EUA 1 O início do processo de colonização
Introdução ao Curso de História dos Estados Unidos
Visão geral da seção: Nesta introdução, o professor apresenta o curso e explica sua motivação para abordar a história dos Estados Unidos. Ele destaca a importância desse tema para os concursos de carreira diplomática e define os três módulos que serão estudados.
Apresentação do Curso
- O curso tem como objetivo fornecer uma história pragmática dos Estados Unidos.
- A história dos EUA é frequentemente cobrada em provas de concurso, especialmente na primeira fase.
- As questões são complexas e abrangem desde política interna até política externa.
- O curso será dividido em três módulos principais.
Módulo 1: Formação dos Estados Unidos
- O primeiro módulo aborda a independência do país e seu processo de formação.
- Inicia-se no final do século XVIII, durante as revoluções burguesas na Europa, e vai até meados do século XIX com a Guerra Civil.
- A expressão "E Pluribus Unum" resume a ideia central desse processo de transformar muitos em um só.
Módulo 2: Pós-Guerra Civil até a Primeira Guerra Mundial
- O segundo módulo focará no período após a Guerra Civil até o início da Primeira Guerra Mundial.
- Será um módulo menor, mas importante para compreender o desenvolvimento dos EUA nesse período.
Módulo 3: Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria
- O terceiro módulo abordará aspectos mais contemporâneos da história dos EUA.
- Serão estudados eventos como a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria.
Recorte Temporal do Curso
- O curso começa com a independência dos EUA e termina com o fim da Guerra Fria.
- Após esse curso, haverá um outro sobre a geopolítica dos EUA pós-Guerra Fria.
Título do Curso: "Começar o Mundo de Novo"
- O título foi inspirado em uma frase do livro "Senso Comum" de Thomas Paine, um dos ideólogos da revolução americana.
Objetivo do Curso
- O objetivo é priorizar um recorte factual que aborde três grandes temas na história dos Estados Unidos.
- O curso será profundo, mas conciso, para atender às necessidades de tempo dos alunos.
Prioridades do Curso
Visão geral da seção: Nesta parte, o professor explica as prioridades do curso e como ele será estruturado para abordar os principais tópicos cobrados nos concursos.
Recorte Temático
- Não é possível abordar toda a história dos Estados Unidos em um único curso.
- Será dada ênfase aos temas mais cobrados nos concursos e ao que pode ser relevante para provas de política internacional, história ou geografia.
Estrutura do Curso
Visão geral da seção: Nesta parte final, o professor detalha a estrutura do curso e reforça os três grandes temas que serão abordados em cada módulo.
Módulos Temáticos
- Os três módulos terão o mesmo título geral: "Começar o Mundo de Novo".
- Cada módulo terá um subtítulo específico para indicar o período abordado.
Módulo 1: E Pluribus Uno - Formação dos Estados Unidos
- O primeiro módulo abordará a independência e formação dos Estados Unidos, do final do século XVIII até meados do século XIX.
Módulo 2: Pós-Guerra Civil até a Primeira Guerra Mundial
- O segundo módulo tratará do período após a Guerra Civil até o início da Primeira Guerra Mundial.
Módulo 3: Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria
- O terceiro módulo explorará eventos mais contemporâneos, como a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria.
Recorte Temporal Final
- O curso começará com a independência dos EUA e terminará com o fim da Guerra Fria.
- Após esse curso, haverá outro sobre a geopolítica dos EUA pós-Guerra Fria.
A Questão da Escravidão e Compromissos Políticos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, abordaremos a complexa legislação relacionada à escravidão nos Estados Unidos e os compromissos políticos firmados ao longo do século 19.
A Questão da Escravidão
- A escravidão é um dos principais temas abordados no módulo 1.
- Exploraremos o processo de abolição da escravidão após a Guerra de Secessão.
- Apesar disso, as tensões raciais ainda persistem nos Estados Unidos.
Formação do Território
- O segundo eixo temático importante é a formação do território dos Estados Unidos.
- No módulo 1, discutiremos o processo político de unir as 13 colônias e a expansão para o Oeste.
- Ao contrário do Brasil, que já iniciou sua trajetória como estado independente com um território consolidado, os Estados Unidos começaram com 13 colônias às margens do Atlântico e expandiram-se para proporções continentais.
Política Externa Americana
- O terceiro eixo prioritário em nosso curso é a política externa dos Estados Unidos.
- Desde o período pós-independência, analisaremos como os Estados Unidos se posicionam no mundo.
- O terceiro módulo será dedicado principalmente à política externa americana.
Introdução aos Três Grandes Eixos do Curso
Visão Geral da Seção: Nesta seção, apresentaremos os três grandes eixos do curso: a questão da escravidão, a formação do território dos Estados Unidos e a política externa americana.
A Questão da Escravidão
- Abordaremos a escravidão nos Estados Unidos e sua relação com compromissos políticos.
