Neuroeducação e a diversidade

Neuroeducação e a diversidade

Introdução ao Professor Nilsson

Apresentação do Professor

  • O professor Nilsson Perinase Machado é mediador de aprendizagem, master coach integral sistêmico e palestrante empresarial.
  • Ele possui doutorado em educação pela Universidade de Pioí e mestrado em ciências contábeis pela UNISIS.
  • Graduado em finanças pela FUP e ciências contábeis pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Atua como consultor na área de planejamento, estratégia, orçamento e finanças cooperativas.
  • Ao final da palestra, serão disponibilizados os contatos do professor para mais informações.

Tema da Palestra: Neurodiversidade e Neuroeducação

Desafios da Palestra

  • O professor expressa a dificuldade de abordar um tema tão amplo como neurodiversidade em apenas trinta minutos.
  • Ele menciona que o material apresentado ficará disponível para consulta posterior pelos alunos e interessados.

Abordagem Inicial

  • A palestra se concentrará na construção de pontes para uma aprendizagem inclusiva voltada para adultos.
  • O foco será na interação entre o indivíduo e seu ambiente de aprendizagem, considerando aspectos biológicos e sociais.

Conceitos Fundamentais: Neurodiversidade

Definição de Neurodiversidade

  • O termo "neurodiversidade" foi cunhado por Jude Singer, que defende que variações neurológicas são naturais e não patológicas.
  • Singer compara a diversidade mental à diversidade biológica dos ecossistemas saudáveis, sugerindo que a sociedade deve acolher essa diversidade.

Curso de Espaço e Tempo: Objetivos e Abordagens

Introdução ao Curso

  • O objetivo do curso não é transformar educadores em neurocientistas, mas sim capacitar empresários e alunos a aplicar conhecimentos técnicos no ambiente empresarial.
  • Serão abordados três grupos principais: plasticidade cerebral, atenção e memória, além das emoções que influenciam o aprendizado.

Andragogia e Neuroeducação

  • A andragogia foca na educação de adultos, reconhecendo que os alunos já chegam com experiências e problemas diversos.
  • A neuroeducação busca entender os mecanismos de aprendizagem de forma objetiva, considerando fatores como atenção, memória e estado emocional.

Mecanismos da Aprendizagem

  • Cada mecanismo de aprendizagem está associado a áreas específicas do cérebro que são estimuladas durante o processo educativo.
  • É fundamental aprofundar-se nos mecanismos para atuar efetivamente como mediador no processo de aprendizagem.

Plasticidade Cerebral

  • A plasticidade cerebral refere-se à capacidade do cérebro de formar novas sinapses; o cérebro adulto é menos plástico que o infantil.
  • Crianças criam sinapses rapidamente, mas seu cérebro ainda não está maduro para certos entendimentos complexos.

Emoções e Aprendizagem

  • Emoções têm um papel crucial na formação de memórias; associações emocionais facilitam a retenção no longo prazo.
  • Problemas emocionais podem bloquear a aprendizagem, enquanto emoções positivas podem potencializar a manutenção do conhecimento.

A Andragogia e o Aprendizado Adulto

O Papel do Conhecimento Prévio

  • O conhecimento prévio é fundamental na andragogia, utilizando as experiências dos adultos como ancoragem para facilitar a aprendizagem.
  • Os adultos possuem mais experiências que crianças, o que deve ser aproveitado no processo de ensino para promover um aprendizado construtivo.

Funções Executivas e Atenção

  • O córtex pré-frontal, responsável por funções executivas, se forma entre 18 e 22 anos, permitindo decisões mais autônomas.
  • Apesar da complexidade formada, a atenção do adulto é limitada e seletiva; ele foca apenas no que considera relevante.

Circuito de Recompensa e Motivação

  • A dopamina é crucial para a motivação e consolidação da aprendizagem; sua liberação está ligada à percepção de progresso.
  • A aprendizagem é um processo individual onde o docente ajuda na compreensão do conteúdo, mas o aluno precisa processar internamente essa informação.

Memorização e Sono

  • Para melhorar a memorização, é importante dormir bem; isso aumenta a capacidade de liberar dopamina durante o sono REM.
  • As memórias associadas a emoções importantes são armazenadas de maneira mais duradoura no cérebro.

