Aula daninhas _ Ecofisiologia / Características de plantas daninhas
O que são plantas daninhas? Quais suas características? O que tornam essas plantas tão problemáticas?
Aula daninhas _ Ecofisiologia / Características de plantas daninhas
Conceito de Planta Daninha
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o conceito de planta daninha é definido e discutido.
Definições de Planta Daninha
- Planta daninha é uma condição da planta que ocorre onde não é desejada.
- Toda e qualquer planta que germine espontaneamente em áreas de interesse humano e que interfere prejudicialmente nas suas atividades agropecuárias.
- Qualquer planta indesejável que interfere nas atividades humanas ou no bem-estar dos seres humanos.
- Toda a planta que ocorre em local onde não é desejada, interfere com os objetivos do homem e quando presente em agroecossistemas interfere com as culturas econômicas acertando a produtividade ou a qualidade do produto.
Características das Plantas Daninhas
- As plantas daninhas podem ser espécies nativas ou introduzidas.
- Elas têm a capacidade de passar por todos os filtros ambientais durante o processo de domesticação ou naturalização nas árvores.
- Elas germinam na maioria dos locais sem nenhuma exigência específica para germinação.
- Possuem rápido crescimento e ciclo curto, garantindo a perpetuação da sua espécie sob condições adversas.
Capacidade de florescimento e produção de sementes das plantas daninhas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a capacidade de florescimento e produção de sementes das plantas daninhas.
Capacidade de florescimento e produção de sementes
- As plantas daninhas possuem alta capacidade de florescimento, especialmente as dicotiledôneas.
- As flores são coloridas e bonitas para chamar atenção e atrair dispersores.
- A maioria das plantas daninhas possui alta capacidade de produção de sementes.
- O caruru é um exemplo que pode gerar até 117.400 sementes em uma única planta.
- Com três plantas por metro quadrado, isso pode gerar 350 mil sementes em um metro quadrado.
Dormência das sementes das plantas daninhas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a dormência das sementes das plantas daninhas.
Dormência das sementes
- As características evolutivas fizeram com que as sementes desenvolvessem dormência após sua formação.
- Algumas não germinam imediatamente após caírem no solo, mas podem ficar armazenadas por anos até que algo aconteça para estimular sua germinação.
- Apenas uma pequena porcentagem dessas sementes irá germinar imediatamente após serem depositadas no solo.
Germinação e re-infestação
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a germinação e re-infestação das plantas daninhas.
Germinação e re-infestação
- A semente pode ficar enterrada no solo em profundidade que não tem luz e ela não vai germinar nunca.
- Quando algo acontece, como uma grade mais profunda ou contato com luminosidade e umidade, a semente pode superar sua dormência e germinar.
- Isso pode levar à re-infestação da área com plantas daninhas.
- É importante evitar que as plantas daninhas formem sementeira para prevenir a acumulação de sementes no solo.
Dispersão de Plantas Daninhas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a dispersão de plantas daninhas e como elas são levadas para outras áreas.
Habilidade de Dispersão das Sementes
- As sementes são dispersas no espaço por animais e seres humanos que passam perto das plantas.
- As sementes têm estruturas de dispersão que permitem que sejam levadas pelo vento.
- A dormência da semente garante a permanência da espécie naquela região até as condições ambientais serem propícias para o desenvolvimento da planta.
Formas de Dispersão
- Algumas plantas daninhas têm frutos que são consumidos por animais, como pássaros e morcegos, facilitando sua dispersão.
- Outras plantas daninhas se adaptam à prática de manejo, como roçada, tornando-se mais baixas para sobreviver.
Características Adaptativas das Plantas Daninhas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as características adaptativas das plantas daninhas.
Adaptação ao Ambiente
- Algumas plantas daninhas têm a capacidade de crescer em diferentes alturas dependendo do ambiente em que estão.
- O desmodium é uma planta com formato de meia-lua que gruda nas roupas e adapta sua altura à roçada.
Exemplo Prático
- No jardim da faculdade, há uma planta chamada desmodium que se adapta à roçada e gruda nas roupas.
Características de Plantas Daninhas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as características das plantas daninhas e como elas se adaptam ao ambiente.
Adaptação das plantas daninhas
- As plantas daninhas têm muita tolerância às variações ambientais.
- Elas podem crescer em diferentes condições climáticas.
- A serralha é um exemplo de planta que pode ser encontrada durante todo o ano, apesar de ser típica do inverno.
- As plantas daninhas possuem germinação assincrônica e dormência nas sementes.
Agressividade das plantas daninhas
- A agressividade das plantas daninhas é determinada por um conjunto de características que incluem produção de muita semente, dormência nas sementes, aparatos eficientes de dispersão, crescimento rápido e absorção eficiente de água e nutrientes.
- Essas características tornam as plantas daninhas extremamente competitivas com as culturas agrícolas.
