JLE - Encontro dia 2 - Eu Consigo - Jornada da Libertação Emocional - GOLD

JLE - Encontro dia 2 - Eu Consigo - Jornada da Libertação Emocional - GOLD

Reflexões sobre Manuais e Distorções Cognitivas

Importância do Material de Marcos

  • O orador menciona que está trabalhando em manuais sobre distorções cognitivas, destacando a profundidade do material de Marcos.
  • A leitura dos manuais é descrita como um processo de autodescoberta, onde o leitor percebe a necessidade de mudanças pessoais.

Ritual e Método

  • O orador enfatiza que não se trata apenas de realizar uma tarefa simples; há um ritual envolvido no processo, conforme orientações escritas por Marcos.
  • A importância da metodologia correta é ressaltada para garantir eficácia na aplicação do conteúdo.

Desafios Pessoais e Perfeccionismo

Lidar com a Intensidade das Tarefas

  • O orador compartilha experiências pessoais de dificuldades emocionais ao lidar com as exigências impostas por Marcos.
  • Há uma reflexão sobre o perfeccionismo e como isso pode ser prejudicial, levando à procrastinação.

Aceitação das Imperfeições

  • O orador decide deixar o perfeccionismo de lado, aceitando que nem tudo precisa ser perfeito e que algumas coisas podem ficar inacabadas.

Interação em Grupo

Dinâmica do Encontro

  • O orador solicita aos participantes que abram suas câmeras para promover uma interação mais próxima durante a discussão.
  • Ele observa os participantes e incentiva a participação ativa, mencionando quem está presente na chamada.

Perguntas sobre Autoestima

Questão Central

  • Uma pergunta relevante surge: "Como não permitir que outras pessoas baixem sua autoestima e como recuperar rapidamente?"

Metáfora da Fazenda

  • O orador utiliza uma história sobre uma dona de fazenda para ilustrar como as pessoas permitem invasões em suas vidas emocionais.
  • A narrativa destaca a importância de estabelecer limites claros para proteger-se emocionalmente.

Conclusão da História

Reflexão Final

  • Após contar a história, o orador questiona os ouvintes sobre o significado dela, enfatizando que somos responsáveis por colocar limites nas nossas vidas.

Como as Feridas Mortais Influenciam Nossas Relações?

A Natureza das Feridas Mortais

  • O conceito de "ferida mortal" é introduzido, sugerindo que todos nós temos uma ferida emocional profunda que influencia nosso comportamento e decisões.
  • A analogia entre o Sol e os planetas é utilizada para explicar como essas feridas podem ser variadas, mas uma delas geralmente se destaca como a mais impactante.

Limites Pessoais e Medos de Rejeição

  • Muitas pessoas não estabelecem limites em suas relações por medo de rejeição ou traição, levando-as a ceder em situações desconfortáveis.
  • Um exemplo prático é dado sobre uma mulher que se submete às demandas do marido por sexo diariamente, temendo a traição caso não ceda.

Consequências da Falta de Limites

  • Uma paciente exemplifica como a falta de habilidade para dizer "não" resultou em sobrecarga no trabalho, prejudicando sua produtividade.
  • A incapacidade de recusar pedidos levou à sua demissão, pois ela tentava agradar a todos e acabou sendo vista como incompetente.

Aceitação Pessoal e Autoestima

  • A discussão aborda como as feridas emocionais podem levar à busca incessante por aceitação dos outros, muitas vezes em detrimento do próprio bem-estar.
  • É enfatizado que ter poucas amizades pode ser um sinal de autoconhecimento e proteção contra interesses alheios.

Crenças Possibilitadoras

  • Para lidar com questões de autoestima, é importante ser honesto consigo mesmo e aceitar suas limitações.
  • As crenças possibilitadoras são discutidas; elas moldam nossa percepção do mundo e influenciam nossas interações sociais.

A Importância da Representação no Mapa

O que é um mapa?

  • Um mapa é uma ferramenta essencial para navegar em lugares desconhecidos, como cidades grandes ou estados diferentes.
  • O mapa de uma cidade não representa a cidade em si, mas sim uma representação dela. Ele não mostra detalhes como o tipo de pavimentação das ruas ou se há árvores.

