Aula 15 - Risco de liquidez e risco de crédito - Curso BNB

Aula 15 - Risco de liquidez e risco de crédito - Curso BNB

Início da Aula sobre Risco de Liquidez

Visão Geral da Seção: Nesta parte, o instrutor introduz o conceito de risco de liquidez por meio de uma analogia com a venda de um imóvel, destacando a importância da negociabilidade dos ativos.

Importância da Liquidez e Risco Associado

  • Liquidez refere-se à facilidade de converter um ativo em dinheiro. Ativos com alta liquidez, como ações negociadas diariamente, permitem conversões rápidas.
  • O risco de liquidez surge quando há dificuldade em vender um ativo pelo preço justo. Maior risco implica exigência de retorno mais elevada.
  • Exemplos de ativos com alta liquidez incluem ações (Petrobras, Vale) e Fundos de Investimento com resgate diário.

Compreendendo o Risco e Retorno

  • Alta liquidez reduz o risco percebido; entretanto, o risco de liquidez indica baixa capacidade de conversão do ativo em dinheiro, demandando maior retorno.
  • Imóveis são citados como exemplo: alto risco de liquidez resulta em exigência de retorno maior para compensar a dificuldade na venda.

Exemplificação do Risco: Caso OGX

Visão Geral da Seção: O caso da empresa OGX é utilizado para ilustrar os desafios associados ao risco de liquidez em investimentos específicos.

Estudo do Caso OGX

  • Ação da OGX exemplifica queda drástica no valor decorrente do aumento do risco de liquidez. Preço caiu para 1 centavo pela falta de compradores.
  • Mesmo com preço baixo, ausência total de interessados evidencia alto risco. Dificuldade em vender destaca impacto negativo do risco de liquidez.

Proteção Contra Riscos: Reserva Financeira

Visão Geral da Seção: Estratégias para mitigar o risco são discutidas, enfatizando a importância das reservas financeiras líquidas e imediatamente acessíveis.

Estratégias Mitigadoras

  • Recomenda-se manter uma reserva financeira altamente líquida para situações emergenciais. Facilidade imediata na conversão garante segurança financeira.

Entendendo o Risco de Crédito em Investimentos

Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados conceitos essenciais sobre risco de crédito em investimentos, destacando a importância de compreender as notas de classificação e sua relação com o retorno esperado.

Importância da Classificação de Notas em Investimentos

  • A diferenciação entre notas de investimento, como A e C, influencia diretamente no nível de risco associado a um ativo financeiro.
  • Notas mais altas, como A, indicam ativos com qualidade alta e baixo risco, enquanto notas mais baixas, como C, sugerem maior risco de inadimplência ou calote.

Relação entre Risco e Retorno nos Investimentos

  • Ativos com notas mais baixas exigem retornos maiores para atrair investidores, refletindo o maior risco de crédito envolvido.
  • O nível de retorno esperado está diretamente ligado ao grau de risco assumido pelo investidor na escolha dos ativos.

Simplificação da Tabela de Classificação

  • A tabela simplificada apresenta uma hierarquia das notas (de triplo A a D), facilitando a compreensão do impacto do risco na rentabilidade dos investimentos.
  • É fundamental memorizar essa tabela simplificada para identificar rapidamente o nível de risco associado a cada nota durante avaliações ou provas.

Diferença entre Solvência e Inadimplência

Visão Geral da Seção: Aqui são exploradas as distinções cruciais entre solvência e inadimplência nas finanças pessoais e empresariais.

Compreendendo Solvência Financeira

  • Ser solvente implica ter mais ativos do que passivos financeiros, possibilitando escolhas estratégicas mesmo diante da inadimplência temporária.
  • A inadimplência surge quando há falha no cumprimento total ou parcial das obrigações financeiras; é crucial analisar atentamente os ativos disponíveis antes de tomar decisões sobre pagamentos.

Impacto da Decisão Financeira na Inadimplência

  • Mesmo sendo solvente, optar por não pagar dívidas pode resultar em situações de inadimplência prolongada até que acordos sejam alcançados com credores.

Análise Financeira e Risco de Crédito

Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados conceitos relacionados ao risco de crédito em títulos privados e públicos, bem como a diferença entre eles.

Títulos Privados vs. Públicos

  • Em títulos privados, há um risco de crédito envolvido, o que resulta em um pagamento 2% maior.
  • Títulos públicos são considerados livres de risco de crédito, refletindo em taxas de juros menores.

Capacidade de Pagamento e Alavancagem

Visão Geral da Seção: Explora-se a capacidade financeira das empresas por meio da análise da capacidade de pagamento, alavancagem e outros termos relevantes.

Termos Financeiros Essenciais

  • Capacidade de pagamento refere-se à habilidade de quitar obrigações financeiras com fontes alternativas de caixa.
  • Agências de rating fornecem opiniões sobre o crédito; suas notas não garantem segurança absoluta.

Alavancagem e Endividamento

Visão Geral da Seção: Aborda-se o conceito de alavancagem empresarial e seu impacto nos investimentos.

Alavancagem Empresarial

  • Alavancagem é a capacidade das empresas utilizarem recursos externos para maximizar lucros, podendo gerar ganhos ou perdas significativas.
  • Exemplo prático: empresa com patrimônio líquido investe na Bolsa; alavancando 100%, os resultados podem ser amplificados tanto positiva quanto negativamente.

Estrutura de Capital e Endividamento

Visão Geral da Seção: Discute-se a estrutura financeira das empresas, incluindo endividamento e sua definição.

Aspectos-Chave

  • Endividamento representa as dívidas exigíveis pela empresa, incluindo empréstimos, salários e encargos sociais.

Estrutura de Capital e EBITDA

Visão Geral da Seção: Nesta seção, são abordados conceitos essenciais relacionados à estrutura de capital e ao EBITDA, destacando a importância da minimização do WC na estrutura de capital e a definição do EBITDA como o lucro operacional proveniente das atividades principais da empresa.

Estrutura de Capital

  • A estrutura de capital é definida como o capital de terceiros dividido pelo capital próprio.
  • Uma estrutura de capital ideal é aquela que minimiza o Working Capital (WC).
  • O Working Capital foi previamente explicado na aula do Custo Médio Ponderado de Capital.

Recomendação sobre Custo Médio Ponderado de Capital

  • Em caso de dúvidas sobre o Custo Médio Ponderado de Capital, é sugerido revisitar a aula correspondente.
  • O Custo Médio Ponderado de Capital envolve o cociente entre capital de terceiros e capital próprio, além da geração de caixa EBITDA.

EBITDA e Fluxo Operacional

Visão Geral da Seção: Esta parte explora detalhes sobre o EBITDA, esclarecendo que representa o lucro operacional derivado exclusivamente das operações principais da empresa.

Definição do EBITDA

  • O EBITDA corresponde ao lucro operacional gerado pelas atividades centrais da empresa.
  • É exemplificado com uma empresa fabricante de computadores, onde as vendas dos produtos representam sua operação principal.

Fluxo Operacional versus Investimento

Visão Geral da Seção: Aqui é discutida a distinção entre fluxo operacional e investimento, ilustrando como o EBITDA reflete apenas os ganhos provenientes das operações fundamentais da empresa.

Fluxo Operacional versus Investimento

  • O exemplo dado envolve uma empresa que fabrica computadores como sua atividade principal.
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