Big Five - Entendendo o modelo científico vigente de personalidade.

Big Five - Entendendo o modelo científico vigente de personalidade.

Introdução ao Big Five

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante introduz o tópico do Big Five e explica que é um modelo científico de personalidade amplamente aceito pela ciência.

O que é o Big Five?

  • O Big Five é um modelo científico de personalidade.
  • É o modelo mais aceito pela ciência atualmente.
  • Explica melhor a nossa personalidade.

Motivação para falar sobre personalidade

  • Há muitos questionamentos e modelos populares sobre personalidade.
  • Muitas pessoas confundem características pessoais com transtornos de personalidade.
  • Interesse em entender como características pessoais e transtornos estão relacionados.

Contextualização antes do artigo

Visão geral da seção: Antes de entrar no artigo, o palestrante faz uma contextualização sobre o tema da personalidade e sua relevância. Ele menciona seu interesse em transtornos de personalidade e a confusão entre características pessoais e transtornos.

Interesse em transtornos de personalidade

  • Recebe muitas perguntas sobre transtornos de personalidade nas redes sociais.
  • Muitas pessoas têm interesse em entender os transtornos presentes na família ou em si mesmas.

Confusão entre características pessoais e transtornos

  • Pessoas tendem a confundir características pessoais com transtornos de personalidade.
  • Importância de distinguir entre traços de personalidade normais e diagnósticos clínicos.

Definição de personalidade

Visão geral da seção: O palestrante discute a controvérsia em torno do conceito de personalidade na psicologia e a existência de diferentes abordagens teóricas.

Controvérsia em torno do conceito de personalidade

  • Personalidade é um conceito controverso na psicologia.
  • Diferentes abordagens teóricas criaram teorias da personalidade.
  • Mesmo construto pode ter significados diferentes em cada abordagem.

Autoconhecimento e modelo aceito pela ciência

Visão geral da seção: O palestrante destaca a importância do autoconhecimento e apresenta o modelo Big Five como o mais aceito pela ciência para compreender a personalidade.

Importância do autoconhecimento

  • Autoconhecimento envolve entender as características pessoais e distinguir entre traços normais e transtornos.
  • Ajuda a compreender como características pessoais podem influenciar nossa visão de mundo.

Modelo Big Five como o mais aceito pela ciência

  • O modelo Big Five é amplamente aceito pela comunidade científica.
  • Permite uma melhor compreensão da personalidade humana.
  • Será explorado em detalhes no artigo seguinte.

Estudar Psicologia Geral

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de estudar psicologia geral e como a psicologia baseada em evidências contribui para uma definição mais concordante de personalidade.

Definições de Personalidade na Psicologia Baseada em Evidências

  • Existem várias definições de personalidade na psicologia, como a definição floridiana e indiana, mas essas não serão abordadas nesta aula.
  • Na psicologia baseada em evidências, a personalidade é definida como um conjunto estável de características que se formam desde os primeiros anos da infância.
  • A personalidade é influenciada por fatores genéticos, biológicos, história de vida e convivência com cuidadores principais.
  • O ambiente em que uma criança cresce também desempenha um papel importante na formação da personalidade.
  • As experiências ao longo da vida podem ser boas ou ruins e contribuem para moldar nossa personalidade.
  • A convivência com pares também influencia no desenvolvimento da personalidade.

Personalidade Normal e Transtornos de Personalidade

  • A personalidade normal varia entre as pessoas e pode ser adaptativa em determinados contextos.
  • Características que eram funcionais podem se tornar desadaptativas em outros momentos da vida, causando prejuízo pessoal ou para os outros.
  • Transtornos de personalidade são padrões generalizados e persistentes de pensar, perceber, reagir e se relacionar com outras pessoas que causam sofrimento clinicamente significativo.
  • Às vezes, o paciente não percebe o sofrimento causado pelo transtorno de personalidade, mas as pessoas ao seu redor sim.

Mudança na Personalidade

  • A personalidade é difícil de ser completamente transformada.
  • Alguns aspectos da personalidade podem ser tornados mais adaptativos ou funcionais, mas uma mudança completa de 180 graus é raramente possível.
  • Algumas características de personalidade são mais difíceis de serem modificadas do que outras.

