Transporte via membrana [passivo, ativo e em bloco] - Aula 18 - Módulo 1 - Prof. Guilherme

Transporte via membrana [passivo, ativo e em bloco] - Aula 18 - Módulo 1 - Prof. Guilherme

Permeabilidade Celular e Transporte Via Membrana

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor Guilherme aborda a permeabilidade celular e o transporte através da membrana plasmática.

Tipos Básicos de Transporte

  • Guilherme divide a aula em dois momentos: tipos básicos de transporte e osmose em células animais e vegetais, além do transporte em bloco.
  • O transporte pode ser passivo ou ativo, sendo que o passivo tende ao equilíbrio.
  • O transporte passivo ocorre de onde há mais substância para onde há menos, seguindo o gradiente de concentração.

ATP no Transporte Celular

  • No transporte passivo, não é utilizado ATP, que é a molécula energética.
  • Já no transporte ativo, ATP é essencial para vencer o gradiente de concentração.

Difusão e Osmose na Membrana Plasmática

Visão Geral da Seção: Nesta parte, são explorados conceitos como difusão simples e facilitada, bem como os detalhes da osmose na membrana plasmática.

Difusão Simples e Facilitada

  • Difusão simples refere-se à passagem de solutos pela membrana.
  • A osmose é uma difusão especializada de água.

Tipos de Difusão

  • Existem dois tipos de difusão: simples e facilitada. A última envolve auxílio no processo.

Mecanismo da Difusão

  • Na difusão simples sem seletividade, as substâncias movem-se livremente pela bicamada fosfolipídica.

Difusão Simples e Facilitada

Visão Geral da Seção: Nesta parte, o professor discute a diferença entre difusão simples e facilitada na membrana celular.

Difusão Simples

  • Moléculas não-polares como CO2 e hormônios esteroides passam facilmente pela bicamada lipídica.
  • Substâncias lipofílicas, como medicamentos lipossolúveis, também atravessam a membrana por difusão simples.

Difusão Facilitada

  • Moléculas maiores e polarizadas, como glicose e aminoácidos, requerem proteínas transportadoras para atravessar a membrana.
  • Proteínas facilitadoras permitem a passagem de substâncias polares, como glicose e água, por difusão facilitada.

Transporte Ativo: Bombas de Íons

Visão Geral da Seção: Aqui é abordado o transporte ativo na forma de bombas de íons que exigem energia para funcionar contra gradientes de concentração.

  • Explicação do transporte ativo com o exemplo da bomba de sódio-potássio que utiliza ATP para bombear íons contra gradientes.
  • Discussão sobre as diferentes bombas iônicas presentes nas células que realizam transporte ativo.

Osmose e Concentrações Celulares

Visão Geral da Seção: Osmose é explorada em relação às concentrações celulares fisiológicas e hipotônicas.

  • Definição da concentração fisiológica de cloreto de sódio em células como 0.9%.

Explicação sobre Meios Hipotônicos, Hipertônicos e Isotônicos

Visão Geral da Seção: Nesta parte, são abordados os conceitos de meios hipotônicos, hipertônicos e isotônicos em relação às células.

Cloreto de Sódio a 5% e Meio Hipertônico

  • A água do mar é considerada um meio hipertônico.
  • Em um meio hipertônico, a água se desloca para onde há mais soluto.

Comportamento das Células em Diferentes Meios

  • Ao colocar uma célula em um meio isotônico, onde a concentração é igual à da célula, não ocorre alteração na célula.
  • Em um meio hipotônico, a água entra na célula levando ao inchaço (turgidez) da mesma.

Hemólise e Turgidez Celular

  • No meio hipotônico, a célula pode inchar até romper (hemólise).
  • O termo correto para uma célula inchada é "túrgida".

Comportamento das Células Vegetais em Diferentes Meios

Visão Geral da Seção: Esta parte explora como as células vegetais reagem em meios hipotônicos, isotônicos e hipertônicos.

Reação das Células Vegetais no Meio Isotônico

  • Em um meio isotônico, a célula vegetal mantém seu volume sem perder ou ganhar água.
  • A condição de "flácida" ocorre quando a célula está nesse equilíbrio hídrico.

Pressão de Turgor nas Células Vegetais

  • A pressão de turgor surge quando a parede celular impede que mais água entre na célula vegetal.
  • Esse fenômeno mantém a estrutura rígida da planta mesmo com entrada de água.

Alterações nas Células Vegetais em Meios Hipertônicos

Visão Geral da Seção: Aqui são discutidas as mudanças nas células vegetais quando expostas a meios hipertônicos.

Efeito nos Componentes Celulares no Meio Hipertônico

  • No meio hipertônico, o citoplasma perde volume e ocorre o descolamento da membrana plasmática da parede celular.

Osmose e Difusão: Mecanismos de Transporte Celular

Visão Geral da Seção: Neste trecho, o palestrante explora os processos de osmose em diferentes tipos celulares, destacando a variação de volume celular em meios hipotônicos.

Processo de Osmose em Células Animais, Vegetais e Protozoários

  • Em um meio hipotônico, células animais como as hemácias ganham água progressivamente até romperem, resultando na hemólise.
  • Nas células vegetais, o aumento do volume celular é controlado pela pressão de turgor da parede celular, impedindo que a célula inche indefinidamente.
  • Protozoários de água doce enfrentam entrada excessiva de água devido à diferença salina entre o ambiente externo e interno. Eles utilizam o vacúolo contrátil para expelir o excesso hídrico.

Transporte em Bloco: Fagocitose e Pinocitose

Visão Geral da Seção: Aqui são abordados os processos de fagocitose e pinocitose como formas de endocitose no transporte celular.

Tipos de Endocitose

  • A fagocitose ocorre quando uma célula engloba substâncias sólidas, como bactérias, enquanto a pinocitose refere-se à entrada de líquidos ou pequenas partículas.
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