Aula 02 - Fonte / Modos de fonação - IMERSÃO DVP  - W Luiz

Aula 02 - Fonte / Modos de fonação - IMERSÃO DVP - W Luiz

Introdução

Visão geral da seção: Nesta aula, o assunto é sobre os modos de formação. Os modos de formação são observações dos níveis de fechamento e abertura das pregas vocais.

Modos de Formação

  • O modo sussurro não tem contato entre as pregas vocais, portanto, não há som produzido.
  • O modo falsete é caracterizado por uma abertura incompleta das pregas vocais, resultando em um som agudo e fino.
  • O modo chest é caracterizado por uma aproximação completa das pregas vocais, resultando em um som mais grave e ressonante.
  • O modo head é caracterizado por uma abertura maior das pregas vocais do que no chest voice, resultando em um som mais agudo e brilhante.

Importância dos Modos de Formação

  • Os modos de formação são importantes para o treinamento vocal e a pedagogia vocal tanto para cantores quanto para professores preparadores vocais.
  • A observação dos níveis de fechamento e abertura das pregas vocais ajuda a entender como produzir diferentes sons com a voz.

Modos de Formação da Voz

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute os três modos de formação da voz: sussurro, soproso e fluido. Ele descreve as características de cada modo e fornece exemplos de artistas que utilizam esses modos em suas músicas.

Modo Sussurro

  • O modo sussurro é caracterizado por uma fenda entre as pregas vocais.
  • É usado para criar um efeito suave na música.
  • Exemplos incluem músicas do KLB e Michael Jackson.

Modo Soproso

  • O modo soproso é caracterizado por uma fenda ao longo do corpo das pregas vocais.
  • Cria um som com escape de ar, pouca variação de intensidade, alto fluxo de ar, poucos harmônicos e bastante ruído.
  • É utilizado por muitos cantores como Tom Jobim e Maria Gadú para criar um som gentil mas soprosa.
  • A quantidade de soprosidade pode variar dependendo da estética do som que o artista está buscando.

Modo Fluido

  • O modo fluido é caracterizado por uma pequena fenda nas cartilagens aritenóides.
  • Cria um som limpo e macio sem ruído ou curiosidade notória.
  • Continua tendo escape de ar mas sem pressão subligiosa ou grande pressão na prega vocal.

Exemplo do Modo Soproso

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fornece um exemplo do modo soproso na música "Vai Minha Tristeza" de Tom Jobim.

  • A voz é soprosa e gentil.
  • O modo soproso é usado em toda a música.
  • Cantar com o modo soproso pode levar a um desperdício de ar e dificuldade para respirar.

Modo Fluido

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute mais detalhadamente o modo fluido de formação da voz.

  • A fenda no modo fluido é apenas nas cartilagens aritenóides.
  • Cria um som limpo e macio sem ruído ou curiosidade notória.
  • Continua tendo escape de ar mas sem pressão subligiosa ou grande pressão na prega vocal.

Modos de Voz

Visão geral da seção: Nesta seção, o instrutor discute os diferentes modos de voz e suas características.

Modo Soproso

  • O modo soproso é gentil e educado, mas não oferece grande projeção ou intensidade vocal.
  • É ideal para aquecimentos vocais e para iniciantes que desejam passar o aquecimento para seus alunos.

Exemplo: Caetano Veloso

  • O cantor Caetano Veloso é um exemplo de um cantor que usa principalmente o modo soproso em mais de 50% de sua performance vocal.

Modo Neutro

  • No modo neutro, há um fechamento completo das pregas vocais, resultando em uma voz com mais volume e projeção natural.
  • Há uma exigência muscular maior neste modo, mas ainda é possível manter a suavidade na voz.
  • Não há soprocidade no som neste modo, permitindo um controle maior da respiração.

Cantores Dinâmicos

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre cantores dinâmicos e como eles não ficam presos a um único modo de canto. Ele explica que isso é importante para a dinâmica da voz e interpretação.

Modos de Fonação

  • O palestrante discute o modo fluido de canto e como ele pode ser usado para transições suaves entre notas.
  • Ele introduz o conceito de memórias de acesso e como elas ajudam a recrutar músculos para produzir sons mais fortes.
  • O palestrante descreve o modo tenso ou firme, que é uma variação entre os modos tenso e neutro. Ele explica que esse modo envolve a aproximação das pregas vestibulares e produz um som forte e metálico.
  • Esse som é comum em gêneros musicais como rock, gospel e blues, bem como na produção vocal de belts. O som tenso pode variar dependendo do contexto em que é usado.

Exemplo Prático

  • O palestrante usa um exemplo prático de uma cantora gospel para ilustrar os diferentes modos de fonação. A música apresenta elementos do rock, blues, gospel e belt.