Painel 2: Panorama da Cooperação Internacional Luso-Brasileira

Painel 2: Panorama da Cooperação Internacional Luso-Brasileira

Tela de simpósio

Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionado o início de um simpósio internacional multidisciplinar com foco no tema "gp4".

Início do Simpósio Internacional Multidisciplinar

  • O evento está prestes a começar.
  • É mencionada a temática do simpósio.

Boas-vindas ao Simpósio

Visão geral da seção: Os organizadores dão as boas-vindas aos participantes e apresentam os objetivos do simpósio.

Apresentação dos Organizadores

  • São apresentados os professores Henriques e Rodrigo Zeferino como organizadores do evento.
  • Destaca-se a importância da cooperação internacional Luso Brasileira nas áreas das Ciências Sociais, ciências humanas, linguística, letras e artes.

Objetivos do Simpósio

  • O objetivo principal é compartilhar pesquisas nas cinco grandes áreas: exatas, saúde, ciências sociais, linguagem e artes.
  • Ênfase na área das Ciências Sociais, linguística e cultura.

Panorama de Cooperação Internacional Luso Brasileira

Visão geral da seção: É destacada a importância da cooperação internacional entre Portugal e Brasil nas áreas acadêmicas mencionadas anteriormente.

Participação do Professor Henriques

  • O professor Henriques é introduzido como um especialista em filosofia política e filosofia da consciência.
  • Ele faz parte da diretoria do coletivo de pesquisadores brasileiros em Portugal e também da comissão organizadora do simpósio.

Apresentação do Convidado Especial

Visão geral da seção: O convidado especial, professor Mendo, é apresentado e sua relevância para o simpósio é destacada.

Professor Mendo

  • É mencionado que ele é professor da faculdade de ciências humanas e membro da direção do Centro de Estudos de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa.
  • Ele dedica-se aos estudos da filosofia política e filosofia da consciência.
  • Além disso, ele possui associações importantes, como a Academia Luzia de Ciências Letra e Artes e a Associação Portuguesa de Ciência Política.

Agradecimentos e Informações sobre o Evento

Visão geral da seção: São feitos agradecimentos aos participantes e são fornecidas informações sobre o horário do evento.

Agradecimentos

  • Agradece-se a presença dos participantes.
  • Destaca-se a gentileza do professor Mendo em aceitar o convite para participar do evento.

Horário do Evento

  • É mencionada a diferença de fuso horário entre Brasil (15 horas) e Portugal (19 horas).
  • Informa-se que os painéis serão gravados para acesso posterior na sala virtual.

Apresentação do Professor Mendo

Visão geral da seção: São fornecidas mais informações sobre o professor Mendo antes de iniciar sua palestra.

Mais Informações sobre o Professor Mendo

  • Ele é presidente do Instituto da Democracia Portuguesa.
  • É mencionada sua abordagem e é sugerido que os participantes acessem seu site para mais informações.

Palavras de Agradecimento

Visão geral da seção: São feitos agradecimentos aos organizadores e ao professor Mendo antes de iniciar sua palestra.

Agradecimentos

  • Agradece-se aos presentes e aos organizadores do evento.
  • Destaca-se a gratidão pela aceitação do convite pelo professor Mendo.

Início da Palestra sobre Pesquisa nas Ciências Humanas

Visão geral da seção: O professor Mendo inicia sua palestra sobre pesquisa na área das ciências humanas, com foco na compreensão da modernidade em Portugal e Brasil.

Tema da Palestra

  • O tema abordado é "Portugal e Brasil: o que fizemos da modernidade".
  • Será discutida a compreensão do que é ser moderno, a modernidade e a modernização.

Reflexões sobre Pesquisa nas Ciências Humanas

Visão geral da seção: O professor Mendo faz uma reflexão sobre pesquisa na área das ciências humanas, com base em um seminário anterior realizado no Rio de Janeiro.

Reflexões sobre Pesquisa

  • Ele irá compartilhar suas reflexões sobre o tema abordado no seminário anterior.
  • Destaca-se que não serão apresentados detalhes específicos de pesquisas em andamento.

Modernidade e a frase de Carlos Drummond de Andrade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante menciona uma frase do poeta Carlos Drummond de Andrade que aborda a relação entre modernidade e eticidade.

A frase de Carlos Drummond de Andrade sobre ser moderno e eterno

  • Carlos Drummond de Andrade disse: "Como ficou chato ser moderno, agora serei eterno."
  • Essa frase nos faz refletir sobre a relação entre ética e tempo.

Relação entre ética e tempo

Visão Geral da Seção: O palestrante discute a relação entre ética e tempo, destacando a descoberta mútua entre Portugal e Brasil ao longo dos séculos.

Descoberta mútua entre Portugal e Brasil

  • Há uma frase conhecida que diz "Portugal descobriu o Brasil no século 16, mas o Brasil só descobriu Portugal no século XXI".
  • Nos últimos 20 ou 30 anos, o Brasil tem prestado mais atenção ao que acontece em Portugal através da vida acadêmica, cultural e artística.
  • As relações entre os dois países funcionam bem nas áreas dos afetos, acolhimento e troca de livros.

Reflexões sobre a modernidade

Visão Geral da Seção: O palestrante reflete sobre o conceito de modernidade, abordando sua forma e conteúdo.

Forma da modernidade

  • A modernidade é uma época de mudança, aceleração e ruptura em relação ao tempo antigo.
  • Surgiu a partir do século XV e XVI, quando Portugal começou a construir o Brasil como colônia.
  • A modernidade está relacionada à realidade portuguesa e brasileira.

