Joseph Prince : vença a culpa e Condenação

Joseph Prince : vença a culpa e Condenação

Cristo é a Nossa Redenção

A Importância da Bíblia

  • O pastor Joseph Prince destaca que a Bíblia é o "manual do fabricante", contendo todas as respostas para a vida e deve ser alinhada com os ensinamentos de Deus.
  • Ele menciona que toda palavra na Bíblia é inspirada por Deus, enfatizando a importância de prestar atenção às suas palavras, pois são vida e saúde para aqueles que as encontram.

Experiência Pessoal com a Bíblia

  • O pastor compartilha sua experiência ao ler o Novo Testamento pela primeira vez aos 6 anos, destacando como Jesus se apresentou como uma figura não religiosa, mas atraente e acessível.
  • Ele reflete sobre a simplicidade das histórias bíblicas e como elas revelam um Jesus que se relaciona com pessoas comuns.

Estudo Pessoal da Bíblia

  • Prince incentiva os ouvintes a valorizarem suas Bíblias pessoais, mostrando sua própria Bíblia e mencionando anotações feitas à margem durante seus estudos.
  • Ele recomenda usar uma Bíblia física com margens grandes para fazer anotações pessoais, ressaltando que isso ajuda na reflexão e no entendimento das Escrituras.

Revelação nas Escrituras

  • O pastor fala sobre como suas notas pessoais se tornaram base para suas mensagens, encorajando outros a buscarem revelações diretas de Deus através da leitura pessoal da Bíblia.
  • Ele discute as diferenças entre o Antigo e o Novo Testamento, explicando que enquanto o Antigo fala sobre lei, o Novo revela graça.

Entendimento dos Testamentos

  • Prince explica que no Antigo Testamento há tipos e sombras do Novo Testamento; ele usa Nicodemos como exemplo de alguém buscando entender as verdades espirituais.
  • A conversa entre Jesus e Nicodemos ilustra a necessidade de renascimento espiritual; Jesus afirma que Deus amou tanto o mundo ao ponto de dar Seu Filho.

Reflexão sobre Reclamação e Louvor

  • O pastor menciona uma história do povo de Israel reclamando no deserto, resultando em mordidas de serpentes; isso simboliza as consequências da murmuração.
  • Ele sugere que louvar em vez de reclamar pode mudar nossa perspectiva diante das dificuldades.

A Serpente de Bronze e a Justiça de Deus

A Reclamante Cingapura e a Serpente

  • O orador menciona que em Cingapura as pessoas gostam de reclamar, o que não ajuda na resolução dos problemas.
  • Ele faz uma analogia com a história bíblica onde Moisés levantou uma serpente de bronze, afirmando que todos que olhavam para ela viviam, independentemente da gravidade das mordidas.

Olhar para a Cruz

  • O ato de olhar para a serpente é comparado ao olhar para Jesus na cruz; é um gesto simples mas poderoso.
  • Jesus se refere à serpente levantada no deserto como uma prefiguração do seu sacrifício, enfatizando que ele se tornou pecado por nós.

Justiça e Pecado

  • O orador explica que Deus fez Jesus se tornar pecado para nos tornarmos justos diante dele, conforme 2 Coríntios.
  • Ele discute a relação entre enfermidade e pecado, afirmando que toda enfermidade é resultado do pecado original.

Consciência do Pecado

  • É importante não focar nas enfermidades ou pecados pessoais, mas sim olhar para o sacrifício de Cristo.
  • O orador critica a ideia de que aumentar a consciência do pecado leva à santidade; isso não reflete o ensinamento do Novo Testamento.

Liberdade da Condenação

  • Pedro pregou com liberdade mesmo após negar Jesus, mostrando como os apóstolos estavam livres da consciência de pecado.
  • A justiça recebida através da fé em Cristo transforma nossa identidade; não somos mais pecadores, mas justos diante de Deus.

Abominação e Auto-Condenação

  • O orador cita Provérbios 17:15 sobre justificar ímpios e condenar justos como abominável aos olhos de Deus.
  • Ele alerta contra auto-condenação; quando alguém se vê como injusto após ser feito justo em Cristo, está cometendo um erro grave.

Reflexões Finais sobre Identidade Cristã

  • A falta de resposta às orações pode estar ligada à falta de crença no que Deus fez por nós através de Cristo.
  • Todos são pecadores antes da salvação; porém, após receberem justiça em Cristo, devem viver essa nova identidade sem condenação.

A Justiça de Deus e a Consciência

A Declaração de Justiça

  • A fé é fundamental, pois somente Deus vê a verdade sobre nós. Se Ele nos declara justos, ninguém pode contestar essa declaração.
  • A justiça não depende das nossas ações ou obras, mas sim da obra de Cristo. Condenar os outros é uma abominação diante do Senhor.

