Free CCNA | RIP & EIGRP | Day 25 | CCNA 200-301 Complete Course
Bem-vindo ao Jeremy's IT Lab
Visão geral da seção: Este é um curso completo e gratuito para o CCNA. O instrutor incentiva os espectadores a se inscreverem no canal para acompanhar a série de vídeos. Neste vídeo, serão abordados dois protocolos de roteamento dinâmico: RIP e EIGRP.
RIP e EIGRP não estão na lista oficial de tópicos do exame
- Embora esses dois protocolos não estejam na lista oficial de tópicos do exame, ainda podem ser cobrados em algumas questões.
- É importante estar preparado para essas questões, mesmo que não estejam explicitamente listadas nos tópicos do exame.
- A lista de tópicos do exame da Cisco menciona que outros tópicos relacionados também podem aparecer nas versões específicas do exame.
Visão geral sobre RIP e EIGRP
- O objetivo deste vídeo é fornecer uma visão geral desses dois protocolos, sem entrar em muita profundidade como será feito com OSPF.
- Serão mostradas configurações básicas para ambos os protocolos, mas apenas o mínimo necessário para entender seu funcionamento.
- Muitas coisas aprendidas neste vídeo também podem ser aplicadas ao OSPF, facilitando o entendimento quando esse protocolo for introduzido posteriormente.
Cobertura dos temas hoje: RIP e EIGRP
- O instrutor irá abordar o Routing Information Protocol (RIP) e o Enhanced Interior Gateway Routing Protocol (EIGRP).
- Ao final do vídeo, haverá uma pergunta bônus dos ExSim da Boson Software, um conjunto de simulados práticos para o CCNA.
Boson ExSim como ferramenta de preparação para o CCNA
- Os ExSim da Boson Software são populares entre aqueles que estão se preparando para o exame do CCNA.
- O instrutor recomenda essa ferramenta como a melhor opção para garantir que os candidatos estejam prontos para o exame.
- Para adquirir os ExSim da Boson, basta seguir o link na descrição do vídeo.
RIP - Protocolo de Informações de Roteamento
Visão geral da seção: Nesta seção, será abordado o protocolo RIP (Routing Information Protocol).
Características do RIP
- O RIP é um protocolo padrão da indústria e não é exclusivo da Cisco.
- É um protocolo de vetor de distância usado para aprender e compartilhar rotas.
- Utiliza a contagem de saltos (hop count) como métrica, onde cada roteador no caminho até o destino conta como um salto.
- A largura de banda não é relevante na contagem de saltos. Uma conexão gigabit ou uma conexão megabit contam apenas como um salto.
- O número máximo de saltos permitidos pelo RIP é 15. Rotas com mais saltos são consideradas inalcançáveis e não são inseridas na tabela de roteamento.
Versões do RIP
- Existem três versões do RIP: RIP versão 1, RIP versão 2 e RIPng (RIP Next Generation).
- As versões 1 e 2 são usadas para IPv4, enquanto a versão ng é usada para IPv6. Neste curso, serão abordadas apenas as versões 1 e 2.
- O RIP utiliza dois tipos de mensagens para aprender e compartilhar informações de roteamento: Request (solicitação) e Response (resposta).
- Por padrão, os roteadores habilitados para RIP compartilham suas tabelas de roteamento a cada 30 segundos.
Limitações do RIP
- O RIP não é adequado para redes muito grandes. É raramente utilizado em redes reais, mas pode ser usado em pequenas redes ou ambientes de laboratório como um IGP simples.
- As atualizações regulares do RIP podem causar problemas em redes com muitos roteadores, pois podem congestionar a rede.
RIPv1 vs RIPv2
Visão geral da seção: Nesta seção, será feita uma comparação entre o RIPv1 e o RIPv2.
RIPv1
- O RIPv1 é um protocolo antigo que só suporta endereços classful (Classe A, Classe B e Classe C).
- Não suporta VLSM (Variable Length Subnet Masking) nem CIDR (Classless Inter-Domain Routing).
- Ao anunciar uma rede para um vizinho, o RIPv1 não inclui informações sobre a máscara de sub-rede na mensagem.
- Os anúncios do RIPv1 são enviados por broadcast para o endereço IP 255.255.255.255.
RIPv2
- O RIPv2 é uma versão mais recente que corrige algumas limitações do RIPv1.
- Suporta VLSM e CIDR, permitindo o uso de sub-redes.
- Inclui informações sobre a máscara de sub-rede nos anúncios de rota.
- As mensagens do RIPv2 são enviadas por multicast para o endereço IP 224.0.0.9, reservado para endereços multicast.