Conteúdo da modernidade

  • Existem várias interpretações sobre o que é ser moderno, mas todas têm em comum a dualidade entre mente e matéria, cultura e natureza, valores e fatos.
  • A ciência investiga a natureza, enquanto a sociedade é construída pelo homem.
  • Ser moderno significa poder mudar de tempo, estudar a natureza, criar tecnologias e promover revoluções científicas, industriais e digitais.

O sentido convencional da modernidade

Visão Geral da Seção: O palestrante questiona se o sentido convencional da modernidade ainda é suficiente nos dias atuais.

Progresso, ciência e construção da sociedade

  • O sentido convencional da modernidade está associado ao progresso, à ciência e à construção da sociedade.
  • No entanto, surge a dúvida se ainda somos modernos ou se já estamos em uma era pós-moderna ou anti-moderna.

Exemplo das vanguardas literárias do século XX

Visão Geral da Seção: O palestrante utiliza as vanguardas literárias do século XX como exemplo para explorar mais profundamente o conceito de modernidade.

Paralelo entre as vanguardas literárias e a modernidade

  • As vanguardas literárias do século XX apresentam um paralelo surpreendente com os princípios da modernidade.
  • Essas vanguardas exploram a dualidade entre tradição e inovação, questionando as convenções estabelecidas.
  • Elas desafiam os limites da linguagem e da forma artística, buscando novas expressões e significados.

Conclusão

Visão Geral da Seção: O palestrante conclui sua reflexão sobre a modernidade, destacando a importância de repensar o conceito em um contexto contemporâneo.

Repensando a modernidade

  • A modernidade é um conceito complexo que evolui ao longo do tempo.
  • É fundamental repensar o sentido convencional da modernidade diante das transformações sociais, tecnológicas e culturais atuais.
  • Devemos refletir sobre como podemos ser agentes de mudança em uma era pós-moderna ou anti-moderna.

O Modernismo Português e Brasileiro

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute o modernismo português e brasileiro, destacando as semelhanças entre os dois movimentos.

Primeira Fase do Modernismo

  • Em 1915, surgiram nomes como Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro e Almada Negreiros no modernismo português.
  • No Brasil, a Semana de Arte Moderna em 1922 marcou o início do modernismo brasileiro com artistas como Oswald de Andrade, Alcântara Machado e Graça Aranha.

Segunda Fase do Modernismo

  • A segunda fase do modernismo português é identificada com o movimento "Presença", que ocorreu entre 1930 e 1945.
  • Durante esse período, escritores como José Régio, Miguel Torga e Adolfo Casais Monteiro buscaram mudar a percepção da sociedade através da linguagem.
  • No Brasil, também houve uma segunda geração de modernistas que buscaram mudar a sociedade através da linguagem. Nomes como Jorge Amado, José Lins do Rego e Erico Verissimo são exemplos dessa fase.

Terceira Fase do Modernismo

  • A terceira fase do modernismo literário em Portugal ocorreu nos anos 40 até a revolução de Abril. Essa fase foi marcada por críticas ao individualismo e ao esteticismo.
  • No Brasil, durante os anos 50 e 60, surgiram escritores como Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Vinicius de Moraes, que buscaram uma psicologia humana mais profunda.

Fases Posteriores

  • Após a revolução de Abril em Portugal, houve uma nova vaga de modernismo com nomes como António Lobo Antunes.
  • No Brasil, nas décadas de 80 e 90, ocorreu uma retomada do modernismo com escritores como Jorge Amado e João Cabral de Melo Neto.
  • Também houve influências do movimento tropicalista no Brasil, representado por artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Debates sobre Modernidade

  • Nos anos 80 na Europa, surgiram debates sobre o papel da mulher na sociedade e sobre a modernidade.
  • Alguns nomes importantes nesse debate foram Hélène Cixous e Julia Kristeva.

Conclusão

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante conclui sua intervenção destacando a importância dos debates sobre modernidade nos anos 80.

A Natureza da Soberania da Lei e o Fim da História

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a ideia de que a natureza e a soberania da lei pareciam estar vencendo em todo o mundo, levando ao fim da história. No entanto, autores argumentam que essa visão é equivocada e que a história continua.

O Fim da História e a Modernidade

  • Autores como Francisco Cuiabá argumentam que o fim da história não existe.
  • A cultura europeia foi mais sensata em apreciar o curso dos eventos históricos do que a cultura norte-americana.
  • A ideia do fim da história surgiu com a globalização e uniformização dos comportamentos e ideias.
  • A globalização trouxe benefícios, como bens iguais e mobilidade, mas também desafios, como perda de identidades culturais.

Os Efeitos Negativos da Globalização

  • Alguns autores, como Bauman, destacam os aspectos negativos da globalização, como a liquefação dos comportamentos humanos e das relações sociais.
  • Tudo se torna um risco ou ameaça na sociedade atual.
  • A banalização do turismo leva à falta de compreensão cultural profunda.
  • A globalização também traz problemas como genocídios, catástrofes e violência econômica em massa.

Críticas à Modernidade

  • Autores como Watimo argumentam que estamos na era pós-modernista, onde tudo é relativo e vale tudo.
  • O projeto de modernização falhou em evitar genocídios, exploração e individualismo.
  • A sociedade atual enfrenta problemas como aumento da violência e problemas de saúde mental.

Os Efeitos da Globalização

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se os efeitos positivos e negativos da globalização. Autores como Bauman enfatizam a liquidez dos comportamentos humanos e as ameaças que surgem com a globalização.