Diferença entre representação e realidade

  • A ideia central é que o mapa não é a cidade; ele apenas representa a cidade. Isso se aplica também ao "mapa do mundo", que reflete nossas crenças sobre o mundo.
  • A percepção estética (como achar um móvel bonito ou feio) é subjetiva e varia de pessoa para pessoa, destacando que conceitos são construções sociais.

Autoestima e Percepção Pessoal

Como a autoestima pode ser afetada?

  • A forma como nos vemos e nos relacionamos com o mundo pode não refletir a realidade; isso impacta diretamente nossa autoestima.
  • É importante aceitar quem somos e buscar melhorias pessoais sem permitir que opiniões externas diminuam nossa autoestima.

Aceitação pessoal

  • Aceitar características pessoais, como ser careca ou ter manchas na pele, deve ser parte do processo de construção da autoestima.
  • Se alguém critica algo verdadeiro sobre nós, devemos aceitar; se for mentira, também não devemos nos ofender.

Verdade vs. Mentira na Autoimagem

Reações às críticas

  • Quando confrontados com verdades sobre nós mesmos (como ter pele furada), devemos reconhecer sem ofensa.
  • Leandro Carnal exemplifica essa ideia ao afirmar que se alguém diz algo verdadeiro sobre ele (como ser careca), ele aceita; já mentiras devem ser ignoradas.

Construindo uma autoestima inabalável

  • Nossa autoestima deve ser forte o suficiente para distinguir entre verdades e mentiras sobre nós mesmos.
  • Críticas podem vir tanto de amigos quanto inimigos; às vezes, as críticas mais duras ajudam mais no crescimento pessoal do que os elogios dos amigos.

Reflexões sobre Autoestima e Crescimento Pessoal

A Importância do Reconhecimento dos Defeitos

  • O orador discute como a crítica de um inimigo pode ser uma oportunidade para reconhecer falhas pessoais e promover o crescimento.
  • É enfatizado que a autoestima deve ser estável, evitando extremos de autoconfiança ou autodepreciação.
  • A aceitação das imperfeições é crucial; tentar esconder defeitos pode levar à insatisfação contínua com a própria imagem.

Reações às Críticas e Aceitação Pessoal

  • O orador observa que algumas pessoas se afastam ao ouvir opiniões que não concordam, mesmo sem ataques diretos.
  • Ele menciona sua consciência sobre o impacto de suas palavras e como isso afeta as interações nas redes sociais.
  • A importância de corrigir mal-entendidos é destacada, sugerindo que todos podem mudar suas percepções.

Ferramentas para Lidar com Desafios Emocionais

  • O orador sugere que devemos entender nossas reações emocionais e usar ferramentas adequadas para lidar com elas.
  • Ele compara a vida a um carro furado, onde ter as ferramentas certas é essencial para resolver problemas.

Lições da História "Procurando Nemo"

  • O orador usa "Procurando Nemo" como metáfora para discutir promessas e expectativas na vida.
  • A conversa entre Marlin e Dori ilustra a ideia de que tentar evitar problemas pode resultar em estagnação.

Aceitando as Incertezas da Vida

  • É ressaltado que não podemos controlar tudo; eventos inesperados ocorrerão, afetando nossa autoestima.
  • A mensagem final é sobre manter-se firme no caminho escolhido, mesmo diante das críticas ou incertezas.

A Importância de Viver e Aceitar a Si Mesmo

O Processo de Viver

  • O conceito central discutido é que viver é um processo contínuo, essencial para a experiência humana.
  • A ideia de "vida" é apresentada como uma jornada onde se deve viver da melhor maneira possível, mesmo diante das imperfeições.

Aceitação Pessoal

  • A aceitação mútua entre as pessoas é enfatizada; o orador expressa que aceita a outra pessoa com suas falhas, destacando que isso não altera sua essência ou inteligência.
  • O diálogo revela a importância do apoio emocional e da compreensão nas relações interpessoais.

Influências e Limitações

  • Discussão sobre como as influências externas podem moldar nossas decisões e crenças, comparando com experiências pessoais do orador.
  • É mencionado que as crenças limitantes devem ser reavaliadas para permitir crescimento pessoal.

Crescimento Psicológico

  • Introdução ao conceito de individuação segundo Carl Gustav Jung, que descreve o crescimento psicológico como um processo contínuo.
  • A individuação envolve eliminar imperfeições para alcançar um estado mais elevado de ser humano.