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção final, serão feitas algumas considerações finais sobre o RIP e o RIPv2.
- O RIP é um protocolo padrão da indústria usado para aprender e compartilhar rotas.
- O RIP usa a contagem de saltos como métrica e tem um limite máximo de 15 saltos.
- Existem duas versões principais do RIP: RIPv1 e RIPv2.
- O RIPv1 é antigo e não suporta VLSM nem CIDR, enquanto o RIPv2 corrige essas limitações.
- O RIPv2 envia mensagens por multicast em vez de broadcast.
Configuração do Roteamento
Visão geral da seção: Nesta seção, vamos configurar o RIP (Routing Information Protocol) no roteador R1. Vamos explorar os comandos básicos de configuração e entender como o RIP funciona.
Configurando o RIP no R1
- Acesse o modo de configuração do RIP usando o comando ROUTER RIP.
- Configure o roteador para usar a versão 2 do RIP com o comando VERSION 2.
- Desative a função de resumo automático das redes usando o comando NO AUTO-SUMMARY.
Comando NETWORK
- Utilize o comando NETWORK seguido pelo endereço IP da rede que deseja ativar o RIP.
- O comando NETWORK é classful e converte automaticamente para redes classful.
- Não é necessário especificar uma máscara de rede, pois ela será determinada automaticamente.
- O comando NETWORK ativa o RIP nas interfaces que correspondem à faixa de endereços especificada.
Funcionamento do Comando NETWORK
- O comando NETWORK faz com que o roteador procure interfaces com um endereço IP na faixa especificada.
- O roteador ativará o RIP nessas interfaces e formará adjacências com outros vizinhos habilitados para RIP.
- O roteador anunciará a prefixo da rede dessas interfaces aos vizinhos através do protocolo RIP.
Configurando Interfaces Passivas
- Para evitar tráfego desnecessário, é recomendado configurar interfaces sem vizinhos RIP como interfaces passivas.
- Utilize o comando PASSIVE-INTERFACE seguido do nome da interface para configurá-la como passiva.
- A interface passiva não enviará anúncios RIP, mas continuará anunciando o prefixo de rede associado.
Compartilhando uma Rota Padrão
- É possível compartilhar uma rota padrão através do RIP usando o comando DEFAULT-INFORMATION ORIGINATE.
- O roteador que possui a rota padrão ativada irá anunciá-la aos vizinhos RIP.
- Os vizinhos repassarão essa informação para outros roteadores na rede.
Conclusão
Nesta seção, aprendemos a configurar o RIP no roteador R1 e entendemos os comandos básicos necessários. Também exploramos o funcionamento do comando NETWORK e vimos como configurar interfaces passivas. Além disso, discutimos como compartilhar uma rota padrão através do RIP.
Comando SHOW IP PROTOCOLS
Visão geral da seção: Nesta seção, vamos explorar o comando SHOW IP PROTOCOLS, que é muito útil para verificar estatísticas do RIP, EIGRP e OSPF.
Identificação do protocolo e timers do RIP
- O comando mostra o protocolo sendo usado (RIP).
- Também exibe os timers utilizados pelo RIP.
Informações sobre a versão e resumo automático de rede
- Mostra a versão sendo usada (versão 2).
- Verifica se o resumo automático de rede está ativado ou desativado.
- Menciona o número máximo de caminhos (4) para balanceamento de carga ECMP.
Configuração do número máximo de caminhos no RIP
- Explica como alterar o número máximo de caminhos usando o comando MAXIMUM-PATHS.
- Esse comando também é válido para EIGRP e OSPF.
Redes configuradas e interfaces passivas
- Exibe as redes configuradas com o comando NETWORK.
- Lista as interfaces passivas.
Fontes de informação de roteamento
- Mostra os vizinhos RIP do roteador R1.
Distância administrativa do RIP
- Apresenta a distância administrativa padrão do RIP (120).
- Explica como alterar a distância administrativa usando o comando DISTANCE. Esse comando também é válido para EIGRP e OSPF.
Introdução ao EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, vamos aprender sobre o EIGRP - Enhanced Interior Gateway Routing Protocol.
Características gerais do EIGRP
- EIGRP é um protocolo de roteamento de vetor de distância aprimorado.
- É mais rápido que o RIP na resposta a mudanças na rede.
- Não possui limite de 15 saltos como o RIP, permitindo suporte a redes maiores.
- Utiliza o endereço multicast 224.0.0.10 para enviar mensagens.
Balanceamento de carga desigual e endereços multicast
- EIGRP permite balanceamento de carga desigual em caminhos com custos diferentes.