Os Aspectos Positivos da Globalização

  • A globalização trouxe benefícios como bens iguais, ideias parecidas e maior mobilidade.
  • Houve um aumento significativo nas viagens internacionais nos anos 90.
  • A internet também mudou drasticamente a forma como nos comunicamos.

Os Aspectos Negativos da Globalização

  • Autores como Bauman destacam os aspectos negativos da globalização, incluindo a liquefação dos comportamentos humanos e das relações sociais.
  • Tudo se torna um risco ou ameaça na sociedade atual.
  • A banalização do turismo leva à falta de compreensão cultural profunda.
  • A globalização também traz problemas como genocídios, catástrofes e violência econômica em massa.

Críticas à Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se as críticas à modernidade feitas por autores como Charlie Pegui. São abordados temas como o mal estar social, violência e depressão na sociedade atual.

As Falhas da Modernidade

  • Autores como Charlie Pegui argumentam que a modernidade não conseguiu evitar problemas como genocídios, exploração e individualismo.
  • A sociedade atual enfrenta problemas como aumento da violência e problemas de saúde mental.

O Mal Estar Social

  • A sociedade atual enfrenta um mal estar social evidenciado por questões como violência, depressão e tiroteios frequentes nos Estados Unidos.
  • Autores como Charlie Pegui destacam esses problemas e questionam se a modernidade foi bem-sucedida em seu projeto de progresso.

Conclusão sobre a Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, é feita uma conclusão sobre as críticas à modernidade e os desafios enfrentados pela sociedade atual.

Reflexões Finais

  • Autores como Charlie Pegui argumentam que o mundo moderno trouxe condições inteiramente novas para a humanidade.
  • As críticas à modernidade destacam os desafios enfrentados pela sociedade atual, incluindo o mal estar social, violência e problemas de saúde mental.
  • É importante refletir sobre essas questões para buscar soluções e melhorias na sociedade contemporânea.

Progresso e a Razão na Sociedade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute sobre a mudança na sociedade em relação ao progresso e à razão. Ele menciona a divisão da história antes de Cristo e depois de Cristo, bem como a contagem do tempo em diferentes culturas.

A Era de Cristo e a Revolução Científica

  • A era de Cristo é considerada globalmente como um marco para contar a história.
  • Alguns autores argumentam que deveríamos dividir a história em antes da ciência e depois da ciência, destacando o impacto da revolução científica no século 17.
  • A partir dessa revolução, os cientistas começaram a olhar para a realidade de uma maneira diferente, utilizando linguagem matemática para descrever a natureza.

Autores Relevantes

  • O filósofo Alfredo Norton é citado como essencial para compreender a epistemologia no mundo moderno.
  • Isabel Stengers, uma filósofa belga traduzida no Brasil, também é mencionada como uma autora importante para entender as revoluções científicas.
  • Bruno Latour é destacado por sua contribuição na análise da modernidade e levou anos para desenvolver seu pensamento sobre o assunto.

Modernidade e Dualidades

  • Com o surgimento da modernidade, houve uma mudança nas ideias cosmológicas e metafísicas antigas para uma abordagem mais matemática.
  • A sociedade também passou por transformações significativas com base nessa nova forma de pensar.
  • Max Weber é mencionado como um autor que identifica a modernidade através das dualidades, como corpo e alma, mente e matéria.
  • Uma anedota envolvendo a Princesa Isabel da Bohemia e Descartes é mencionada para ilustrar a relação entre matemática e metafísica na modernidade.

Aproximação à Modernidade

  • Bruno Latour escreveu o livro "Nunca Fomos Modernos", que aborda a modernidade de forma paradoxal.
  • Ele argumenta que, embora tenhamos nos tornado modernos em certos aspectos, ainda existem desafios não resolvidos nas ciências humanas e sociais.
  • A princesa Isabel é elogiada por sua capacidade de compreender tanto a matemática quanto a metafísica, destacando sua inteligência acima da média.

O Pensamento de Bruno Latour sobre a Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora o pensamento de Bruno Latour sobre a modernidade. Ele destaca o livro "Nunca Fomos Modernos" como uma leitura obrigatória para compreender as ideias de Latour.

O Livro "Nunca Fomos Modernos"

  • O livro "Nunca Fomos Modernos" de Bruno Latour é considerado uma leitura essencial para entender suas ideias sobre a modernidade.
  • Latour argumenta que somos modernos em alguns aspectos, mas também enfrentamos desafios não resolvidos nas ciências humanas e sociais.
  • Ele utiliza o termo "ciência dos problemas insolúveis" para descrever a filosofia, que busca abordar questões que não podem ser resolvidas por outras ciências.

Aproximação à Solução

  • Os filósofos se aproximam da solução dos problemas insolúveis, mesmo sabendo que não alcançarão uma solução definitiva.
  • Essa aproximação é valiosa para os pesquisadores, pois permite uma compreensão mais profunda e uma possível resolução parcial dos problemas.
  • O pensamento de Bruno Latour sobre a modernidade levou anos para ser desenvolvido e foi influenciado por suas experiências em diferentes continentes.

Princesa Isabel da Bohemia

  • A princesa Isabel da Bohemia é mencionada como alguém com quem Descartes teve um diálogo sobre matemática e metafísica.
  • Ela demonstrou habilidades excepcionais ao resolver um problema matemático proposto por Descartes.
  • O palestrante elogia a inteligência e o caráter encantador da princesa Isabel.

A Modernidade e Suas Dualidades

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante discute as dualidades presentes na modernidade e destaca a importância de compreender tanto a matemática quanto a metafísica.