Perspectivas sobre a Existência

  • Duas visões sobre a existência são apresentadas: uma em que há algo antes e depois da vida atual, sugerindo múltiplas oportunidades de aprendizado; outra visão mais cética acredita na finitude da vida.
  • Reflexão sobre figuras históricas como Buda ou Cristo como modelos ideais para aspirar durante o processo de individuação.

Reflexões sobre a Evolução Humana e Crenças

A Evolução da Humanidade

  • O orador discute a evolução da humanidade, mencionando que as crenças sobre o que acontece após a morte variam, mas todas fazem parte da filosofia humana.
  • Ele traça uma linha do tempo desde os primeiros hominídeos até os Homo sapiens, refletindo sobre o legado deixado para as futuras gerações.
  • Observa que as novas gerações são mais evoluídas em termos tecnológicos e emocionais, destacando como isso se manifesta nas crianças de hoje.

Individuação e Conhecimento

  • O orador argumenta que a individuação é um processo contínuo, onde cada geração aprende com a anterior e avança em conhecimento técnico e científico.
  • Ele enfatiza a importância de questionar crenças pessoais para promover evolução tanto individual quanto coletiva.

Mudança de Crenças

  • É sugerido que mudar crenças pode ser benéfico não apenas para si mesmo, mas também para transmitir valores mais positivos às próximas gerações.
  • O orador menciona exemplos de crenças ultrapassadas relacionadas à saúde e nutrição, ilustrando como o conhecimento evolui ao longo do tempo.

Questionamento Pessoal

  • O diálogo se volta para questões pessoais sobre dinâmicas familiares e como essas influenciam percepções individuais dentro da estrutura familiar.
  • A discussão aborda o papel dos filhos na família, especialmente os filhos do meio, explorando suas funções sociais e emocionais.

Dinâmica Familiar

  • O orador analisa as diferenças entre primogênitos, filhos do meio e caçulas em termos de atenção recebida dos pais e suas respectivas personalidades.
  • Ele sugere que filhos do meio podem desenvolver comportamentos específicos para se destacar ou buscar atenção dentro da dinâmica familiar.

A Dinâmica Familiar e a Percepção do Eu

O Doentinho e a Atenção Familiar

  • A figura do "doentinho" na família recebe atenção especial, transformando-se em um foco emocional para os membros.
  • Existe uma distinção entre o mundo real e o mundo percebido pelo indivíduo, onde o caçula é frequentemente mimado e egocêntrico.
  • O caçula acredita que todos devem atender suas vontades, criando uma visão de mundo centrada em si mesmo.

Comportamentos e Autoimagem

  • A busca por validação através das ações é comum; o desejo de aceitação justifica comportamentos como fazer "gracinhas".
  • É importante entender as consequências dos comportamentos que podem ser vistos como palhaçadas, tanto positivas quanto negativas.
  • A terapia é apresentada como uma ferramenta essencial para autoavaliação e autoconhecimento, não sendo apenas para pessoas com problemas mentais.

Limpeza Emocional e Crenças

  • O processo terapêutico envolve limpar crenças limitantes e traumas emocionais, promovendo um entendimento mais profundo de si mesmo.
  • Aceitar-se como se é, enquanto trabalha nas imperfeições pessoais, é fundamental para o crescimento pessoal.

Comunicação e Limites Pessoais

  • É crucial estabelecer limites claros nas relações familiares; cada pessoa deve respeitar seu espaço individual.
  • Ao comunicar seus limites, a responsabilidade pela dinâmica familiar deve ser compartilhada; não permitir que outros falem por você é essencial.

Reflexões sobre Espiritualidade e Energia

  • Uma carta tirada durante a conversa sugere que a percepção da realidade está ligada ao que acreditamos; "o mundo é o que você pensa que ele é".
  • A discussão sobre a lei da atração revela ceticismo; enfatiza-se que tudo no universo é energia segundo princípios da física quântica.
  • A ideia de que tudo é energia implica numa compreensão mais profunda da realidade material versus espiritual.

A Estrutura do Átomo e a Natureza da Realidade

A Composição do Átomo

  • O núcleo de um átomo é comparado ao tamanho do Sol, enquanto o elétron mais próximo estaria na distância de Plutão, evidenciando que há mais espaço vazio no átomo do que matéria.
  • Essa vastidão vazia dentro dos átomos sugere que tudo no universo é energia vibrante; nada está realmente parado, e tudo vibra em diferentes frequências.