- Exploraremos como o tema da escravidão é recorrente na história mundial.
Formação do Território
- Discutiremos o processo de formação territorial dos Estados Unidos desde as 13 colônias até a expansão para proporções continentais.
- Esse eixo estará mais presente no módulo 1, mas também será explorado no módulo 2 ao abordar o imperialismo estadunidense.
Política Externa Americana
- Analisaremos a política externa dos Estados Unidos desde o período pós-independência.
- O terceiro módulo será dedicado principalmente à política externa americana e seu impacto na realidade sistêmica global.
Conceito Fundamental: Destino Manifesto
Visão Geral da Seção: Nesta seção, introduziremos o conceito fundamental de Destino Manifesto na prática diplomática americana.
- O conceito de Destino Manifesto surgiu durante os tempos coloniais.
- Refere-se à ideia de que o povo americano é escolhido por Deus para cumprir uma missão especial.
- Ao longo da história dos Estados Unidos, várias manifestações desse conceito influenciaram as decisões políticas e a atuação diplomática do país.
Colonialismo na América do Norte
Visão geral da seção: Nesta seção, discutimos o colonialismo na América do Norte, com foco na presença espanhola e francesa.
Presença espanhola e francesa na América do Norte
- A Espanha e a França tiveram uma forte presença na América do Norte até meados do século 18.
- A Espanha foi a metrópole que iniciou o processo de colonização mais assertivo na região.
- Os franceses também tiveram um certo protagonismo, mas sua presença foi breve e principalmente militar.
- Os espanhóis estabeleceram-se principalmente na Flórida, marcando sua presença no Golfo do México.
- A colonização espanhola era pragmática e voltada para fins econômicos exploratórios.
- Ao contrário dos britânicos, os espanhóis não investiram em um povoamento profundo da região devido à falta de metais preciosos.
Conflitos entre Espanha e França
Visão geral da seção: Nesta seção, abordamos os conflitos entre a Espanha e a França na região da Flórida.
Conflitos entre Espanha e França
- A presença espanhola na Flórida foi uma reação à atuação dos colonos franceses e corsários que assaltavam navios espanhóis.
- A França construiu o primeiro forte na Flórida como forma de dificultar as coisas para os espanhóis.
- No entanto, os espanhóis conquistaram a colônia francesa em 1565, estabelecendo Santo Agostinho como parte da Flórida.
- Ao longo dos séculos 16 e 17, os espanhóis se espalharam pela região sul da América do Norte, seguindo o Rio Grande.
Presença espanhola na América do Norte
Visão geral da seção: Nesta seção, exploramos a presença espanhola na América do Norte e seus interesses no final do século 18.
Presença espanhola na América do Norte
- Os espanhóis gradualmente se interiorizaram na América do Norte, construindo fortes à medida que avançavam para o oeste.
- A presença espanhola ao sul tinha fins estratégicos e defensivos contra ataques indígenas e comanches.
- No final do século 18, havia cerca de 15 mil colonos espanhóis espalhados da Flórida até o Arizona.
- Essa presença espanhola na região é importante para entender seu envolvimento na guerra de independência dos Estados Unidos.
Comparação entre Espanha e Grã-Bretanha
Visão geral da seção: Nesta seção, comparamos a presença espanhola com a britânica na América do Norte.
Comparação entre Espanha e Grã-Bretanha
- Em meados do século 18, havia cerca de dois milhões de britânicos na região da América do Norte.
- Em comparação, a presença espanhola era muito menor, com cerca de 15 mil colonos.
- A presença espanhola na região marcou sua história na América do Norte, mas em uma escala muito menor do que a britânica.
Colonização francesa da América do Norte
Visão geral da seção: Nesta parte, é discutida a colonização francesa da América do Norte, que ocorreu no século XVII. Os franceses começaram a colonizar novamente após serem expulsos pelos espanhóis. Dessa vez, eles chegaram pelo Rio São Lourenço e fundaram cidades importantes como Quebec e Montreal.
Colonização francesa pelo norte
- Os franceses chegaram à América do Norte pelo Rio São Lourenço.
- Fundaram uma nova França, com presença no Canadá.
- Expansão pelos grandes lagos.
- Apostaram em um comércio mais extrativista.
- Utilizaram tecnologias e equipamentos indígenas para o comércio de peles.
Tensões entre França e Inglaterra
- A presença dos franceses na América do Norte gerou tensões com os britânicos.
- Franceses tinham menos população, mas ocupavam um território maior.
- Britânicos tinham mais população, mas menos território.
Chegada dos colonos britânicos
- No início do século XVII, os colonos britânicos chegaram à América do Norte.
- Os franceses já estavam estabelecidos ao norte quando os britânicos chegaram.
- As 13 colônias foram formadas gradualmente na América do Norte.
