Doença Arterial Periférica - Revisando com Estratégia MED - Aula de Cirurgia para Residência Médica

Doença Arterial Periférica - Revisando com Estratégia MED - Aula de Cirurgia para Residência Médica

Apresentação e Introdução

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor Antônio Ribas introduz o tema da aula, que é a doença arterial obstrutiva periférica ou oclusão arterial crônica. Ele destaca a importância desse tema nas provas de cirurgia vascular e incentiva os alunos a estudarem esse assunto.

Cirurgia Vascular como Tema Importante em Provas

  • A cirurgia vascular é um tema muito cobrado em provas, especialmente nas bancas que valorizam essa especialidade.
  • É importante estudar tanto a oclusão arterial crônica quanto aguda, pois esses temas são frequentemente abordados nas provas.

Recursos do Estratégia Médico

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  • Os alunos podem ajudar o canal a crescer curtindo e compartilhando os vídeos.
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Dúvidas e Contato com o Professor

  • Os alunos podem entrar em contato com o professor Antônio Ribas através do seu perfil no Instagram para tirar dúvidas sobre o tema da aula ou sobre carreira médica em geral.

Doença Arterial Obstrutiva Periférica - Definição

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o professor explica brevemente sobre a doença arterial obstrutiva periférica, sua definição e o processo patológico envolvido.

Oclusão Arterial Crônica - Definição

  • A oclusão arterial crônica é uma condição clínica caracterizada pela redução sustentada do fluxo sanguíneo arterial em um membro.
  • Essa redução ocorre devido ao acúmulo progressivo de lipídios e tecido fibroso na túnica íntima das artérias.
  • Com o tempo, esse acúmulo leva ao estreitamento gradual da luz das artérias, resultando em um fluxo sanguíneo diminuído.

Relação com a Aterosclerose

  • A causa principal desse processo patológico é a aterosclerose, que afeta todas as artérias do corpo.
  • Pacientes com oclusão arterial crônica têm riscos aumentados de doença cardiovascular e cerebrovascular.

Conclusão

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o professor faz algumas considerações finais sobre a importância do estudo da cirurgia vascular e da doença arterial obstrutiva periférica. Ele também reforça os recursos disponíveis no Estratégia Médico e incentiva os alunos a se inscreverem no canal e seguirem nas redes sociais.

Considerações Finais

  • É fundamental estudar cirurgia vascular para provas médicas, especialmente a doença arterial obstrutiva periférica.
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Fatores de risco da doença arterial obstrutiva periférica

Visão geral da seção: Nesta seção, são discutidos os fatores de risco modificáveis e não modificáveis para a doença arterial obstrutiva periférica.

Principais fatores de risco

  • O principal fator de risco modificável para a doença arterial obstrutiva periférica é o tabagismo.
  • Outros fatores de risco incluem idade avançada, etnia (afrodescendentes têm maior chance), hipertensão, diabetes e dislipidemia.

Apresentação clínica da doença arterial obstrutiva periférica

Visão geral da seção: Nesta seção, são abordados os sintomas e sinais clínicos da doença arterial obstrutiva periférica.

Claudicação intermitente

  • A claudicação intermitente é um sintoma característico da doença arterial obstrutiva periférica.
  • É uma dor que ocorre durante a caminhada e melhora com o repouso.
  • A dor é causada pela redução do fluxo sanguíneo nos membros inferiores devido ao estreitamento progressivo das artérias.
  • O paciente descreve a dor como uma sensação de queimação na perna.
  • A claudicação intermitente é altamente sensível e específica para o diagnóstico da doença arterial obstrutiva periférica.

Outras alterações clínicas

  • Além da claudicação intermitente, outros sinais clínicos da doença arterial obstrutiva periférica incluem redução bilateral dos pulsos arteriais e rarefação dos pelos nos membros inferiores.
  • A unha pode apresentar distrofia e crescimento anormal devido à má vascularização.

Diagnóstico da doença arterial obstrutiva periférica

Visão geral da seção: Nesta seção, é discutido o diagnóstico da doença arterial obstrutiva periférica.

Claudicação intermitente como diagnóstico

  • A presença de claudicação intermitente durante a caminhada, com alívio da dor após o repouso, é altamente sugestiva do diagnóstico de doença arterial obstrutiva periférica.
  • Não há outro diagnóstico possível quando a claudicação intermitente está presente.

Outras alterações clínicas

  • Além da claudicação intermitente, outras alterações clínicas que podem indicar a presença de doença arterial obstrutiva periférica incluem redução bilateral dos pulsos arteriais e distúrbios na unha.

História Clínica e Fatores de Risco

Visão Geral da Seção: A história clínica do paciente com claudicação intermitente geralmente revela a presença de múltiplos fatores de risco, como tabagismo, dislipidemia, hipertensão e diabetes.

