FIS EX I. Aula - Sistema muscular e exercício 2
Introdução ao Sistema Muscular e Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos falar sobre o sistema muscular e os mecanismos de contração muscular. Vamos relembrar os conceitos de sinapse e potencial de ação antes de explorar o acoplamento excitação-contração.
Relembrando Sinapse e Potencial de Ação
- Sinapse é a conexão entre neurônios ou entre um neurônio e uma célula excitável.
- Potencial de ação é um sinal elétrico desencadeado pelo estímulo que percorre o neurônio motor até chegar à musculatura.
Acoplamento Excitação-Contração
- O acoplamento excitação-contração é necessário para que ocorra a contração muscular.
- Um componente químico importante nesse processo é o cálcio, que atua como segundo mensageiro.
- O estímulo químico inicial é desencadeado pelo potencial de ação, percorrendo o neurônio motor até chegar à junção neuromuscular.
Neurônios e Potenciais de Ação
- Neurônios são células excitáveis que geram sinais elétricos.
- Os dendritos são responsáveis pela entrada do sinal elétrico no neurônio.
- O potencial de ação percorre o neurônio pelo axônio até chegar aos terminais axônicos.
Transmissão do Sinal e Sinapse
- No final do axônio, ocorre a transmissão do sinal para outra célula excitável ou órgão alvo.
- A liberação do neurotransmissor é essencial para a transmissão do sinal na sinapse.
Potenciais de Membrana e Potencial de Repouso
- As células possuem uma diferença de carga entre o lado interno e externo da membrana.
- Um estímulo pode alterar o potencial de membrana, levando à geração de um potencial de ação.
Essa é uma visão geral dos principais pontos abordados na seção sobre sistema muscular e contração muscular.
Variação do Potencial de Membrana
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a variação do potencial de membrana em uma célula. Ele explica os termos despolarização, repolarização e hiperpolarização, que descrevem as mudanças na polaridade da membrana.
Despolarização e Repolarização
- A despolarização ocorre quando a membrana se torna mais positiva ou menos negativa.
- A repolarização ocorre quando a membrana volta a se tornar mais negativa.
Hiperpolarização
- A hiperpolarização acontece quando a membrana se torna mais negativa do que estava antes.
Propriedades da Célula e Concentração de Sódio e Potássio
- As propriedades da célula em relação ao conteúdo interno e externo são importantes para entender as mudanças no potencial de membrana.
- Nas células, há uma maior concentração de potássio dentro e uma maior concentração de sódio fora.
- A diferença nas concentrações cria um gradiente químico que influencia o movimento desses íons através dos canais iônicos.
Canais Iônicos Sensíveis à Voltagem
- Os canais iônicos sensíveis à voltagem abrem e fecham dependendo das alterações na voltagem da membrana.
- A abertura desses canais permite a entrada ou saída de íons, como sódio e potássio.
Gradiente Eletroquímico
- O movimento dos íons é influenciado pelo gradiente de concentração e pelo gradiente elétrico.
- O gradiente eletroquímico é uma combinação do gradiente de concentração e do gradiente elétrico.
Estímulo e Variação do Potencial de Membrana
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute como os estímulos afetam a variação do potencial de membrana. Ele explora as mudanças na permeabilidade dos canais iônicos em resposta aos estímulos.
Abertura e Fechamento de Canais Iônicos
- A entrada ou saída de íons da célula requer a abertura de canais iônicos.
- Existem canais sensíveis à voltagem que respondem às alterações na voltagem da membrana.
Movimento dos Íons
- Os íons se movem através dos canais iônicos dependendo das diferenças nas concentrações internas e externas.
- O potássio tende a sair da célula, pois há uma maior concentração dentro dela.
- O sódio tende a entrar na célula, pois há uma maior concentração fora dela.
Gradiente Eletroquímico
- O movimento dos íons é influenciado pelo gradiente eletroquímico, que combina o gradiente de concentração e o gradiente elétrico.
- Os canais iônicos abrem ou fecham dependendo do lado mais concentrado do íon.
