AO VIVO: III Seminário Nacional - As transformações na Ordem Internacional - NOITE

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Continuação do Seminário sobre Política Externa Brasileira

Nesta seção, é feito um sorteio de livros doados pelo Professor Henrique Altemani. Em seguida, o professor Rafael Duarte Villa e Ademar dos Santos Mineiro são apresentados como palestrantes da mesa que irá tratar sobre segurança e governança internacional e o papel do Brasil.

Sorteio de Livros

  • O Professor Henrique Altemani doou alguns livros para serem sorteados.
  • As pessoas presentes no evento devem escolher um número para participar do sorteio.
  • Carlos ajuda a entregar os livros.
  • Fábio pede um número aleatório.
  • Alice escolhe o número 28.
  • Antônio Jorge também participa do sorteio.

Apresentação dos Palestrantes

  • Os palestrantes da mesa são Rafael Duarte Villa e Ademar dos Santos Mineiro.
  • Eles irão falar sobre segurança e governança internacional e o papel do Brasil.

Palestra de Rafael Duarte Villa

Nesta seção, o professor Rafael Duarte Villa começa sua palestra falando sobre a importância da cooperação internacional em questões de segurança.

  • A cooperação internacional é fundamental para lidar com questões de segurança global.
  • O Brasil tem uma posição importante na América Latina em relação à segurança regional.
  • O país tem sido ativo em missões de paz das Nações Unidas, como no Haiti e no Líbano.
  • A política externa brasileira busca promover a paz, a segurança e a estabilidade na região.

Palestra de Ademar dos Santos Mineiro

Nesta seção, o palestrante Ademar dos Santos Mineiro fala sobre a integração regional e o papel da China na América Latina.

  • A integração regional é importante para fortalecer a posição da América Latina no cenário internacional.
  • A China tem desempenhado um papel cada vez mais importante na região, especialmente em termos econômicos.
  • O Brasil e a Argentina têm uma relação importante com a China, mas é preciso ter cuidado para não se tornarem dependentes do país asiático.
  • É necessário buscar uma integração que leve em conta as diferenças entre os países da região.

A Política Internacional

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a contestação do sistema de governança tradicional e a falta de capacidade de liderança internacional.

Sistema de Governança Internacional

  • Existe uma contestação do sistema de governança tradicional.
  • As principais instituições internacionais, como a OMC e o Conselho de Segurança da ONU, estão perdendo legitimidade.
  • Há uma falta de capacidade de liderança internacional no sistema atual.

Papel do Brasil na Governança Internacional

  • A política externa brasileira tem sido influenciada pela questão da legitimidade dos atores que participam do sistema de governança internacional.
  • O Brasil teve uma participação destacada em iniciativas como o BRICS e a construção de instituições regionais, mas não conseguiu mudar significativamente o sistema global.
  • Apesar da insensiva participação do Brasil por uma reforma do Conselho de Segurança, isso não aconteceu.

Mudanças no Poder Brasileiro

  • O Brasil perdeu poder relativo no sistema internacional nos últimos anos.
  • Talvez essa posição mais fraca possa dar ao Brasil mais condições para mudar o sistema atual.

Guerra entre Rússia e Ucrânia

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a guerra entre Rússia e Ucrânia e como isso pode afetar a governança internacional.

Guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia

  • A guerra entre Rússia e Ucrânia é uma guerra de agressão.
  • A capacidade de reação da Ucrânia é limitada.
  • O Brasil não tem muita influência nesse conflito.

Limitações do Brasil na governança internacional

  • O Brasil tem pouca representatividade na economia política internacional.
  • O sistema de governança internacional é muito amplo para que o Brasil possa influenciar uma agenda significativa em segurança global.
  • A atuação mais propositiva do Brasil em segurança global é difícil.

Reconstrução das instituições políticas de segurança

  • O Brasil tem uma janela de oportunidade na reconstrução das instituições políticas de segurança.
  • A reconstrução deve ser feita com base no princípio da sustentabilidade.
  • A falta de sustentabilidade levou ao fracasso das iniciativas anteriores de integração ou cooperação racional.