- Envia mensagens usando o endereço multicast 224.0.0.10.
Uso limitado do EIGRP e foco no OSPF
- O EIGRP é considerado um protocolo exclusivo da Cisco.
- Devido ao seu uso limitado, a Cisco concentrou-se no OSPF para o novo CCNA.
Configuração básica do EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, vamos aprender sobre as configurações básicas do EIGRP.
Configuração do número AS (Autonomous System)
- O comando ROUTER EIGRP seguido pelo número AS é usado para entrar no modo de configuração do EIGRP.
- O número AS deve ser igual entre os roteadores para formar uma adjacência e compartilhar informações de rota.
Desativação do resumo automático
- A função auto-summary deve ser desativada para evitar anúncios de redes classful em vez das redes reais configuradas nas interfaces.
Ativação das interfaces e uso da máscara wildcard
- O comando NETWORK é usado para ativar o EIGRP nas interfaces especificadas.
- Se nenhuma máscara for especificada, o EIGRP assumirá uma máscara classful.
- É possível usar uma máscara wildcard para especificar a rede com mais precisão.
Observação sobre a configuração do EIGRP
- É importante lembrar que o comando NETWORK não anuncia diretamente as redes configuradas, mas ativa o EIGRP nas interfaces correspondentes.
Máscara wildcard no EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, vamos entender o conceito de máscara wildcard no EIGRP.
Uso da máscara wildcard
- O EIGRP utiliza uma máscara wildcard em vez de uma máscara de sub-rede regular.
- A máscara wildcard é invertida em relação à máscara de sub-rede.
- O comando NETWORK pode ser usado com a máscara wildcard para ativar o EIGRP em interfaces específicas.
Máscara de Wildcard
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica como converter máscaras de sub-rede em máscaras de wildcard e fornece exemplos práticos.
Conversão de Máscaras de Sub-rede em Máscaras de Wildcard
- A máscara 255.255.0.0 se torna 0.0.255.255, equivalente a uma máscara /16.
- A máscara 255.0.0.0 se torna 0.255.255.255, equivalente a uma máscara /8.
- Para converter uma máscara /28 em uma máscara de wildcard, inverte-se os bits e escreve-se em formato decimal pontilhado.
- Exemplo: Uma máscara /28 resulta na máscara de wildcard 0.0.0.15.
Prática com Máscaras de Wildcard
- Exemplo: Converter a seguinte máscara de sub-rede em uma máscara de wildcard - 255.255.255.240.
- Resposta: A máscara de wildcard correspondente é 0.0.0.15 (/25).
- Exemplo: Converter a seguinte máscara de sub-rede em uma máscara de wildcard - 172.x.x.x/14.
- Resposta: A máscara de wildcard correspondente é 0.x.x.x/14.
- Exemplo: Converter a seguinte máscara de sub-rede em uma máscara de wildcard - x.x.x.x/19.
- Resposta: A máscara de wildcard correspondente é 0.0.x.x/19.
Função das Máscaras de Wildcard
- Um '0' na máscara de wildcard significa que os bits devem corresponder entre o endereço IP da interface e o comando de rede EIGRP.
- Um '1' na máscara de wildcard significa que os bits não precisam corresponder.
- Exemplo: Se o endereço IP da interface for 172.16.1.14 e a máscara de wildcard for 0.0.0.15, os primeiros 28 bits devem corresponder para ativar o EIGRP na interface.
Prática com Correspondência de Bits
- Exemplo: Verificar se há correspondência entre o endereço IP da interface (172.16.1.14) e o comando de rede (172.16.1.0/29).
- Resposta: Os primeiros 29 bits correspondem, portanto, o EIGRP será ativado na interface.
- Exemplo: Verificar se há correspondência entre o endereço IP da interface (172.16.1.14) e o comando de rede (172.16.1.8/29).
- Resposta: Os primeiros 29 bits não correspondem, portanto, o EIGRP não será ativado na interface.
- Exemplo: Verificar se há correspondência entre o endereço IP da interface (172.x.x.x) e o comando de rede (168.x.x.x/5).
- Resposta: Apenas os primeiros 5 bits precisam corresponder, então há uma correspondência e o EIGRP será ativado na interface.
Métrica do EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a métrica do EIGRP e como ela é calculada.
Métrica do EIGRP
- A métrica do EIGRP utiliza a largura de banda da interface e o atraso por padrão para calcular a métrica.
- Os valores 'K1' e 'K3' são definidos como 1 por padrão, representando a largura de banda e o atraso, respectivamente.