Potencial de Repouso e Estímulo Despolarizante
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute o potencial de repouso das células nervosas e como um estímulo despolarizante pode afetar esse potencial.
Potencial de Repouso e Bomba de Sódio-Potássio ATP
- O potencial de repouso em uma célula nervosa é em torno de -70 mV.
- A perna interna da membrana celular é negativa em relação à face externa, que é positiva.
- A bomba de sódio-potássio ATP ajuda a manter essa diferença, bombeando três íons sódio para fora da célula e dois íons potássio para dentro.
- Essa bomba funciona contra o gradiente de concentração e requer energia na forma de ATP.
Estímulo Despolarizante e Limiar de Disparo
- Um estímulo despolarizante adequado deve atingir o limiar de disparo, que geralmente está em torno de -55 mV.
- Quando um estímulo atinge o limiar de disparo, ocorre uma mudança no potencial da membrana celular.
- Os canais sensíveis à voltagem para sódio são ativados quando a membrana se torna ligeiramente menos negativa.
- Isso resulta em um influxo rápido de íons sódio para dentro da célula.
Despolarização e Repolarização
- A entrada rápida dos íons sódio durante a despolarização causa um pico no potencial da membrana.
- Os canais de sódio sensíveis à voltagem se fecham rapidamente após atingir o pico.
- Em seguida, os canais de potássio sensíveis à voltagem são ativados, permitindo que íons potássio saiam da célula.
- Isso leva à repolarização da membrana, restaurando seu potencial negativo.
Hiperpolarização e Restauração do Potencial de Repouso
- Durante a repolarização, a membrana pode ficar temporariamente mais negativa do que o potencial de repouso original. Isso é chamado de hiperpolarização.
- A bomba de sódio-potássio ATP entra em ação novamente para restaurar o potencial de repouso, bombeando sódio para fora e potássio para dentro da célula.
- Essa restauração permite que a célula seja estimulada novamente.
Limiar de Disparo e Canais Iônicos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora mais detalhes sobre o limiar de disparo e os canais iônicos envolvidos na geração do impulso nervoso.
Limiar de Disparo e Estímulo Suficiente
- O limiar de disparo é o ponto em que um estímulo despolarizante é suficiente para gerar um impulso nervoso.
- O limiar de disparo geralmente está em torno de -55 mV.
Canais de Sódio Sensíveis à Voltagem
- Quando a membrana atinge o limiar de disparo, os canais de sódio sensíveis à voltagem se abrem.
- Esses canais permitem um influxo rápido de íons sódio para dentro da célula.
Canais de Potássio Sensíveis à Voltagem
- Após a despolarização e o fechamento dos canais de sódio, os canais de potássio sensíveis à voltagem são ativados.
- Esses canais permitem que íons potássio saiam da célula, levando à repolarização.
Cinética dos Canais Iônicos
- Os canais de sódio sensíveis à voltagem têm uma cinética rápida, abrindo e fechando rapidamente durante a despolarização.
- Os canais de potássio sensíveis à voltagem têm uma cinética mais lenta, abrindo e fechando em um ritmo mais gradual durante a repolarização.
Hiperpolarização e Restauração do Potencial de Repouso
- Durante a hiperpolarização, a membrana pode ficar temporariamente mais negativa do que o potencial de repouso original.
- A bomba de sódio-potássio ATP entra em ação novamente para restaurar o potencial de repouso.
Repolarização e Hiperpolarização
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora mais detalhes sobre a repolarização e hiperpolarização da membrana celular.
Repolarização e Canais de Sódio Fechados
- Durante a repolarização, os canais de sódio sensíveis à voltagem estão fechados.
- Os canais de potássio sensíveis à voltagem continuam abertos, permitindo que íons potássio saiam da célula.
Hiperpolarização e Canal de Potássio Aberto
- A saída contínua de íons potássio durante a repolarização pode levar à hiperpolarização, tornando a membrana mais negativa do que o potencial de repouso original.
- Os canais de potássio são responsáveis por essa hiperpolarização.