Diferenças entre as colônias do norte e sul
- As colônias do norte tinham ênfase no povoamento.
- As colônias do sul tinham ênfase na exploração, com atividades como a plantation e o uso de mão de obra escrava.
Distância cultural entre as colônias
- Havia uma grande distância cultural entre as colônias do norte e sul.
- Diferenças no modo de vida, economia e cultura.
Colonização das 13 colônias
Visão geral da seção: Nesta parte, é discutida a colonização das 13 colônias na América do Norte. As colônias do norte tinham um foco no povoamento, enquanto as do sul tinham ênfase na exploração. Essas diferenças resultaram em distâncias culturais significativas entre as colônias.
Colonização das 13 colônias
- As primeiras ações inglesas na América do Norte foram voltadas para o povoamento.
- As colônias do norte não encontraram complementaridade econômica com a Europa.
- No sul, houve uma relação de proximidade com a exploração holandesa no Caribe e a exploração inglesa nas Antilhas.
- A colonização do sul permitiu o desenvolvimento da plantation e o uso de mão de obra escrava.
Diferenças entre as colônias do norte e sul
- As colônias do norte tinham características próprias, com ênfase no povoamento.
- As colônias do sul estavam mais ligadas à exploração econômica.
Distância cultural entre as colônias
- Havia uma grande distância cultural entre as colônias do norte (como Nova Iorque e Massachusetts) e as colônias do sul (como a Geórgia).
- Essa distância não era apenas geográfica, mas também no modo de vida.
Processo de colonização das 13 colônias
Visão geral da seção: Nesta parte, é discutido o processo de colonização das 13 colônias na América do Norte até o final do século XVII. As colônias foram estabelecidas gradualmente pelos britânicos e apresentavam diferenças significativas entre as regiões norte e sul.
Processo de colonização
- A presença gradual dos britânicos nas colônias foi marcada por diferentes etapas.
- O mapa apresentado mostra a expansão das colônias ao longo do tempo.
Colonização das colônias do norte
- As primeiras ações inglesas na América do Norte foram voltadas para o povoamento.
- Não houve complementaridade econômica com a Europa.
- A economia baseada em culturas como tabaco e algodão atendia às demandas europeias.
Colonização das colônias do sul
- Houve uma relação de proximidade com a exploração holandesa no Caribe e a exploração inglesa nas Antilhas.
- Foi possível empreender atividades como plantation e uso de mão de obra escrava.
Diferenças entre as colônias
- As colônias do norte tinham ênfase no povoamento, enquanto as do sul tinham ênfase na exploração econômica.
- Houve uma grande distância cultural entre as regiões norte e sul.
Francis Drake e a pilhagem dos navios espanhóis
Visão geral da seção: Nesta seção, é discutido o pirata Francis Drake e suas pilhagens aos navios espanhóis. Ele ficou famoso por roubar o tesouro espanhol transportado pela esquadra Habib's Burgo a partir do Caribe.
- Francis Drake era um pirata conhecido por suas pilhagens aos navios espanhóis.
- Ele roubava o tesouro espanhol que era transportado pela esquadra Habib's Burgo a partir do Caribe.
A jornada de Francis Drake até a Califórnia
Visão geral da seção: Nesta seção, é abordada a jornada de Francis Drake contornando toda a América do Sul para chegar à Califórnia. Ele navegou pelo Oceano Pacífico em um navio carregado de prata espanhola até chegar à Inglaterra.
- Francis Drake contornou toda a América do Sul para chegar à Califórnia.
- Ele navegou pelo Oceano Pacífico em um navio carregado de prata espanhola até chegar à Inglaterra.
Fundação do Condado de Ideia na Ilha de Runa
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionada a fundação do Condado de Ideia na ilha de Runa em 1585. Essa região atualmente está localizada na Carolina do Norte.
- No ano de 1585, foi fundado o Condado de Ideia na ilha de Runa.
- Essa região está situada atualmente na Carolina do Norte.
Fundação da Carolina do Norte
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionada a fundação da Carolina do Norte na década de 1720 como consequência da expedição de Walter Harley. Os ingleses buscavam estabelecer um posto avançado britânico nessa região para atacar os espanhóis e roubar a prata espanhola.
- A Carolina do Norte foi fundada na década de 1720 como consequência da expedição de Walter Harley.
- O objetivo dos ingleses era estabelecer um posto avançado britânico para atacar os espanhóis e roubar a prata espanhola.
Conflitos entre ingleses e indígenas
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionado que os ingleses enfrentaram problemas com os indígenas durante o período entre 1585 e 1590, o que inviabilizou sua presença na região. Assim, eles abandonaram Brandon no final do século XVI.
- Entre 1585 e 1590, os ingleses enfrentaram conflitos com os indígenas, o que levou ao abandono de Brandon no final do século XVI.