Dualidades na Modernidade

  • A modernidade trouxe consigo várias dualidades, como corpo e alma, mente e matéria.
  • Max Weber identifica essas dualidades como características fundamentais da modernidade.
  • Uma anedota envolvendo Descartes e a Princesa Isabel ilustra a relação entre matemática e metafísica na modernidade.

A Princesa Isabel da Bohemia

  • A princesa Isabel da Bohemia é mencionada como alguém que conseguiu compreender tanto a matemática quanto a metafísica.
  • Ela desafiou Descartes com um problema matemático e demonstrou sua capacidade de resolver questões complexas em ambos os campos.
  • O palestrante destaca a inteligência e o encanto da princesa Isabel.

Conclusão

  • A modernidade trouxe mudanças significativas na forma como vemos o mundo, utilizando linguagem matemática para descrever a natureza e transformando a sociedade.
  • Compreender as dualidades presentes na modernidade, como corpo e alma, mente e matéria, é essencial para uma análise mais profunda dessa época histórica.

Dualidade e Realismo

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a dualidade e o realismo na compreensão da realidade. Ele argumenta que há uma terceira entidade, um híbrido entre mente e matéria, que não pode ser reduzida a regras lógicas. Os modernos praticam uma mediação entre mente e matéria para criar uma nova realidade.

Dualismo versus Realismo

  • O palestrante argumenta que não devemos falar em dualismo cartesiano, mas sim em realismo.
  • Os modernos praticam uma mediação entre mente e matéria para criar uma nova realidade.
  • A mente é necessária para transformar ideias em invenções práticas, como máquinas a vapor.
  • A modernidade foi transplantada para diferentes partes do mundo em momentos diferentes.

Modernização em Diferentes Regiões

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora a chegada da modernização em diferentes regiões do mundo. Ele menciona as tentativas de abertura no Japão pelos portugueses e holandeses. A modernização teve custos em várias regiões, mas foi mais aceita na Europa.

Chegada da Modernização

  • A modernidade chegou ao Japão apenas no século 19 através de golpes militares dos americanos.
  • Houve tentativas de instalar observatórios astronômicos no Japão pelos jesuítas, mas não tiveram sucesso.
  • A modernização da Europa foi impulsionada por inventores e cientistas, como o homem que inventou a eletricidade em 1683.
  • A modernização teve custos em diferentes regiões, mas a sociedade europeia aceitou esses custos devido ao progresso industrial.

Reflexões sobre a Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante reflete sobre os impactos da modernidade. Ele menciona movimentos anti-modernos e fundamentalismos religiosos que rejeitam certos aspectos da modernidade. Ele também destaca a dificuldade em resolver problemas complexos na era atual.

Desafios da Modernidade

  • Movimentos anti-modernos e fundamentalismos religiosos surgiram como uma reação à modernidade.
  • Apesar dos avanços tecnológicos, ainda enfrentamos desafios na linguagem e na comunicação.
  • Alguns autores argumentam que problemas complexos não podem ser resolvidos apenas com revoluções ou terapias.
  • No final do século 20, parece que alguns problemas não têm solução clara.

Fundamentalismo Religioso

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute o fundamentalismo religioso como uma forma de rejeição à modernidade. Ele menciona o fundamentalismo islâmico, cristão e evangélico, que têm características anti-modernas.

Fundamentalismo Religioso

  • O fundamentalismo religioso rejeita certos aspectos da modernidade e enfatiza a fé e a religião.
  • Nos Estados Unidos, há um fundamentalismo religioso que impõe interpretações literais da Bíblia.
  • O fundamentalismo religioso é uma forma de resistência à influência da modernidade.

Conclusão

Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante conclui sua reflexão sobre a modernidade. Ele destaca que resolver problemas complexos requer pesquisa e reflexão contínuas. A modernidade trouxe avanços significativos, mas também desafios persistentes.

Reflexões Finais

  • Resolver problemas complexos requer pesquisa e reflexão contínuas.
  • A modernidade trouxe avanços tecnológicos, mas também enfrentamos desafios persistentes.
  • A compreensão completa da realidade ainda é um objetivo em andamento na era atual.

Ser Moderno ou Modernista

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a ideia de ser moderno ou modernista e como a modernidade foi violada. Ele menciona que a modernização não funciona mais como antes e que surgiram soluções pós-modernas.

O Segredo da Modernidade Violado

  • A modernidade é uma espécie de segredo que foi violado.
  • A modernidade funcionou enquanto acreditávamos no progresso, na ciência e na razão.
  • Descobrimos que basta criar dualidades para acreditar no progresso.

Surgimento das Soluções Pós-Modernas

  • No século 20, outras mentes descobriram primeiro que a modernidade não era como pensávamos.
  • Surgiram soluções pós-modernas, principalmente na escola italiana e francesa.
  • Essas ideias são etéreas e apagam tudo o que conhecemos.

Reação Anti-Moderna

  • Alguns intelectuais e populações reagem contra o progresso, ciência e direito.
  • Não querem saber do estado de direito ou constituição, apenas seguem seus líderes.
  • Essa postura anti-moderna também tem resultados negativos.

Lidando com a Modernidade

  • Não podemos sair completamente da bolha da modernidade.
  • Devemos refletir sobre como viver com ela sem nos deixarmos absorver por seus ídolos ou ideais.
  • Vivemos em uma época pós-moderna, onde ainda não temos um nome definido para essa sociedade.

Aula sobre a Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante faz um comentário sobre uma aula anterior e destaca uma frase interessante encontrada no site do professor Mendo.