- O conceito de agressividade refere-se à capacidade da planta para estabelecer-se, desenvolver-se, reproduzir-se e dispersar-se superando os fatores bióticos e abióticos da região onde está se desenvolvendo.
Características e Classificação de Plantas Daninhas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as características das plantas daninhas e como elas podem ser classificadas em diferentes categorias.
Características das Plantas Daninhas
- As plantas daninhas têm características que geram agressividade e requerem atenção para entender qual a forma de manejo adequada.
- O tipo de planta daninha pode variar dependendo da região geográfica, com trapoeraba sendo mais comum na região do cerrado e melina benghalensis sendo mais comum em áreas úmidas.
- É importante diferenciar as espécies de plantas daninhas pelo formato das folhas e cor das flores.
- O controle mecânico pode não ser eficaz para todas as espécies, especialmente aquelas que possuem reprodução vegetativa.
Classificação de Plantas Daninhas
- As plantas daninhas podem ser classificadas em cinco categorias: taxonomia, classe, ciclo de vida, hábito de crescimento e habitat.
- A taxonomia é a base da biologia de plantas daninhas e permite identificar corretamente as espécies presentes na área.
- A diferença entre mono e dicotiledôneas é importante para um manejo químico específico.
Compreendendo a Taxonomia das Espécies
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância de compreender a taxonomia das espécies para minimizar os prejuízos que elas podem causar e estabelecer estratégias eficientes e econômicas de manejo.
Comportamentos das Espécies em Função da Taxonomia
- A compreensão dos hábitos e riscos oferecidos pelas espécies é fundamental para minimizar seus potenciais prejuízos.
- A taxonomia é importante para selecionar a forma correta de manejo de uma planta daninha identificada corretamente.
- As classes dicotiledônea e monocotiledônea são importantes na classificação das plantas daninhas.
Selecionando os Melhores Produtos para Controle
- O conhecimento sobre as características de cada classe é fundamental para selecionar os melhores produtos para controle.
- Para espécies de folha larga, usa-se o termo "latifolicida" como um termo mais simples para falar do produto que controla essas plantas daninhas.
- Para monocotiledôneas, usa-se o termo "graminicidas".
Diferenças Estruturais entre Mono e Dicotiledôneas
- As diferenças na distribuição da raiz e dos vasos condutores afetam a absorção e translocação do herbicida aplicado.
- As diferenças na estrutura germinativa entre monocotiledôneas e dicotiledôneas afetam a forma como as sementes germinam e emergem.
Estrutura de proteção das plantas
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor explica como as plantas possuem uma estrutura de proteção para emergir do solo sem sofrer danos mecânicos. Ele também discute a importância dessa estrutura na fotossíntese e como herbicidas pré-emergentes afetam essa estrutura.
Proteção durante a germinação
- A folha é formada por poucas camadas de células e é muito delicada.
- As plantas possuem uma estrutura de proteção chamada coleóptilo que rompe quando entra em contato com a luz.
- O herbicida pré-emergente do grupo dos tio carbamatos impede a formação correta do coleóptilo, afetando apenas as monocotiledôneas.
Dicotiledôneas vs Monocotiledôneas
- Dicotiledôneas não possuem coleóptilo, mas sim cotilédones que protegem o embrião durante a emergência das plântulas.
- Herbicidas pré-emergentes que controlam dicotiledôneas atuam de maneira diferente dos que controlam monocotiledôneas.
Especificidade dos herbicidas
- Não existe uma molécula que tenha ação singular nas duas espécies (dicotiledônea e monocotiledônea).
- Por isso, existem tantos herbicidas pré-emergentes que atuam de diferentes formas e às vezes é necessário fazer mistura de produtos para controlar ambas as espécies.
Identificação de plantas monocotiledôneas e dicotiledôneas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre como identificar plantas monocotiledôneas e dicotiledôneas no campo.
Identificando monocotiledôneas e dicotiledôneas
- As plantas podem ser identificadas por suas estruturas.
- Existem muitas fotos e formas de identificar uma planta monocotiledônea.
- Para separar um sorgo de uma secretária ou uma etária do alca, é necessário entender as estruturas das plantas.
- As veias do trigo são separadas no campo de produção.
- As estruturas das plantas são usadas para diferenciar uma braquiária plantaginea de uma paquera decumbens.
Estruturas das Plantas
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante fala sobre as estruturas das plantas que ajudam a diferenciar diferentes tipos de plantas.
Entendendo as Estruturas das Plantas
- As estruturas das plantas são usadas para propagar e diferenciar diferentes tipos de plantas.
- É importante entender essas estruturas para identificar corretamente as espécies vegetais.
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante conclui a apresentação.
Encerramento
- O palestrante agradece aos participantes pela atenção.
- Ele encerra a apresentação com um "até breve".