Restauração do Potencial de Repouso
- A bomba de sódio-potássio ATP entra em ação novamente para restaurar o potencial de repouso, bombeando sódio para fora e potássio para dentro da célula.
Restauração do Potencial de Repouso
Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante discute como a bomba de sódio-potássio ATP restaura o potencial de repouso após um impulso nervoso.
Restauração do Potencial de Repouso pela Bomba Sódio-Potássio ATP
Neurônios e Sinapses
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos aprender sobre neurônios e sinapses, incluindo o potencial de ação, terminações dos axônios, sinapse pré-sináptica e pós-sináptica.
Neurônio Pré-Sináptico e Pós-Sináptico
- O neurônio pré-sináptico é responsável por transportar informações para o neurônio pós-sináptico ou célula-alvo.
- A sinapse ocorre quando há contato entre um neurônio e outro neurônio ou uma célula-alvo.
Sinapse Química
- A sinapse química é uma forma de transmissão de informação entre os neurônios.
- Envolve a liberação de neurotransmissores, que são compostos químicos.
Transmissão do Potencial de Ação
- O potencial de ação percorre o neurônio pré-sináptico até chegar ao final do axônio.
- Na sinapse neuromuscular, o potencial de ação é transmitido do neurônio motor para os músculos esqueléticos.
Liberação do Neurotransmissor
- O neurotransmissor é liberado na fenda sináptica através da exocitose das vesículas contendo o neurotransmissor.
- O cálcio desempenha um papel importante na liberação do neurotransmissor.
Receptor do Neurotransmissor
- O neurotransmissor se liga aos receptores no neurônio pós-sináptico ou célula-alvo.
- Existem neurotransmissores excitatórios e inibitórios, que podem promover despolarização ou hiperpolarização.
Fenda Sináptica e Liberação do Neurotransmissor
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos explorar a fenda sináptica e o processo de liberação do neurotransmissor.
Fenda Sináptica
- A fenda sináptica é o espaço entre o final de um neurônio pré-sináptico e outro neurônio ou célula-alvo.
- É uma distância muito pequena, geralmente de 10 a 20 nanômetros.
Liberação do Neurotransmissor
- Quando o potencial de ação atinge o final do axônio pré-sináptico, ocorre despolarização da membrana.
- Isso leva à abertura dos canais de cálcio sensíveis à voltagem.
Influxo de Cálcio e Liberação do Neurotransmissor
- O influxo de cálcio ocorre quando os canais de cálcio sensíveis à voltagem são abertos.
- O cálcio entra na célula pré-sináptica e desencadeia uma série de alterações nas vesículas contendo o neurotransmissor.
Exocitose e Liberação do Neurotransmissor
- A exocitose é o processo em que as vesículas contendo o neurotransmissor se fundem com a membrana pré-sináptica.
- O neurotransmissor é liberado na fenda sináptica.
Ligação do Neurotransmissor
- O neurotransmissor se liga aos receptores no neurônio pós-sináptico ou célula-alvo.
- Isso desencadeia uma resposta no neurônio ou célula-alvo, dependendo do tipo de neurotransmissor.
Neurotransmissores e Sinapses
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos discutir os diferentes tipos de neurotransmissores e como eles afetam as sinapses.
Tipos de Neurotransmissores
- Existem neurotransmissores excitatórios e inibitórios.
- Os neurotransmissores podem ter diferentes efeitos nas sinapses, dependendo da ação que promovem.
Sinapse Neuromuscular
- Na sinapse neuromuscular, o neurotransmissor é liberado pelo neurônio motor para a membrana do músculo esquelético.
- Isso desencadeia uma resposta muscular.
Mecanismo das Sinapses
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado o mecanismo das sinapses e como ocorre a transmissão de informações entre as células nervosas.
Liberação dos Neurotransmissores
- Quando um potencial de ação chega ao terminal axônico, ocorre despolarização da membrana.
- Os canais de cálcio dependentes de voltagem se abrem, permitindo a entrada de cálcio na célula.