  • Pacientes com claudicação intermitente e alteração de pulso, dislipidemia, tabagismo e diabetes devem ser considerados como tendo oclusão arterial crônica.

Isquemia Crítica do Membro

Visão Geral da Seção: A isquemia crítica do membro é uma condição em que o fluxo sanguíneo para o membro é tão baixo que ocorrem alterações graves.

  • Os sintomas da isquemia crítica incluem dor em repouso, úlceras que não cicatrizam e gangrena.
  • A isquemia crítica ocorre quando a doença arterial aterosclerótica progride sem controle dos fatores de risco.
  • O tratamento da isquemia crítica do membro é geralmente cirúrgico.

Sintomas da Isquemia Crítica

Visão Geral da Seção: Os sintomas da isquemia crítica incluem dor em repouso intensa, úlceras que não cicatrizam e possibilidade de gangrena.

  • Na isquemia crítica do membro, o paciente sente dor mesmo em repouso devido ao baixo fluxo sanguíneo para o membro.
  • A presença de úlceras que não cicatrizam há mais de duas semanas é uma característica da isquemia crítica do membro.
  • A gangrena pode ocorrer como resultado da necrose secundária à isquemia.

Gangrena e Necrose

Visão Geral da Seção: A gangrena é uma complicação grave da isquemia crítica do membro, resultando em necrose das extremidades.

  • A gangrena ocorre quando o suprimento sanguíneo para uma região é tão baixo que causa necrose tecidual.
  • Pacientes com isquemia crítica podem desenvolver necrose nas extremidades, levando a condições como a gangrena seca.

Índice Tornozelo-Braquial

Visão Geral da Seção: O índice tornozelo-braquial é um método utilizado para avaliar a presença de oclusão arterial crônica nos membros inferiores.

  • O índice tornozelo-braquial é calculado dividindo-se a pressão arterial sistólica do membro inferior pela maior pressão arterial sistólica dos membros superiores.
  • Valores abaixo de 0,9 indicam alta sensibilidade e especificidade para a presença de oclusão arterial aguda ou crônica.

Medição do Índice Tornozelo-Braquial

Visão Geral da Seção: A medição do índice tornozelo-braquial é realizada utilizando um sonar Doppler e comparando as pressões arteriais dos membros inferiores e superiores.

  • A medição do índice tornozelo-braquial é feita utilizando um sonar Doppler, semelhante ao utilizado para auscultar o batimento cardíaco fetal.
  • A pressão arterial sistólica é medida nas artérias braquial e tibial posterior ou dorsal do pé.
  • O resultado da divisão das pressões arteriais indicará a presença ou ausência de oclusão arterial crônica.

Valores do Índice Tornozelo-Braquial

Visão Geral da Seção: Os valores do índice tornozelo-braquial abaixo de 0,9 são altamente sensíveis e específicos para a presença de oclusão arterial aguda ou crônica.

  • Valores abaixo de 0,9 indicam a presença de oclusão arterial crônica nos membros inferiores.

Estudo Arterial e Diagnóstico

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância do estudo arterial e diagnóstico da doença arterial obstrutiva periférica.

Importância do Índice Tornozelo-Braquial

  • O índice tornozelo-braquial é um método complementar para o estudo arterial.
  • Quando o índice tornozelo-braquial é superior a 1,3, é necessário utilizar outros métodos complementares.
  • O diagnóstico de doença arterial obstrutiva periférica pode ser confirmado através desse índice.

Exames Complementares

  • Em algumas situações específicas, exames complementares mais sofisticados são necessários, como angiotomografia ou arteriografia.
  • Esses exames são realizados quando há dúvida diagnóstica ou quando o paciente está em pré-operatório.

Caso Clínico

  • Mulher de 65 anos com dor nas panturrilhas ao caminhar cerca de 200 metros em subida.
  • Suspeita-se de claudicação intermitente e doença arterial obstrutiva periférica.
  • Antecedentes pessoais incluem diabetes e hipertensão arterial sistêmica.
  • Exame físico mostra pulsos públicos e tibiais palpáveis e simétricos bilateralmente.

Classificação da Doença Arterial Obstrutiva Periférica

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda as classificações clínicas da doença arterial obstrutiva periférica.

Classificações Clínicas

  • Existem duas classificações clínicas: Rutherford e Fontaine.
  • Essas classificações são baseadas nos sintomas do paciente.
  • A classificação de Rutherford é amplamente utilizada e leva em consideração a gravidade da claudicação intermitente.

Tratamento da Doença Arterial Obstrutiva Periférica

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os dois tipos de tratamento para a doença arterial obstrutiva periférica.

Tratamento Clínico

  • O tratamento clínico é oferecido a todos os pacientes com doença arterial obstrutiva periférica.
  • Tem como objetivo reduzir o risco de eventos cardiovasculares e cerebrovasculares.
  • Também visa melhorar a distância funcional de marcha dos pacientes.