Integração Regional e Sustentabilidade

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a importância da integração regional na América Latina e como ela deve ser pensada a partir do princípio da sustentabilidade.

A importância da integração regional

  • O palestrante destaca a importância da integração regional na América Latina.
  • Ele menciona um filósofo venezuelano que chocou o país ao propor uma visão integracionista em um discurso no Congresso.
  • Bolívar é chamado de "pai da Pátria" por sua contribuição para a integração regional.

Sustentabilidade na integração regional

  • O palestrante enfatiza que projetos de integração devem ser pensados ​​a partir do princípio da sustentabilidade.
  • Projetos de longo prazo são necessários para garantir a eficácia da integração.
  • A UNASUL foi uma tentativa bem-sucedida de integração política na América Latina.

Exemplos de atuação

  • O Brasil teve um papel importante na estabilização do conflito racional e nacional.
  • Conservadores criaram o Grupo de Lima para combater a influência esquerdista na região.
  • O Brasil tem poder de intervenção em questões de segurança e gestão de conflitos.

Segurança na América Latina

  • O modelo de segurança na América Latina é híbrido, combinando comportamentos cooperativos com forte atuação da violência transnacional.
  • Grupos violentos representam uma ameaça à integração regional.

Segurança na América Latina

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a segurança na América Latina e como ela é afetada por conflitos e violência transnacional.

Conflitos na América Latina

  • A América Latina teve três grandes guerras em sua história, incluindo a Guerra do Paraguai em 1864 e a Guerra do Pacífico entre Chile, Peru e Bolívia de 1870 a 1872.
  • A região também experimentou conflitos no século XX, incluindo a Guerra das Malvinas entre Argentina e Reino Unido.
  • Embora muitos pensem que a América Latina é uma região pacífica, há um sistema de segurança que visa prevenir conflitos.

Cooperação em Segurança

  • A cooperação em segurança é praticada por meio de instituições como o Conselho Sul-Americano de Defesa.
  • O Brasil, Argentina e Chile são os principais países envolvidos nessa cooperação.
  • A região tem um tratado bilateral para cooperação em recuperação.

Violência Transnacional

  • Há um terceiro nível de segurança relacionado à violência transnacional que afeta as instituições dos dois primeiros níveis.
  • Grupos transnacionais estão presentes em toda a região, incluindo México, Colômbia e Brasil.
  • A América Latina tem uma das maiores taxas de homicídios do mundo.

Governança

  • A governança é um fenômeno de produção e reprodução de regras.
  • A violência na América Latina é concentrada no norte e nordeste do Brasil.
  • A região tem uma das maiores taxas de homicídios do mundo.

O Papel do Brasil no Cenário Internacional

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a possibilidade de um protagonismo brasileiro no cenário internacional e faz uma análise histórica dos momentos em que o país assumiu esse papel.

A Importância da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA)

  • Em 2003, quando Lula tomou posse, a questão da ALCA era um grande problema.
  • Houve um plebiscito sobre a questão da ALCA com participação de milhões de pessoas e uma rejeição dramática à proposta.
  • A proposta da ALCA seria problemática do ponto de vista estrutural para uma nova estratégia de desenvolvimento que era uma proposta do governo Lula.

Transformações Políticas e Econômicas

  • O período seguinte ao governo Lula foi marcado por transformações políticas e econômicas.
  • Houve mudanças na política externa brasileira, como a aproximação com países africanos e árabes.
  • No entanto, houve também problemas internos, como escândalos de corrupção.

Possibilidade de Retorno ao Protagonismo Brasileiro

  • Existe a possibilidade de retorno ao protagonismo brasileiro no cenário internacional?
  • O atual governo tem enfrentado críticas em relação à sua política externa.
  • No entanto, o Brasil ainda tem potencial para assumir um papel de liderança no cenário internacional.

A Rodada do Desenvolvimento e a criação do G20 da OMC

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a proposta dos Estados Unidos para a Rodada do Desenvolvimento após as invasões no Afeganistão e Iraque. Ele também fala sobre como o Brasil jogou na defensiva nas discussões da ALCA e do MC, mas conseguiu acumular força diplomática. Além disso, ele menciona a criação do G20 da OMC liderado pelo Brasil e Índia.

