Aulão Como transicionar de Princesa para Rainha | Terapia Inteligente

Aulão Como transicionar de Princesa para Rainha | Terapia Inteligente

Como Transicionar da Princesa para a Rainha?

Introdução ao Tema

  • A live inicia com uma saudação calorosa e agradecimentos, destacando o tema do mês: "rainha".
  • Problemas técnicos no YouTube são mencionados, levando a transmissão a ser realizada em outra plataforma.

Compreendendo os Arquétipos

  • A apresentadora discute a ideia distorcida de que uma princesa se torna rainha através de um processo linear.
  • Esclarece que não há uma promoção direta; a transição é sobre assumir o governo da própria vida.
  • A princesa permanece como parte do arquétipo feminino, mas não deve governar.

O Papel da Princesa

  • A princesa representa um estágio onde a mulher entrega seu poder a outros (pais, parceiros).
  • Identificar-se como princesa ocorre quando se está esperando por mudanças externas (casamento, promoções).

Transição para a Rainha

  • A apresentadora promete compartilhar um passo a passo para essa transição e quatro pilares essenciais.
  • É importante entender que a princesa não é um problema; ela tem um papel valioso na sensibilidade e criatividade feminina.

Importância da Vulnerabilidade

  • A vulnerabilidade da princesa é essencial; ela sonha e usufrui das experiências.
  • As dificuldades vividas ajudam na formação da rainha interior, mas podem levar à amargura se não forem bem processadas.

A Relação entre a Princesa e a Rainha

A Desconfiança nas Relações

  • A oradora expressa uma profunda desconfiança em relação aos homens, afirmando que muitas mulheres se tornam "rainhas más" devido às suas experiências de vida, como decepções e frustrações.
  • Ela menciona que essa desconfiança é resultado da falta de um processo de amadurecimento emocional, levando as mulheres a suprimirem seu desejo por amparo e cuidado.

A Metáfora da Princesa

  • A ideia central gira em torno da metáfora da "princesa", que representa a parte vulnerável das mulheres. Muitas vezes, essa princesa é "decaptada" ou trancada, resultando em comportamentos frios e independentes.
  • O estado físico das mulheres pode refletir esse abandono emocional; ela usa a analogia dos pés malcuidados para ilustrar como o descuido pode ser um sinal de uma princesa sufocada.

Reconhecendo a Vulnerabilidade

  • As participantes são convidadas a refletir sobre sua própria vulnerabilidade e como isso se relaciona com suas identidades femininas.
  • A oradora enfatiza que cuidar de si mesma não significa apenas aparência externa, mas também reconhecer e acolher sua própria fragilidade.

O Papel da Rainha Falsa

  • Muitas mulheres tentam assumir o papel de rainhas ao matar simbolicamente suas princesas internas, tornando-se assim "falsas rainhas" ou generais de guerra.
  • Essa transição não é saudável; as mulheres precisam entender que podem integrar sua vulnerabilidade sem perder sua força.

Reposicionamento Emocional

  • O movimento correto envolve tirar a princesa do trono simbólico e reposicionar essa parte interna para permitir um crescimento saudável.
  • É essencial reconhecer o desejo por cuidado sem deixar que ele governe as decisões pessoais. Isso implica em aceitar responsabilidades enquanto ainda se cuida da própria essência feminina.

Reflexões sobre Maternidade e Autocuidado

  • Um exemplo prático é dado através da história de uma aluna grávida enfrentando dificuldades. A oradora sugere que ela reconheça seus sentimentos antes de tomar decisões importantes na vida profissional.
  • Este momento serve como um catalisador para o nascimento da rainha interior, onde se aprende a equilibrar os desejos emocionais com as realidades práticas da vida.

A Relação entre a Princesa e a Rainha Interior

Vulnerabilidade da Mulher Grávida

  • A aluna representa uma mulher grávida, vulnerável e com o desejo de ser cuidada, mas que precisa assumir essa responsabilidade sozinha.
  • Muitas mulheres abandonam suas profissões em busca de um apoio que não chega, refletindo a fantasia da princesa que deseja ser cuidada.

O Papel da Rainha

  • A rainha é a figura adulta que governa os desejos da princesa, ouvindo-a mas mantendo o controle sobre as decisões importantes.
  • A rainha organiza transições na vida da princesa, mostrando que não se pode agir impulsivamente sem planejamento.

Fantasias e Demandas Não Supridas

  • A princesa é vista como herdeira das demandas não atendidas da criança interior, buscando validação em relacionamentos ou carreiras.
  • As fantasias criadas pela princesa são uma forma de lidar com a falta de amor parental, projetando essas necessidades em outras áreas.