Comentário sobre Aula Anterior

  • O palestrante menciona que teve uma experiência com o professor Cláudio.
  • Ele elogia a aula e observa que o professor Mendo está presente tanto na sala de aula quanto no chat.
  • O tema da aula é sobre a modernidade e suas mudanças ao longo do tempo.

Frase Interessante do Professor Mendo

  • No site do professor Mendo, há uma frase que chama atenção: "É preciso mudar de vida porque é necessário mudar o estado do mundo".
  • Essa frase foi dita por Joaquim Fiora, um Abade de Fiora nos séculos 12 e 13.
  • A frase ressalta como essa ideia ainda é atual e relevante nos dias de hoje.

Conceito de Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute o conceito de modernidade e sua relação com a consciência europeia ao longo da história.

Mudança na Consciência Europeia

  • O conceito de modernidade está indissociavelmente ligado à necessidade de mudar o estado do mundo.
  • Uma fala interessante é citada no site do professor Mendo, feita por Joaquim Fiora nos séculos 12 e 13.
  • Essa fala destaca como é necessário mudar de vida para promover mudanças no mundo.

Atualidade do Conceito de Modernidade

  • O palestrante observa que essa fala de Joaquim Fiora ainda é atual e relevante nos dias de hoje.
  • Vivemos em uma época pós-moderna, onde estamos buscando um nome para descrever nossa sociedade.
  • A sociedade da informação é uma das características dessa nova realidade.

Conclusão

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante agradece a todos e encerra sua comunicação sobre a modernidade.

Agradecimento e Encerramento

  • O palestrante agradece a todos pela participação.
  • Ele menciona que foi uma reflexão importante sobre a modernidade.
  • Agradece ao convidado por trazer originalidade ao debate.
  • Encerra sua comunicação e aula.

A relação entre modernidade e ocidentalismo

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante discute a relação entre modernidade e ocidentalismo, destacando como outras civilizações também tiveram importantes conquistas científicas. Ele menciona a Índia como exemplo, que inventou a álgebra e a lógica.

Modernidade é equivalente ao ocidentalismo

  • O palestrante afirma que modernidade é equivalente ao ocidentalismo.
  • Outras civilizações, como a Índia, também tiveram importantes conquistas científicas.
  • A Índia inventou a álgebra, a lógica e os algarismos que chamamos de "árabes".

Avanços científicos na Índia

  • Na alta idade média, mentes brilhantes na Índia fizeram avanços extraordinários em áreas como matemática e física.
  • Os indianos contribuíram para o conhecimento das partículas físicas, com nomes como "fermiões" e "bosões".

Impacto social da ciência na Índia

  • Apesar dos avanços científicos significativos na Índia, eles não resultaram em mudanças sociais ou transformações de vida.
  • A ciência permaneceu apenas como uma iluminação mental intelectual.

O ocidente como um continente multifacetado

  • O palestrante descreve o ocidente (Europa) como um continente multifacetado.
  • Ele menciona que o ocidente abrange desde política até pudim, monstros terríveis e pessoas como Leonardo da Vinci.

Modernidade como transformação social

  • A modernidade é caracterizada pela transformação da vida mental em um fato social.
  • O ocidente foi responsável por essa transformação e levou essa mudança para o novo mundo, através dos imigrantes que foram para a América do Norte e do Sul.

A modernização das Américas

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante discute a modernização das Américas, destacando como os europeus colonizaram e influenciaram esses continentes.

Colonização europeia nas Américas

  • Os espanhóis e portugueses colonizaram as Américas, estabelecendo plantações de açúcar, minas de prata e importando escravos.
  • A independência política das Américas foi conquistada posteriormente, mas o desejo de emancipação já existia há algum tempo.

Independência do Brasil

  • O palestrante menciona que no ano passado comemorou-se a independência política do Brasil.
  • No entanto, ele ressalta que esse desejo de emancipação já existia antes da presença da corte portuguesa no país.

Diferenças entre América espanhola e Brasil

  • Enquanto a América espanhola se fragmentou em várias repúblicas pequenas após a independência, o Brasil conseguiu manter uma unidade maior.
  • Apesar das diferenças internas, o Brasil manteve uma unidade que não ocorreu em outros países americanos.

Tentativas de imitar o ocidente

Visão geral da seção: Nesta parte do vídeo, o palestrante discute as tentativas de outros países, como Turquia, Japão e China, de imitar o ocidente na busca pela modernização.

Tentativas de modernização

  • O palestrante menciona que países como Turquia, Japão e China tentaram imitar o ocidente na busca pela modernização.
  • Essas tentativas envolveram a adoção de tecnologia estrangeira, leis e educação ocidentais.

Problemas com a modernização apressada

  • A modernização acelerada em alguns países africanos também trouxe grandes problemas.
  • As nações americanas também enfrentaram desafios relacionados à modernização e ao surgimento de movimentos nativistas.

Conclusões sobre a modernidade e ocidentalismo

Visão geral da seção: Nesta parte final do vídeo, o palestrante conclui que a modernidade está intrinsecamente ligada ao ocidentalismo. Ele destaca que muitos países tentaram imitar o ocidente na busca pela modernização, mas nem sempre obtiveram sucesso.

Modernidade como expansão do ocidentalismo

  • O palestrante reforça que a modernidade é uma expansão do ocidentalismo.
  • Ele cita um livro chamado "Ocidentalismo" que descreve as tentativas de outros países em imitar o ocidente para alcançar a modernização.

Impacto das influências ocidentais

  • A influência do ocidente teve impacto não apenas nas Américas, mas também em outras regiões como África e Ásia.
  • No entanto, nem todas as tentativas de imitar o ocidente resultaram em sucesso ou transformações sociais significativas.