Proposta dos EUA para a Rodada do Desenvolvimento

  • Os Estados Unidos apresentaram uma proposta após as invasões no Afeganistão e Iraque.
  • A proposta era chamada de "Rodada do Desenvolvimento" e daria algumas concessões aos países em desenvolvimento na área de agricultura.
  • Na realidade, os países desenvolvidos não faziam nenhuma concessão na área de agricultura durante as discussões concretas.

Discussões da ALCA

  • O Brasil jogou na defensiva nas discussões da ALCA.
  • A ideia inicial era mudar os termos da discussão, mas isso inviabilizou a ALCA.
  • Em 2003, houve uma ministerial em Miami que foi uma das últimas tentativas de resolver os impasses que estavam presentes na criação da ALCA.

Criação do G20 da OMC

  • Em 2003, o Brasil lançou o G20 da OMC na ministerial do homem em Cancún.
  • O G20 da OMC era uma articulação de países em desenvolvimento liderado pelo Brasil e Índia que colocava os interesses desses países em destaque.
  • A partir desse momento, a conversa fechada que envolvia apenas os países desenvolvidos passou a ser mais ampla.

O papel do Brasil na negociação internacional

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil na negociação internacional e como ele se sente mais confortável em negociar de forma multifacetada.

Oportunidades de negociação para o Brasil

  • O Brasil tem mais oportunidades de negociação quando pode articular forças com diversos países grandes.
  • A iniciativa do ibas permitiu que o Brasil articulasse com a África do Sul e outros países democráticos conhecidos.
  • A diplomacia no âmbito dos países de língua oficial portuguesa, especialmente Angola e Moçambique, permitiu ao Brasil inserir-se mais no sul da África.

Iniciativas que fortaleceram a posição do Brasil

  • A utilização da diplomacia no âmbito dos países de língua oficial portuguesa.
  • A iniciativa da Unasul que dá musculatura ao Brasil inclusive com a discussão do sistema de defesa.
  • A questão do G20 financeiro que foi presidido pelo Ministro da Fazenda brasileiro durante a crise financeira global.

Criação do G20 dos líderes

  • Durante a crise financeira global, as autoridades financeiras jogaram a toalha e foi necessário criar um grupo no nível dos chefes de estado/governo.
  • Foi criado o G20 dos líderes mundiais, que se reúne em cúpulas para discutir questões globais.

O papel do Brasil no G20 e a criação do BRICS

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil no G20 e como isso levou à criação do BRICS.

O que é o G20 e qual foi o papel do Brasil?

  • O G20 foi criado para administrar a crise financeira internacional com países que tinham um volume de reservas.
  • O Brasil começou a aparecer como protagonista no G20 por ter acumulado reservas.
  • O Brasil cumpriu um papel interessante de fazer uma espécie de meio de campo entre os países ocidentais e os países emergentes.

Como surgiu o BRICS?

  • A Rússia, China e Índia começaram a se articular junto com o Brasil para financiar o sistema financeiro internacional.
  • Um analista financeiro inglês discutiu sobre os países BRIC, levando à criação desse agrupamento.
  • Os líderes dos quatro países BRIC se reuniam antes das reuniões do G20 para debater a agenda da reunião.

Qual foi o impacto do BRICS?

  • O BRICS tornou-se uma fração política dentro do G20.
  • O Brasil ganhou importância política no cenário internacional por ser parte desse grupo.
  • O BRICS ajudou a distensionar conflitos diretos entre Estados Unidos e China.

Como o BRICS afetou a diplomacia brasileira?

  • O protagonismo do Brasil na diplomacia atingiu seu auge durante o governo de Dilma Rousseff.
  • A diplomacia brasileira tornou-se mais ativa e propôs aventuras como a questão do Irã.
  • Os temas da integração regional perderam importância na diplomacia brasileira.

O papel do Brasil na disputa hegemônica entre Estados Unidos e China

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil na disputa hegemônica entre os Estados Unidos e a China.

