTI pode ser necessária.

Identificação Prática na Emergência

  • A percepção clínica ajuda a diferenciar entre asma leve/moderada e grave; bom senso é essencial na tomada de decisão.

Tratamento de Asma Grave e Leve

Sinais e Sintomas da Asma Grave

  • O paciente apresenta uso de musculatura acessória, sibilo difuso em todo o tórax, frequência respiratória maior que 30 e frequência cardíaca acima de 120, indicando uma condição crítica.
  • Saturação abaixo de 90% (ex: 86%) sugere que o paciente não está em condições de alta e deve ser internado devido à gravidade da asma.

Tratamento Inicial para Asma Grave

  • O tratamento inicial inclui a administração de salbutamol e ipratrópio simultaneamente para broncodilatação máxima.
  • Oxigênio deve ser fornecido para manter a saturação entre 93% e 95%, além do uso de corticóides orais ou venosos conforme a gravidade do caso.

Medicações Adicionais

  • Em casos refratários, considerar o uso de sulfato de magnésio venoso como broncodilatador reservado para pacientes com hipoxemia ou pico de fluxo muito baixo.
  • Alta dose de corticóide inalatório pode ser considerada se o paciente não estiver usando corticóide oral ou não tiver respondido bem ao tratamento anterior.

Características da Asma Leve a Moderada

  • Pacientes com asma leve a moderada apresentam sintomas menos intensos, como dispneia leve, frequência respiratória normal (20-30), e saturação entre 90% e 95%.
  • O tratamento envolve salbutamol ou fenoterol, oxigênio para manter saturação adequada, e corticóides orais por um período determinado.

Condutas em Desuso

  • Medicamentos como aminofilina, teofilina e adrenalina subcutânea estão em desuso no tratamento rotineiro da asma; adrenalina é reservada para crises anafiláticas.

Exemplo Prático: Avaliação do Paciente

  • Um paciente com história prévia de asma apresenta sintomas leves; estado geral bom, consegue completar frases com frequência respiratória controlada (22).
  • Para este paciente, recomenda-se quatro jatos de salbutamol inalatório seguidos por prednisona via oral. Reavaliação após uma hora é essencial.

Atualizações nas Diretrizes sobre Tratamento

Diagnóstico e Tratamento da Crise de Asma

Importância da Radiografia no Diagnóstico

  • A radiografia não é necessária para o diagnóstico clínico de crise de asma, a menos que haja necessidade de diagnóstico diferencial, como pneumonia.
  • Em casos com febre alta e leucocitose, a radiografia pode ser indicada para descartar pneumonia.

Uso de Corticoides Inalatórios

  • O uso de corticoide inalatório na primeira hora da crise em pacientes que não utilizam corticoide oral reduz o risco de internação.
  • O pico do fluxo respiratório entre 60% e 80% após medidas iniciais indica a possibilidade de internação; valores abaixo de 50% são preocupantes.

Interação com os Estudantes

  • O professor se despede e oferece seu Instagram (@prof AD molinar) para dúvidas futuras, enfatizando a importância do contato direto.

Revisão do Conteúdo Abordado

  • O professor revisita o conteúdo abordado na aula anterior, destacando sua relevância para provas futuras.
  • Ele incentiva os alunos a curtirem o vídeo e se inscreverem no canal, além de mencionar promoções em cursos disponíveis.

Próximas Aulas e Conteúdos Relevantes

  • Uma nova turma começará em julho com preços promocionais; cursos intensivos e extensivos estão disponíveis.
  • Na próxima sexta-feira, haverá uma aula exclusiva sobre espirometria, importante para entender diagnósticos relacionados à asma.

Classificação das Crises de Asma

  • O professor menciona que uma saturação menor que 90% geralmente indica uma crise grave.
  • Ele agradece pela audiência e deseja bons estudos ou descanso aos alunos.

Promoções dos Cursos R+

  • Há uma promoção especial com 40% de desconto nos cursos R+ Turbo ou Prime Class, focados nas necessidades dos alunos.
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