O Sacrifício e a Lei

  • O livro de Hebreus menciona que a lei era apenas uma sombra dos bens futuros; os sacrifícios antigos não podiam aperfeiçoar as pessoas.
  • Os sacrifícios de animais eram temporários e apenas cobriam os pecados até a vinda de Jesus, que trouxe o pagamento total pelos nossos pecados.

Consciência e Dívida

  • A consciência é um tema central; mesmo quando tentamos ignorá-la, ela permanece presente em nossas vidas.
  • Um exemplo prático: ao dever dinheiro, evitamos o credor por causa da nossa consciência pesada. Isso ilustra como a consciência funciona em relação aos nossos pecados.

Libertação através de Cristo

  • Quando alguém paga nossa dívida, como no exemplo dado, isso muda nossa percepção sobre o credor. Da mesma forma, Jesus pagou por nossos pecados.
  • É crucial entender que somos perdoados não por nossas ações, mas pelo que Cristo fez por nós. Essa mensagem deve ser clara e segura.

Identidade em Cristo

  • Nossa identidade não é definida pelos nossos erros; ao nascermos de novo em Cristo, somos considerados justos diante de Deus.
  • Mesmo quando erramos, continuamos sendo vistos como justos por Deus. Exemplos pessoais mostram como essa compreensão traz libertação e transformação na vida das pessoas.

Libertação do Vício e a Graça de Deus

A Luta Contra o Vício

  • Muitos estão sendo libertos de vícios, mas é necessário reconhecer que não se pode parar sozinho. Pastores e líderes buscam formas de ajudar as pessoas a saírem dessa escravidão.
  • O diabo faz com que as pessoas sintam-se sujas e ímpias, levando-as a uma auto-condenação que dificulta a libertação. É preciso confessar a justiça de Deus em Cristo.
  • As pessoas pecam sem precisar de licença; o pecado é uma realidade constante na vida delas. A força do pecado está na lei, conforme mencionado em 1 Coríntios 15.

O Evangelho da Graça

  • O evangelho da graça traz uma mudança significativa: os crentes não devem viver com consciência dos seus pecados, pois foram purificados uma vez por todas.
  • O verdadeiro cristianismo não é estar consciente do pecado, mas sim viver livre dele. Quando se nega o que Jesus fez, isso implica que Sua obra não foi perfeita.

A Percepção da Dívida Espiritual

  • Muitos cristãos acreditam ter dívidas espirituais a pagar, mesmo após serem perdoados. Essa mentalidade impede-os de viver plenamente na liberdade oferecida por Jesus.
  • Sacrifícios constantes são desnecessários; quando Jesus morreu, Ele pagou todos os nossos pecados e não devemos mais lembrar deles.

O Novo Caminho em Cristo

  • Após o sacrifício de Jesus, não deve haver recordação dos pecados. Isso contrasta com práticas religiosas que insistem na lembrança constante das falhas passadas.
  • O sangue de Jesus apaga os pecados para sempre; ao aceitar isso, somos livres para nos aproximar de Deus sem medo ou culpa.

Aproximando-se de Deus

  • Não há mais necessidade de sacrifícios pelos pecados; temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus.
  • Ao nos aproximarmos com corações sinceros e fé plena, somos purificados da consciência culpada que constantemente nos lembra do pecado.

Conclusão sobre a Vida Cristã

  • Entregar nossa vida a Deus deve ser motivado pelo amor e pela chamada divina, não como um sacrifício pelos erros passados.
  • A nova aliança em Cristo oferece um caminho vivo onde podemos experimentar uma vida extraordinária ao nos aproximarmos Dele continuamente.

O Significado do Sangue de Jesus e a Justiça

A Nova Caminhada em Cristo

  • O preço da consciência limpa é o sangue de Jesus, que oferece um novo caminho. Embora não sejamos perfeitos, somos lavados pelo seu sangue.
  • O termo "Cristão" significa "ungido", e todos os crentes são considerados ungidos, mas isso não implica que somos Cristo.

A Confissão de Jesus como Senhor

  • No livro de Atos, os cristãos eram conhecidos como "o caminho". A confissão de Jesus como Senhor é fundamental para a fé cristã.
  • Isaías 45:23 menciona que todo joelho se dobrará diante do Senhor, uma promessa que se cumpre com a confissão de Jesus.

Justiça e Força em Cristo

  • A justiça e força mencionadas em Isaías são cumpridas em Cristo. Aqueles que se indignam contra Ele serão envergonhados.
  • Em Filipenses 2, é afirmado que todo joelho se dobrará ao nome de Jesus, reforçando sua soberania.