- O cálcio estimula as vesículas sinápticas a se fundirem com a membrana e liberarem os neurotransmissores.
Recepção do Neurotransmissor
- O neurotransmissor liberado se liga aos receptores presentes na membrana da célula receptora.
- Essa ligação leva à transmissão da informação para outra célula nervosa ou para um músculo.
Sinapse Neuromuscular
- No caso do músculo esquelético, a sinapse entre o neurônio motor e o músculo é chamada de sinapse neuromuscular.
- O neurônio motor (alfa) inerva as fibras musculares e forma uma unidade motora funcional.
Unidade Motora
- A unidade motora é composta pelo neurônio motor e todas as fibras musculares que ele inerva.
- Cada fibra muscular individual possui vários pontos de contato com o neurônio motor.
Teoria dos Filamentos Deslizantes
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicada a teoria dos filamentos deslizantes, que descreve o mecanismo de contração muscular.
Ingredientes para a Contração Muscular
- Para ocorrer a contração muscular, são necessários três elementos: estímulo do sistema nervoso, interação entre as proteínas contráteis (actina e miosina) e energia na forma de ATP.
Teoria dos Filamentos Deslizantes
- A teoria dos filamentos deslizantes propõe que os filamentos de actina deslizem sobre os filamentos de miosina durante a contração muscular.
- Não há mudança no tamanho das proteínas contráteis, apenas o deslizamento entre elas.
Acoplamento Excitação-Contração
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado como ocorre o acoplamento entre a excitação e a contração muscular.
Diminuição do Tamanho do Sarcômero
- Durante a contração muscular, ocorre uma diminuição da banda H e uma aproximação das linhas Z.
- O sarcômero encurta lateralmente devido ao deslizamento dos filamentos contráteis de actina e miosina.
Teoria do Deslizamento dos Filamentos
- A teoria do deslizamento dos filamentos afirma que não há mudança no comprimento das proteínas contráteis durante a contração muscular.
- O deslizamento dos filamentos é responsável pela mudança no comprimento do músculo e pela produção de força.
Processo de Acoplamento Excitação-Contração
- Para ocorrer o acoplamento entre a excitação e a contração muscular, é necessário o impulso nervoso (potencial de ação) e o influxo de cálcio.
- O deslizamento dos filamentos contráteis leva à aproximação das linhas Z e à diminuição do tamanho do sarcômero.
Processo de Acoplamento Excitação-Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos entender o processo de acoplamento excitação-contração muscular e como ocorre o relaxamento muscular.
Impulso Nervoso e Planejamento do Movimento
- O impulso nervoso é gerado no córtex cerebral ou na medula espinhal.
- O córtex motor planeja o movimento e envia a informação em forma de impulso nervoso.
- O potencial de ação é gerado no neurônio motor e percorre os neurônios até chegar ao músculo.
Liberação do Neurotransmissor
- O potencial de ação chega à terminação do neurônio motor.
- A liberação do neurotransmissor ocorre quando o potencial de ação despolariza a membrana terminal.
- Os canais de cálcio dependentes de voltagem são abertos pelo influxo de cálcio.
Ligação do Neurotransmissor ao Receptor
- A vesícula contendo o neurotransmissor (acetilcolina) se funde com a membrana pré-sináptica.
- A acetilcolina se liga aos receptores colinérgicos nicotínicos na junção neuromuscular.
- A ligação da acetilcolina ao receptor promove a abertura de canais iônicos de sódio e potássio.
Despolarização da Membrana Muscular
- A entrada de sódio e a saída de potássio causam a despolarização da membrana muscular.
- O potencial de ação se propaga pela membrana muscular, passando pelo retículo sarcoplasmático.
Acoplamento Excitação-Contração
- O retículo sarcoplasmático envolve as fibras musculares e está conectado ao túbulo T.
- O potencial de ação passa pelo túbulo T, despolarizando o retículo sarcoplasmático.
- A liberação do cálcio do retículo sarcoplasmático desencadeia a contração muscular.