Fundação de Jamestown em 1607
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionada a fundação de Jamestown em 1607 como o ponto de partida para a colonização da América do Norte. A colônia foi fundada com o propósito de implementar a produção de tabaco na região.
- Jamestown foi fundada em 1607 como o ponto de partida para a colonização da América do Norte.
- A colônia tinha como objetivo implementar a produção de tabaco na região.
Fundação da Virgínia e sua motivação econômica
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionada a fundação da Virgínia em 1607 por mercadores ingleses com o propósito de fomentar atividades econômicas na região. A tolerância religiosa na Virgínia era maior do que em outras áreas, pois seu foco era na exploração econômica, não sendo uma colônia protestante.
- A Virgínia foi fundada em 1607 por mercadores ingleses com o objetivo de fomentar atividades econômicas.
- Na Virgínia, havia uma maior tolerância religiosa do que em outras áreas, pois seu foco era na exploração econômica e não atrair famílias fugindo das perseguições religiosas europeias.
Colonização da Virgínia e cultivo do tabaco
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionado que a Companhia de Comércio da Virgínia enviou cerca de 100 colonos para estabelecer uma companhia e fomentar atividades econômicas na região. A cultura do tabaco foi escolhida como principal atividade econômica da Virgínia.
- A Companhia de Comércio da Virgínia enviou cerca de 100 colonos para estabelecer uma companhia e fomentar atividades econômicas na região.
- A cultura do tabaco foi escolhida como a principal atividade econômica da Virgínia.
Cultivo do tabaco na Virgínia
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionado que a Companhia da Virgínia optou pelo cultivo do tabaco como principal produto, após tentativas fracassadas com outros produtos como açúcar e café. Houve um influxo significativo de homens jovens e solteiros na região.
- A Companhia da Virgínia optou pelo cultivo do tabaco como principal produto.
- Houve um influxo significativo de homens jovens e solteiros na região.
Diferenças entre a colonização de Jamestown e Massachusetts
Visão geral da seção: Nesta seção, é mencionado que a colonização de Jamestown era muito diferente da colonização de Massachusetts. Enquanto Jamestown tinha foco na atividade econômica e atraiu aventureiros em busca de riqueza, Massachusetts tinha ênfase religiosa e atraiu famílias fugindo das perseguições religiosas europeias.
- A colonização de Jamestown era focada na atividade econômica e atraiu aventureiros em busca de riqueza.
- A colonização de Massachusetts tinha ênfase religiosa e atraiu famílias fugindo das perseguições religiosas europeias.
Fundação das Colônias do Sul e do Norte
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a fundação das colônias de Maryland e Massachusetts, destacando a influência dos puritanos na colonização.
Fundação de Maryland e Massachusetts
- A fundação de Maryland ocorreu em 1632, ao norte da Bahia de Chesapeake. A colônia foi estabelecida com base na cultura do tabaco.
- Em 1620, o navio Mayflower chegou à cidadezinha perto de Cape Cod, que se tornaria o núcleo fundador da colônia puritana de Massachusetts.
- Os puritanos buscavam uma vida diferente daquela que viviam na Europa, fugindo das perseguições religiosas. Inicialmente tentaram se estabelecer na Holanda antes de irem para o Novo Mundo.
- Os colonos de Massachusetts eram mais alfabetizados do que os ingleses metropolitanos, pois valorizavam a importância da Bíblia para os protestantes e puritanos.
O Pacto do Mayflower
Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se o pacto estabelecido pelos colonos a bordo do navio Mayflower e sua importância para a colonização das treze colônias.
O Pacto do Mayflower
- O pacto foi firmado durante a viagem a bordo do navio Mayflower pelos colonos que chegariam aos Estados Unidos.
- Esse pacto é considerado um marco fundamental na colonização das treze colônias, pois estabelecia direitos e liberdades fundamentais para os colonos.
- O pacto do Mayflower estabelecia a criação de um governo próprio controlado pelos colonos, com o objetivo de fazer leis justas e iguais para todos.
- Os homens livres tinham o direito de escolher o governador da região, promovendo a ideia de liberdade e participação política.
A Colonização da Nova Inglaterra
Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a colonização da região da Nova Inglaterra, destacando a busca por igualdade e desenvolvimento de comunidades coesas.
A Colonização da Nova Inglaterra
- A colonização da Nova Inglaterra foi marcada pelo protagonismo dos puritanos que buscavam uma vida em comunidades coesas.
- O pacto do Mayflower estabeleceu uma relação horizontal entre todos os colonos, incluindo puritanos e forasteiros que não compartilhavam das mesmas ideias religiosas.
- O pacto também estabeleceu a criação de um governo próprio controlado pelos colonos, com o propósito de fazer leis justas e iguais para todos.
- Os colonos enfatizaram o povoamento, a cultura extrativista e a pequena e média propriedade como forma de desenvolver uma cidade ideal baseada na convivência entre puritanos e forasteiros.