Conclusão

  • A personalidade é um conjunto estável de características que se formam desde a infância e são influenciadas por fatores genéticos, biológicos, histórico de vida e ambiente.
  • Transtornos de personalidade são padrões persistentes que causam sofrimento significativo para o indivíduo ou para os outros.
  • Mudanças completas na personalidade são difíceis, mas alguns aspectos podem ser modificados para torná-la mais adaptativa.

Dificuldades de se expor e falar em público

Visão geral da seção: A pessoa em questão enfrenta dificuldades para se expor, falar em público e interagir com as pessoas. Essas dificuldades são contraditórias com a escolha de uma profissão que exige exposição, comunicação e ensino.

Dificuldade de se expor e falar em público

  • A pessoa tem dificuldade em se expor e falar em público.
  • Essas dificuldades são incompatíveis com a profissão escolhida, que requer exposição e comunicação.
  • Ao longo da história da Psicologia, existem diferentes teorias sobre traços de personalidade.
  • Hipócrates propôs os quatro temperamentos baseados nos fluidos corporais.
  • Lombroso tentou definir o comportamento criminoso com base no tamanho do crânio.
  • Estudos independentes identificaram traços centrais de personalidade.
  • O modelo dos cinco grandes fatores foi validado por diversos pesquisadores independentes.

Os quatro temperamentos

Visão geral da seção: Os quatro temperamentos foram propostos por Hipócrates com base nos fluidos corporais. Eles são considerados uma moda recente, mas não têm validade científica atualmente.

Os quatro temperamentos

  • Hipócrates propôs os quatro temperamentos baseados nos fluidos corporais.
  • Os quatro temperamentos são baseados em diferentes fluidos corporais, como a bílis negra.
  • Usar os quatro temperamentos da mesma forma que se usa signos não tem validade científica atualmente.

Teorias de personalidade ao longo da história

Visão geral da seção: Ao longo da história, várias teorias de personalidade foram propostas, desde os quatro temperamentos até estudos independentes sobre traços centrais de personalidade.

Teorias de personalidade ao longo da história

  • Lombroso tentou definir o comportamento criminoso com base no tamanho do crânio.
  • Estudos independentes identificaram traços centrais de personalidade.
  • O modelo dos cinco grandes fatores foi estudado e validado por diversos pesquisadores independentes.

Validade científica dos modelos de personalidade

Visão geral da seção: A validade científica dos modelos de personalidade é importante. O modelo dos cinco grandes fatores foi estudado e validado por diversos pesquisadores independentes.

Validade científica dos modelos de personalidade

  • O modelo dos cinco grandes fatores foi estudado e validado por diversos pesquisadores independentes.
  • Quando várias pessoas validam o mesmo modelo de maneira independente, isso fortalece sua validade científica.

A importância da continuidade da pesquisa

Visão geral da seção: É importante que outros pesquisadores continuem a estudar e pesquisar teorias de personalidade para fortalecer sua validade científica.

A importância da continuidade da pesquisa

  • Quando várias pessoas validam o mesmo modelo de maneira independente, isso fortalece sua validade científica.
  • É necessário que outros autores continuem pesquisando e estudando as teorias de personalidade para garantir a continuidade e o avanço do conhecimento científico.

Os Cinco Grandes Fatores da Personalidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, são apresentados os cinco grandes fatores da personalidade: extroversão, socialização, neuroticismo, abertura e realização.

Extroversão

  • A extroversão é caracterizada por pessoas falantes e que buscam intimidade.
  • Pessoas extrovertidas tendem a confiar facilmente em outras pessoas e estão envolvidas em relacionamentos.
  • São assertivas, ativas e dominantes, com características de liderança.
  • Preferem atividades em grupo e relatam altos níveis de felicidade.

Neuroticismo

  • O neuroticismo está relacionado à instabilidade emocional e vulnerabilidade.
  • Pessoas com alto nível de neuroticismo tendem a sofrer mais emocionalmente.
  • Enxergam mais aspectos negativos na vida e têm dificuldade em lidar com problemas.
  • Podem ter tendência ao uso de substâncias químicas e baixa autoestima.

Socialização

  • A socialização está ligada à agradabilidade e ingenuidade.
  • Indivíduos socializados são altruístas e se preocupam com as necessidades dos outros.
  • Podem ser submissos e colocar-se em situações de risco.

