AO VIVO: III Seminário Nacional - As transformações na Ordem Internacional - NOITE
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Continuação do Seminário sobre Política Externa Brasileira
Nesta seção, é feito um sorteio de livros doados pelo Professor Henrique Altemani. Em seguida, o professor Rafael Duarte Villa e Ademar dos Santos Mineiro são apresentados como palestrantes da mesa que irá tratar sobre segurança e governança internacional e o papel do Brasil.
Sorteio de Livros
- O Professor Henrique Altemani doou alguns livros para serem sorteados.
- As pessoas presentes no evento devem escolher um número para participar do sorteio.
- Carlos ajuda a entregar os livros.
- Fábio pede um número aleatório.
- Alice escolhe o número 28.
- Antônio Jorge também participa do sorteio.
Apresentação dos Palestrantes
- Os palestrantes da mesa são Rafael Duarte Villa e Ademar dos Santos Mineiro.
- Eles irão falar sobre segurança e governança internacional e o papel do Brasil.
Palestra de Rafael Duarte Villa
Nesta seção, o professor Rafael Duarte Villa começa sua palestra falando sobre a importância da cooperação internacional em questões de segurança.
- A cooperação internacional é fundamental para lidar com questões de segurança global.
- O Brasil tem uma posição importante na América Latina em relação à segurança regional.
- O país tem sido ativo em missões de paz das Nações Unidas, como no Haiti e no Líbano.
- A política externa brasileira busca promover a paz, a segurança e a estabilidade na região.
Palestra de Ademar dos Santos Mineiro
Nesta seção, o palestrante Ademar dos Santos Mineiro fala sobre a integração regional e o papel da China na América Latina.
- A integração regional é importante para fortalecer a posição da América Latina no cenário internacional.
- A China tem desempenhado um papel cada vez mais importante na região, especialmente em termos econômicos.
- O Brasil e a Argentina têm uma relação importante com a China, mas é preciso ter cuidado para não se tornarem dependentes do país asiático.
- É necessário buscar uma integração que leve em conta as diferenças entre os países da região.
A Política Internacional
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a contestação do sistema de governança tradicional e a falta de capacidade de liderança internacional.
Sistema de Governança Internacional
- Existe uma contestação do sistema de governança tradicional.
- As principais instituições internacionais, como a OMC e o Conselho de Segurança da ONU, estão perdendo legitimidade.
- Há uma falta de capacidade de liderança internacional no sistema atual.
Papel do Brasil na Governança Internacional
- A política externa brasileira tem sido influenciada pela questão da legitimidade dos atores que participam do sistema de governança internacional.
- O Brasil teve uma participação destacada em iniciativas como o BRICS e a construção de instituições regionais, mas não conseguiu mudar significativamente o sistema global.
- Apesar da insensiva participação do Brasil por uma reforma do Conselho de Segurança, isso não aconteceu.
Mudanças no Poder Brasileiro
- O Brasil perdeu poder relativo no sistema internacional nos últimos anos.
- Talvez essa posição mais fraca possa dar ao Brasil mais condições para mudar o sistema atual.
Guerra entre Rússia e Ucrânia
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a guerra entre Rússia e Ucrânia e como isso pode afetar a governança internacional.
Guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia
- A guerra entre Rússia e Ucrânia é uma guerra de agressão.
- A capacidade de reação da Ucrânia é limitada.
- O Brasil não tem muita influência nesse conflito.
Limitações do Brasil na governança internacional
- O Brasil tem pouca representatividade na economia política internacional.
- O sistema de governança internacional é muito amplo para que o Brasil possa influenciar uma agenda significativa em segurança global.
- A atuação mais propositiva do Brasil em segurança global é difícil.
Reconstrução das instituições políticas de segurança
- O Brasil tem uma janela de oportunidade na reconstrução das instituições políticas de segurança.
- A reconstrução deve ser feita com base no princípio da sustentabilidade.
- A falta de sustentabilidade levou ao fracasso das iniciativas anteriores de integração ou cooperação racional.
Integração Regional e Sustentabilidade
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância da integração regional na América Latina e como ela deve ser pensada a partir do princípio da sustentabilidade.
A importância da integração regional
- O palestrante destaca a importância da integração regional na América Latina.
- Ele menciona um filósofo venezuelano que chocou o país ao propor uma visão integracionista em um discurso no Congresso.
- Bolívar é chamado de "pai da Pátria" por sua contribuição para a integração regional.