Desenvolvimento Econômico na Região da Nova Inglaterra
Visão Geral da Seção: Nesta seção, explora-se o desenvolvimento econômico da região da Nova Inglaterra, com ênfase na cultura de subsistência e no comércio marítimo.
Desenvolvimento Econômico na Região da Nova Inglaterra
- A região da Nova Inglaterra enfatizou a cultura de subsistência e a pequena e média propriedade, ao contrário do que ocorreu na Virgínia com a cultura do tabaco.
- Os colonos buscaram desenvolver uma marinha mercante para o comércio costeiro e eventualmente expandir as atividades comerciais para outros territórios, como a África.
- Ao longo do século XVIII, a população da região cresceu devido à imigração e ao aumento natural. Isso impulsionou o desenvolvimento econômico e comercial da região.
Negligência Metropolitana
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a negligência metropolitana em relação aos colonos da Nova Inglaterra e sua autonomia na tomada de decisões.
Negligência Metropolitana
- A Companhia de Comércio da Virgínia estava estreitamente vinculada aos interesses econômicos metropolitanos. No entanto, os ingleses começaram a negligenciar os colonos da Nova Inglaterra.
- Os colonos ganharam liberdade para tomar suas próprias decisões em função do desinteresse metropolitano nas atividades econômicas realizadas na região.
- Essa negligência salutar permitiu que os colonos tivessem mais liberdade para fazer o que quisessem e desenvolver suas próprias comunidades.
A Criação da Nova Inglaterra e os Puritanos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a criação da Nova Inglaterra como um núcleo de colonização puritana. Os puritanos eram pessoas que fugiam dos conflitos religiosos na Europa e buscavam liberdade religiosa.
Origem dos Puritanos e sua Colonização
- Os puritanos eram radicais religiosos que zombavam dos reformadores mais ortodoxos durante as reformas religiosas na Inglaterra.
- Inicialmente, os puritanos foram para a Holanda em busca de maior liberdade de culto.
- Posteriormente, eles buscaram refúgio nas terras do Novo Mundo, especificamente na região da Nova Inglaterra.
- Boston se tornou uma colônia protestante com pretensões mais puritanas do que Primal.
- As eleições em Boston permitiam apenas que membros da igreja votassem, o que gerava disputa entre as cidades vizinhas sobre quem era mais religioso ou tolerante.
Divergências entre Puritanos e Outros Colonizadores
- As divergências entre os puritanos e outros colonizadores levaram à fundação de outras cidades além de Boston.
- Roger Williams foi expulso de Boston por suas ideias consideradas muito radicais e fundou uma cidade com uma proposta política administrativa diferente, marcando uma separação clara entre igreja e estado.
- Os puritanos tinham restrições quanto à interação religiosa com pessoas não salvas, incluindo rezar com suas esposas e filhos que não fossem puritanos.
Fundação da Nova Inglaterra
- A região de Massachusetts foi fundada a partir das premissas puritanas e protestantes.
- New Haven se destacou como uma colônia ainda mais puritana e radical do que Massachusetts.
- Thomas Morton também fundou sua própria colônia, marcando uma relação diferente com os índios e um diálogo mais estreito com eles.
Disseminação das Colônias do Sul
Visão Geral da Seção: Nesta seção, aborda-se a disseminação das colônias do sul durante o século XVIII. Destaca-se a fundação de Charles Town (atual Charleston) e a importância da atividade escrava na Geórgia.
Fundação de Charles Town
- No século XVIII, Charles Town (Charleston) foi fundada como uma colônia de exploração no sul.
- A rizicultura, especialmente o cultivo de arroz, teve grande destaque nessa região.
Importância da Atividade Escrava na Geórgia
- A Geórgia era originalmente parte da Carolina do Norte, mas se tornou independente no início do século XVIII.
- A atividade escrava teve um papel significativo na economia da Geórgia, com a chegada contínua de escravos transportados para os novos territórios do Oeste.
As Colônias do Meio
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a importância das colônias do meio e suas características distintas em relação às colônias do norte e do sul.
Características das Colônias do Meio
- As colônias do meio apresentavam uma preocupação com a coexistência entre diferentes grupos étnicos e religiosos.
- Havia um diálogo mais estreito com os índios nessas colônias, o que poderia trazer benefícios para os colonizadores.
Essa é uma visão geral dos principais pontos abordados no vídeo, destacando as informações relevantes sobre a criação da Nova Inglaterra, a disseminação das colônias do sul e as características das colônias do meio.
Negligência e colonização das colônias
Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a negligência e a colonização das colônias por parte da Inglaterra, bem como a presença de outras potências europeias nas Américas antes dos ingleses.
Negligência positiva e colonização prévia
- A Inglaterra não dava muita atenção às suas colônias no meio do Atlântico.