Abertura

  • A abertura refere-se à busca por novas experiências.
  • Pessoas abertas são curiosas, imaginativas e criativas.
  • Tendem a vivenciar emoções intensamente.

Realização

Não foram fornecidas informações sobre o fator realização no trecho do transcript disponibilizado.

Fatores de Realização e Perfeccionismo

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os fatores de realização e perfeccionismo como subfatores da personalidade.

Fatores de Realização

  • Os fatores de realização incluem competência, ponderação, prudência, empenho, comprometimento e detalhismo.
  • Pessoas com alto fator de realização são confiantes e trabalham bem em equipe.
  • O perfeccionismo não é necessariamente um defeito, mas pode ser complicado na vida da pessoa.
  • Pessoas com alto fator de realização tendem a ter uma tendência ao perfeccionismo.

Perfeccionismo

  • O perfeccionismo é caracterizado por uma busca constante pela perfeição.
  • Pessoas com alto fator de realização podem ter dificuldade em aceitar que algo está bom o suficiente.
  • É importante tomar cuidado para não ficar preso no ciclo interminável de revisão e nunca estar satisfeito com os resultados.

Neuroticismo e Transtornos de Personalidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora a relação entre o neuroticismo e os transtornos de personalidade.

  • O neuroticismo é um preditor dos transtornos de personalidade.
  • Com tratamento adequado, é possível atenuar os sintomas do neuroticismo através da psicoterapia.
  • Estudos mostram uma associação entre os traços de personalidade antissocial e os transtornos de personalidade.
  • Pessoas com traços de personalidade antissocial tendem a ser comunicativas, expansivas e sociáveis.

Estabilidade Emocional e Transtornos de Personalidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a relação entre a estabilidade emocional e os transtornos de personalidade.

  • Pacientes com extroversão, abertura à mudança e baixo neuroticismo tendem a ter comportamentos antissociais.
  • Esses pacientes conseguem manter a calma em situações extremas de estresse.
  • Transtornos como borderline, dependente e evitativo estão relacionados ao neuroticismo como fator central da personalidade.

Os Cinco Grandes Fatores da Personalidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante resume os cinco grandes fatores da personalidade.

  • Os cinco grandes fatores (extroversão, afabilidade, conscienciosidade, estabilidade emocional e abertura à experiência) determinam os traços e características da personalidade.
  • Cada pessoa tem uma junção única desses fatores que define sua individualidade.
  • Não existem características ou fatores de personalidade bons ou ruins. O importante é ter autoconhecimento sobre esses fatores para entender melhor a si mesmo.

Conclusão

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante conclui suas reflexões sobre os fatores de personalidade.

  • Não existem características ou fatores de personalidade bons ou ruins.
  • Extremos em qualquer um dos fatores podem ser patológicos.
  • O autoconhecimento dos fatores de personalidade é importante para ajudar a compreender a si mesmo e aos outros.

O Perfeccionismo e a Abertura a Novas Experiências

Visão Geral da Seção: Nesta seção, a pessoa fala sobre sua determinação e obstinação em alcançar metas, mas também reconhece que o perfeccionismo pode ser prejudicial. Além disso, ela menciona ter baixa abertura a novas experiências e poucas habilidades artísticas.

Perfeccionismo como Obstáculo

  • O perfeccionismo pode atrapalhar a realização de tarefas.
  • Pessoas com forte tendência ao perfeccionismo podem ter dificuldade em colocar as coisas em prática.

Baixa Abertura a Novas Experiências

  • A pessoa reconhece ter pouca abertura para experimentar coisas novas.
  • Ela não se considera uma pessoa criativa ou com habilidades artísticas.
  • Suas tendências artísticas são limitadas, como desenhar corações, nuvens e casinhas.

Artigo sobre Transtornos Afetivos e Personalidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, é mencionado um artigo que explora a associação entre os aspectos da personalidade do modelo Big Five e os transtornos afetivos. Também é destacada a importância de estudar esses transtornos devido à sua prevalência e impacto econômico.