Considerações finais

  • O palestrante encerra afirmando que a modernidade é uma expansão do ocidentalismo e destaca as complexidades e desafios enfrentados pelos países que buscaram a modernização.

O Balanço Complexo das Proteínas Simples

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a complexidade do equilíbrio das proteínas simples e a importância de compreender a modernidade para entender os processos históricos contemporâneos.

Reflexões sobre a Modernidade e o Impacto das Guerras Mundiais

  • A primeira e segunda guerra mundial são partes da mesma guerra civil europeia.
  • Os autores modernistas, como Fernando Pessoa e Mário de Sá Carneiro, expressaram o suicídio da Europa através de sua escrita.
  • As guerras mundiais tiveram um impacto significativo no movimento do modernismo.
  • A resposta dos autores existencialistas refletiu a percepção de que um mundo estava chegando ao fim.
  • A Segunda Guerra Mundial envolveu todos os países e resultou na queda dos impérios europeus.

Resposta dos Modernistas às Guerras Mundiais

  • Os modernistas buscaram uma separação do mundo em resposta às guerras.
  • Autores como Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa) elogiaram as máquinas e a velocidade como símbolos da primeira fase do modernismo.
  • A primeira geração modernista expressou o sentimento de que o mundo moderno estava chegando ao fim.
  • A segunda geração modernista, acompanhada pelos existencialistas, explorou temas existenciais em suas obras.

O Fim do Império Europeu

  • Após a Segunda Guerra Mundial, os impérios europeus começaram a entrar em declínio.
  • Os britânicos, por exemplo, perceberam que o império tinha que acabar.
  • Para Portugal, a ideia de lusofonia foi herdada de Fernando Pessoa e desenvolvida por Agostinho da Silva.

Importância da Língua para o Futuro de Portugal

  • Em 1934, Fernando Pessoa afirmou que as colônias não eram importantes para o futuro de Portugal.
  • Ele enfatizou a importância da língua como um fator crucial para o futuro do país.

O Mundo em Transformação após as Guerras Mundiais

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute como as guerras mundiais levaram a transformações significativas no mundo e nas perspectivas dos escritores.

Busca por Alternativas ao Mundo em Transformação

  • Os autores pós-guerra buscaram alternativas ao mundo em transformação.
  • No Brasil, autores como Érico Veríssimo e Graciliano Ramos exploraram temas existenciais e locais.
  • Ariano Suassuna destacou-se com seu dramaturgo brasileiro extraordinário do Nordeste.

Fragmentos da Mesma Guerra Civil Europeia

  • As guerras mundiais foram fragmentos da mesma guerra civil europeia.
  • A Europa estendeu suas credenciais ao máximo durante esses conflitos.
  • Após a Segunda Guerra Mundial, os impérios europeus começaram a entrar em declínio.

Percepção do Fim do Império pelos Britânicos

  • Os britânicos foram rápidos em perceber que o império tinha que acabar.
  • A vitória na Segunda Guerra Mundial foi seguida pela derrota nas eleições.
  • Os verdadeiros britânicos entenderam que o império não era mais desejado na Europa.

A Importância da Língua para Portugal

  • Fernando Pessoa já havia percebido a importância da língua para o futuro de Portugal.
  • Agostinho da Silva, influenciado por Pessoa, desenvolveu a ideia de lusofonia.

O Futuro de Portugal e a Importância da Língua

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute como a língua é fundamental para o futuro de Portugal e como essa ideia foi transmitida por Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

A Ideia do Futuro de Portugal

  • Em 1934, Fernando Pessoa afirmou que as colônias não eram importantes para o futuro de Portugal.
  • Ele enfatizou que a língua era crucial para o país.
  • Agostinho da Silva herdou essa ideia de Pessoa e desenvolveu a noção de lusofonia.

Referências Bibliográficas

  • Para obter mais informações sobre esse assunto, recomenda-se pesquisar entrevistas com Fernando Pessoa em 1934.

A Importância da Independência e o Fim do Colonialismo

Visão Geral da Seção: Nesta parte, o palestrante discute a importância da independência e o fim do colonialismo, bem como os benefícios que a União Europeia trouxe para a Europa.

O Discurso do Presidente Antônio José Almeida em 1922

  • O presidente Antônio José Almeida expressou gratidão ao Brasil por se tornar independente.
  • O fim das colônias foi uma grande vantagem para a Europa.

A Construção da Nação e a União Europeia

  • A ideia de construir uma nação às custas de outras libertou energias europeias.
  • A União Europeia é uma construção pós-moderna complexa e diferente.
  • Muitas pessoas acham a União Europeia complicada e confusa, mas isso ocorre porque não é uma construção política clássica de um estado moderno ocidental.

A História Funciona com Páginas Negras e Épocas de Alívio

  • A maior parte das páginas da história são negativas, cheias de terror, miséria, sofrimento e guerra.
  • No entanto, ocasionalmente surgem épocas mais positivas e anos de alívio.
  • Devemos aprender com isso.

Comentário sobre Anitta Bad e Edgar Morin

Visão Geral da Seção: Nesta parte, o palestrante comenta sobre um comentário feito por Anitta Bad relacionado ao pensamento complexo de Edgar Morin.

Comentário de Anitta Bad sobre o Modelo de Ciência da Modernidade

  • Anitta Bad menciona que não devemos descartar completamente o modelo de ciência da modernidade, mas sim utilizá-lo onde for apropriado e construir outros modelos para questões mais complexas.
  • Ela destaca a importância do pensamento em rede e do pensamento complexo holográfico sistêmico integrador.

