Luciano Subirá - A REGRA DE FÉ E PRÁTICA | FD#2

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A Importância da Doutrina e das Escrituras

A Doutrina de Cristo

  • A doutrina de Cristo, comunicada aos apóstolos, é fundamental para guiar nossas crenças, convicções e conduta, promovendo nosso aperfeiçoamento.

Leitura de 2ª Timóteo 3.14 a 17

  • O texto enfatiza a importância de permanecer naquilo que se aprendeu e acredita firmemente, destacando o valor das "sagradas letras" para a sabedoria e salvação em Cristo Jesus.
  • As Escrituras são descritas como inspiradas por Deus e úteis para ensino, repreensão, correção e educação na justiça, servindo como manual de fé e prática.

Alinhamento com as Escrituras

  • A vida e o ensino de Jesus estavam sempre alinhados com as Escrituras; Ele respondia às tentações com "Está escrito", mostrando que sua conduta era pautada pela Palavra de Deus.
  • Jesus enfatizava que a interpretação correta da Bíblia deve ser feita à luz das próprias Escrituras, rejeitando distorções feitas por Satanás.

Autoridade das Escrituras

  • A expressão "escritura" aparece frequentemente no Novo Testamento (32 vezes), reforçando sua importância como base da fé cristã.
  • É crucial reconhecer a autoridade da Bíblia como regra de fé devido à sua inspiração divina; toda a Escritura é inspirada por Deus (2ª Timóteo 3.16).

Inspiração Divina

  • A participação humana na escrita bíblica não diminui sua origem divina; homens santos falaram movidos pelo Espírito Santo (2ª Pedro 1.20-21).

A Autoridade das Escrituras e a Fé Cristã

A Importância da Palavra de Deus

  • Em Lucas 16.27-31, Jesus menciona que Lázaro é consolado no seio de Abraão, enquanto o rico pede que alguém volte para advertir o povo. A resposta de Abraão destaca que eles já têm Moisés e os profetas, enfatizando a importância da Lei e da Palavra de Deus.
  • Paulo, em sua carta a Timóteo, afirma que as Escrituras podem torná-lo sábio para a salvação. Isso reforça a ideia de que a vida eterna é comunicada através da Escritura.

Validação das Histórias Bíblicas

  • Jesus valida personagens do Antigo Testamento como Adão e Noé, desafiando o liberalismo teológico que tenta deslegitimar essas histórias como meras fábulas.
  • O ensino bíblico sobre Jonas também é autenticado por Jesus, mostrando que ele acreditava nas verdades contidas nas Escrituras.

A Confiança na Escritura

  • Paulo testemunha em Atos 24.14-15 que acredita em todas as coisas conforme a Lei e os profetas, destacando a necessidade de confiar plenamente nas Escrituras.
  • Jesus reconhece a estrutura dos livros do Antigo Testamento em Lucas 24.44, mencionando Moisés, os profetas e os Salmos como fundamentais para entender seu ministério.

A Necessidade de Viver pelas Escrituras

  • Em Mateus 23.35, Jesus menciona homicídios desde Abel até Zacarias para mostrar uma continuidade na narrativa bíblica desde Gênesis até Apocalipse.
  • Se não confiarmos na totalidade da Bíblia, questionamos também a credibilidade de Jesus; portanto, devemos viver segundo as orientações das Escrituras.

Orientações Práticas Baseadas nas Escrituras

  • Desde Josué 23.6 há um chamado à obediência às leis divinas: "esforcem-se muito para guardar tudo o que está escrito".
  • Ao confrontar Satanás no deserto (Lucas), Jesus reafirma sua vida alinhada com as Escrituras ao dizer repetidamente "está escrito".
  • Ele fundamenta toda doutrina cristã nas Escrituras ao explicar aos discípulos o que estava escrito sobre ele nos Profetas.

Limites e Diretrizes Espirituais

  • Paulo adverte em 1ª Coríntios 4.6 sobre não ultrapassar o que está escrito; isso estabelece limites claros para nossa fé e prática cristã.

A Importância da Escritura e do Conhecimento Bíblico

A Nobreza dos Bereanos

  • Em Atos 17.11, Paulo prega em Bereia, onde os judeus são descritos como mais nobres que os de Tessalônica, pois examinam as Escrituras diariamente para confirmar a mensagem recebida.