Transtornos Afetivos e Personalidade

  • Os transtornos afetivos incluem transtornos de ansiedade e transtornos de humor.
  • Esses transtornos são os mais prevalentes e causam prejuízos significativos.
  • Estudar os fatores de personalidade pode ajudar a entender a predisposição aos transtornos mentais.

O Modelo Big Five

  • O modelo Big Five é amplamente aceito na ciência como uma explicação da personalidade.
  • Os cinco grandes fatores de personalidade são estudados por meio de análises fatoriais.

Importância do Estudo dos Transtornos Afetivos

  • Os transtornos afetivos têm um impacto econômico significativo, com altos custos para o governo.
  • Compreender a relação entre os aspectos da personalidade e esses transtornos pode levar a intervenções precoces e melhorias no tratamento.

Associação entre Personalidade e Transtornos Afetivos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o objetivo é revisar sistematicamente a literatura investigando a associação entre os construtos de personalidade e os transtornos afetivos, como ansiedade e transtornos de humor.

Revisão Sistemática dos Estudos

  • Foram avaliados artigos de ensaios clínicos randomizados e revisões sistemáticas que investigaram a associação entre personalidade e transtornos afetivos.
  • Os estudos foram selecionados em várias línguas, incluindo inglês.
  • Os testes utilizados para avaliar os fatores de personalidade incluíram o Neo Pi e o bfp.
  • Estudos com participantes menores de 18 anos foram excluídos, pois a personalidade ainda está em formação nessa faixa etária.
  • As bases de dados utilizadas foram Ruim Full ou Em Base e Médio Online.
  • Artigos publicados desde 1985 até junho de 2020 foram considerados.

Resultados da Revisão Sistemática

  • Foram identificados 15 estudos que associaram os fatores de personalidade baseados no Big Five aos transtornos afetivos, principalmente depressão e ansiedade social.
  • Houve uma forte evidência da associação positiva do fator neuroticismo com vários transtornos afetivos, como ansiedade e depressão. Especialmente na ansiedade social, houve uma associação significativa com o neuroticismo.
  • Além disso, outros estudos mostraram associações mais fracas, mas ainda significativas, entre os fatores de personalidade e transtornos como TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) e TAG (transtorno de ansiedade generalizada).
  • O neuroticismo pode ser considerado um fator transdiagnóstico, ou seja, pacientes com altos níveis de neuroticismo têm maior tendência a desenvolver diversos transtornos.

Considerações Finais

  • Este estudo não abordou o tratamento dos transtornos afetivos, pois os fatores de personalidade em si não são patológicos, mas podem ser preditores.
  • É importante ter cuidado ao avaliar a personalidade de adolescentes, pois ela ainda está em construção até os 18 anos.
  • Mais pesquisas são necessárias para entender melhor a associação entre personalidade e transtornos afetivos.

Associação entre Personalidade e Transtorno do Pânico

Visão Geral da Seção: Nesta seção, será discutida a associação entre os fatores de personalidade e o transtorno do pânico.

  • Alguns estudos associaram o neuroticismo ao transtorno do pânico.
  • No entanto, esses estudos foram excluídos da revisão sistemática devido à baixa qualidade metodológica.
  • Portanto, não é possível afirmar com certeza se o neuroticismo é um preditor para o transtorno do pânico.
  • Estudos com melhor qualidade mostraram associações positivas entre o neuroticismo e outros transtornos afetivos, como depressão e ansiedade social.
  • Além disso, também foram encontradas associações mais fracas, mas significativas, entre os fatores de personalidade e transtornos como TOC e TAG.

Considerações Finais

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, serão apresentadas considerações finais sobre a associação entre personalidade e transtornos afetivos.

  • O neuroticismo foi identificado como um fator de personalidade associado a vários transtornos afetivos, como ansiedade e depressão.
  • Pacientes com altos níveis de neuroticismo têm maior tendência a desenvolver diversos transtornos.
  • A personalidade ainda está em construção durante a adolescência, portanto, é necessário ter cuidado ao avaliar a personalidade nessa faixa etária.
  • Mais pesquisas são necessárias para entender melhor a relação entre os fatores de personalidade e os transtornos afetivos.

Tratamento transdiagnóstico para transtornos afetivos

Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a abordagem transdiagnóstica no tratamento de transtornos afetivos, com foco nos fatores de personalidade neuroticismo e extroversão.