Sustentabilidade na integração regional
- O palestrante enfatiza que projetos de integração devem ser pensados a partir do princípio da sustentabilidade.
- Projetos de longo prazo são necessários para garantir a eficácia da integração.
- A UNASUL foi uma tentativa bem-sucedida de integração política na América Latina.
Exemplos de atuação
- O Brasil teve um papel importante na estabilização do conflito racional e nacional.
- Conservadores criaram o Grupo de Lima para combater a influência esquerdista na região.
- O Brasil tem poder de intervenção em questões de segurança e gestão de conflitos.
Segurança na América Latina
- O modelo de segurança na América Latina é híbrido, combinando comportamentos cooperativos com forte atuação da violência transnacional.
- Grupos violentos representam uma ameaça à integração regional.
Segurança na América Latina
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a segurança na América Latina e como ela é afetada por conflitos e violência transnacional.
Conflitos na América Latina
- A América Latina teve três grandes guerras em sua história, incluindo a Guerra do Paraguai em 1864 e a Guerra do Pacífico entre Chile, Peru e Bolívia de 1870 a 1872.
- A região também experimentou conflitos no século XX, incluindo a Guerra das Malvinas entre Argentina e Reino Unido.
- Embora muitos pensem que a América Latina é uma região pacífica, há um sistema de segurança que visa prevenir conflitos.
Cooperação em Segurança
- A cooperação em segurança é praticada por meio de instituições como o Conselho Sul-Americano de Defesa.
- O Brasil, Argentina e Chile são os principais países envolvidos nessa cooperação.
- A região tem um tratado bilateral para cooperação em recuperação.
Violência Transnacional
- Há um terceiro nível de segurança relacionado à violência transnacional que afeta as instituições dos dois primeiros níveis.
- Grupos transnacionais estão presentes em toda a região, incluindo México, Colômbia e Brasil.
- A América Latina tem uma das maiores taxas de homicídios do mundo.
Governança
- A governança é um fenômeno de produção e reprodução de regras.
- A violência na América Latina é concentrada no norte e nordeste do Brasil.
- A região tem uma das maiores taxas de homicídios do mundo.
O Papel do Brasil no Cenário Internacional
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a possibilidade de um protagonismo brasileiro no cenário internacional e faz uma análise histórica dos momentos em que o país assumiu esse papel.
A Importância da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA)
- Em 2003, quando Lula tomou posse, a questão da ALCA era um grande problema.
- Houve um plebiscito sobre a questão da ALCA com participação de milhões de pessoas e uma rejeição dramática à proposta.
- A proposta da ALCA seria problemática do ponto de vista estrutural para uma nova estratégia de desenvolvimento que era uma proposta do governo Lula.
Transformações Políticas e Econômicas
- O período seguinte ao governo Lula foi marcado por transformações políticas e econômicas.
- Houve mudanças na política externa brasileira, como a aproximação com países africanos e árabes.
- No entanto, houve também problemas internos, como escândalos de corrupção.
Possibilidade de Retorno ao Protagonismo Brasileiro
- Existe a possibilidade de retorno ao protagonismo brasileiro no cenário internacional?
- O atual governo tem enfrentado críticas em relação à sua política externa.
- No entanto, o Brasil ainda tem potencial para assumir um papel de liderança no cenário internacional.
A Rodada do Desenvolvimento e a criação do G20 da OMC
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a proposta dos Estados Unidos para a Rodada do Desenvolvimento após as invasões no Afeganistão e Iraque. Ele também fala sobre como o Brasil jogou na defensiva nas discussões da ALCA e do MC, mas conseguiu acumular força diplomática. Além disso, ele menciona a criação do G20 da OMC liderado pelo Brasil e Índia.
Proposta dos EUA para a Rodada do Desenvolvimento
- Os Estados Unidos apresentaram uma proposta após as invasões no Afeganistão e Iraque.
- A proposta era chamada de "Rodada do Desenvolvimento" e daria algumas concessões aos países em desenvolvimento na área de agricultura.
- Na realidade, os países desenvolvidos não faziam nenhuma concessão na área de agricultura durante as discussões concretas.
Discussões da ALCA
- O Brasil jogou na defensiva nas discussões da ALCA.
- A ideia inicial era mudar os termos da discussão, mas isso inviabilizou a ALCA.
- Em 2003, houve uma ministerial em Miami que foi uma das últimas tentativas de resolver os impasses que estavam presentes na criação da ALCA.
Criação do G20 da OMC
- Em 2003, o Brasil lançou o G20 da OMC na ministerial do homem em Cancún.