- O valor da métrica é calculado somando-se a largura de banda do link mais lento no caminho com os valores de atraso de todos os links no caminho.
Router-ID do EIGRP
- O router-ID identifica exclusivamente um roteador dentro do sistema autônomo (AS) no EIGRP.
- Se o router-ID for configurado manualmente, ele será usado como o router-ID.
- Caso contrário, o endereço IP mais alto das interfaces loopback será usado como o router-ID.
- Se não houver interfaces loopback configuradas, o endereço IP mais alto das interfaces físicas será usado como o router-ID.
Configurando o Router-ID do EIGRP
- Para configurar manualmente o router-ID do EIGRP, use o comando "EIGRP ROUTER-ID" seguido pelo ID desejado.
- Exemplo: "EIGRP ROUTER-ID 1.1.1.1"
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção final, são fornecidas informações adicionais sobre máscaras de wildcard e é explicado que OSPF também utiliza máscaras de wildcard.
Máscara de Wildcard /32
- Uma máscara de wildcard /32 é representada por 0.0.0.0, pois corresponde a um único endereço IP específico.
- Geralmente, é recomendado usar a mesma máscara de prefixo da interface ou uma máscara /32 para especificar o endereço IP exato na interface.
Considerações Finais
- O comando "network" no EIGRP especifica quais interfaces ativar o protocolo EIGRP.
- O roteador R1 anunciará a rede correspondente à interface ativada pelo EIGRP.
- A métrica do EIGRP é calculada com base na largura de banda e no atraso dos links.
- O router-ID identifica exclus
Configuração do EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, é abordada a configuração do EIGRP, incluindo a configuração da interface passiva e os valores de AD (Administrative Distance) para rotas internas e externas.
Configuração do EIGRP
- A interface G2/0 é configurada como uma interface passiva.
- Existem dois vizinhos, R2 e R3.
- O EIGRP possui dois valores de AD separados: 90 para rotas internas e 170 para rotas externas.
Métricas do EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, são discutidas as métricas do EIGRP e como elas diferem das métricas do OSPF e RIP.
Métricas do EIGRP
- As rotas do EIGRP são indicadas com a letra D na tabela de roteamento.
- As métricas de custo no EIGRP são significativamente mais altas em comparação com o OSPF e RIP.
- Em redes maiores, esses números podem ser ainda maiores.
Revisão do RIP e EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, é feita uma revisão sobre o RIP e o EIGRP antes de prosseguir para o próximo tópico.
Revisão do RIP e EIGRP
- O vídeo cobriu os conceitos básicos do RIP e sua configuração.
- Também foram abordados os conceitos básicos do EIGRP e sua configuração.
- Embora esses tópicos não estejam listados nos tópicos do exame, é importante ter conhecimento sobre eles.
- O que foi aprendido neste vídeo facilitará o aprendizado do OSPF nos próximos vídeos.
Prévia sobre Balanceamento de Carga Desigual no EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionado o balanceamento de carga desigual no EIGRP, mas será abordado em um vídeo posterior.
Balanceamento de Carga Desigual no EIGRP
- O balanceamento de carga desigual no EIGRP será discutido em um vídeo separado.
- É recomendado assistir a esse próximo vídeo para obter mais informações sobre o assunto.
Recomendação do Boson ExSim
Visão geral da seção: Nesta seção, é feita uma recomendação para utilizar o Boson ExSim como uma ferramenta de preparação para o exame CCNA.
Recomendação do Boson ExSim
- O Boson ExSim é recomendado como uma das melhores ferramentas para garantir que você esteja preparado para o exame CCNA.
- Um link na descrição do vídeo permite obter uma cópia do ExSim.
- Essa ferramenta ajudará a familiarizar-se com as questões reais do exame CCNA.
Pergunta 1 - Configuração RIP
Visão geral da seção: Nesta seção, é apresentada uma pergunta sobre a configuração do RIP.
Pergunta 1 - Configuração RIP
- R1 e R2 usam o RIP para compartilhar rotas.
- R1 possui uma rota padrão para a Internet que deseja anunciar para R2.
- A resposta correta é A: "default-information originate" no modo de configuração do roteador no R1.
- Esse comando é usado para anunciar a rota padrão de R1 para seus vizinhos RIP.
Pergunta 2 - Ativação do EIGRP em Interfaces
Visão geral da seção: Nesta seção, é apresentada uma pergunta sobre a ativação do EIGRP em interfaces específicas.
Pergunta 2 - Ativação do EIGRP em Interfaces
- O endereço IP da interface G1/0 do R1 é 172.20.20.17 e o endereço IP da interface G2/0 é 172.26.20.12.