Princípios Andragógicos

  • Os princípios andragógicos incluem autoconhecimento, experiência valorizada, prontidão para aprender e motivação intrínseca.
  • A autonomia no aprendizado ativa a liberação de dopamina, aumentando assim a motivação do aprendiz.

Valorização da Experiência

  • Utilizar as experiências dos aprendizes como substrato para novas conexões é essencial para o aprendizado efetivo.
  • Exemplos práticos como o ciclo PDCA (Planejar, Fazer, Checar e Agir), podem ser aplicados em contextos cotidianos como fazer café.

O Ciclo de Aprendizado e a Importância da Experiência

Processo de Avaliação e Ajuste

  • O processo de fazer café é utilizado como uma metáfora para o aprendizado, onde se avalia a aceitação do produto (café) por diferentes pessoas, permitindo ajustes baseados no feedback recebido.
  • A repetição do ciclo de avaliação leva à criação de um padrão que é mais aceito por um grupo maior, resultando em menos desperdício (café não vai fora).

Aplicação Imediata e Fortalecimento das Sinapses

  • Adultos preferem aplicações imediatas do conhecimento, o que está ligado ao fortalecimento das sinapses cerebrais através da resolução de problemas práticos.
  • A analogia com andar de bicicleta ilustra como habilidades aprendidas podem ser recuperadas mesmo após longos períodos sem prática.

Emoção e Memória no Aprendizado

  • A prontidão para aprender em adultos está relacionada aos papéis sociais e à relevância emocional do aprendizado; emoções positivas ou negativas influenciam a memória.
  • Elementos visuais impactantes são utilizados nos slides para facilitar o processamento emocional e cognitivo durante o aprendizado.

Diversidade na Educação e Inclusão

Desafios da Inclusão Escolar

  • A diversidade na sala de aula implica lidar com diferentes tipos de alunos, incluindo aqueles considerados neurodivergentes; a inclusão já existe nas escolas, mas ainda é deficiente.
  • O desafio se estende ao mercado de trabalho: muitos graduados enfrentam dificuldades devido à falta de preparação das instituições educacionais para lidar com essa diversidade.

Reflexões sobre Pensamento Diferente

  • Questões sobre se apenas indivíduos com diagnósticos específicos pensam diferente são levantadas; há também desafios significativos entre alunos considerados "normais".
  • Problemas comuns em ambientes educacionais incluem a padronização excessiva que não atende às necessidades individuais dos alunos.

Estratégias de Ensino para Diferentes Perfis de Alunos

Compreendendo os Perfis de Aprendizagem

  • O educador destaca a importância de reconhecer diferentes perfis de alunos dentro da sala de aula, desde aqueles que permanecem sentados até os que se movem constantemente.
  • Identifica o perfil verbal-linguístico, que se beneficia de narrativas e discussões orais, enfatizando a necessidade de adaptar o ensino a esses estilos.
  • Menciona o aluno lógico-matemático, que prefere abordagens analíticas e sistêmicas, necessitando de resolução de problemas como método eficaz.
  • Apresenta o perfil visual-espacial, que aprende melhor através da representação gráfica e visualizações; é crucial usar mapas conceituais com cores.
  • Fala sobre o sinestésico, que precisa do movimento e manipulação para aprender efetivamente; atividades práticas são essenciais para esse grupo.

Estratégias Específicas por Perfil

  • Para alunos intuitivos ou naturalistas, sugere estudos em campo e projetos comunitários como métodos eficazes para engajamento social.
  • Discute os desafios enfrentados ao ensinar alunos verbais-linguísticos a ouvir outras perspectivas durante discussões em grupo.
  • Aborda a dificuldade dos lógicos-matemáticos em aceitar situações ambíguas onde as emoções também desempenham um papel importante no aprendizado.
  • Reflete sobre as limitações dos alunos visuais quando não têm acesso aos recursos adequados para abstração e autonomia na aprendizagem.
  • Enfatiza a importância do ambiente físico na educação presencial versus à distância (AD), notando diferenças nos perfis dos aprendizes.