Impacto das Fantasias na Vida Adulta

  • As fantasias podem levar à frustração quando não têm compromisso com a realidade; isso pode resultar em escolhas erradas na vida pessoal e profissional.
  • É importante reconhecer que as fantasias da princesa podem ser prejudiciais se não forem confrontadas com a realidade.

Maturação Psíquica e Controle Emocional

  • A relação entre a princesa e a heroína é discutida; toda heroína começa como uma princesa, lidando com suas feridas emocionais.
  • Para controlar as ações impulsivas da princesa, é necessário entender sua origem nas dores do passado e trabalhar para superá-las.

A Relação da Criança Interior com a Maturidade Psicológica

A Demanda da Criança Interior

  • A criança interior possui demandas que, embora possam parecer sociais, são essencialmente ligadas às figuras parentais. Para a criança, pai e mãe são as únicas referências.
  • Muitas mulheres permanecem na fantasia de serem "princesas", o que pode levar à amargura e desconexão com a realidade. Essa fantasia impede o reconhecimento do real.
  • A maturação psíquica não acompanha sempre a maturação biológica; muitas mulheres podem chegar aos 60 anos ainda vivendo como "princesas" em um mundo de fantasias.

O Impacto das Fantasias

  • As fantasias da princesa incluem esperar por um "príncipe encantado", mas essa expectativa termina quando se confrontam com a realidade após o casamento.
  • A busca por validação e proteção é projetada no outro (homens), ao invés de ser internalizada. Isso gera uma dependência emocional prejudicial.

O Processo de Validação Pessoal

  • Mulheres frequentemente delegam suas necessidades emocionais ao outro, acreditando que somente ele pode proporcionar validação e proteção.
  • O processo de integração começa quando a mulher percebe que deve buscar sua própria validação antes de esperar isso dos outros.

Reflexões sobre Desejos e Idealizações

  • Uma pergunta importante para reflexão: "O que eu mais quero hoje?" Essa questão ajuda a identificar desejos reais versus idealizações.
  • É necessário fazer uma equação entre o desejo atual e as idealizações para entender o que realmente podemos nos oferecer.

Transformando Idealizações em Realidade

  • Ao retirar as fantasias das nossas expectativas, conseguimos transformar desejos em algo possível e realista, permitindo assim o surgimento da "rainha" interior.
  • Exemplos práticos mostram como adaptar desejos (como ir a um rodízio japonês ou ter uma piscina em casa) à realidade financeira atual pode ajudar na auto-satisfação.

Esses pontos destacam como as questões relacionadas à criança interior influenciam diretamente na vida adulta das mulheres, especialmente no que diz respeito à realização pessoal e emocional.

Como Transformar o Possível em Realidade?

A Rainha e a Princesa Interior

  • A oradora discute a importância de transformar o que é real e possível, enfatizando que essa atitude pode despertar a "rainha" interior.
  • Ela compartilha experiências pessoais sobre como começou a vender alimentos no trabalho e na escola, mostrando que pequenas ações podem gerar resultados financeiros.
  • O conceito de "doce de pobre" é introduzido, exemplificando como se pode realizar desejos simples dentro das limitações financeiras.

Superando Limitações Pessoais

  • A oradora reflete sobre suas experiências com os filhos, destacando passeios gratuitos como uma forma de aproveitar momentos sem dinheiro.
  • Ela critica aqueles que se sentem vítimas da falta de recursos, incentivando uma mudança de mentalidade para buscar possibilidades reais.

Integração da Rainha e da Princesa

  • A discussão aborda a relação entre a rainha (responsável e protetora) e a princesa (vulnerável), ressaltando que cada uma tem um papel importante na vida emocional da mulher.
  • É mencionado um workshop onde se explora mais profundamente essa dinâmica entre as duas figuras internas.

Cuidando da Princesa Interior

  • A oradora sugere que para integrar essas partes internas, é necessário cuidar da princesa ao assumir responsabilidades como rainha.
  • Fala sobre estabelecer limites saudáveis em relacionamentos para proteger a parte vulnerável.

Validação Interna e Criatividade

  • Destaca-se que quando a rainha assume seu lugar no trono, ela valida seus próprios desejos sem depender dos outros.
  • Enfatiza-se que enquanto a princesa sonha e cria, isso traz leveza à vida; portanto, ambas as partes são essenciais para o equilíbrio emocional.

Como a Rainha e a Princesa se Integram?

A Proteção da Rainha e o Cuidado com a Princesa

  • A rainha deve proteger e guardar a princesa, iniciando um processo de integração psíquica quando começa a cuidar dela.
  • Antes da integração, a princesa espera migalhas afetivas, negociando sua dignidade em busca de validação externa.

A Transformação da Mulher

  • Quando a rainha assume seu papel, ela escolhe vínculos que têm futuro real e não implora pela presença de ninguém.
  • A princesa integrada traz frescor e alegria à mulher adulta, resultando em uma aparência mais jovem e vibrante.