- A Nova Suécia foi fundada antes da presença inglesa na região.
- Os Países Baixos também estabeleceram uma colônia chamada Nova Holanda ao norte da Nova Suécia.
- Muitos holandeses que foram para os Países Baixos eram procedentes do Brasil, expulsos de Pernambuco.
Expansão da colonização
- Os holandeses estabeleceram-se na Nova Holanda perto do rio Hudson.
- Houve um conflito entre franceses e holandeses nessa região.
- Em 1664, os ingleses atacaram a Nova Holanda e conquistaram a região, fundando Nova York em homenagem ao Duque de York.
Colonização francesa e rivalidade com os britânicos
Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se a presença francesa nas Américas, especialmente através do comércio de peles, e a rivalidade com os britânicos.
Presença francesa e imigração forçada
- Franceses exploravam o comércio de peles, principalmente de pele de cachorro, na região de Nova York.
- Muitos holandeses foram expulsos de Pernambuco e se estabeleceram em Nova York.
- Judeus, irlandeses e franceses desamparados também migraram para a região.
Rivalidade Anglo-Francesa
- Os britânicos herdaram a rivalidade entre comerciantes de peles franceses e holandeses.
- Em 1664, os ingleses atacaram a Nova Holanda e conquistaram a região.
- A rivalidade entre britânicos e franceses ganhou força no século XVIII, antes da Guerra dos Sete Anos.
Presença francesa ao sul e fundação da Luisiana
Visão geral da seção: Nesta seção, aborda-se a presença francesa ao sul das colônias inglesas e a fundação da cidade de Luisiana.
Exploração do rio Mississipi
- Franceses navegavam pelos rios mais caudalosos da região, como o rio Missouri e o rio Mississipi.
- Roberto Cavalier Júlia Sally foi um explorador francês que navegou pelo rio Mississipi até o Golfo do México em 1682.
- Fundou a cidade de Luisiana em homenagem ao rei francês Luís XIV.
Desenho geopolítico das colônias
Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se o desenho geopolítico das colônias americanas com foco na presença francesa e inglesa.
Presença francesa e rivalidade Anglo-Francesa
- Os franceses estabeleceram-se ao sul das colônias inglesas, fundando Luisiana.
- A rivalidade entre britânicos e franceses se intensificou no século XVIII.
- A região entre as colônias inglesas e a presença francesa era uma área de forte presença indígena.
Relação dos Franceses com os índios
Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se a relação dos franceses com os povos indígenas na região das colônias americanas.
Interação crescente
- Os franceses estabeleceram uma relação cada vez mais intensa com os povos indígenas.
- Os índios desempenharam um papel importante na expansão da presença francesa nas Américas.
Essas são as principais informações abordadas no vídeo.
William Penn e a Revolução Inglesa
Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se o contexto da Revolução Inglesa e a influência puritana na Pensilvânia durante o século XVII.
William Penn e sua religião
- William Penn era um religioso e fazia parte de uma igreja que se baseava em uma sociedade de amigos.
- A igreja era chamada de "Cocker" por causa da ideia do balanço e tremor associados ao recebimento do Espírito Santo.
- A lógica puritana mais radical tentava se afirmar nesse contexto de revoluções inglesas.
Contexto das revoluções inglesas
- As revoluções inglesas, como a Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa, favoreceram os anglicanos em detrimento dos puritanos.
- Após o fracasso da administração cruel na Inglaterra, houve um movimento que começou na década de 1640, marcado pela revolução puritana.
- Esse período foi caracterizado por ideias estranhas e tensões políticas.
Colonização da Pensilvânia
- No início do século XVIII, houve um processo de colonização mais intenso na Pensilvânia.
- Foram criadas colônias no Norte da Carolina do Sul e também foi mencionada a criação da colônia de Dadiosa.
- A guerra de sucessão espanhola teve impacto nas relações entre França e Inglaterra na América do Norte.
Tensões entre franceses e ingleses
- A rivalidade entre França e Inglaterra na Europa foi transposta para a América do Norte.
- Os franceses buscaram alianças com os índios, enquanto os ingleses se aliaram aos colonos das Treze Colônias.
- Essas tensões foram intensificadas durante a guerra de sucessão espanhola.
Expansão territorial francesa
- Os franceses estabeleceram presença em Quebec, controlando o Rio São Lourenço e construindo fortes ao longo da região dos Grandes Lagos.
- Gradualmente, eles expandiram sua presença até o Golfo do México, fundando colônias como Louisiana e Nova Orleans.
Contraste demográfico e territorial
- Em 1754, havia cerca de 85 mil colonos franceses espalhados pela América do Norte, em contraste com mais de um milhão de colonos ingleses.
- Os territórios franceses pontilhavam todo o continente americano, enquanto os ingleses tinham uma vantagem demográfica significativa.