A ascensão da China como potência mundial

  • Em 2003, o Brasil tinha uma posição defensiva em relação à política internacional.
  • Em 2010, após oito anos de governo, Lula deixou a presidência com mais de 80% de aprovação popular.
  • Existe uma disputa hegemônica entre os Estados Unidos e a China que antes estava meio debaixo do pano.
  • O projeto chinês de cinturão em rota é um projeto de afirmação política da liderança chinesa para dentro e para fora.

O projeto cinturão em rota

  • O projeto cinturão em rota é vendido como uma solução interna para desenvolver o Oeste da China.
  • Ele também aparece como um projeto de hegemonia chinesa a nível mundial.
  • A China oferece um cardápio de integração que pode ser escolhido pelos países interessados.
  • Isso é uma vantagem do ponto de vista chinês porque ela oferece opções flexíveis aos países interessados.

A China e sua capacidade de impor

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a capacidade da China de impor sua vontade sobre outros países.

Capacidade limitada de impor

  • A China ainda não tem condições de impor sua vontade sobre outros países.
  • Parte da imposição está relacionada ao poder militar que a China pode ter em relação aos vizinhos, mas não muito além disso.
  • Alguns dos vizinhos da China, como Rússia e Índia, são grandes demais para serem facilmente controlados pela China.
  • A capacidade chinesa é mais limitada quando se trata de impor coisas em Taiwan ou em países maiores como Vietnã ou Laos.

Mudança na disputa hegemônica

  • Há uma mudança importante na disputa hegemônica onde a China passa a ter um papel mais proeminente.
  • Isso é evidenciado pela proposta do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), onde a participação tem um custo que antes não existia.

Perda de relevância das instituições pós-Segunda Guerra Mundial

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute a perda de relevância das instituições criadas após a Segunda Guerra Mundial.

Limitações do sistema ONU

  • O sistema ONU mostra limitações para administrar essa institucionalidade.
  • A guerra mostrou no caso da OMS na questão da pandemia limitações evidentes.

Limitações do ponto de vista econômico

  • A estrutura do ponto de vista econômico que foi montada, como o FMI, Banco Mundial e ao MC como grátis que foi Finanças fundos para desenvolvimento e Comércio tem limitações claríssimas.
  • A OMC está travada e não é por causa do Brasil, mas sim dos Estados Unidos que não indica lá o pessoal da solução de arbítida do mecanismo de arbitragem de solução de controvérsias da OMC.

Perda de relevância das instituições criadas no pós-Segunda Guerra Mundial

  • Há uma perda de relevância das instituições criadas no pós-Segunda Guerra Mundial.
  • Isso é evidenciado pela posição russa em relação à criação do banco dos BRICS até 2014.

Criação do Banco

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a criação de um banco e como isso pode afetar o sistema financeiro global.

Importância do Banco

  • O palestrante está entusiasmado com a criação do banco.
  • O FMI e o Banco Mundial não têm capacidade de resposta, então um novo banco seria necessário.
  • Mudanças tecnológicas importantes estão acontecendo, incluindo Big Data, robótica, nanotecnologia e inteligência artificial.

Alterações nas Cadeias de Produção Global

  • A pandemia alterou os fluxos de comércio e as cadeias de produção global.
  • Elementos ideológicos também afetam as cadeias de produção global.
  • A guerra na Ucrânia reforça essa discussão e cada vez mais você vai tendo uma regionalização das cadeias de produção.

Mudança na Leitura Geopolítica Internacional

  • A guerra na Ucrânia muda a leitura geopolítica internacional.
  • Os Estados Unidos mudaram sua abordagem econômica sob Trump para colocar dinheiro pesadamente em disputas hegemônicas.

Questões Ambientais

  • Há uma ênfase crescente na questão ambiental. Muitos dizem que estamos chegando a um ponto sem retorno no estrago ambiental.

Último Ponto

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute um último ponto.

Último Ponto

  • O palestrante tenta fazer seu último ponto rapidamente.

O papel do Brasil no cenário internacional

Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute o papel do Brasil no cenário internacional e como a política do governo Bolsonaro afetou a imagem do país.