- O G20 da OMC era uma articulação de países em desenvolvimento liderado pelo Brasil e Índia que colocava os interesses desses países em destaque.
- A partir desse momento, a conversa fechada que envolvia apenas os países desenvolvidos passou a ser mais ampla.
O papel do Brasil na negociação internacional
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil na negociação internacional e como ele se sente mais confortável em negociar de forma multifacetada.
Oportunidades de negociação para o Brasil
- O Brasil tem mais oportunidades de negociação quando pode articular forças com diversos países grandes.
- A iniciativa do ibas permitiu que o Brasil articulasse com a África do Sul e outros países democráticos conhecidos.
- A diplomacia no âmbito dos países de língua oficial portuguesa, especialmente Angola e Moçambique, permitiu ao Brasil inserir-se mais no sul da África.
Iniciativas que fortaleceram a posição do Brasil
- A utilização da diplomacia no âmbito dos países de língua oficial portuguesa.
- A iniciativa da Unasul que dá musculatura ao Brasil inclusive com a discussão do sistema de defesa.
- A questão do G20 financeiro que foi presidido pelo Ministro da Fazenda brasileiro durante a crise financeira global.
Criação do G20 dos líderes
- Durante a crise financeira global, as autoridades financeiras jogaram a toalha e foi necessário criar um grupo no nível dos chefes de estado/governo.
- Foi criado o G20 dos líderes mundiais, que se reúne em cúpulas para discutir questões globais.
O papel do Brasil no G20 e a criação do BRICS
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil no G20 e como isso levou à criação do BRICS.
O que é o G20 e qual foi o papel do Brasil?
- O G20 foi criado para administrar a crise financeira internacional com países que tinham um volume de reservas.
- O Brasil começou a aparecer como protagonista no G20 por ter acumulado reservas.
- O Brasil cumpriu um papel interessante de fazer uma espécie de meio de campo entre os países ocidentais e os países emergentes.
Como surgiu o BRICS?
- A Rússia, China e Índia começaram a se articular junto com o Brasil para financiar o sistema financeiro internacional.
- Um analista financeiro inglês discutiu sobre os países BRIC, levando à criação desse agrupamento.
- Os líderes dos quatro países BRIC se reuniam antes das reuniões do G20 para debater a agenda da reunião.
Qual foi o impacto do BRICS?
- O BRICS tornou-se uma fração política dentro do G20.
- O Brasil ganhou importância política no cenário internacional por ser parte desse grupo.
- O BRICS ajudou a distensionar conflitos diretos entre Estados Unidos e China.
Como o BRICS afetou a diplomacia brasileira?
- O protagonismo do Brasil na diplomacia atingiu seu auge durante o governo de Dilma Rousseff.
- A diplomacia brasileira tornou-se mais ativa e propôs aventuras como a questão do Irã.
- Os temas da integração regional perderam importância na diplomacia brasileira.
O papel do Brasil na disputa hegemônica entre Estados Unidos e China
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil na disputa hegemônica entre os Estados Unidos e a China.
A ascensão da China como potência mundial
- Em 2003, o Brasil tinha uma posição defensiva em relação à política internacional.
- Em 2010, após oito anos de governo, Lula deixou a presidência com mais de 80% de aprovação popular.
- Existe uma disputa hegemônica entre os Estados Unidos e a China que antes estava meio debaixo do pano.
- O projeto chinês de cinturão em rota é um projeto de afirmação política da liderança chinesa para dentro e para fora.
O projeto cinturão em rota
- O projeto cinturão em rota é vendido como uma solução interna para desenvolver o Oeste da China.
- Ele também aparece como um projeto de hegemonia chinesa a nível mundial.
- A China oferece um cardápio de integração que pode ser escolhido pelos países interessados.
- Isso é uma vantagem do ponto de vista chinês porque ela oferece opções flexíveis aos países interessados.
A China e sua capacidade de impor
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a capacidade da China de impor sua vontade sobre outros países.
Capacidade limitada de impor
- A China ainda não tem condições de impor sua vontade sobre outros países.
- Parte da imposição está relacionada ao poder militar que a China pode ter em relação aos vizinhos, mas não muito além disso.
- Alguns dos vizinhos da China, como Rússia e Índia, são grandes demais para serem facilmente controlados pela China.
- A capacidade chinesa é mais limitada quando se trata de impor coisas em Taiwan ou em países maiores como Vietnã ou Laos.
