Segunda Lei de Mendel [Muito fácil!] - Aula 10 - Mód. 2 - Genética | Prof. Guilherme
Entendendo a Segunda Lei de Mendel
Introdução à Genética e às Leis de Mendel
- O professor Guilherme introduz o tema, mencionando que muitos estudantes de biologia enfrentam dificuldades na genética, especialmente ao abordar a segunda lei de Mendel.
- A segunda lei é apresentada como um desdobramento da primeira, chamada de "lei da segregação dos fatores", e é importante entender essa conexão para compreender a segunda lei.
A Segunda Lei de Mendel: Segregação Independente
- A segunda lei é referida como "lei da segregação independente dos fatores", destacando que em provas pode-se falar sobre pares genéticos com segregação independente.
- Mendel estudou características das ervilhas, como cor (amarela ou verde) e textura (lisa ou rugosa), questionando se uma característica influencia a outra.
Genes Localizados em Cromossomos Diferentes
- A situação da segunda lei só foi possível porque os genes estudados por Mendel estavam localizados em cromossomos diferentes.
- É enfatizado que estamos lidando com pares cromossômicos distintos, onde cada par contém genes diferentes (A e B).
Exemplos Práticos: Cruzamentos Genéticos
- O professor explica como os gametas são formados durante a meiose, combinando alelos diferentes para gerar diversidade genética.
- Um exemplo prático é dado com coelhos, mostrando como as combinações de alelos ocorrem durante a formação dos gametas.
Análise do Experimento de Cruzamento
- O experimento envolve cruzar ervilhas amarelas lisas com verdes rugosas, detalhando quais gametas são produzidos por cada parental.
- Ao cruzar os indivíduos F1 resultantes do primeiro cruzamento, o professor demonstra como calcular as proporções fenotípicas na geração F2.
Proporções Fenotípicas e Resultados
- O diagrama genético é montado para visualizar as combinações possíveis entre os gametas dos indivíduos F2.
Como funciona a Proporção Fenotípica?
Introdução à Proporção de Mendel
- O professor explica que a proporção de 3 para 1 será elevada ao quadrado devido à presença de duas características em um cruzamento, resultando em uma nova proporção.
- A metodologia para calcular os fenótipos é discutida, onde se considera as combinações possíveis entre os genótipos dos indivíduos.
Análise dos Indivíduos Amarelos e Lisos
- O professor conta quantos indivíduos amarelos e lisos existem na geração, enfatizando a importância das características dominantes.
- A busca por indivíduos amarelos e rugosos é realizada, destacando a necessidade de considerar todas as combinações possíveis.
Identificação dos Fenótipos Verdes
- A identificação dos indivíduos verdes e lisos é feita com base nas características genéticas, mostrando como cada combinação resulta em diferentes fenótipos.
- O professor menciona que o único indivíduo verde que será rugoso foi identificado, reforçando o conceito da segunda lei de Mendel.
Proporções Fenotípicas no Hibridismo
- É introduzido o conceito de hibridismo e como ele se relaciona com a proporção fenotípica. A proporção 3:1 é elevada ao quadrado para obter resultados mais complexos.
- O cálculo da nova proporção fenotípica (9331) é explicado detalhadamente, utilizando multiplicações simples para chegar aos resultados desejados.
Aplicação Prática das Leis de Mendel
- O professor discute como aplicar essas regras em situações práticas, especialmente em questões de vestibulares e exames como o ENEM.
- Ele destaca que a aplicação correta das leis depende do entendimento da heterozigose e suas implicações nos cruzamentos genéticos.
Quantas Possibilidades de Gametas Existem?
Cálculo dos Gametas Produzidos
- O professor questiona quantos gametas diferentes podem ser produzidos por um indivíduo heterozigoto, explicando que existem duas possibilidades principais.
Cruzamentos Genéticos e Probabilidades
Possibilidades de Gametas
- O professor discute a multiplicação das possibilidades de gametas, mencionando que um indivíduo pode produzir até oito diferentes gametas, dependendo do número de heterozigoses.
- A contagem de heterozigoses é apresentada como uma forma mais simples para determinar o número total de combinações possíveis em cruzamentos genéticos.
Cruzamentos Complexos
- O professor introduz a ideia de cruzamentos complexos, enfatizando que eles podem parecer complicados, mas seguem princípios básicos da genética.
- Ele menciona que mesmo com múltiplas heterozigoses, não é necessário calcular todas as combinações manualmente; existe um método prático para simplificar o processo.
Método Prático para Cruzamentos
- O método envolve realizar cruzamentos separados entre os genótipos dos indivíduos envolvidos no experimento.
- Exemplos são dados sobre como fazer esses cruzamentos utilizando cores e símbolos para representar diferentes características genéticas.
Resultados Finais dos Cruzamentos
- Após realizar todos os cruzamentos necessários, o professor orienta sobre como interpretar os resultados finais e calcular as probabilidades associadas a cada tipo de descendente.
- Ele destaca a importância da organização na apresentação dos resultados e na formulação das perguntas sobre as probabilidades.
Cálculo das Probabilidades
- O cálculo das probabilidades é exemplificado com frações simplificadas, mostrando como chegar à probabilidade final de cada fenótipo resultante dos cruzamentos realizados.