Guerra de sessão austríaca
- Além da guerra de sucessão espanhola, também ocorreu a guerra de sessão austríaca na década de 1740.
- A Prússia e a Espanha se opuseram à ascensão de Maria Teresa ao trono do Sacro Império Romano-Germânico.
- Mais uma vez, França e Inglaterra ficaram em lados opostos nesse conflito.
Tensões entre Franceses e Ingleses na América do Norte
Visão geral da seção: Nesta seção, explora-se a rivalidade entre franceses e ingleses na América do Norte durante o século XVIII.
Presença territorial francesa
- A França tinha uma presença territorial maior na América do Norte em comparação com a Inglaterra.
- Os franceses estavam presentes em Quebec, controlando o Rio São Lourenço e construindo fortes ao longo da região dos Grandes Lagos.
- Gradualmente, eles expandiram sua presença até o Golfo do México, fundando colônias como Louisiana e Nova Orleans.
Contraste demográfico e territorial
- Em 1754, havia cerca de 85 mil colonos franceses espalhados pela América do Norte, enquanto os ingleses tinham mais de um milhão de colonos.
- Os territórios franceses pontilhavam todo o continente americano, enquanto os ingleses tinham uma vantagem demográfica significativa.
Guerra de sucessão espanhola
- A rivalidade entre França e Inglaterra na Europa foi transposta para a América do Norte durante a guerra de sucessão espanhola.
- Os franceses buscaram alianças com os índios americanos para fortalecer sua posição contra os ingleses.
- Essas tensões resultaram em conflitos militares entre as duas potências coloniais.
Expansão territorial inglesa
- Os ingleses tentaram capturar Quebec e Santo Agostinho durante a guerra de sucessão espanhola.
- Embora tenham tido sucesso em algumas áreas, como Quebec, muitos territórios permaneceram sob controle francês.
Restauração do equilíbrio de poder
- Após a guerra de sucessão espanhola, houve uma restauração do equilíbrio de poder entre França e Inglaterra.
- O status territorial foi preservado, mas as tensões e conflitos entre as duas potências coloniais continuaram.
Tensões em meados do século XVIII
- As tensões entre franceses e ingleses na América do Norte aumentaram ainda mais durante o século XVIII.
- A presença francesa se espalhou por todo o continente americano, desde Quebec até Nova Orleans.
- Os problemas territoriais e demográficos contribuíram para um clima de rivalidade constante.
A Guerra dos Sete Anos e as Alianças na Europa
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a importância da Guerra dos Sete Anos como um conflito sistêmico que ocorreu na Europa em 1756. São abordadas as alianças entre a França, o Sacro Império Romano-Germânico e a Prússia, bem como as preocupações da Inglaterra com essa situação.
Aproximação entre França e Sacro Império Romano-Germânico
- A França marca uma aproximação maior com o Sacro Império Romano-Germânico.
- O rei Jorge III do Reino Unido tem vínculos germânicos e uma aliança com a Prússia.
Preocupações e Complicações
- A Prússia está preocupada com as mudanças no Sacro Império.
- A Inglaterra está preocupada com a aliança entre o Sacro Império e a França.
- Essa situação vai se complicando até que ocorra a Guerra dos Sete Anos em 1756.
Conflitos Pontuais na América
- Entre 1754 e 1756, já há conflitos pontuais entre ingleses, franceses e colonos franceses na América.
- Durante a Guerra dos Sete Anos, a França captura Menorca, uma ilha britânica no Mediterrâneo.
Vitórias e Derrotas Britânicas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordadas as vitórias e derrotas da Inglaterra em diferentes conflitos ao longo do século XVIII.
Vitórias Britânicas
- A Inglaterra ganhou a maioria das guerras que disputou contra a França.
- Na Guerra de Sucessão Austríaca, os interesses ingleses prevaleceram.
- Na Guerra de Secessão Espanhola, os ingleses tiveram força militar suficiente para influenciar o destino dos Bourbons de Espanha.
Derrotas Britânicas
- Durante a Guerra dos Sete Anos, a Grã-Bretanha sofreu derrotas nos conflitos pontuais e perdeu territórios na América.
- A guerra de independência dos Estados Unidos foi uma derrota para os ingleses, que perderam para os franceses e colonos americanos.
Colonização, Escravidão e Destino Manifesto
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se o processo de colonização nas Américas, o papel dos franceses e espanhóis na América e algumas considerações sobre escravidão e o movimento do Destino Manifesto.
Colonização e Presença Francesa e Espanhola
- Os franceses estão presentes na América durante a Guerra dos Sete Anos.
- Os espanhóis também têm atividades na América.
- É importante entender as ações dessas duas potências além da opção pelos cães do Sul.
Escravidão Indígena
- No início do século XVIII, a escravidão dos indígenas era comum.
- Entre 30 e 50 mil indígenas foram escravizados até 1715.