Mudança na disputa hegemônica
- Há uma mudança importante na disputa hegemônica onde a China passa a ter um papel mais proeminente.
- Isso é evidenciado pela proposta do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), onde a participação tem um custo que antes não existia.
Perda de relevância das instituições pós-Segunda Guerra Mundial
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a perda de relevância das instituições criadas após a Segunda Guerra Mundial.
Limitações do sistema ONU
- O sistema ONU mostra limitações para administrar essa institucionalidade.
- A guerra mostrou no caso da OMS na questão da pandemia limitações evidentes.
Limitações do ponto de vista econômico
- A estrutura do ponto de vista econômico que foi montada, como o FMI, Banco Mundial e ao MC como grátis que foi Finanças fundos para desenvolvimento e Comércio tem limitações claríssimas.
- A OMC está travada e não é por causa do Brasil, mas sim dos Estados Unidos que não indica lá o pessoal da solução de arbítida do mecanismo de arbitragem de solução de controvérsias da OMC.
Perda de relevância das instituições criadas no pós-Segunda Guerra Mundial
- Há uma perda de relevância das instituições criadas no pós-Segunda Guerra Mundial.
- Isso é evidenciado pela posição russa em relação à criação do banco dos BRICS até 2014.
Criação do Banco
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a criação de um banco e como isso pode afetar o sistema financeiro global.
Importância do Banco
- O palestrante está entusiasmado com a criação do banco.
- O FMI e o Banco Mundial não têm capacidade de resposta, então um novo banco seria necessário.
- Mudanças tecnológicas importantes estão acontecendo, incluindo Big Data, robótica, nanotecnologia e inteligência artificial.
Alterações nas Cadeias de Produção Global
- A pandemia alterou os fluxos de comércio e as cadeias de produção global.
- Elementos ideológicos também afetam as cadeias de produção global.
- A guerra na Ucrânia reforça essa discussão e cada vez mais você vai tendo uma regionalização das cadeias de produção.
Mudança na Leitura Geopolítica Internacional
- A guerra na Ucrânia muda a leitura geopolítica internacional.
- Os Estados Unidos mudaram sua abordagem econômica sob Trump para colocar dinheiro pesadamente em disputas hegemônicas.
Questões Ambientais
- Há uma ênfase crescente na questão ambiental. Muitos dizem que estamos chegando a um ponto sem retorno no estrago ambiental.
Último Ponto
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute um último ponto.
Último Ponto
- O palestrante tenta fazer seu último ponto rapidamente.
O papel do Brasil no cenário internacional
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil no cenário internacional e como a política do governo Bolsonaro afetou a imagem do país.
Ruptura institucional e isolamento
- Países sujeitos a ruptura institucional não são confiáveis no cenário internacional.
- A política de Bolsonaro com os bons ventos do isolacionismo apresentado como sucesso levou ao isolamento do Brasil.
- Cena em que líderes mundiais evitam Bolsonaro durante o G20 na Itália mostra o isolamento do Brasil.
- Visita de Bolsonaro a Putin quando ninguém mais queria visitar mostra outro exemplo de isolamento.
Desafios para superar o isolamento
- Superar o isolamento não é uma tarefa fácil e rápida.
- Setores financeiramente dominantes no Brasil têm interesses conflitantes em relação à disputa hegemônica global, tornando difícil definir uma posição clara para o país.
- Governabilidade brasileira é pequena em relação ao conflito principal de respeito ao clima, tornando difícil articular uma posição clara.
Conclusão
O palestrante conclui que superar o isolamento e definir uma posição clara para o Brasil no cenário internacional será um desafio.
Desafios Econômicos e Ambientais do Brasil
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os desafios econômicos e ambientais que o Brasil enfrenta atualmente.
Desempenho Econômico
- O governo atual tem tido dificuldades em produzir resultados econômicos expressivos nos últimos seis anos.
- Embora haja sinais de retomada do crescimento econômico, ainda há muitas dúvidas sobre como isso será alcançado.
- O Brasil corre o risco de perder sua posição no ranking das maiores economias mundiais.
Meio Ambiente
- A exploração de petróleo na margem equatorial é um tema importante para a agenda internacional do Brasil.
- No entanto, há riscos ambientais significativos associados à exploração de petróleo nessa região.
- Um acidente na área de petróleo pode ter consequências graves para o meio ambiente e para as relações internacionais do país.
- Há preocupações com a possibilidade de ativistas internacionais protestarem contra a exploração da margem equatorial durante eventos importantes em Belém.
