O PRINCÍPIO DE NÃO-CONTRADIÇÃO: DESCRIÇÃO | Metafísica #13.

O PRINCÍPIO DE NÃO-CONTRADIÇÃO: DESCRIÇÃO | Metafísica #13.

Primeiro Princípio - Introdução

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante introduz o conceito do primeiro princípio e sua importância na busca pela verdade.

O Primeiro Princípio - Princípio de Não-Contradição

  • O primeiro princípio é anunciado como "é impossível ser e não ser ao mesmo tempo e no mesmo sentido".
  • A compreensão e aceitação do primeiro princípio são fundamentais para evitar o relativismo.
  • Assim como a primeira noção que nossa mente capta é a noção de "ente", também conhecemos verdades primeiras ou fundamentais.
  • As crianças começam a questionar por que certas coisas não existem, captando assim a noção de "não-ser".
  • As crianças naturalmente se perguntam sobre as causas eficientes e finais das coisas.
  • O princípio de identidade afirma que o ser é o não-ser, sendo uma captação simples da noção de ser.
  • O princípio de identidade é fundamental porque fundamenta outras verdades.
  • A formulação do primeiro princípio envolve várias afirmações em comparação entre ser e não-ser.
  • Há diferentes perspectivas sobre a relação entre o princípio de identidade e o princípio de não-contradição.

Conclusão

Visão Geral da Seção: O palestrante conclui a discussão sobre o primeiro princípio, incentivando os ouvintes a continuar refletindo sobre o assunto.

  • A discussão sobre o primeiro princípio pode ser um círculo de discussão interminável.
  • Os filósofos têm diferentes opiniões sobre a relação entre o princípio de identidade e o princípio de não-contradição.
  • O palestrante encoraja os ouvintes a continuarem pensando no assunto e discutindo-o.

Princípio de Não-Contradição

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se o princípio de não-contradição e suas características.

Características do Princípio de Não-Contradição

  • O princípio de não-contradição envolve a noção de contradição.
  • A contradição ocorre quando há oposição entre afirmação e negação.
  • Para que haja contradição, é necessário que a afirmação e a negação recaiam sobre o mesmo predicado e sujeito.
  • Além disso, a identidade do sujeito e do predicado deve ser real e verdadeira, não apenas nominal.

Exemplo de Equivocidade

  • A equivocidade ocorre quando um termo possui diferentes conteúdos.
  • Por exemplo, a palavra "macaco" pode referir-se tanto ao animal que salta nas árvores quanto ao objeto utilizado para levantar carros.
  • Nesse caso, não há contradição, pois os conteúdos são distintos.

Expressões Contraditórias

  • Uma expressão contraditória viola o princípio de não-contradição.
  • Por exemplo, afirmar que "Sócrates é preto e branco ao mesmo tempo" é uma expressão contraditória.
  • Para evitar contradições, é necessário seguir o princípio de não afirmar algo e sua negação simultaneamente.

Importância do Princípio de Não-Contradição

  • O princípio de não-contradição é fundamental para o pensamento lógico.
  • Se alguém não aceita esse princípio, está renunciando ao pensamento racional.
  • É um princípio evidente e reconhecido, que não requer demonstração.

Conclusão

  • O princípio de não-contradição é essencial para evitar contradições lógicas.
  • Seguir esse princípio é fundamental para o pensamento coerente e racional.

A Percepção da Realidade e o Princípio de Não-Contradição

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a percepção da realidade e o princípio de não-contradição.

A Percepção da Realidade

  • A mente humana capta a sua posição entre o ser e o não-ser.
  • Existe uma experiência do não-ser que influencia nossa percepção.
  • Surge o princípio de não-contradição, que afirma que é impossível ser e não ser ao mesmo tempo e no mesmo sentido.

O Ceticismo Filosófico

  • Nas doutrinas relativistas, há dúvida sobre a natureza das coisas.
  • Descartes introduziu a dúvida metódica, questionando se tudo é real ou apenas um sonho.
  • Não podemos confiar plenamente em nossos sentidos nem na realidade aparente.

O Pensamento como Garantia de Existência

  • Descartes afirmou "Cogito, ergo sum" (Penso, logo existo).
  • O pensamento é uma prova de existência consciente.
  • A filosofia moderna passou a focar mais no sujeito pensante.

Nominalismo e Ataque ao Realismo

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se o nominalismo como um ataque ao realismo na filosofia moderna.

Nominalismo versus Realismo

  • Guilherme de Ockham foi um precursor do nominalismo.
  • No nominalismo, as palavras que usamos não correspondem necessariamente à realidade.
  • A filosofia moderna começou a olhar mais para o sujeito pensante do que para o objeto.

Filosofia Moderna como Gnosiológica

  • A filosofia moderna se tornou predominantemente gnosiológica, focando na mente e na subjetividade.
  • No entanto, a filosofia não é apenas gnoseologia, mas também tem uma base metafísica.

Os Sentidos e a Loucura

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a relação entre os sentidos e a loucura na filosofia.

Os Sentidos e a Realidade

  • Nossos sentidos nos permitem perceber objetos e suas características.
  • Os sentidos são fundamentais para nossa interação com o mundo.

O Começo da Loucura

  • Alguns aspectos da percepção podem parecer ilógicos ou confusos.
  • Friedrich Nietzsche passou seus últimos anos em um hospício, apesar de sua genialidade como filósofo.
  • É importante estar consciente das evidências e evitar cair em delírios ou negar a realidade.

A Loucura de Nietzsche

Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se a loucura de Friedrich Nietzsche e sua influência em sua obra.

A Vida de Nietzsche

  • Friedrich Nietzsche passou os últimos dez anos de sua vida em um hospício.
  • Sua loucura colaborou para sua produção literária excepcional.
  • Ele é conhecido por afirmar "Deus está morto" e sua frase se tornou objeto de várias interpretações.

A Importância da Evidência

  • É essencial reconhecer a evidência e evitar negar a realidade.
  • Mesmo que não queiramos aceitar certas verdades, elas permanecem evidentes como o sol da manhã em um dia ensolarado.
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