FREUD (2) – O ID | PSICANÁLISE (SEGUNDA TEMPORADA)

FREUD (2) – O ID | PSICANÁLISE (SEGUNDA TEMPORADA)

Introdução

Visão geral da seção: Nesta seção introdutória, é explicado o conceito de id e sua função na personalidade.

O que é o id?

  • O id é uma região psíquica inconsciente localizada no núcleo da personalidade.
  • O termo "id" significa isso e representa o componente não dominante da personalidade.
  • Sua principal função é buscar a redução de tensões através da satisfação das necessidades básicas.
  • O id busca constantemente o prazer, sem considerar restrições ou limitações.

Características do id

Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas as características do id e como ele age.

Comportamento do recém-nascido

  • Um recém-nascido personifica o id, agindo livremente sem restrições do ego ou superego.
  • O bebê busca a satisfação de suas necessidades sem considerar a adequação ou possibilidade.
  • Exemplo: O bebê gosta de sugar para obter prazer, independentemente do objeto que está sendo sugado.

Realismo e lógica do id

  • O id não tem contato direto com a realidade e não amadurece com as experiências individuais.
  • Pode sustentar ideias incompatíveis simultaneamente, pois não possui moralidade ou capacidade de julgamento de valor.
  • A energia do id é direcionada principalmente para buscar o prazer sem considerar o que é adequado ou justo.

Resumo do id

Visão geral da seção: Nesta seção, é feito um resumo das características do id.

  • O id é primitivo, caótico e impulsivo.
  • Não está sujeito a mudanças ao longo do tempo e permanece imutável.
  • É desorganizado e cheio de energia, que se manifesta através das pulsões básicas.
  • O id é o reservatório das pulsões de vida e morte, que motivam nossos pensamentos, sentimentos e ações.

Relação com as necessidades corporais

Visão geral da seção: Nesta seção, é explicada a relação entre o id e as necessidades corporais.

  • A satisfação das necessidades corporais está diretamente relacionada ao id.
  • Quando o corpo está em estado de necessidade (fome, sede, carência sexual), o id age para reduzir essa tensão buscando evitar a dor e aumentar o prazer.
  • O princípio do prazer guia as ações do id na busca pela satisfação imediata das necessidades.

Natureza original do id

Visão geral da seção: Nesta seção final, são apresentadas informações sobre a natureza original do id.

  • O ide é considerado o aspecto original da personalidade, enraizado na biologia individual.
  • Ele não resulta da experiência social e permanece inalterado ao longo da vida.
  • Pode ser comparado a um caldeirão fervendo que contém desejos poderosos e primitivos em busca de expressão imediata e completa.
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Playlist dessa série: https://www.youtube.com/watch?v=_XTPoSLFF0o&list=PLYb8MujOHWhAFRgJZvpsKExlgonlY3NTo O id, segundo Freud, é uma região psíquica totalmente inconsciente localizada no núcleo da personalidade. O termo id significa “isso”, ele é o componente não dominado da personalidade. O tempo inteiro, o id busca reduzir tensões através da satisfação de necessidades básicas, pois sua única função é a busca do prazer. Daí a afirmação de que o id serve ao princípio do prazer. Um recém-nascido é a personificação do id, livre das restrições do ego e do superego. O bebê busca a satisfação das suas necessidades sem considerar o que é possível nem o que é adequado. Nada disso importa. Por exemplo: o bebê gosta de sugar porque sente prazer na sucção. Não importa se ele suga um seio, uma mamadeira ou outro objeto qualquer. O id não se importa se apenas o leite tem valor nutricional, pois o id não está em contato com a realidade, ele simplesmente deseja satisfazer o desejo pulsional de sugar. O id é o reservatório das nossas pulsões básicas: a pulsão de vida e a pulsão de morte; nosso desejo inato de criar, expandir e florescer; bem como o desejo inato de destruir, matar e morrer. É a combinação dessas pulsões que motiva nossos pensamentos, sentimentos e nossas ações no mundo. id ego superego ------------------------------------------ Obras sugeridas: “Theories of Personality”, 7 ed., de Jess Feist e Gregory Feist. “Theories of Personality”, 9 ed., de Duane Schultz e Sydney E. Schultz. “Theories of Personality”, 9 ed., de Richard Ryckman.