- Muitos desses índios foram enviados para as colônias do Caribe, Nova Inglaterra e outras regiões.
Escravidão Africana
- No século XVIII, cresce a demanda por escravos negros nas plantações da América do Norte.
- A proporção de escravos que vai para a América do Sul e o Caribe é muito maior do que para a América do Norte.
Presença de Escravos na América
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordadas informações sobre a presença de escravos na América em diferentes regiões.
Proporção de Escravos Negros
- A proporção de escravos negros em relação à população branca varia entre as diferentes regiões da América.
- Na Carolina do Sul e Geórgia, há uma presença maior de escravos em relação à população branca.
- Em Nova York, também existe uma concentração significativa de escravos.
Comerciantes da Nova Inglaterra no Tráfico Escravo
- Os comerciantes da Nova Inglaterra também participam ativamente no tráfico de escravos.
Construção dos Estados Unidos e Independência
- A construção dos Estados Unidos durante o processo de independência silencia sobre a questão da escravidão.
A Abolição da Escravidão na América
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discute-se a abolição da escravidão na América e como ela estava presente não apenas no sul, mas também no norte. São mencionadas as leis que regulamentavam a escravidão e os direitos dos escravos.
A Institucionalização da Escravidão nos Estados Unidos
- Por muito tempo, houve silêncio em relação à abolição da escravidão na América.
- A escravidão não estava presente apenas no sul dos Estados Unidos, mas também no norte.
- Entre 1619 e 1715, a escravidão se tornou um motor de crescimento econômico nos Estados Unidos.
- Os escravos eram levados principalmente para regiões como Maryland e Virgínia para trabalhar na cultura do tabaco.
Leis e Tratamento dos Escravos
- A partir de 1670, foram estabelecidas leis que definiam o tratamento dos escravos.
- Os filhos de mães escravas eram considerados automaticamente como escravos.
- Os africanos escravizados eram tratados como estrangeiros internos sem direitos.
- Mesmo quando convertidos ao cristianismo, os escravos não tinham direitos.
- Nesse contexto, os escravos podiam ser açoitados no trabalho e eram considerados propriedades móveis.
Chegada de Africanos Escravizados
- Até 1735, cerca de 160 mil africanos escravizados chegaram às colônias.
- A presença de escravos também era significativa no norte, como em Nova York.
- Na região das Carolinas e da Geórgia, chegaram cerca de 140 mil escravos.
- Nas ilhas caribenhas e nas possessões britânicas, chegaram mais de um milhão de escravos.
Escravidão nas Colônias do Norte
- Embora menos numerosa que no sul, a presença de escravos nas colônias do norte era significativa.
- Cidades como Nova Inglaterra se tornaram centros culturais e financeiros com o comércio de escravos.
- No final do século XVIII, havia mais de 100 mil escravos nas colônias do norte.
Movimentos na Colônia
- O movimento iluminista teve influência na América colonial, questionando a autoridade divina dos reis.
- Benjamin Franklin foi um defensor das ideias iluministas e das teses de John Locke.
Conclusão e Grandes Movimentos
Visão Geral da Seção: Nesta seção final, são mencionados os grandes movimentos que ocorreram na colônia americana durante o período estudado.
Grandes Movimentos na Colônia
- O movimento iluminista teve impacto na América colonial, com Benjamin Franklin sendo um dos protagonistas.
- Ao longo do século XVIII, houve questionamento da autoridade divina dos reis e defesa das ideias de John Locke.
Essa é uma visão geral do conteúdo abordado no vídeo, destacando os principais pontos discutidos sobre a abolição da escravidão na América e os movimentos na colônia.
O Grande Despertar Religioso
Visão Geral da Seção: Nesta seção, discutimos o movimento religioso conhecido como O Grande Despertar e seu papel na formação da identidade dos colonos americanos.
Movimento liderado por Jonathan Edwards
- O movimento do Grande Despertar começou com o pastor Jonathan Edwards em Massachusetts.
- Ele atraiu jovens da cidade para celebrar um suposto Novo Nascimento em Cristo.
Contribuição dos religiosos ingleses
- A chegada de religiosos ingleses na década de 1740 fortaleceu o movimento do Grande Despertar.
- Isso contribuiu para marcar uma identidade entre os colonos e forjar a noção do Destino Manifesto.
O Destino Manifesto
Visão Geral da Seção: Nesta seção, exploramos a importância do Destino Manifesto na política externa dos Estados Unidos e sua relação com o Grande Despertar.
Pilares da política externa americana
- O Destino Manifesto é um princípio fundamental na política externa dos Estados Unidos.
- É sustentado pelo movimento do Grande Despertar no início do século 18.
Conclusão
- Os dois movimentos discutidos - o Grande Despertar e o Destino Manifesto - são importantes para entender a história dos Estados Unidos.
- Eles desempenharam papéis significativos na independência e na construção da identidade americana.