Referência ao Pensador da Complexidade Edgar Morin

  • O palestrante menciona que o comentário de Anitta Bad lembra as ideias do filósofo francês Edgar Morin.
  • Recomenda a leitura dos livros "Nunca Fomos Modernos" e "Introdução aos Modos da Existência" de Bruno Latour, que abordam esses temas.

Atitude Perante a Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta parte, o palestrante discute a importância de ter uma atitude equilibrada em relação à modernidade.

Não Basta Progresso, Ciência e Razão para Resolver os Problemas

  • A modernidade não se resume apenas ao progresso científico e tecnológico.
  • Devemos ponderar sobre o peso das ideias modernas e não tratá-las como um ídolo absoluto.
  • O debate sobre a modalidade é crucial para entendermos os problemas sociais causados pela inteligência artificial.

Impacto do Pensamento Filosófico na Produção Científica

  • O pensamento filosófico tem um impacto significativo em todas as áreas do conhecimento, incluindo as ciências humanas.
  • É importante refletir sobre como os modelos epistemológicos e a epistemologia digital afetam a produção científica.

Reflexões sobre o Impacto da Modernidade

Visão Geral da Seção: Nesta parte, o palestrante destaca como o pensamento filosófico e a modernidade impactam todas as áreas do conhecimento.

O Impacto da Modernidade em Todas as Áreas

  • O pensamento está enraizado na maneira de ser, fazer e produzir ciência.
  • Os modelos epistemológicos atuais refletem a influência da modernidade.
  • É importante refletir sobre o impacto dessas ideias na ciência e nas ciências humanas.

A Realidade do Homem Contemporâneo

  • O homem contemporâneo não é totalmente moderno nem totalmente fora da modernidade.
  • Essa dualidade deve ser considerada ao realizar pesquisas nas ciências humanas.

Esses são os principais pontos abordados no vídeo.

O pensamento dos povos originários e o pós-modernismo

Visão geral da seção: Nesta parte, discute-se a contribuição do pensamento dos povos originários para o desenvolvimento de um possível pós-modernismo.

Contribuição do pensamento dos povos originários

  • Aconselha-se a leitura do livro "Olha Mais Uma Vez" de Bruno Latour, que aborda os feitiços e a mentalidade nativista.
  • O autor considera interessante a revalorização das religiões tradicionais estudadas na Europa há mais de 100 anos.
  • Bruno Latour destaca que o nativismo é uma forma compacta de atitude religiosa e pensamento racional, tão válido quanto o nosso.
  • É importante revalorizar o nativismo como uma forma de diálogo com as forças profundas que moldam a humanidade.

A União Europeia como ruptura com a modernidade

Visão geral da seção: Nesta parte, discute-se se a União Europeia representa uma ruptura com a modernidade e se essa pode ser uma direção buscada pelo Brasil.

Ruptura com a modernidade

  • Questiona-se se a União Europeia é uma ruptura com a modernidade.
  • Sugere-se que o Brasil possa buscar no BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) uma alternativa à modernidade ocidental.
  • No entanto, é destacado que o termo "BRICS" foi inventado por um financeiro de Nova York e não necessariamente representa uma forma de pós-modernismo para o Brasil.

O Brasil e a pós-modernidade

Visão geral da seção: Nesta parte, discute-se a relação do Brasil com a pós-modernidade e como o país difere de um império.

O Brasil e a pós-modernidade

  • O Brasil não é um império, apesar de ter sido chamado assim por influências históricas.
  • A bandeira original do Brasil era verde e amarela, cores que também são atribuídas aos impérios do Espírito Santo.
  • Destaca-se que o Brasil não conquistou outras nações como um império.
  • O país possui uma história própria e não segue necessariamente os moldes da modernidade ocidental.

BRICS - União dos países Rússia, China e África do Sul

Visão geral da seção: Nesta parte, fala-se sobre o BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) como uma união de países.

BRICS - União dos países Rússia, China e África do Sul

  • O termo "BRICS" foi criado por um financeiro de Nova York para agrupar esses cinco grandes países continentais.
  • A união dos países BRICS foi considerada uma alternativa ao capitalismo ocidental expresso pela América do Norte e Europa.
  • No entanto, é ressaltado que a participação da África do Sul no BRICS pode ser questionável devido às questões políticas envolvendo seu presidente.

O Brasil como uma fazenda global

Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante discute a visão de que o Brasil é como uma fazenda global e não tem o problema dos antigos impérios europeus.

O Brasil como uma nação sem colônias ou impérios

  • O Brasil não tem o problema dos antigos impérios europeus.
  • Não dominou outras nações nem teve colônias.
  • A rivalidade com a Argentina é infundada, pois faz mais sentido cooperar como países vizinhos.

União econômica e estruturas de cooperação

  • O Mercosul pode ser um caminho mais semelhante para o Brasil em relação aos BRICS.
  • A união econômica beneficia os países de língua portuguesa e hispânica.
  • A construção pós-moderna da União Europeia, onde a soberania é compartilhada, pode servir de exemplo para a América do Sul.

Construção pós-moderna e soberanias compartilhadas

Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante explora a ideia de construção pós-moderna e soberanias compartilhadas, destacando exemplos como a União Europeia.

Construção pós-moderna

  • A Europa unida é um exemplo de construção pós-moderna.
  • A união ocorreu de baixo para cima, através de acordos econômicos e tecnológicos.

Soberanias compartilhadas

  • Na União Europeia, não há um soberano ou chefe.
  • A América do Sul pode se beneficiar de estruturas semelhantes, sem a necessidade de um líder supremo.