Frequências e Percepção

  • Objetos sólidos parecem assim devido à baixa frequência de vibração; já gases, como o ar, não são visíveis porque vibram em frequências altas.
  • A caneta é usada como exemplo para demonstrar como a percepção muda com a frequência: se vibrada em alta frequência, ela "desaparece" da visão.

Experiência do Pêndulo

  • Quando dois pêndulos com frequências diferentes são deixados juntos, eles eventualmente se igualam. Isso ilustra como as frequências podem se unificar.
  • A realidade percebida por uma pessoa é resultado da frequência de sua atividade cerebral; David Hawkins estudou essa relação por décadas.

Escala de Frequência de Hawkins

  • Hawkins desenvolveu uma escala que relaciona a frequência vibracional ao estado mental e físico. Por exemplo:
  • Frequência zero ou menor representa morte.
  • 20 Hz corresponde à vergonha; 30 Hz à culpa; 50 Hz à apatia.

Vibrações Positivas e Negativas

  • Emoções negativas (medo, raiva, orgulho) estão associadas a baixas frequências. Em contrapartida, emoções positivas (coragem, amor, gratidão) elevam a frequência vibracional.
  • Indivíduos que mantêm altos níveis de gratidão experimentam vidas mais plenas e felizes mesmo com posses materiais mínimas.

Reflexão sobre Nossas Vibrações

  • O contraste entre vidas minimalistas cheias de gratidão versus vidas materialmente ricas mas insatisfeitas levanta questões sobre onde estamos vibrando emocionalmente.
  • É importante refletir sinceramente sobre nossas próprias vibrações emocionais: estamos presos em sentimentos negativos ou cultivamos compaixão e paz?

A Importância dos Aparelhos de Frequência

Introdução aos Aparelhos de Frequência

  • O apresentador menciona o desejo de adquirir um aparelho que mede frequência, destacando que esses dispositivos são caros e geralmente médicos.
  • Sugere a busca por "binaural paz" no Google ou YouTube como uma alternativa para vibrar em frequências altas.

Uso de Áudios Binaurais

  • Explica que ao ouvir áudios binaurais, o cérebro pode atingir a frequência desejada, como 639 Hz, associada à harmonia e paz.
  • Enfatiza a importância do uso de fones de ouvido para maximizar os efeitos dos áudios binaurais.

Produto Criado por Marcos Silveira

  • Menciona um produto criado por Marcos Silveira com nove áudios binaurais, cada um custando R$ 10, incluindo indução hipnótica para relaxamento.
  • O apresentador utiliza essa tecnologia para ajudar pacientes em momentos difíceis, oferecendo os áudios como suporte.

Reflexões sobre Influências Externas

Pressão Social e Autoimagem

  • A discussão se volta para a pressão social sobre mudanças na aparência, exemplificada pela insistência em mudar a cor do cabelo.
  • O apresentador reflete sobre a importância da essência pessoal em vez da aparência física e compartilha sua própria experiência com mudanças capilares.

Gatilhos Emocionais e Crenças Limitantes

  • Relata experiências pessoais relacionadas a crenças limitantes sobre dinheiro e autoimagem desde a infância.
  • Comenta sobre pequenos gatilhos emocionais que podem impactar negativamente na autoestima e nas decisões pessoais.

Desafios Sociais e Ferramentas de Superação

Dificuldades em Interações Sociais

  • O apresentador fala sobre suas dificuldades em interações sociais, especialmente em eventos grandes onde não conhece ninguém.

Busca por Ferramentas Eficazes

  • Discussão sobre quais ferramentas podem ser utilizadas para superar essas dificuldades sociais e melhorar o bem-estar emocional.

Como lidar com a rejeição e melhorar a sociabilidade?

Impacto da Rejeição nas Relações Pessoais

  • A rejeição pode prejudicar não apenas o ambiente de trabalho, mas também as relações familiares e sociais. É importante discutir como superar esses gatilhos emocionais.
  • A sensação de solidão em eventos sociais, mesmo quando cercado por pessoas, é comum. Essa experiência pode levar à insegurança sobre o próprio valor social.
  • O desconforto em interações sociais, como horários de café em cursos, pode ser um reflexo de experiências passadas que geraram ansiedade social.