- A resposta correta é A: "network 128.0.0.0 127.255.255.255".
- Essa rede inclui os dois endereços IP das interfaces mencionadas e ativará o EIGRP nessas interfaces.
Pergunta 3 - Prioridade na Determinação do Router ID no EIGRP
Visão geral da seção: Nesta seção, é apresentada uma pergunta sobre a prioridade na determinação do Router ID no EIGRP.
Pergunta 3 - Prioridade na Determinação do Router ID no EIGRP
- A resposta correta é D: configuração manual tem prioridade máxima.
- Se o Router ID não for configurado manualmente, o endereço IP mais alto de uma interface loopback se tornará o Router ID do EIGRP.
- Se não houver interfaces loopback, o endereço IP mais alto de uma interface física se tornará o Router ID do EIGRP.
Pergunta Bônus - Seleção de Rotas com Valores AD
Visão geral da seção: Nesta seção, é apresentada uma pergunta sobre a seleção de rotas com valores AD.
Pergunta Bônus - Seleção de Rotas com Valores AD
- A resposta correta é A: quando várias rotas para diferentes redes de destino são recebidas e cada uma dessas rotas é recebida por um protocolo de roteamento diferente.
- As opções B e C estão incorretas porque todas as rotas são recebidas do mesmo protocolo ou são para destinos diferentes.
- O valor AD não é usado para determinar a rota selecionada
Resposta correta e explicação de Boson
Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante discute a resposta correta para uma pergunta e fornece uma explicação detalhada.
Explicação da resposta correta
- A resposta correta é a opção D.
- Boson fornece uma explicação detalhada sobre os valores AD (Administrative Distance) de diferentes protocolos de roteamento e tipos de rotas.
- Os protocolos e tipos mencionados incluem diretamente conectado, estático, resumo EIGRP, eBGP, entre outros.
Recurso adicional - Cisco: Seleção de Rota em Roteadores Cisco
Visão geral da seção: O palestrante compartilha um recurso adicional para leitura complementar sobre seleção de rota em roteadores Cisco.
Recurso recomendado
- O recurso recomendado é o documento gratuito da Cisco intitulado "Seleção de Rota em Roteadores Cisco".
- O link para este recurso pode ser encontrado na descrição do vídeo.
- Este documento é uma ótima fonte adicional de estudo.
Recomendação do Boson ExSim
Visão geral da seção: O palestrante recomenda o uso do Boson ExSim como um recurso valioso para estudar para os exames CCNA e CCNP.
Recomendações do Boson ExSim
- O palestrante pessoalmente usou o Boson ExSim para estudar para seus exames CCNA e CCNP.
- O Boson ExSim ajudou o palestrante a passar em todos os exames na primeira tentativa.
- É altamente recomendado adquirir uma cópia do Boson ExSim para auxiliar nos estudos.
Materiais suplementares e laboratório prático
Visão geral da seção: O palestrante menciona materiais suplementares e um laboratório prático disponíveis para os espectadores.
Recursos adicionais
- Haverá materiais suplementares, incluindo um baralho de flashcards para uso com o software "Anki".
- Também será disponibilizado um laboratório prático no Packet Tracer para obter experiência prática.
- O próximo vídeo abordará um aspecto do EIGRP que foi apenas brevemente mencionado neste vídeo, ou seja, balanceamento de carga desigual.
Agradecimentos aos membros do canal JCNP-level
Visão geral da seção: O palestrante expressa gratidão aos membros do canal JCNP-level.
Agradecimentos aos membros
- O palestrante agradece individualmente a cada membro do canal JCNP-level.
- Os nomes dos membros são mencionados como Ed, Tillman, Value, Magrathea, Justin, John, Funnydart, Scott, Hassan, Gerrard, Tibi, Vikram, Joyce, Marek, Velvijaykum,
C Mohd Johan Mark Miguel Yousif Kone Boson Software Sidi Devin Charlsetta Lito Yonatan Mike Aleksander Vance.
- Se algum membro estiver com o status "Channel failed to load", o palestrante solicita que informem para que possa ser corrigido.
Encerramento e apelo à ação
Visão geral da seção: O palestrante encerra o vídeo e faz um apelo à ação aos espectadores.
Encerramento e apelo à ação
- O palestrante agradece por assistir ao vídeo e pede aos espectadores que se inscrevam no canal, curtam o vídeo, deixem um comentário e compartilhem com outras pessoas que estão estudando para o CCNA.
- Os espectadores são incentivados a se inscrever na lista de emails do palestrante para receber todos os flashcards e arquivos de laboratório do curso.