Tratamento Cirúrgico

  • O tratamento cirúrgico é oferecido apenas em casos específicos, como isquemia crítica do membro.
  • Nem todos os pacientes necessitam desse tipo de tratamento.

Exercícios supervisionados e medicações para doença arterial obstrutiva periférica

Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante discute a importância dos exercícios supervisionados e das medicações no tratamento da doença arterial obstrutiva periférica.

Exercícios supervisionados

  • O objetivo dos exercícios supervisionados é aumentar a distância funcional de marcha do paciente.
  • Os exercícios visam permitir que o paciente consiga caminhar distâncias maiores sem sentir dor.
  • Isso ajuda a melhorar a claudicação intermitente, um sintoma comum da doença arterial obstrutiva periférica.

Medicações

  • As medicações utilizadas incluem Cilostazol, estatinas e antiagregantes.
  • O Cilostazol é utilizado especificamente para melhorar a distância funcional de marcha, aliviando os sintomas da claudicação intermitente.
  • As estatinas têm como principal utilidade evitar eventos cerebrovasculares e cardiovasculares.
  • Alguns estudos mostram que o uso de estatinas também pode melhorar significativamente a distância funcional de marcha.
  • Os antiagregantes, como o ácido acetilsalicílico (AAS), ajudam a prevenir eventos tromboembólicos.

Características clínicas da claudicação intermitente

Visão geral da seção: Nesta parte, são apresentadas as características clínicas da claudicação intermitente associada à doença arterial obstrutiva periférica.

  • A claudicação intermitente é caracterizada por dor progressiva na panturrilha durante a caminhada.
  • É importante considerar a doença arterial obstrutiva periférica como causa da claudicação intermitente.
  • No exame clínico, pode-se observar a ausência de pulso femoral no membro afetado.
  • O exame duplex scan pode mostrar oclusão da artéria femoral e fluxo reduzido nas artérias digitais.
  • Além disso, é relevante cessar o tabagismo para melhorar os sintomas.

Indicações de revascularização na doença arterial obstrutiva periférica

Visão geral da seção: Nesta parte, são discutidas as indicações de revascularização na doença arterial obstrutiva periférica.

  • Existem três situações em que a revascularização está indicada:
  • Dor em repouso: quando o paciente apresenta dor mesmo em repouso, indicando isquemia crítica.
  • Lesões tróficas: úlceras que não cicatrizam ou lesões por gangrena são sinais de isquemia crítica.
  • Claudicação limitante sem resposta ao tratamento clínico: quando o paciente continua tendo dor mesmo após seguir o tratamento adequado com medicações e exercícios supervisionados.

Tratamento cirúrgico versus tratamento clínico

Visão geral da seção: Nesta parte, é abordada a escolha entre tratamento cirúrgico e tratamento clínico na doença arterial obstrutiva periférica.

  • O tratamento cirúrgico está indicado nos casos de dor em repouso, lesões tróficas e claudicação limitante sem resposta ao tratamento clínico.
  • Para pacientes que não podem realizar o tratamento clínico de forma otimizada ou que têm sua atividade profissional prejudicada pela doença, a cirurgia pode ser considerada.
  • No entanto, geralmente é recomendado tentar o tratamento clínico antes de optar pela cirurgia.

Indicações para revascularização na doença arterial obstrutiva periférica

Visão geral da seção: Nesta parte, são apresentadas as indicações específicas para revascularização na doença arterial obstrutiva periférica.

Dor em repouso

  • Pacientes que apresentam dor mesmo em repouso têm indicação de revascularização.

Lesões tróficas

  • Úlceras que não cicatrizam ou lesões por gangrena são sinais de isquemia crítica e indicam a necessidade de revascularização.

Claudicação limitante sem resposta ao tratamento clínico

  • Pacientes que continuam tendo dor durante a caminhada mesmo após seguir o tratamento adequado com medicações e exercícios supervisionados podem precisar de revascularização.

Tratamento cirúrgico versus tratamento clínico (continuação)

Visão geral da seção: Nesta parte, é discutida a escolha entre o tratamento cirúrgico e o tratamento clínico na doença arterial obstrutiva periférica.

  • Pacientes que não apresentam resposta satisfatória ao tratamento clínico, mesmo seguindo adequadamente as medicações e exercícios supervisionados, podem ser candidatos à revascularização.
  • Outra situação em que a cirurgia pode ser considerada é quando o paciente não consegue realizar o tratamento clínico de forma otimizada ou se isso afetar sua atividade profissional.
  • No entanto, geralmente é recomendado tentar o tratamento clínico antes de optar pela cirurgia.

