Topografia. Aula 4. Equipamentos e materiais.
Introdução à Topografia
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o instrutor cumprimenta os alunos e introduz o assunto de topografia. Ele menciona que discutirão sobre os acessórios e equipamentos utilizados na topografia.
Acessórios e Equipamentos Utilizados na Topografia
- Os materiais utilizados no campo incluem piquetes de madeira, estacas, pregos, marretas, batedor de madeira e motosserra para limpeza do caminho.
- Além disso, são necessários equipamentos como prancheta para anotações, caderneta de campo, baliza, globo ocular, tripé, teodolito, estação total e GPS.
- No escritório, o profissional precisa de lápis, borracha, papel, régua transferidora, esquadros escalímetros computador e calculadora.
- Atualmente é comum utilizar equipamentos digitais para desenhos e cálculos topográficos.
- Estacas são usadas para marcar pontos topográficos no terreno.
- A baliza é uma vara de metal que auxilia na visualização dos pontos topográficos durante as medições.
- É importante posicionar a baliza verticalmente para obter leituras precisas.
- As miras falantes ou estadimétricas são réguas centimetradas dobráveis ou telescópicas utilizadas para medir distâncias entre o aparelho e o ponto topográfico.
- A mira permite medir a distância, enquanto a baliza possibilita determinar a posição e o ângulo.
Conclusão
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o instrutor conclui a discussão sobre os acessórios e equipamentos utilizados na topografia.
Recapitulação dos Acessórios e Equipamentos
- Os materiais utilizados no campo incluem piquetes de madeira, estacas, pregos, marretas, batedor de madeira e motosserra para limpeza do caminho.
- No escritório, são necessários lápis, borracha, papel, régua transferidora, esquadros escalímetros computador e calculadora.
- Estacas são usadas para marcar pontos topográficos no terreno.
- A baliza é uma vara de metal que auxilia na visualização dos pontos topográficos durante as medições.
- As miras falantes ou estadimétricas são réguas centimetradas dobráveis ou telescópicas utilizadas para medir distâncias entre o aparelho e o ponto topográfico.
Leitura da Mira
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado o que é a mira e como realizar sua leitura. A mira é uma régua longa, resistente e dividida em centímetros.
Características da Mira
- A mira tem até 4 metros de comprimento.
- Deve ser resistente e manuseada com cuidado.
- É dividida em centímetros.
- Possui marcações a cada 10 cm e também a cada 1 cm.
Exemplo de Leitura da Mira
- Um exemplo de leitura seria a marcação "06", que representa 0,6 metros ou 60 cm.
- Outra marcação seria "07", equivalente a 0,7 metros ou 70 cm.
- A marcação "08" corresponde a 0,8 metros ou 80 cm.
Divisões e Formato da Mira
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentadas as divisões e o formato da mira para facilitar sua leitura à distância.
Divisões da Mira
- A mira é subdividida em espaços de 10 cm.
- Cada espaço de 10 cm é marcado com uma linha branca seguida por uma linha preta, representando um centímetro.
Formato Especial da Mira
- O formato especial da mira é conhecido como "formato de ir".
- Esse formato facilita a leitura à distância, pois possui uma aba no meio que indica cinco centímetros acima e abaixo dela.
Leitura das Marcações na Mira
Visão geral da seção: Nesta seção, é explicado como realizar a leitura das marcações na mira e como interpretar os valores obtidos.
Exemplo de Leitura
- Um exemplo de leitura seria a marcação "A4 A5", que está entre as marcações 04 e 05.
- Contando a partir da marcação 04, temos 40 centímetros.
- Portanto, a altura correspondente a essa leitura seria de 0,45 metros.
Dificuldades na Leitura da Mira
Visão geral da seção: Nesta seção, são abordadas as dificuldades encontradas ao realizar a leitura da mira e a importância de ter uma boa capacidade visual.
Dificuldades na Leitura
- A leitura precisa ser precisa e requer uma boa capacidade visual.
- Alunos nem sempre possuem essa habilidade visual.
- É importante fazer as anotações em metros para facilitar os cálculos.
Nível de Cantoneira e Tripé
Visão geral da seção: Nesta seção, são apresentados o nível de cantoneira e o tripé como acessórios utilizados juntamente com a mira.
Nível de Cantoneira
- O nível de cantoneira consiste em um recipiente com líquido e uma bolha para auxiliar no nivelamento vertical da baliza ou mira falante.
- É acoplado à baliza ou mira falante para facilitar a leitura correta.
Tripé
- O tripé é a base de apoio para os equipamentos topográficos.
- Possui acoplamento para fixar o equipamento, como luneta, teodolito ou estação total com antena de GPS.
- Deve ser robusto, resistente e ajustável aos terrenos irregulares.
Preparação do Local e Fixação do Equipamento
Visão geral da seção: Nesta seção, são abordados os cuidados necessários ao preparar o local e fixar o equipamento no tripé.
Limpeza do Local
- É importante fazer uma limpeza no local onde será instalado o equipamento.