Erotismo e Prazer na Vida

  • A rainha com uma princesa integrada possui uma sensualidade viva; o erotismo é percebido como prazer em todas as experiências cotidianas.
  • O prazer no corpo se reflete em cuidados pessoais, como hidratação da pele, simbolizando amor próprio.

Receber e Usufruir

  • A rainha governa enquanto a princesa desfruta; mulheres que não sabem receber podem ter suas princesas trancadas ou cortadas.
  • Essa falta de capacidade para usufruir impacta negativamente os relacionamentos, levando à codependência.

Estágios para Integração da Princesa

  • Sem a rainha, a princesa vive na espera por reconhecimento; com ela, floresce em segurança.
  • Quatro etapas são necessárias para essa integração: identificar fantasias nas relações e retirar essas ilusões.

Primeira Etapa: Identificação das Fantasias

  • Reconhecer fantasias relacionadas ao trabalho, relacionamentos e finanças é crucial para iniciar o processo de desilusão.

Segunda Etapa: Nomear Expectativas Irreais

  • É importante admitir onde se espera tutela dos outros e reconhecer decisões que precisam ser tomadas para ser amada adequadamente.

Terceira Etapa: Lucidez Pessoal

  • Desenvolver lucidez sobre as próprias necessidades é essencial; agir como amiga íntima pode ajudar na autoavaliação honesta.

A Construção da Realidade Financeira e Pessoal

O Despertar para a Realidade

  • A prosperidade começa quando se faz um cronograma financeiro realista, reconhecendo que o estilo de vida pode não condizer com a renda atual. É uma desilusão necessária para mudar hábitos.

Recolhendo Investimentos na Fantasia

  • Ao perceber que se está investindo em fantasias, como relacionamentos sem futuro, é crucial recolher esse investimento e redirecioná-lo para a realidade.

Aceitando a Verdade Pessoal

  • Um exemplo de uma aluna ilustra como muitos investem em sonhos irreais (como ser atriz), enquanto sua fonte de renda real é outra (como massagista). Reconhecer isso é vital para trazer foco ao que realmente importa.

Construindo Força Interna

  • Ao parar de investir em agradar os outros, começa-se a tolerar desconfortos e frustrações. Essa mudança interna gera uma força significativa, permitindo desmontar pactos invisíveis que sustentam fantasias.

Assumindo Autoridade Interna

  • É essencial acreditar em si mesma; se não fizer por si própria, ninguém fará. Isso envolve tomar decisões firmes e aceitar as consequências das escolhas feitas.

Sustentando Escolhas no Tempo

  • Governar a própria vida significa decidir e bancar suas escolhas, mesmo diante da pressão social ou do medo da solidão. Aceitar perder o que não serve é parte do processo.

Cuidando da Vulnerabilidade Interior

  • Cada pequeno ganho deve ser utilizado para cuidar da "princesa" interior, validando desejos e proporcionando autocuidado. Isso gera valor real na vida pessoal.

O Impacto do Autocuidado nas Relações Externas

  • Quando se cuida bem de si mesma, torna-se natural esperar ser tratada bem pelos outros. O autocuidado deve ser feito independentemente das circunstâncias externas.

A Importância do Curso "Atributos da Rainha"

  • O curso "Atributos da Rainha" visa ajudar as mulheres a desenvolverem sua autoconfiança e entenderem seu papel como rainhas em suas vidas pessoais e profissionais.

A Potência Feminina e o Workshop

Desconto e Tema do Mês

  • O mês é dedicado à potência feminina, oferecendo 20% de desconto em um workshop sobre atributos da rainha.
  • O workshop realizado foi intitulado "Por que mulheres inteligentes abrem mão do seu poder?", com duração de quase 3 horas.

Reflexões sobre a Rainha

  • A rainha se sustenta sozinha, permitindo que tenha outras pessoas ao seu redor. É importante entender a necessidade de estar sozinha para desenvolver a própria força.
  • Mulheres que trocam constantemente de relacionamentos podem se perder, enquanto parar para refletir pode ajudar no desenvolvimento pessoal.

Independência e Autonomia

  • Ser uma rainha significa não depender dos outros; essa independência é crucial para evitar sobrecargas emocionais.
  • A verdadeira força da rainha reside em agir por si mesma, sem esperar que os outros façam algo em troca.

Fantasia vs. Realidade

  • A fantasia muitas vezes espiritualiza questões como a manipulação associada à figura de Jezabel, mas a rainha age com realismo e responsabilidade.
  • Quando cada um faz por si mesmo, evita-se a sobrecarga emocional; isso contrasta com o comportamento da princesa que busca validação externa.

Identificação com o Masculino

  • A rainha tem uma relação real com o masculino, diferentemente da heroína ou princesa guerreira que se identifica mais com esse aspecto.
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