Conclusão
Visão Geral da Seção: Nesta seção, concluímos o processo de acoplamento excitação-contração muscular e entendemos como ocorre o relaxamento muscular.
Relaxamento Muscular
- Após a contração muscular, o cálcio é bombeado de volta para o retículo sarcoplasmático.
- A remoção do cálcio permite que os filamentos finos deslizem para trás, levando ao relaxamento muscular.
Abertura de Canais de Cálcio
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutida a abertura dos canais de cálcio e o papel das proteínas envolvidas nesse processo.
Canais de Cálcio e Proteína Arriano Dina
- Os canais de cálcio são proteínas chamadas arriano Dina que estão acopladas aos receptores DHP na membrana do retículo sarcoplasmático.
- A abertura desses canais permite a liberação de cálcio para o meio intracelular.
Interferência do Cálcio nas Interações Actina-Miosina
- O cálcio liberado do retículo sarcoplasmático se difunde para as fibras musculares e chega aos filamentos deslizantes.
- Antes da chegada do cálcio, a tropomiosina cobre os sítios de ligação da actina, impedindo a interação com a miosina.
Papel da Tropomiosina e Troponinas na Regulação das Interações Actina-Miosina
- A tropomiosina é uma proteína que cobre os sítios de ligação da actina, bloqueando sua interação com a miosina.
- As troponinas são um complexo de proteínas presentes na quitina que regulam as interações entre actina e miosina.
- A troponina C é sensível ao cálcio e sua ligação com o cálcio causa uma mudança conformacional na tropomiosina, expondo os sítios de ligação da actina.
Ação do Cálcio na Regulação das Interações Actina-Miosina
- Com o aumento da concentração de cálcio no meio intracelular, o cálcio se liga às troponinas.
- Essa ligação causa uma mudança conformacional na tropomiosina, liberando os sítios de ligação da actina.
- A presença de cálcio é essencial para a interação entre actina e miosina.
Contração Muscular e Energização das Pontes Cruzadas
- Com a liberação dos sítios de ligação da actina, as cabeças da miosina podem interagir com a actina, formando as pontes cruzadas.
- Para que ocorra a contração muscular, é necessário ATP para energizar as pontes cruzadas.
- A quebra do ATP fornece energia química para a contração muscular.
Deslizamento dos Filamentos e Papel do ATP
- O deslizamento dos filamentos ocorre quando as pontes cruzadas são energizadas pelo ATP e se movem em direção aos filamentos finos.
- A hidrólise do ATP pela enzima TPA recoloca a cabeça da miosina em posição para uma nova interação com a actina.
- Esse processo de ciclagem continua enquanto houver cálcio disponível.
Interpretação Visual
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é mencionada a importância de um vídeo para melhor compreensão visual do deslizamento dos filamentos.
Deslizamento dos Filamentos e Energização das Pontes Cruzadas (Vídeo)
- Um vídeo é recomendado para uma melhor visualização do deslizamento dos filamentos e a energização das pontes cruzadas.
- A enzima TPA hidrolisa o ATP, fornecendo energia para a movimentação das pontes cruzadas.
Interação da Actina com a Miosina
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicada a interação entre a actina e a miosina durante a contração muscular.
Interação da Quitina com a Miosina
- Durante a presença de cálcio, a tropomiosina sai da frente dos sítios de ligação da actina, permitindo que ocorra interação com as cabeças da miosina.
- Essa interação forma as pontes cruzadas entre os filamentos finos (actina) e os filamentos grossos (miosina).
- O movimento de deslizamento ocorre quando as pontes cruzadas são energizadas pelo ATP.
Essas são as principais informações abordadas no vídeo sobre abertura de canais de cálcio, regulação das interações actina-miosina e contração muscular.
Contração e relaxamento muscular
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado o processo de contração e relaxamento muscular, incluindo a interação entre cálcio, acetilcolina e as proteínas miosina e actina.
Mecanismo de relaxamento muscular
- Durante o relaxamento muscular, o músculo fica relaxado porque não há interação entre a ponte cruzada da miosina e a actina.