Causas Emocionais da Insegurança

  • Muitas vezes, a invalidação emocional na infância, especialmente por parte do genitor do mesmo sexo, gera feridas profundas relacionadas à rejeição.
  • A aparência física e a percepção de si mesma podem estar ligadas à ferida emocional da rejeição. Isso influencia diretamente na autoestima e nas interações sociais.

Superando Crenças Limitantes

  • Para lidar com a ferida da rejeição, é necessário "limpar" essas emoções negativas. Isso envolve entender por que se evita confraternizar com os outros.
  • As crenças formadas pela dor emocional podem levar ao isolamento social. Por exemplo: "Não devo me comunicar" ou "É melhor ficar quieta".

Networking e Medos Sociais

  • O medo do julgamento durante interações sociais (como networking) pode impedir que as pessoas se apresentem ou compartilhem suas histórias pessoais.
  • Introvertidos frequentemente têm uma ferida emocional relacionada à rejeição. Essa característica molda sua personalidade e forma como se relacionam com os outros.

Caminhos para a Cura Emocional

  • Curar feridas emocionais é essencial para melhorar crenças limitantes e traços de personalidade. Um método eficaz envolve trabalhar todos esses aspectos simultaneamente.
  • O conhecimento sobre as origens das emoções ajuda no processo de cura. Terapeutas devem explorar sentimentos profundos em vez de focar apenas nos problemas superficiais dos pacientes.
  • A técnica da cebola sugere descascar camadas emocionais para chegar ao cerne dos sentimentos, permitindo uma compreensão mais profunda das próprias reações emocionais.

A Rejeição e a Hipnose Erxoniana

Descascando as Emoções

  • A rejeição é uma emoção profunda que pode ser descoberta através de técnicas como a hipnose erxoniana, que permite acessar sentimentos da infância.
  • Vera Lúcia compartilha sua experiência com a hipnose, revelando uma ferida emocional relacionada ao abandono durante sua infância.
  • O abandono não foi intencional; a mãe estava ocupada com responsabilidades, o que gerou um sentimento de solidão em Vera.

Sensações Persistentes

  • Vera menciona que até hoje sente frio, simbolizando a falta de conforto emocional na infância. Essa sensação está ligada à rejeição vivenciada.
  • É importante entender que essas emoções podem não ser reais no presente, mas sim reflexos de experiências passadas.

Compreendendo o Esquisoide

  • O conceito de esquisoide é introduzido como uma forma de compreender diferentes composições emocionais e comportamentais do ser humano.
  • Marcos explica que existem cinco tipos de composições corporais: rígido, oral, esquisoide e psicopata. Cada um reflete diferentes maneiras de lidar com emoções.

Realidade vs. Imaginação

  • A discussão se aprofunda na diferença entre experiências reais e imaginárias; como as pessoas assimilam suas vivências impacta suas percepções sobre rejeição.
  • Marcos destaca que mesmo quem teve uma infância aparentemente normal pode sentir-se rejeitado devido à dinâmica familiar.

Feridas Emocionais na Cultura Pop

  • Marcos menciona seu evento "As feridas emocionais" relacionado à série "This is Us", onde explora como as feridas emocionais são retratadas na mídia.
  • Ele convida os ouvintes a assistirem ao evento gratuito no YouTube para aprofundar o entendimento sobre feridas emocionais.

Reflexões Finais sobre Hipnose

  • A hipnose é desmistificada; não se trata apenas de esquecer ou ser controlado por outra pessoa.
  • Marcos enfatiza a importância das discussões profundas realizadas durante esses encontros para promover clareza emocional e autoconhecimento.

Hipnose: Mitos e Realidades

A Hipnose de Palco vs. Hipnose Clínica

  • A hipnose de palco é uma performance que envolve pessoas suscetíveis, onde o hipnotizador realiza testes para identificar quem pode ser hipnotizado.
  • O palestrante diferencia a hipnose de palco da hipnose clínica, afirmando que esta última é um estado alterado de consciência que permite acessar conteúdos prejudiciais.

Crenças e Estruturas Mentais

  • O orador menciona suas crenças em Deus, comparando a mente humana a um sistema com "firewalls" que protegem memórias e conteúdos inconscientes.
  • Ele explica o conceito de "dupla confirmação", semelhante à segurança eletrônica, onde informações precisam passar por duas barreiras mentais.