Encerramento e reflexões finais

Visão geral da seção: Nesta parte, o painel está chegando ao fim e os participantes compartilham suas últimas considerações.

Reflexões finais

  • As ideias discutidas no painel nos fazem refletir sobre o impacto da modernidade em nossas vidas.
  • É importante criar uma consciência planetária e cooperar como sujeitos históricos e sociais.
  • Agradecimentos ao palestrante por trazer ideias importantes para discussão.

Conceito de Colonialidade e Decolonialidade

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os conceitos de colonialidade e decolonialidade, bem como a importância de valorizar a cultura e história dos povos colonizados.

O Conceito de Colonialidade

  • A colonialidade é um movimento que molda o pensamento e valores das nações colonizadas.
  • Refere-se ao gesto de emancipação cultural dos povos colonizados.

A Importância da Decolonialidade

  • A decolonialidade envolve revisitar a cultura e valorizar a história dos povos colonizados.
  • É importante evitar confundir decolonialidade com nativismo ou um retorno a um passado puro sem influências coloniais.
  • Devemos reconhecer que a história do mundo é feita tanto de momentos negativos, como violência e escravidão, quanto positivos.
  • É necessário identificar os aspectos positivos no pensamento e atitude nativa.

Desconstruindo Identidades Coletivas

  • Não devemos atribuir culpa coletiva a um povo. Crimes são cometidos por indivíduos ou organizações criminosas, não pelo povo em si.
  • A construção das identidades é um problema central que precisa ser abordado.
  • Estamos vivendo o colapso dos impérios europeus, o que pode abrir caminho para uma nova forma de diálogo entre nações.

Visão Europeia sobre a Independência do Brasil

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a visão europeia sobre a independência do Brasil e como isso afeta a construção das identidades.

  • O presidente Antônio José de Almeida, em 1922, expressou gratidão ao Brasil por se tornar independente.
  • Na época da independência, houve grandes obras no Rio de Janeiro, incluindo a demolição de antigas instituições coloniais.
  • A resposta à pergunta sobre nativismo deve ser bem colocada e vista do ponto de vista europeu.
  • É importante não atribuir pecados específicos apenas a Portugal. Todos somos responsáveis pela história.

Viver com Violência e Construção das Identidades

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda como lidar com a violência presente na história e destaca a importância da construção das identidades.

  • Devemos reconhecer que houve violência na história, mas também há aspectos positivos que podem ser ressignificados.
  • Não devemos idealizar um passado puro sem influências coloniais.
  • A vida real não é como ficção científica; precisamos encontrar maneiras de viver com as consequências da violência histórica.
  • É fundamental evitar cair na armadilha da modernidade ocidentalista e colonialista.

Impérios Europeus e Responsabilidade Coletiva

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os impérios europeus e a questão da responsabilidade coletiva.

  • Os impérios europeus tiveram colônias fortes no Brasil, África e Índia.
  • Não devemos atribuir pecados coletivos a um povo. Crimes são cometidos por indivíduos ou organizações criminosas.
  • A história deve ser vista como responsabilidade compartilhada, mas também reconhecendo que alguns têm culpas particulares.

Construção das Identidades e Fim dos Impérios

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a construção das identidades e o fim dos impérios europeus.

  • A construção das identidades é um problema central que precisa ser abordado.
  • Estamos vivendo o fim dos impérios europeus, o que pode abrir caminho para uma nova forma de diálogo entre nações.
  • O exemplo do colapso dos impérios europeus pode ser útil para entender como as nações podem surgir após o fim de um império.

Diálogo entre Portugal e Brasil

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca a importância do diálogo entre Portugal e Brasil.

  • Portugal pode dialogar com o Brasil, considerando sua história compartilhada.
  • É importante reconhecer que não há crimes coletivos; cada indivíduo é responsável por suas ações.
  • Devemos evitar idealizar uma entidade coletiva como responsável por algo negativo. A construção das identidades é complexa.

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A importância da empatia e do pensamento no outro

Visão geral da seção: Nesta parte, o palestrante destaca a importância de considerar o outro e ter empatia nas pesquisas e relacionamentos.

Reflexões sobre empatia e pensamento no outro

  • A importância de administrar as pesquisas e relacionamentos na perspectiva brasileira.
  • A palavra "empatia" é destacada como algo muito importante atualmente.
  • Pensar no outro é fundamental para efetuar mudanças significativas.
  • Agradecimentos aos participantes presentes na sala virtual.

Encerramento e convite para o próximo dia

Visão geral da seção: O palestrante encerra a sessão, agradece a presença dos participantes e convida-os para o próximo dia do simpósio.

Encerramento e convite para o próximo dia

  • Agradecimentos especiais aos participantes presentes na sala virtual.
  • Informação sobre o horário do próximo dia do simpósio (7h no Brasil, 11h em Portugal).
  • Importância de lembrar do fuso horário ao planejar a participação.
  • Encerramento com votos de continuação do simpósio.

Considerações finais

Visão geral da seção: O palestrante faz suas considerações finais antes de encerrar completamente a transmissão.

Considerações finais

  • Agradecimento pela presença dos ouvintes durante o primeiro Simpósio.
  • Desejo de continuidade do evento.
  • Importância das discussões filosóficas para impulsionar o pensamento na sociedade.
  • Encerramento com agradecimentos e votos de continuação do simpósio.
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Painel 2: Panorama da Cooperação Internacional Luso-Brasileira nas áreas das Ciências Sociais, Ciências Humanas, Linguística, Linguagem, Letras e Artes