- Utilize ferramentas como enxada e facão para remover obstáculos.
Fixação do Equipamento
- O tripé possui parafusos para prender o aparelho na base.
- Certifique-se de que o aparelho esteja corretamente fixado no tripé.
Sistemas de medição
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante discute diferentes sistemas de medição e suas aplicações.
Sistemas abertos vs. fechados
- Os sistemas abertos são mais propensos a sujar e torcer durante o trabalho.
- Para treinamentos ou trabalhos sujos, é recomendado usar fitas métricas fechadas.
- As fitas métricas fechadas podem emperrar com sujeira e requerem limpeza regular.
Trenas e teodolitos
- As trenas são adequadas para medições menos precisas, enquanto os teodolitos são usados em levantamentos topográficos que exigem alta precisão.
- O erro de catenária ocorre quando a trena está curvada para baixo, mas esse problema pode ser corrigido com tecnologia moderna.
- Os teodolitos são equipamentos sofisticados que medem ângulos verticais e horizontais, além de distâncias verticais e horizontais.
Lunetas e estações totais
- As lunetas são utilizadas para medir pontos no mesmo nível, como marcações em curvas de nível.
- As estações totais são uma evolução dos teodolitos e permitem medições eletrônicas mais precisas.
- Elas podem se conectar ao GPS para obter coordenadas georreferenciadas.
Sistema Global de Navegação por Satélite (GPS)
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante explora o funcionamento do GPS e sua importância na obtenção de localizações precisas.
Funcionamento do GPS
- O GPS é um sistema global de navegação por satélite que permite a conexão com satélites em órbita ao redor da Terra.
- Os aparelhos de GPS se conectam aos satélites por meio de ondas de rádio para obter uma posição precisa na superfície da Terra.
- É necessário ter uma boa conexão com pelo menos três satélites para obter uma localização precisa.
Conclusão
Visão geral da seção: Nesta seção final, o palestrante conclui a discussão sobre sistemas de medição e destaca a importância do uso adequado desses equipamentos.
- A escolha do sistema de medição depende das necessidades específicas do trabalho.
- Trenas são mais simples e econômicas, enquanto estações totais oferecem maior precisão, mas também são mais caras e complexas de operar.
- O GPS é essencial para obter coordenadas georreferenciadas em levantamentos topográficos e documentação territorial.
Sistemas de Posicionamento Global (GPS)
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são apresentados os diferentes sistemas de posicionamento global existentes no mundo.
Sistemas de Posicionamento Global
- O sistema mais conhecido e antigo é o GPS (Sistema de Posicionamento Global), lançado pelos Estados Unidos em 1995, com finalidades comerciais e estratégicas.
- Além do GPS, existem outros sistemas como o GLONASS (Rússia), operacional desde 2011, o Galileo (Europa), que está em fase de implantação, e o sistema chinês.
Uso do Teodolito
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordado o uso do teodolito para realizar medições no campo.
Componentes do Teodolito
- O teodolito é composto por uma base triangular acoplada a um tripé.
- Parafusos calantes são utilizados para ajustar e nivelar o teodolito.
- A trava da base permite separar a base do restante do aparelho para manutenção.
- Um nível de bolha é utilizado para nivelar o teodolito.
- Um parafuso adicional serve para travar o movimento da luneta e fazer ajustes finos na observação dos pontos topográficos.
Visor Digital e Luneta
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são apresentados os componentes do visor digital e da luneta presentes no teodolito.
Visor Digital
- O visor digital mostra informações como ângulos (vertical e horizontal) e distâncias.
- É utilizado para realizar ajustes finos na mira.
Luneta
- A luneta é semelhante a um binóculo monocular, com lentes para ampliar o objeto observado.
- Possui parafuso de travamento e permite movimento giratório vertical para uma observação mais precisa dos pontos topográficos.
Equipamentos Topográficos - Fios Estadimétricos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos falar sobre os fios estadimétricos e sua função no aparelho topográfico.
Fios Estadimétricos
- Os fios estadimétricos estão localizados acima e abaixo da luneta.
- Eles são responsáveis por ajustar a visão da luneta, permitindo uma visão mais aberta ou fechada.
- A visada primária é utilizada para encontrar o ponto desejado de forma mais ampla.
- Após utilizar a visada primária, é possível regular com precisão a posição do ponto utilizando a luneta.
Ponto Topográfico
Visão Geral da Seção: Nesta seção, vamos discutir o ponto topográfico e como ele é visualizado com o auxílio dos equipamentos.
- O ponto topográfico é visualizado através do instrumento auxiliar presente no aparelho topográfico.
- Esse instrumento permite uma melhor visualização e direcionamento do ponto desejado.
Conclusão
Visão Geral da Seção: Nesta seção, concluímos nossa discussão sobre os equipamentos topográficos.
- Os equipamentos apresentados são essenciais para realizar medições e visualizar pontos topográficos.
- Esperamos que este conteúdo tenha sido útil para entender melhor o funcionamento desses equipamentos.
Um beijo para gravação.