Multilateralismo
- O governo brasileiro aposta no multilateralismo e no reforço do sistema ONU como forma de ganhar musculatura internacionalmente.
- No entanto, o país está indo na contramão internacional ao manter políticas econômicas neoliberais enquanto o mundo discute alternativas.
Limites do Protagonismo Brasileiro
Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes discutem as limitações do protagonismo brasileiro em relação a governos anteriores.
Limitações do Protagonismo Brasileiro
- O atual governo tem mais limitações para o protagonismo em comparação com governos anteriores.
Agradecimentos Finais
Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes fazem seus agradecimentos finais e encerram a palestra.
Agradecimentos Finais
- Os palestrantes agradecem à plateia pela participação e paciência.
- A plateia aplaude os palestrantes.
Referências ao Programa de Jô Soares
Visão Geral da Seção: Nesta seção, um dos palestrantes faz referência ao programa de Jô Soares e elogia sua inteligência e cultura.
Referências ao Programa de Jô Soares
- Um dos palestrantes menciona o programa de Jô Soares como uma fonte de inspiração cultural.
- Os palestrantes são elogiados por sua exposição brilhante.
Dificuldades dos Alunos com Transporte
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é mencionado que os alunos têm dificuldades com transporte e que as palestras são condensadas para não prejudicá-los.
Dificuldades dos Alunos com Transporte
- Os alunos têm dificuldades de transporte, o que leva a palestras condensadas.
Perguntas dos Alunos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, os alunos fazem perguntas aos palestrantes.
Guerra na Ucrânia
- Um aluno questiona por que a guerra na Ucrânia é sempre retratada como uma luta entre Rússia e Estados Unidos, sem menção ao governo ucraniano fascista e suas ações.
- O aluno pergunta qual é a posição dos professores em relação a essa questão.
Priorização do BRICS
- Um aluno pergunta se o Brasil deveria priorizar o BRICS em vez de defender valores ocidentais como democracia e estado de direito.
Outras Perguntas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, outros alunos fazem perguntas aos palestrantes.
Pergunta Inaudível
- Uma pergunta inaudível é feita por um aluno.
Encerramento e Discussão sobre a Guerra na Ucrânia
Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes encerram a discussão e respondem a perguntas sobre a guerra na Ucrânia.
A Liderança na Guerra da Ucrânia
- A liderança do Celeste tem sido impressionante na guerra.
- O contexto do isolamento internacional não ajuda muito, mas a liderança da Ucrânia tem tido um papel super importante.
- A história da região é importante para entender o conflito dentro da própria Ucrânia.
- O batalhão incorporado do exército regular ucraniano inclui elementos nazistas explícitos.
Os Papéis de Putin e dos Meios de Comunicação Ocidentais
- Putin está fazendo um papel que ajuda essa coisa narrativa. Ele sabe se comunicar e sabe fazer o seu papel.
- Setores extremistas de direita na Rússia apoiam Putin e a guerra mais do que qualquer coisa.
- A narrativa que interessa aos meios de comunicação ocidentais é aquela que prevalece no mundo todo.
Guerra de Narrativas
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a guerra de narrativas em torno dos BRICS e dos valores ocidentais. Ele também fala sobre a narrativa que prevalece nos grandes meios de comunicação no Brasil.
Narrativa que Prevalece
- A narrativa que interessa aos grandes meios de comunicação no Brasil é aquela que interessa ao lado com mais influência na guerra.
- Os nazistas ucranianos não são um grupo nazista, mas sim um grupo oportunista que achou um atalho para resolver seus problemas.
- Existe uma guerra de narrativas em torno dos BRICS e dos valores ocidentais.
Agenda dos BRICS
- Até 2014, a agenda dos BRICS era extremamente econômica.
- Eles discutiram o acordo de reservas e o banco do desenvolvimento.
Comercialização com a China
- O governo Bolsonaro não vai discutir sobre valores ocidentais com os outros países do BRICS.
- O projeto brasileiro de comercialização com a China tem efeitos perversos do ponto de vista do desenvolvimento brasileiro.
- A estratégia de desenvolvimento oferecida pela China pode comprometer o desenvolvimento futuro do Brasil.
Definindo uma Estratégia
- É importante definir uma estratégia para as relações internacionais, incluindo saber quem são os melhores parceiros e os piores parceiros.
- É preciso saber para onde se quer ir não só do ponto de vista econômico, mas também cultural, político e em termos de valores.
Pode ser que dê samba (aplausos)