Exame contrastado do membro antes da cirurgia

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante enfatiza a importância de realizar um exame contrastado do membro em pacientes candidatos à cirurgia. Isso é feito por meio de angiotomografia ou arteriografia para estudar o leito arterial do membro.

  • Todo paciente candidato a cirurgia deve fazer um exame contrastado do membro.
  • O objetivo desse exame é estudar o leito arterial do membro.
  • Esse exame ajuda a programar a cirurgia e determinar o tamanho da obstrução, auxiliando na escolha da melhor técnica de tratamento.

Debridamento da lesão trófica após revascularização

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explica que o debridamento da lesão trófica ou úlcera que não cicatriza só deve ser realizado após a revascularização. Ele destaca a importância de garantir o fluxo sanguíneo adequado antes de tratar a lesão.

  • Antes de tratar uma lesão trófica ou úlcera que não cicatriza, é necessário realizar a revascularização.
  • A revascularização garante que haja fluxo sanguíneo adequado na extremidade distal do membro.
  • Se o debridamento for realizado sem revascularização prévia, pode resultar em uma ferida que não cicatriza adequadamente.

Estratégias de revascularização para isquemia crítica

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute as estratégias de revascularização para pacientes com isquemia crítica. Ele menciona três principais abordagens cirúrgicas.

  • Antes de realizar o debridamento em um paciente com isquemia crítica, é necessário realizar a revascularização.
  • Existem três estratégias principais de revascularização:
  • Bypass: uma cirurgia aberta onde um enxerto (como safena ou prótese) é usado para contornar a obstrução arterial.
  • Angioplastia: procedimento endovascular no qual um balão é inflado para abrir a luz do vaso e um stent pode ser colocado para manter o vaso aberto.
  • Endarterectomia: uma cirurgia aberta na qual a placa ateromatosa é removida da artéria obstruída.

Importância da revascularização antes do debridamento

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante destaca novamente a importância da revascularização antes do debridamento em pacientes com úlceras ou lesões tróficas. Ele explica que sem a revascularização adequada, as feridas não cicatrizarão adequadamente.

  • É essencial realizar a revascularização antes do debridamento em pacientes com úlceras ou lesões tróficas.
  • Sem uma adequada circulação sanguínea na área afetada, as feridas não cicatrizarão corretamente mesmo após o tratamento.

Classificação Task para escolha do tratamento

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante menciona a classificação Task, que ajuda a determinar a melhor conduta terapêutica para pacientes com oclusão arterial crônica. Ele destaca que essa classificação é complexa e não será discutida em detalhes.

  • A classificação Task auxilia na escolha do tratamento para pacientes com oclusão arterial crônica.
  • Existem diferentes categorias (Task A, Task B, etc.) que indicam qual tratamento é preferível.
  • A escolha entre cirurgia endovascular ou aberta depende da classificação Task do paciente.

Exemplo de questão sobre a classificação Task

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante apresenta um exemplo de questão relacionada à classificação Task. Ele explica como interpretar a pergunta e determinar a melhor conduta terapêutica com base na classificação.

  • Um paciente com lesão de troca na perna e classificado como Task A deve ser tratado preferencialmente com cirurgia endovascular.
  • Para pacientes classificados como Task B, a cirurgia endovascular é preferível, mas também pode ser considerada a cirurgia aberta.
  • O tipo de tratamento recomendado varia de acordo com a categoria da classificação Task.

Conclusões finais

Visão geral da seção: Nesta seção final, o palestrante conclui sua apresentação sobre obstrução arterial obstrutiva periférica. Ele resume os principais pontos discutidos ao longo da palestra.

  • É importante conhecer as causas, apresentação clínica e fatores de risco da obstrução arterial periférica.
  • A classificação Task auxilia na escolha do tratamento, considerando a gravidade da obstrução.
  • As estratégias de revascularização incluem bypass, angioplastia e endarterectomia.
  • O debridamento das lesões tróficas deve ser realizado após a revascularização adequada.
  • A escolha entre cirurgia endovascular ou aberta depende da classificação Task do paciente.

Essas são as principais informações abordadas na palestra sobre obstrução arterial obstrutiva periférica.

Dúvidas e Contato

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o Dr. Antonio Rivas incentiva os alunos a entrarem em contato com ele caso tenham alguma dúvida ou algo não tenha ficado claro durante a aula.

Dúvidas e Contato

  • Os alunos são encorajados a enviar suas dúvidas para o Fórum de Dúvidas ou entrar em contato diretamente com o Dr. Antonio Rivas através do Direct.
  • O objetivo é esclarecer qualquer ponto que não tenha sido compreendido durante a aula.
  • Alunos potenciais também são incentivados a entrar em contato caso tenham dúvidas sobre o curso Estratégia.

Repita essa estrutura conforme necessário, utilizando subtítulos para organizar as notas. Evite criar muitas seções e siga uma ordem cronológica ao percorrer o transcript.

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