Funcionamento da Hipnose

  • Para acessar o inconsciente durante a hipnose, é necessário superar as barreiras do consciente e subconsciente, sendo este último protegido por um "guardião".
  • O terapeuta utiliza técnicas específicas para ajudar o paciente a atravessar essas barreiras mentais sem causar danos.

Experiências Cotidianas como Hipnose

  • O palestrante argumenta que todos passam por estados de hipnose diariamente, como quando dirigem sem prestar atenção ao caminho ou assistem TV distraídos.
  • Ele destaca que esses momentos são exemplos comuns de estados alterados de consciência.

Segurança na Hipnose Clínica

  • É enfatizado que não existe perda total da memória durante a hipnose; os pacientes sempre se lembram do que ocorreu durante as sessões.
  • O orador refuta mitos sobre terapeutas manipularem pacientes contra sua vontade, afirmando que ninguém faz algo que não deseja sob hipnose.

História de Rejeição e Afeto

A Experiência Pessoal do Narrador

  • O narrador compartilha uma experiência pessoal envolvendo sua ex-esposa, filha e a depressão pós-parto da mãe, que impactou diretamente o cuidado com a criança.
  • A ex-esposa não conseguia realizar atividades básicas como se alimentar ou cuidar da filha, resultando em um período de ausência materna significativo para a criança.
  • A falta de carinho e atenção gerou um sentimento profundo de rejeição na filha, que nunca recebeu afeto positivo da mãe.

Impacto do Afeto na Criança

  • O narrador discute a diferença entre afeto positivo e negativo, explicando que ambos são considerados afeto na psicanálise.
  • Muitas crianças sem afeto positivo tentam chamar atenção através de comportamentos negativos, como desobediência ou agressividade.

Estudos sobre o Efeito do Afeto

  • O narrador menciona uma experiência realizada com bebês em campos de concentração nazistas, onde os cuidados variavam entre carinho, indiferença e agressão.
  • Os resultados mostraram que os bebês tratados com carinho tiveram melhores resultados em comparação aos que receberam indiferença emocional.

Preferência por Atenção Negativa

  • A taxa de mortalidade foi maior entre os bebês que não receberam nenhum tipo de afeto (grupo inerte), indicando que as crianças preferem até mesmo o tratamento negativo ao desprezo total.

Rejeição Materna Real

  • O narrador reconhece que existem mães que realmente rejeitam seus filhos por diversas razões pessoais ou circunstanciais.
  • Ele enfatiza a complexidade das relações familiares e como as experiências humanas podem levar à rejeição dentro do lar.

A Rejeição e a Realidade Subjetiva

A Natureza da Rejeição

  • A rejeição é mais sobre a percepção subjetiva do indivíduo do que uma realidade objetiva. Muitas pessoas se sentem rejeitadas, mesmo sem ter sido efetivamente rejeitadas por outros.
  • Um exemplo pessoal é dado sobre um pai que rejeitou seu filho após a adoção, destacando como essa experiência pode ser interpretada de forma subjetiva pela criança.
  • A compreensão da rejeição está mais relacionada à maneira como o indivíduo assimila as experiências do que ao ato de rejeitar em si. Isso sugere que a dor emocional pode ser autoimposta.

Impacto da Rejeição na Vida Pessoal

  • Vanessa é mencionada como alguém que não abre a câmera devido à sua própria sensação de rejeição, indicando como isso afeta sua interação social e autoestima.
  • O facilitador sugere um tratamento para ajudar Vanessa a lidar com suas questões de rejeição, propondo sessões terapêuticas para promover transformação pessoal.

Interação e Dinâmica do Grupo

  • O facilitador expressa satisfação em ajudar os participantes e incentiva interações positivas entre eles, promovendo um ambiente acolhedor.
  • Há uma ênfase na importância de compartilhar experiências positivas no grupo para estimular outros membros a participarem ativamente das discussões.

Ofertas e Sorteios

  • O facilitador menciona ofertas personalizadas (livros, áudios, processos terapêuticos), demonstrando preocupação com as necessidades individuais dos participantes.
  • Um sorteio é realizado para uma sessão individual, envolvendo todos os participantes presentes e criando um clima de expectativa e engajamento no grupo.

Conclusão do Encontro

  • O encontro termina com entusiasmo, celebrando o ganho da sessão individual por Vanessa. Essa dinâmica reforça o valor das interações sociais e apoio mútuo dentro do grupo.
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Gravação do encontro VIP GOLD dia 2