A Seriedade da Doutrina

  • O apóstolo Paulo enfatiza a importância de manter a pureza da doutrina em Gálatas 1:8-9, alertando que qualquer evangelho diferente deve ser considerado anátema.
  • A palavra "anátema" é definida como algo abominável ou maldito, destacando a gravidade de distorcer o conteúdo das Escrituras.

Advertências sobre a Distorção das Escrituras

  • É ressaltado que não apenas o diabo tenta distorcer as Escrituras; em 2ª Pedro 3:15-16, Pedro menciona que pessoas instáveis deturparão tanto as cartas de Paulo quanto outras Escrituras.
  • Pedro reconhece os escritos de Paulo como parte das Escrituras e adverte sobre as consequências destrutivas dessa deturpação.

Crescimento no Conhecimento das Escrituras

  • Em 2ª Pedro 3:17-18, há um chamado para que os crentes não sejam arrastados pelo erro e cresçam no conhecimento de Jesus Cristo e nas Escrituras.

A Necessidade do Conhecimento Bíblico

  • Para viver pela Palavra, é essencial conhecê-la. Mateus 22:29 destaca que erramos por não conhecer as Escrituras.
  • Colossenses 3:16 incentiva uma rica habitação da palavra de Cristo em nós, comparando-a à saturação de uma esponja com água.

Prática e Ensino das Escrituras

  • Esdras 7:10 exemplifica a necessidade de buscar, praticar e ensinar a lei do Senhor. O conhecimento deve preceder a prática e o ensino.
  • Em 2ª Timóteo 3:16-17, é afirmado que a Palavra aperfeiçoa tanto indivíduos quanto ministros na promoção do reino de Deus.

Responsabilidade na Comunicação da Palavra

Preparação para Compartilhar a Esperança

A Importância de Estar Preparado

  • O apóstolo Pedro nos instrui a estarmos sempre prontos para explicar a esperança que temos, conforme 1 Pedro 3:15.
  • O autor compartilha uma experiência pessoal de ser desafiado por um ateu na adolescência, revelando sua falta de preparação em responder adequadamente.
  • Essa experiência serviu como um impulso para o autor se dedicar mais ao estudo das Escrituras e estar melhor preparado.

Relacionamento com as Escrituras

  • O autor expressa preocupação com crentes que não valorizam ou estudam a Bíblia, enfatizando sua importância na formação da fé.
  • Cita Salmo 119:18 e Salmo 19:7, destacando a necessidade de buscar entendimento nas Escrituras e seu poder restaurador.

Conhecimento e Ignorância

  • Observa que muitos jovens conhecem heróis da cultura pop, mas não os personagens bíblicos, refletindo uma falta de conhecimento das Escrituras.
  • Critica a ignorância sobre as Escrituras que impede discussões significativas sobre fé e crença.

Motivação para o Estudo Bíblico

  • O autor explica que seu desejo de estudar a Bíblia surgiu do desejo genuíno de entender e praticar os ensinamentos bíblicos.
  • Destaca João 8:32, onde Jesus afirma que conhecer a verdade traz liberdade; o entendimento das Escrituras é essencial para uma vida plena.

Responsabilidade no Compartilhamento do Conhecimento

  • Menciona Oséias 4:6, alertando sobre as consequências da falta de conhecimento espiritual entre o povo.
  • Encoraja os ouvintes a se dedicarem ao estudo das Escrituras como parte da responsabilidade cristã em compartilhar o conhecimento adquirido.

Prática do Estudo Bíblico

  • Em 2 Timóteo 2:15, é ressaltada a importância de manejar bem a palavra da verdade como um obreiro aprovado diante de Deus.
  • Conclui enfatizando que viver segundo os preceitos bíblicos é fundamental e encoraja todos a lerem diariamente as Escrituras.

Dicas Práticas para Leitura da Bíblia

A Importância da Leitura da Bíblia na Infância

Desenvolvimento do Hábito de Leitura

  • O narrador menciona que, aos sete anos, seu filho já havia lido a Bíblia pela primeira vez. Isso demonstra a importância de introduzir a leitura da Bíblia desde cedo.
  • Aos 11 anos, o filho já tinha lido a Bíblia nove vezes, evidenciando um hábito sólido e contínuo de leitura. O pai reflete sobre como alguns pregadores não têm essa mesma prática.
  • O pai incentiva as pessoas a desenvolverem um hábito diário de se dedicar à Palavra de Deus, enfatizando que isso é fundamental para vivê-la e praticá-la.
  • A ideia central é que ler a Bíblia regularmente pode enriquecer a vida espiritual e moral das crianças, preparando-as para desafios futuros.
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