Aprendizagem Digital e Colaborativa

  • Descreve o aprendiz autônomo no ambiente digital, destacando sua motivação intrínseca e capacidade de auto-regulação no aprendizado assíncrono.
  • Aponta os desafios emocionais enfrentados por alunos colaborativos que buscam interação social mesmo à distância; isso requer estratégias específicas para engajamento.
  • Sugere sessões síncronas e projetos colaborativos como soluções para promover interconexões entre alunos em ambientes digitais.
  • Relata dificuldades logísticas ao coordenar aulas com alunos em fusos horários diferentes, complicando ainda mais o engajamento coletivo nas atividades propostas.
  • Menciona o perfil prático-experimental que necessita aplicar conhecimentos através da prática; gamificação é uma estratégia recomendada para este grupo.

Considerações Finais sobre Custos Educacionais

  • O educador reflete sobre a dualidade entre ser professor e sócio em uma instituição educacional, ressaltando a necessidade de viabilizar financeiramente as operações sem comprometer a qualidade do aprendizado.

Reflexões sobre a Educação e Neurociência

A Rigidez na Estrutura Educacional

  • O apresentador discute a preferência por uma abordagem estruturada e sistemática na educação, mencionando que algumas pessoas podem não gostar dessa rigidez.
  • Ele destaca que essa rigidez pode inibir a criatividade e levar à superficialidade, enfatizando a importância de reconhecer as diferenças individuais entre os alunos.

Ferramentas de Aprendizagem

  • Introduz o conceito do Desenho Universal de Aprendizagem (DUA), que é relevante para atender diferentes perfis de aprendizagem.
  • O DUA é interessante porque envolve várias áreas do cérebro, como reconhecimento e tomada de decisão, impactando diretamente no planejamento das tarefas.

Neurociência e Inclusão

  • A discussão se aprofunda em como a neurociência pode explicar os processos de aprendizagem e inclusão, buscando entender o "porquê" das metodologias educacionais funcionarem.
  • Menciona síndromes como TDAH, dislexia e autismo, ressaltando que cada condição exige uma interpretação cuidadosa para promover um ambiente inclusivo.

Foco nas Diferenças Individuais

  • O apresentador fala sobre como indivíduos com condições específicas desenvolvem habilidades únicas devido às suas experiências, como foco intenso em áreas de interesse.
  • Destaca a importância de direcionar atividades para esses interesses específicos para maximizar o potencial dos alunos.

Tomada de Decisão na Educação Infantil

  • Reflete sobre a capacidade limitada das crianças em tomar decisões adequadas devido ao desenvolvimento incompleto do córtex pré-frontal.
  • Enfatiza que adultos devem guiar as crianças nas decisões até que elas tenham maturidade suficiente para fazê-lo sozinhas.

Autonomia e Inclusão no Ambiente Educacional

  • Discute a necessidade dos adultos entenderem seus próprios desafios enquanto aprendem a lidar com suas dificuldades dentro da sala de aula.
  • Conclui mencionando um exemplo pessoal onde ele busca ajudar crianças com síndrome de Down a se tornarem autônomas em vez de apenas "normais".

A Autonomia e a Compreensão das Diversidades

O Entendimento do Problema Fisiológico

  • A autonomia de uma pessoa com síndrome de Down é limitada ao que ela consegue realizar, como comer ou arrumar a cama, dependendo da complexidade de suas diversidades.
  • É crucial que a pessoa compreenda sua condição fisiológica para se posicionar adequadamente no ambiente, o que requer entendimento por parte dos educadores e da sociedade.

A Importância do Espaço para Atuação

  • Não basta apenas fornecer tarefas; é necessário criar um espaço onde a pessoa possa atuar efetivamente, respeitando suas capacidades individuais.
  • Um exemplo pessoal ilustra como alguém com limitações motoras pode ter uma mente brilhante e compensar suas dificuldades físicas através do raciocínio.

Aceitação e Trabalho com as Limitações

  • É importante aceitar as limitações pessoais e trabalhar com o que se tem, em vez de lutar contra essas realidades.
  • O foco deve ser na utilização das habilidades existentes para maximizar o potencial individual.