Neuroticismo como fator de risco

  • O neuroticismo é um fator de risco para transtornos afetivos, como TAG, TOC, depressão e ansiedade.
  • Sugere-se trabalhar no neuroticismo dos pacientes como parte do tratamento transdiagnóstico.
  • Desenvolver estratégias para atenuar o neuroticismo e equilibrar os fatores de personalidade.

Extroversão como fator protetivo

  • A extroversão está relacionada negativamente ao transtorno depressivo.
  • Pacientes mais extrovertidos tendem a ter um bom suporte social, o que é um fator protetor.
  • Sugere-se desenvolver suporte social para pacientes com alto neuroticismo e melhorar sua extroversão.

Outros fatores associados aos transtornos afetivos

  • Facetas da conscienciosidade (auto-disciplina e competência) estão negativamente associadas aos transtornos ativos.
  • Essas facetas estão ligadas à autoeficácia na resolução de problemas.

Intervenções práticas

  • É importante ajudar os pacientes com alto neuroticismo a desenvolver suporte social e alta eficácia na resolução de problemas.
  • Técnicas de habilidades sociais e resolução de problemas podem ser úteis nesse processo.
  • A abordagem transdiagnóstica oferece uma perspectiva prática para o tratamento de transtornos afetivos.

Outras questões relacionadas aos transtornos afetivos

Visão geral da seção: Nesta seção, são discutidos outros fatores e estratégias práticas no tratamento de transtornos afetivos.

Facetas da conscienciosidade e autoeficácia

  • As facetas da conscienciosidade (auto-disciplina, competência) estão associadas à alta eficácia na resolução de problemas.
  • Alta eficácia é a capacidade de resolver problemas e tomar decisões eficientes.
  • Desenvolver a alta eficácia pode prevenir transtornos afetivos.

Suporte social como fator protetivo

  • O suporte social é um fator protetor contra transtornos afetivos.
  • Pacientes extrovertidos tendem a ter um bom suporte social, enquanto pacientes com alto neuroticismo precisam desenvolvê-lo.

Intervenções práticas para o tratamento

  • É importante ajudar os pacientes com alto neuroticismo a desenvolver suporte social e alta eficácia na resolução de problemas.
  • Técnicas de habilidades sociais e resolução de problemas podem ser aplicadas no tratamento dos transtornos afetivos.

Considerações finais sobre o tratamento transdiagnóstico

Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas considerações finais sobre o tratamento transdiagnóstico e sua aplicação prática no tratamento de transtornos afetivos.

  • O tratamento transdiagnóstico oferece uma abordagem mais abrangente para o tratamento de transtornos afetivos.
  • Fatores de personalidade, como neuroticismo e extroversão, podem ser trabalhados para melhorar os resultados do tratamento.
  • Desenvolver suporte social e alta eficácia na resolução de problemas são estratégias práticas no tratamento dos transtornos afetivos.
  • A abordagem transdiagnóstica pode ajudar a resolver os desafios enfrentados ao tratar pacientes com múltiplos transtornos.

Neuroticismo e Transtornos Mentais

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a relação entre o neuroticismo e os transtornos mentais, levantando questões sobre a influência da personalidade na predisposição aos transtornos.

Relação entre Neuroticismo e Transtornos Mentais

  • O artigo aborda estudos que investigaram a relação entre neuroticismo e transtornos mentais.
  • A falta de estudos longitudinais dificulta determinar se o neuroticismo é um fator de base para o desenvolvimento dos transtornos ou se é resultado dos próprios transtornos.
  • Alguns estudos sugerem que episódios depressivos podem aumentar ainda mais o fator de neuroticismo na personalidade do indivíduo.
  • Pacientes com histórico de depressão desde a infância levantam a hipótese de que os episódios depressivos ao longo da vida contribuem para a construção da personalidade.

Limitações dos Estudos

  • Existem muitos artigos de baixa qualidade que prejudicam os resultados das pesquisas.
  • Alguns artigos relacionados ao transtorno do pânico foram retirados devido à sua baixa qualidade.
  • São necessárias mais pesquisas futuras para explorar outras facetas dos transtornos mentais além da ansiedade.