- A acetilcolina é degradada pela enzima acetilcolinesterase quando não há mais estímulo elétrico.
- O cálcio é ativamente recaptado para o retículo sarcoplasmático por meio da bomba de cálcio ATPase.
Mecanismo de contração muscular
- A bomba de cálcio ATPase transporta o cálcio do retículo sarcoplasmático para o citoplasma da célula muscular, contra seu gradiente de concentração.
- Com a presença do cálcio no citoplasma, ocorre a interação entre a troponina C e a tropomiosina, permitindo que a miosina se ligue à actina.
- Durante a contração muscular, os filamentos deslizam um sobre o outro. A titina ajuda no retorno dos filamentos à posição inicial após a contração.
Ciclo de contração-relaxamento
- O ciclo de contração-relaxamento ocorre devido à hidrólise do ATP, que fornece energia para a interação entre miosina e actina.
- A cabeça da miosina se movimenta, puxando a actina e gerando a contração muscular.
- O ciclo continua enquanto houver energia disponível na forma de ATP.
Resumo
- Durante a contração muscular, ocorre a interação entre cálcio, acetilcolina, miosina e actina.
- A liberação de cálcio pelo retículo sarcoplasmático permite que a miosina se ligue à actina e ocorra a contração muscular.
- O ciclo de contração-relaxamento é impulsionado pela hidrólise do ATP.
Processo de Relaxamento Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutido o processo de relaxamento muscular e como ocorre a volta do cálcio para o retículo sarcoplasmático.
Retorno do Cálcio para o Retículo Sarcoplasmático
- O potencial de ação no neurônio termina e o cálcio é devolvido para o retículo sarcoplasmático.
- A bomba de cálcio remove o cálcio da célula muscular, permitindo que ele volte ao retículo sarcoplasmático.
- Durante esse processo, a actina volta a ser coberta pela tropomiosina.
Produção de ATP nas Vias Metabólicas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordada a produção de ATP nas vias metabólicas estudadas na fisiologia do exercício.
Fontes de ATP
- O ATP necessário para energizar as pontes cruzadas durante a contração muscular é proveniente das vias metabólicas estudadas na fisiologia do exercício.
- Essas vias incluem a creatina fosfato, glicólise e fosforilação oxidativa.
Impulso Nervoso e Junção Neuromuscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são explicados os conceitos de impulso nervoso e junção neuromuscular.
Impulso Nervoso
- O impulso nervoso viaja até o terminal axônico.
- As vesículas contendo neurotransmissores são liberadas no terminal axônico.
Junção Neuromuscular
- A junção neuromuscular é o local de comunicação entre o neurônio e a célula muscular.
- O potencial de ação estimula a liberação do neurotransmissor acetilcolina na membrana da célula muscular.
Processo de Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é apresentado um vídeo que demonstra o processo de contração muscular.
Acoplamento Excitação-Contração
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado o acoplamento excitação-contração durante a contração muscular.
Liberação de Acetilcolina e Estímulo dos Canais Iônicos
- A acetilcolina liberada pela junção neuromuscular se liga aos receptores na membrana da célula muscular.
- Os canais iônicos ativados pelos receptores permitem a entrada de sódio na célula muscular, despolarizando-a.
Despolarização da Membrana Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado como ocorre a despolarização da membrana celular durante a contração muscular.
- A entrada de sódio através dos canais iônicos despolariza a membrana celular.
- O potencial de membrana atinge o limiar excitatório do músculo e se propaga pelo interior das fibras musculares.
Quebra da Acetilcolina e Recaptação da Colina
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado o processo de quebra da acetilcolina e recaptação da colina.
- A acetilcolina é quebrada pela enzima acetilcolinesterase.
- A colina é recaptada pelo terminal axônico para a síntese de novas moléculas de acetilcolina.
Acoplamento Excitação-Contração na Célula Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é apresentado um vídeo que demonstra o acoplamento excitação-contração na célula muscular.