Mediação do Significado na Aprendizagem

Relevância e Propósito na Aprendizagem

  • Para adultos, a aprendizagem deve ser contextualizada e negociada; relevância e propósito são essenciais para engajamento.
  • Ativar circuitos de recompensa e motivação é fundamental para colocar o adulto no centro do processo de aprendizado.

Flexibilidade no Ambiente de Aprendizagem

  • Ambientes flexíveis devem respeitar as diversas formas de aprendizado, expressão e engajamento dos indivíduos.
  • Cada pessoa possui um processamento cognitivo único; entender isso ajuda a otimizar o aprendizado.

Metodologias Práticas para Aprendizado Eficaz

Conexões entre Teoria e Prática

  • Metodologias baseadas em problemas reais ajudam a equilibrar teoria com prática, promovendo novas conexões neurais.
  • Projetos desafiadores permitem que os alunos criem soluções práticas baseadas em hipóteses, ativando plasticidade cerebral.

Tempo Necessário para Processos de Aprendizagem

  • Processos prolongados são necessários para adultos aprenderem efetivamente; um ano foi necessário em um estudo específico sobre plasticidade cognitiva.

Reflexão sobre o Processo de Aprendizagem

  • Guiar adultos na reflexão sobre seu próprio processo de aprendizagem é essencial; isso envolve planejamento, monitoramento e regulação das ações necessárias.

Aprender a Aprender: Desconstruindo para Construir

A Importância da Aprendizagem Mediadora

  • O conceito de "aprender a aprender" envolve desconstruir conhecimentos prévios para construir novos entendimentos, destacando a relevância da experiência de aprendizagem mediada.
  • O palestrante enfatiza que o processo de longo prazo é crucial e que muitos educadores precisam focar na maioria dos alunos que não estão sendo atendidos adequadamente na era digital.
  • Há uma preocupação com a minoria em detrimento da maioria, ressaltando que se os educadores não conseguem atender às necessidades básicas dos alunos, será difícil avançar com novas metodologias.

Reflexões sobre o Papel do Educador

  • O palestrante expressa gratidão pela participação no congresso e destaca a importância do tema abordado, reconhecendo as contribuições do professor Wilson.
  • Uma pergunta é levantada sobre como integrar descobertas da neurociência na prática pedagógica, visando criar ambientes de ensino adaptados às necessidades dos estudantes.

Integração das Descobertas Neurocientíficas

  • A questão central é como aplicar as informações sobre neurodiversidade e diferenças neurocognitivas na educação, considerando práticas já existentes que podem ser aprimoradas.
  • O palestrante menciona a necessidade de entender conceitos fundamentais antes de integrá-los à prática educativa, como funcionamento cerebral e sistemas de aprendizagem.

Compreensão das Diferenças Cognitivas

  • É destacado que muitos educadores sabem executar tarefas sem compreender o "como", o que limita a eficácia do ensino.
  • Para integrar conceitos educacionais eficazmente, é essencial conhecer profundamente os mecanismos cerebrais e os subsistemas envolvidos no aprendizado.

Atenção e Memória no Processo Educacional

  • A compreensão dos sistemas de atenção e memória é fundamental para lidar com diferentes síndromes e neurodivergências nos alunos.
  • Identificar como cada aluno capta atenção é crucial; sem isso, não há possibilidade de aprendizagem efetiva.

Desafios na Aprendizagem e a Necessidade de Acompanhamento

Importância do Acompanhamento Neurológico

  • O acompanhamento neurológico é essencial para entender problemas individuais dos alunos, ampliando a compreensão sobre seus estados emocionais e ambientes.
  • A diversidade entre os alunos típicos exige uma abordagem que vá além da padronização, reconhecendo as diferenças nas capacidades de atenção e nos mecanismos cerebrais envolvidos.

Inteligência Artificial vs. Inteligência Humana

  • A inteligência artificial é mais eficiente em tomar decisões rápidas devido ao seu treinamento específico, enquanto os humanos não estão sendo preparados da mesma forma.
  • O desafio reside em como auxiliar no processo de aprendizagem individualmente, enfatizando a mediação um-a-um em vez de um modelo coletivo.