Implicações Práticas e Futuros Tratamentos

  • O alto traço de neuroticismo está associado a uma série de transtornos mentais, como depressão, ansiedade social e pânico.
  • Investigar as facetas da personalidade pode ajudar no diagnóstico e tratamento dos transtornos.
  • Desenvolver estratégias de regulação emocional, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), pode ser uma possibilidade de tratamento para pacientes com alto neuroticismo.
  • Promover suporte social e aumentar a eficácia pessoal podem ajudar a proteger esses pacientes contra os transtornos mentais.

Conclusão

  • O artigo destaca a importância do neuroticismo na predisposição aos transtornos mentais.
  • As implicações práticas sugerem abordagens terapêuticas que visam regular as emoções e fortalecer o suporte social dos pacientes.
  • Próximos estudos devem explorar mais facetas dos transtornos mentais e desenvolver tratamentos mais eficazes.

Revisão Sistemática sobre Transtornos Mentais e Personalidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, é apresentada uma revisão sistemática sobre a relação entre traços de personalidade e transtornos mentais, destacando a associação entre neuroticismo e diversos transtornos.

Associação entre Traços de Personalidade e Transtornos Mentais

  • A revisão sistemática revela que vários transtornos estão associados ao alto traço de neuroticismo.
  • Pacientes com alto neuroticismo têm maior tendência a desenvolver depressão, ansiedade social, pânico e outros transtornos de ansiedade.
  • Baixa confiança e baixa abertura também estão associadas aos transtornos mentais.

Utilização do Modelo Big Five

  • O modelo Big Five da personalidade pode auxiliar no diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais, permitindo uma abordagem mais individualizada.
  • Investigar as facetas da personalidade pode ajudar a desenvolver estratégias de regulação emocional e identificar mecanismos mediadores.

Tratamentos Promissores

  • Desenvolver estratégias de regulação emocional, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), pode ser uma opção de tratamento para pacientes com alto neuroticismo.
  • Aumentar a eficácia pessoal e promover suporte social são medidas que podem proteger os pacientes contra os transtornos mentais.

Próximos Tópicos: Obesidade e Transtornos Alimentares

Visão Geral da Seção: Nesta seção, é mencionado o próximo tema a ser abordado nos vídeos, que será sobre obesidade e transtornos alimentares.

  • O próximo vídeo abordará artigos relacionados à obesidade e transtornos alimentares.
  • Será feito um aquecimento para a semana de obesidade e emagrecimento que ocorrerá em agosto.
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Quando o assunto é PERSONALIDADE, o que não faltam são teorias explicativas e definições diversas para esse tema. Eneagrama, 4 temperamentos, 12 camadas, traços delinquentes de Lombroso... Mas o que diz a ciência? No episódio de hoje vamos analisar os 5 grandes fatores da personalidade, do modelo vigente, mais conhecido como BIG FIVE. Além disso, o artigo dessa semana levanta hipóteses muito interessantes que correlacionam alguns desses fatores com transtornos psicológicos. 🙋🏻‍♀️ Depois me conta aqui nos comentários o que você achou desse episódio da série e já deixe a sua sugestão de tema para os próximos!!! • Principais tópicos: 00:00 - Início 03:20 - Introdução ao artigo 05:23 - O que é personalidade 09:14 - A "personalidade ideal/normal" 09:53 - O que seria um Transtorno de Personalidade 14:15 - Os 4 temperamentos 16:26 - Personalidade delinquente de Lombroso 17:16 - O histórico do Big five 19:40 - Os 5 grandes fatores de personalidade 20:35 → 1) Extroversão 22:40 → 2) Neuroticismo 24:26 → 3) Socialização 25:22 → 4) Abertura 26:55 → 5) Realização 29:05 - Correlação entre fatores da personalidade e transtornos psicológicos 29:28 → Trans. de Personalidade Antissocial 31:33 → Trans. de Personalidade Borderline e Dependente 36:40 - O estudo realizado pelo artigo 45:49 - Resultados • Minhas Redes Sociais: Instagram: https://www.instagram.com/fernandalandeiro Canal do telegram: https://t.me/s/psifernandalandeiro • Artigo citado no vídeo: Associations between Facets and Aspects of Big Five Personality and Affective Disorders: A Systematic Review and Best Evidence Synthes

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