Entrada de Cálcio na Célula Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado como ocorre a entrada de cálcio na célula muscular durante a contração.
- O potencial de ação entra na célula muscular pelos túbulos T.
- Os reservatórios de cálcio liberam cálcio para dentro da célula muscular.
Liberação do Cálcio e Acoplamento Excitação-Contração
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados os processos de liberação do cálcio e acoplamento excitação-contração.
- O potencial de ação estimula a liberação do cálcio dos reservatórios.
- O cálcio se liga à troponina C, desencadeando a contração muscular.
Deslizamento dos Filamentos Musculares
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é apresentado um vídeo que demonstra o deslizamento dos filamentos musculares durante a contração.
Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado o processo de contração muscular e como ocorre o deslizamento dos filamentos.
- Durante a contração muscular, os filamentos de actina deslizam sobre os filamentos de miosina.
- Esse deslizamento resulta na redução do comprimento muscular e na geração de força.
Mecanismo de Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado o mecanismo de contração muscular e como ocorre a interação entre as proteínas tropomiosina, troponina, actina e miosina.
Interação entre Tropomiosina e Troponina
- A tropomiosina cobre o sítio de ligação na actina.
- Quando o cálcio se liga à troponina, ocorre uma mudança conformacional na tropomiosina.
- Isso expõe os sítios de ligação na actina.
Interação entre Miosina e Actina
- A cabeça da miosina interage com os sítios de ligação expostos na actina.
- Para que ocorra a interação, a cabeça da miosina precisa ser energizada pela hidrólise do ATP em ADP e fosfato inorgânico.
Processo de Contração Muscular
- Com a energia fornecida pela quebra do ATP, a miosina altera sua conformação e desliza sobre a actina.
- Durante esse processo repetitivo, o cálcio promove a interação entre as proteínas e depois é liberado.
- Esse ciclo resulta no encurtamento dos filamentos musculares e na contração do músculo.
Relaxamento Muscular
- Quando o cálcio sai do local de ligação com a troponina, a tropomiosina volta a cobrir os sítios de ligação na actina.
- Sem essa interação, não há mais formação da ponte cruzada entre actina e miosina, resultando no relaxamento muscular.
Liberação de Cálcio e Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado como ocorre a liberação de cálcio e o processo de contração muscular em detalhes.
Liberação de Cálcio
- O potencial de ação atravessa os túbulos T do retículo sarcoplasmático.
- Isso estimula uma proteína específica que libera cálcio para dentro da célula muscular.
- O cálcio se liga à troponina, alterando a conformação da tropomiosina e expondo os sítios de ligação na actina.
Processo de Contração Muscular
- A miosina interage com os sítios de ligação expostos na actina.
- A energia fornecida pela quebra do ATP fortalece essa interação e promove o deslizamento dos filamentos musculares.
- Esse processo repetitivo resulta na contração do músculo.
Relaxamento Muscular
- Quando a acetilcolina é recaptada, o potencial de ação cessa e o cálcio não é mais liberado.
- O cálcio é recaptado pelo retículo sarcoplasmático através da bomba seca.
- Sem a presença do cálcio, ocorre o relaxamento muscular.
Recapitulação do Mecanismo de Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é feita uma recapitulação do mecanismo completo de contração muscular.
Mecanismo Completo
- O potencial de ação estimula a liberação de cálcio para dentro da célula muscular.
- O cálcio se liga à troponina, alterando a conformação da tropomiosina e expondo os sítios de ligação na actina.
- A miosina interage com os sítios de ligação expostos na actina, promovendo o deslizamento dos filamentos musculares e a contração do músculo.
- A quebra do ATP fornece energia para fortalecer essa interação e promover o deslizamento.
- Quando o cálcio é recaptado e não está mais presente, ocorre o relaxamento muscular.
Introdução ao Mecanismo de Contração Muscular
Visão Geral da Seção: Nesta seção inicial, é introduzido o tema do mecanismo de contração muscular.
Conceito Básico
- Explicação breve sobre como ocorre a contração muscular através da interação entre as proteínas actina e miosina.