Ruptura institucional e isolamento

  • Países sujeitos a ruptura institucional não são confiáveis no cenário internacional.
  • A política de Bolsonaro com os bons ventos do isolacionismo apresentado como sucesso levou ao isolamento do Brasil.
  • Cena em que líderes mundiais evitam Bolsonaro durante o G20 na Itália mostra o isolamento do Brasil.
  • Visita de Bolsonaro a Putin quando ninguém mais queria visitar mostra outro exemplo de isolamento.

Desafios para superar o isolamento

  • Superar o isolamento não é uma tarefa fácil e rápida.
  • Setores financeiramente dominantes no Brasil têm interesses conflitantes em relação à disputa hegemônica global, tornando difícil definir uma posição clara para o país.
  • Governabilidade brasileira é pequena em relação ao conflito principal de respeito ao clima, tornando difícil articular uma posição clara.

Conclusão

O palestrante conclui que superar o isolamento e definir uma posição clara para o Brasil no cenário internacional será um desafio.

Desafios Econômicos e Ambientais do Brasil

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os desafios econômicos e ambientais que o Brasil enfrenta atualmente.

Desempenho Econômico

  • O governo atual tem tido dificuldades em produzir resultados econômicos expressivos nos últimos seis anos.
  • Embora haja sinais de retomada do crescimento econômico, ainda há muitas dúvidas sobre como isso será alcançado.
  • O Brasil corre o risco de perder sua posição no ranking das maiores economias mundiais.

Meio Ambiente

  • A exploração de petróleo na margem equatorial é um tema importante para a agenda internacional do Brasil.
  • No entanto, há riscos ambientais significativos associados à exploração de petróleo nessa região.
  • Um acidente na área de petróleo pode ter consequências graves para o meio ambiente e para as relações internacionais do país.
  • Há preocupações com a possibilidade de ativistas internacionais protestarem contra a exploração da margem equatorial durante eventos importantes em Belém.

Multilateralismo

  • O governo brasileiro aposta no multilateralismo e no reforço do sistema ONU como forma de ganhar musculatura internacionalmente.
  • No entanto, o país está indo na contramão internacional ao manter políticas econômicas neoliberais enquanto o mundo discute alternativas.

Limites do Protagonismo Brasileiro

Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes discutem as limitações do protagonismo brasileiro em relação a governos anteriores.

Limitações do Protagonismo Brasileiro

  • O atual governo tem mais limitações para o protagonismo em comparação com governos anteriores.

Agradecimentos Finais

Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes fazem seus agradecimentos finais e encerram a palestra.

Agradecimentos Finais

  • Os palestrantes agradecem à plateia pela participação e paciência.
  • A plateia aplaude os palestrantes.

Referências ao Programa de Jô Soares

Visão Geral da Seção: Nesta seção, um dos palestrantes faz referência ao programa de Jô Soares e elogia sua inteligência e cultura.

Referências ao Programa de Jô Soares

  • Um dos palestrantes menciona o programa de Jô Soares como uma fonte de inspiração cultural.
  • Os palestrantes são elogiados por sua exposição brilhante.

Dificuldades dos Alunos com Transporte

Visão Geral da Seção: Nesta seção, é mencionado que os alunos têm dificuldades com transporte e que as palestras são condensadas para não prejudicá-los.

Dificuldades dos Alunos com Transporte

  • Os alunos têm dificuldades de transporte, o que leva a palestras condensadas.

Perguntas dos Alunos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, os alunos fazem perguntas aos palestrantes.

Guerra na Ucrânia

  • Um aluno questiona por que a guerra na Ucrânia é sempre retratada como uma luta entre Rússia e Estados Unidos, sem menção ao governo ucraniano fascista e suas ações.
  • O aluno pergunta qual é a posição dos professores em relação a essa questão.

Priorização do BRICS

  • Um aluno pergunta se o Brasil deveria priorizar o BRICS em vez de defender valores ocidentais como democracia e estado de direito.

Outras Perguntas

Visão Geral da Seção: Nesta seção, outros alunos fazem perguntas aos palestrantes.

Pergunta Inaudível

  • Uma pergunta inaudível é feita por um aluno.

