Free CCNA | VLANs (Part 2) | Day 17 | CCNA 200-301 Complete Course
Introdução ao Curso CCNA e Continuação sobre VLANs
Visão Geral da Seção: Nesta parte do curso, Jeremy introduz o conteúdo sobre VLANs (Virtual Local Area Networks) e aprofunda os conceitos básicos abordados anteriormente.
Conceitos Básicos de VLANs
- Trunk ports são discutidos como portas que transportam tráfego de várias VLANs em uma única interface.
- A encapsulação 802.1Q é explicada como uma tag adicional adicionada a um quadro Ethernet para identificar a qual VLAN o tráfego pertence em um trunk.
Configuração de Portas Trunk
- O vídeo aborda a configuração de portas trunk, destacando que é necessário aprender alguns comandos adicionais, mas não é tão complicado.
Roteador on a Stick
- É apresentado o conceito de "router on a stick" como uma maneira eficiente de realizar roteamento inter-VLAN, evitando interfaces separadas para cada VLAN no roteador.
Topologia da Rede e Inter-VLAN Routing
Visão Geral da Seção: Nesta parte, Jeremy explora uma nova topologia de rede com dois switches e discute o roteamento inter-VLAN na prática.
Topologia da Rede
- A nova topologia com dois switches é introduzida, mostrando como as VLANs estão distribuídas entre eles.
- A necessidade de links específicos entre os switches para permitir comunicação entre as VLANs é explicada.
Demonstração do Inter-VLAN Routing
- Uma demonstração prática do roteamento inter-VLAN é realizada, ilustrando como o tráfego entre diferentes VLANs é encaminhado através do roteador.
Funcionamento dos Trunk Ports e Tagging das VLANs
Visão Geral da Seção: Neste trecho, são abordados os trunk ports e o tagging das VLANs para facilitar a identificação do tráfego pertencente a cada rede virtual local.
Funcionamento dos Trunk Ports
- Explicação detalhada sobre como os trunk ports permitem transportar tráfego de múltiplas VLANs por meio de uma única interface física.
- Discussão sobre como os switches utilizam o tagging das frames para identificar a qual VLAN pertencem, essencial em portas trunk.
Protocolos de Troncagem
Desvendando o Tag 802.1Q
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados detalhes sobre o tag 802.1Q e sua inserção no cabeçalho Ethernet.
Cabeçalho Ethernet e Inserção do Tag Dot1q
- O tag dot1q é inserido entre dois campos do cabeçalho Ethernet. Um campo de 32 bits é adicionado entre dois campos do cabeçalho Ethernet, especificamente entre o endereço MAC de origem e os campos tipo ou comprimento.
- O tag dot1q é posicionado entre os campos de endereço MAC de origem e tipo/comprimento do cabeçalho Ethernet. Isso pode ser visualizado como uma extensão do cabeçalho Ethernet.
Campos do Tag Dot1q
Visão Geral da Seção: Esta parte explora os componentes principais do tag 802.1Q, incluindo TPID e TCI.
Componentes Principais do Tag Dot1q
- O tag 802.1Q consiste em duas partes principais: Identificador de Protocolo de Tag (TPID) e Informação de Controle de Tag (TCI).
- A TCI contém três subcampos: PCP (Priority Code Point), DEI (Drop Eligible Indicator) e VID (VLAN ID). Esses subcampos desempenham funções específicas dentro do contexto da marcação VLAN.
Formato do Tag Dot1q
Visão Geral da Seção: Apresentação visual do formato do tag dot1q com ênfase nos subcampos TPID e TCI.
Estrutura Detalhada do Tag Dot1q
- O formato do tag dot1q pode ser dividido em TPID e TCI, sendo este último composto por PCP, DEI e VID.
- O campo TPID possui um comprimento de 16 bits, sempre configurado com o valor hexadecimal 0x8100 para identificar frames marcados pelo protocolo dot1q.
Funções dos Campos no Tag Dot1q
Visão Geral da Seção: Explicação das funções dos campos TPID, PCP, DEI e VID no contexto da marcação VLAN.
Funções Específicas dos Campos
- O valor hexadecimal 0x8100 no campo TPID indica que o frame está marcado com dot1q.
- O campo PCP prioriza tráfego importante em redes congestionadas através da Class of Service (CoS).
- DEI sinaliza frames passíveis de descarte em situações de congestão para garantir a passagem de tráfego crítico na rede.
- VID identifica a VLAN à qual o frame pertence, sendo crucial para a segmentação eficaz das redes VLAN.
Gama de VLANs e Protocolos
Visão Geral da Seção: Exploração da gama de VLANs disponíveis e comparação entre os protocolos ISL e dot1q.
Escopo das VLANs
- A gama total de VLANs é composta por números que variam entre 1 a 4094, excluindo as VLANs reservadas 0 e 4095.
- ISL utiliza uma faixa semelhante à dot1q (de 1 a 4094), embora tenha sido amplamente substituído pelo padrão industrial dot1q.
VLAN Nativa e Configurações
Visão Geral da Seção: Discussões sobre a função da VLAN nativa em switches compatíveis com o protocolo dot1q.
Importância da VLAN Nativa
- A VLAN nativa é padrãomente configurada como VLAN 1 em todas as portas trunk; entretanto, essa configuração pode ser ajustada manualmente por porta trunk.
- Switches não aplicam tags aos frames na VLAN nativa; eles encaminham esses frames sem adicionar tags adicionais.