Avaliação e Evolução do Aluno

  • Uma pedagoga sugere avaliar o progresso dos alunos através de comparações entre conhecimentos iniciais e finais, mas isso se torna complicado em turmas grandes.
  • Os desafios econômicos e estruturais dificultam mudanças significativas no modelo educacional atual.

Autodesenvolvimento do Educador

  • É crucial que educadores busquem conhecimento por conta própria, utilizando ferramentas disponíveis online para se aprofundar nas metodologias ativas de aprendizagem.
  • Aplicar o conhecimento adquirido na prática é fundamental; mesmo sem remuneração específica para pesquisa, o aprendizado contínuo deve ser valorizado.

Testes Práticos e Ferramentas Educacionais

  • Educadores devem valorizar suas experiências práticas ao aplicar novas ferramentas em sala de aula ou consultoria.
  • O uso repetido de métodos testados pode gerar resultados positivos; a adaptação das aulas às necessidades dos alunos é vital para o sucesso educacional.

Individualização do Ensino

  • Cada aluno deve ter sua experiência personalizada; a abordagem "como fazer" deve ser adaptada à realidade individual dos estudantes.
  • Em ambientes com maior liberdade criativa, como palestras, a utilização da inteligência artificial pode enriquecer as apresentações educativas.

Como a Inteligência Artificial Pode Acelerar Processos de Aprendizagem?

Reflexões sobre o Processo de Aprendizagem

  • A inteligência artificial é vista como uma ferramenta que pode acelerar processos dentro dos negócios, enfatizando a importância de buscar soluções internas em vez de externas.
  • O conceito de "aprender a aprender" é destacado como fundamental para utilizar novos formatos e metodologias no aprendizado.

Interação e Convite para Eventos

  • Um convite é feito para que os participantes visitem futuros eventos do congresso, reforçando a importância da interação entre educadores e alunos.
  • Agradecimentos são expressos pela participação do professor, ressaltando o valor do tempo dedicado à discussão e aprendizado.

Importância da Colaboração na Pesquisa

  • O conhecimento é descrito como amplo, com ênfase na busca por apoio e esclarecimento através de especialistas confiáveis.
  • Recomendações são feitas sobre dois canais: "Conexão Neural" do Dr. Eduardo Jucá, focado em neurociência aplicada à aprendizagem, e "Neurovox" do Pedro Calabrez, que aborda comportamento humano.

Profundidade nas Discussões

  • O Dr. Calabrez é mencionado por sua abordagem profunda em temas complexos, destacando que discussões mais longas são necessárias para um entendimento adequado.
  • É enfatizado que simplificações excessivas podem comprometer a compreensão dos temas abordados.

Desafios no Entendimento da Aprendizagem

  • A complexidade das síndromes associadas ao processo de aprendizagem é discutida, reconhecendo os desafios enfrentados pelos educadores.
  • A gratidão pelo espaço para discutir esses tópicos é expressa, com um apelo à busca contínua por desafios no campo educacional.

Conclusão e Contato

  • Uma mensagem final agradece aos participantes pela oportunidade de compartilhar conhecimento e convida todos a continuarem explorando o tema da aprendizagem.
  • Informações de contato do professor são disponibilizadas para aqueles interessados em aprofundar-se nos assuntos discutidos.

Aprofundamento em Temas Relevantes

Reflexões Finais sobre o Tema

  • O objetivo da palestra foi aprofundar um tema específico, destacando a importância de trazer informações que agregam valor à vida pessoal e profissional.
  • A oradora enfatiza que todas as informações adquiridas são valiosas e contribuem para o desenvolvimento contínuo no dia a dia.
  • Um agradecimento é feito aos participantes pela presença e envolvimento durante a palestra, reforçando a importância da interação.
  • A mensagem final inclui um convite para que os participantes continuem se engajando em futuras palestras, promovendo aprendizado constante.
  • A despedida é calorosa, desejando a todos um bom dia e incentivando a continuidade do aprendizado.
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Palestrantes: "Prof. Dr. Nilson Perinazzo Machado - Faculdade São Francisco de Assis" Mediador: Angela Cristina Rodrigues Local: ONLINE