Encerramento e Discussão sobre a Guerra na Ucrânia

Visão Geral da Seção: Nesta seção, os palestrantes encerram a discussão e respondem a perguntas sobre a guerra na Ucrânia.

A Liderança na Guerra da Ucrânia

  • A liderança do Celeste tem sido impressionante na guerra.
  • O contexto do isolamento internacional não ajuda muito, mas a liderança da Ucrânia tem tido um papel super importante.
  • A história da região é importante para entender o conflito dentro da própria Ucrânia.
  • O batalhão incorporado do exército regular ucraniano inclui elementos nazistas explícitos.

Os Papéis de Putin e dos Meios de Comunicação Ocidentais

  • Putin está fazendo um papel que ajuda essa coisa narrativa. Ele sabe se comunicar e sabe fazer o seu papel.
  • Setores extremistas de direita na Rússia apoiam Putin e a guerra mais do que qualquer coisa.
  • A narrativa que interessa aos meios de comunicação ocidentais é aquela que prevalece no mundo todo.

Guerra de Narrativas

Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a guerra de narrativas em torno dos BRICS e dos valores ocidentais. Ele também fala sobre a narrativa que prevalece nos grandes meios de comunicação no Brasil.

Narrativa que Prevalece

  • A narrativa que interessa aos grandes meios de comunicação no Brasil é aquela que interessa ao lado com mais influência na guerra.
  • Os nazistas ucranianos não são um grupo nazista, mas sim um grupo oportunista que achou um atalho para resolver seus problemas.
  • Existe uma guerra de narrativas em torno dos BRICS e dos valores ocidentais.

Agenda dos BRICS

  • Até 2014, a agenda dos BRICS era extremamente econômica.
  • Eles discutiram o acordo de reservas e o banco do desenvolvimento.

Comercialização com a China

  • O governo Bolsonaro não vai discutir sobre valores ocidentais com os outros países do BRICS.
  • O projeto brasileiro de comercialização com a China tem efeitos perversos do ponto de vista do desenvolvimento brasileiro.
  • A estratégia de desenvolvimento oferecida pela China pode comprometer o desenvolvimento futuro do Brasil.

Definindo uma Estratégia

  • É importante definir uma estratégia para as relações internacionais, incluindo saber quem são os melhores parceiros e os piores parceiros.
  • É preciso saber para onde se quer ir não só do ponto de vista econômico, mas também cultural, político e em termos de valores.

Pode ser que dê samba (aplausos)

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As transformações na Ordem Internacional e os desafios da Política Externa Brasileira CONCEITO As transformações na Ordem e nas Relações Internacionais são destacáveis no século XXI. Dentre outras questões, ressaltam-se as mudanças na distribuição de poder entre as Nações, a emergência de novas alianças e a busca por uma geometria variável e o papel central que adquirem as novas tecnologias na vida dos indivíduos, sociedade civil, empresas, Estados e Organizações Internacionais. Ao passo, há muito se discute uma nova arquitetura internacional, tendo como um de seus epicentros a reforma de uma série de Organizações Internacionais. Recentemente, o documento Our Common Agenda, lançado pelo Secretário Geral da ONU, António Guterrez, sintetiza uma série de demandas e desafios com relação à governança global e à democratização da ONU. Como sabemos, há muito tempo, os países do Sul Global – e alguns outros países desenvolvidos – se tornaram protagonistas nestes debates e transformações. Com a recente eleição de Luiz Inácio Lula da Silva a presidente do Brasil, estas discussões se aprofundarão, tendo em vista a liderança de Lula no cenário internacional, suas recentes manifestações e a Política Externa ativa e altiva de seus mandatos anteriores. No marco das mudanças que ocorrem (e que são pretendidas por uma série de países) na Ordem Internacional e na governança das Relações Internacionais, o tema do BRICS, da UNASUL, da CELAC e a Reforma do Conselho de Segurança se destacam. Ainda, a diplomacia presidencial também está se ocupando de questões como a Paz na guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Passados 100 dias de governo, este seminário objetiva refletir e discutir sobre as transformações na Ordem Internacional e os desafios da Política Externa Brasileira que ora se exerce e anuncia.