Configuração de Troncos em Switches
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados conceitos essenciais sobre a configuração de troncos em switches, destacando a importância da correspondência da VLAN nativa entre os switches e a configuração manual de interfaces como troncos.
Configuração Manual de Tronco em SW1
- Para configurar manualmente uma interface como tronco em SW1, é necessário usar o comando SWITCHPORT MODE TRUNK. No entanto, pode ocorrer um erro se a encapsulação do tronco estiver definida como 'AUTO'.
Tipos de Encapsulamento e Configurações de Tronco
- Muitos switches modernos suportam apenas dot1q e não ISL. A maioria dos switches Cisco está migrando para suporte exclusivo ao dot1q.
Definição das VLANs Permitidas no Tronco
- Após configurar o tipo de encapsulamento, é possível definir as VLANs permitidas no tronco usando o comando SWITCHPORT TRUNK ALLOWED VLAN. Isso possibilita restringir quais VLANs podem trafegar pelo tronco por motivos de segurança e desempenho.
Opções Avançadas na Configuração das VLANs Permitidas
- Além de adicionar VLANs permitidas individualmente, é possível utilizar opções como ADD para incluir novas VLANs ou REMOVE para retirá-las da lista. A opção ALL permite permitir todas as VLANs no tronco.
Personalização das VLANs Permitidas no Tronco
- A opção EXCEPT possibilita permitir todas as VLANs exceto aquelas especificadas, enquanto a opção NONE impede que qualquer tráfego passe pelo tronco. Essas configurações personalizadas visam otimizar a segurança e o desempenho da rede.
Segurança de Rede
Visão Geral da Seção: Neste trecho, é abordada a importância de alterar a VLAN nativa para uma VLAN não utilizada por motivos de segurança na rede.
Alteração da VLAN Nativa
- Limitar tráfego desnecessário na rede e controlar o tráfego permitido são razões fundamentais para essa prática.
- A mudança da VLAN nativa é realizada através do comando SWITCHPORT TRUNK NATIVE VLAN, seguido pelo número da VLAN desejada, como a 1001.
Configuração da VLAN Nativa
Visão Geral da Seção: Aqui são apresentadas instruções sobre como fazer a configuração da VLAN nativa nos switches.
Correspondência entre Switches
- É crucial garantir que a VLAN nativa seja igual em todos os switches.
- O comando SWITCHPORT TRUNK NATIVE VLAN, seguido do número da VLAN desejada, é utilizado para efetuar essa configuração.
Verificação das Portas Tronco
Visão Geral da Seção: Nesta parte, destaca-se a importância de verificar as portas tronco nos switches.
Comando SHOW INTERFACES TRUNK
- O comando SHOW INTERFACES TRUNK deve ser utilizado para confirmar as portas tronco.
- Mostra quais portas estão configuradas como tronco e permitindo cada VLAN.
Configurações em SW2
Visão Geral da Seção: Aqui são detalhadas as configurações necessárias no switch SW2.
Definições nas Interfaces de SW2
- As interfaces G0/0 e G0/1 do SW2 devem permitir diferentes conjuntos de VLANS.
- As configurações específicas para cada interface devem refletir essas permissões.
Roteamento Inter-VLAN com ROAS
Visão Geral da Seção: Introduz-se o conceito de roteamento inter-VLAN utilizando subinterfaces no roteador (ROAS).
Implementação do ROAS
- A técnica Router on a Stick (ROAS) permite roteamento entre múltiplas VLANS usando uma única interface no roteador e switch.
Explicação sobre VLANs e Trunk Ports
Visão Geral da Seção: Nesta parte, é explicado o funcionamento das VLANs e dos Trunk Ports em redes de computadores.
Introdução às VLANs e Trunk Ports
- As VLANs permitem segmentar uma rede em sub-redes virtuais para melhorar o desempenho e a segurança.
- Um Trunk Port é uma interface de switch que transporta tráfego de várias VLANs.
- A encapsulação 802.1Q identifica a qual VLAN um quadro pertence ao ser enviado por um Trunk Port.
- Configurar um "Router on a Stick" permite rotear tráfego de várias VLANs sem interfaces físicas separadas.
Configurações de Troncos e Comandos Cisco
Visão Geral da Seção: Esta parte aborda as configurações específicas de troncos em switches Cisco.
Configurações Específicas
- Para enviar quadros da VLAN10 sem tag pelo trunk, use "switchport trunk native vlan 10".
- Para restaurar as configurações padrão do tronco, utilize "switchport trunk allowed vlan all".
- Ao configurar uma porta como trunk, se rejeitada, corrija com "switchport trunk encapsulation dot1q".
Identificação de Campos na Tag 802.1Q
Visão Geral da Seção: Aqui são discutidos os campos essenciais na tag 802.1Q para identificar a VLAN de um quadro.
Identificação dos Campos
- O comando correto para configurar manualmente um trunk é "switchport trunk encapsulation dot1q".
- O campo que identifica o ID da VLAN no tag 802.1Q é o VID (VLAN ID).
Resolução de Problemas em Configurações de Vlan
Visão Geral da Seção: Esta parte aborda possíveis problemas ao configurar Vlans em switches Cisco.
Resolução de Problemas
- Se a VLAN10 não aparecer nas Vlans permitidas no comando show interfaces trunk, pode ser porque ela não existe no switch.