Nossa Identidade em Cristo

  • Reconhecer Jesus como Senhor significa aceitar que Ele é nossa justiça. Essa confissão glorifica a Deus Pai.
  • Ao confessar "eu sou a justiça de Deus em Cristo", estamos dando glória ao Pai por meio da obra redentora de Jesus.

Tipos e Antítipos no Antigo Testamento

  • O Antigo Testamento contém tipos que prefiguram verdades no Novo Testamento; por exemplo, Moisés levantando a serpente no deserto.
  • Os detalhes sobre cura e salvação estão presentes no Antigo Testamento, enquanto o Novo revela sua substância através de Cristo.

Refúgio nas Cidades Designadas

  • As cidades de refúgio no Antigo Testamento simbolizam segurança; assim como Jesus é nosso refúgio para aqueles culpados.
  • Os nomes das cidades refletem proteção e cuidado divino, ilustrando o papel salvador de Jesus na vida dos crentes.

A Confissão de Jesus como Senhor

A Importância da Confissão

  • É fundamental confessar que Jesus é o Senhor e reconhecer que somos a justiça de Deus em Cristo, conforme Romanos 10:9-10.
  • A confissão com a boca e a crença no coração são essenciais para a salvação; crer é um ato de fé que nos justifica diante de Deus.

O Significado da Salvação

  • A salvação abrange não apenas a libertação do inferno, mas também inclui liberdade de pobreza, maldições, vícios e doenças.
  • A salvação é acessível e não requer sacrifícios extremos; está disponível através da confissão sincera.

Segurança na Salvação

  • A doutrina que sugere que se pode perder a salvação é considerada perigosa; segurança eterna deve coexistir com alegria e paz.
  • Dizer que o sangue de Jesus salva hoje, mas pode ser perdido amanhã, diminui seu valor e é uma ofensa à sua obra redentora.

Quem é Jesus?

Natureza Divina de Cristo

  • Jesus afirmou ser divino; ele não pode ser considerado apenas um bom homem se suas afirmações sobre si mesmo forem falsas.
  • Ele escolheu nascer em circunstâncias humildes para cumprir um propósito maior, mostrando sua identificação com os necessitados.

Justiça em Cristo

  • Aqueles que confiam em Jesus como sua justiça não serão envergonhados; essa confiança deve estar firmada na verdade do evangelho.

Aproximando-se de Deus

Medos e Crenças Pessoais

  • Muitas pessoas têm medo de se aproximar de Deus devido à insegurança sobre o perdão dos seus pecados.
  • É importante refletir sobre as crenças pessoais que podem impedir essa aproximação ao amoroso Deus.

Graça versus Lei

  • A lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Essa mudança representa uma nova aliança entre Deus e os homens.
  • Somente pela graça podemos entrar na presença de Deus; enquanto Moisés guiou o povo para fora do Egito, somente Jesus pode levá-los à verdadeira liberdade espiritual.

A Lei e a Graça: Moisés e Jesus

Comparação entre os Milagres de Moisés e Jesus

  • O primeiro milagre público de Moisés foi transformar água em sangue, resultando em morte, enquanto o primeiro milagre de Jesus foi transformar água em vinho, resultando em vida e celebração.
  • A primeira palavra que Deus disse a Moisés é mencionada como um ponto crucial na narrativa.

O Clamor dos Filhos de Israel

  • Os filhos de Israel clamaram a Deus devido à sua servidão no Egito; seu clamor subiu ao céu movido pela dor da escravidão.
  • Deus ouviu não apenas as orações, mas também os gemidos do povo, lembrando-se da aliança feita com Abraão, Isaque e Jacó.

A Cura Durante a Pregação

  • Durante a pregação, o orador encoraja os presentes a verificarem se foram curados; muitos levantam as mãos para glorificar a Deus.
  • O orador menciona que quando a palavra de Deus é pregada, o Espírito Santo confirma as curas nas pessoas presentes.

A Importância do Gemido e da Comunicação com Deus

  • É enfatizado que mesmo sem uma oração formal, o gemido pode alcançar o trono de Deus; isso ativa um concerto incondicional.
  • A comunicação sincera com Deus é destacada como essencial; até mesmo gemer pode ser suficiente para ser ouvido por Ele.

Reflexões sobre Davi e a Comunicação com Deus

  • Davi expressa suas emoções intensamente nos Salmos, mostrando que falar abertamente com Deus sobre preocupações é vital.
  • Abrir o coração para Deus é fundamental para receber ajuda divina; ele destaca que muitas vezes não precisamos pedir diretamente por intervenção.

O Chamado de Deus e a Importância das Pessoas

A Intervenção Divina na Vida das Pessoas

  • Quando Deus deseja libertar ou ajudar alguém, Ele envia uma pessoa. O exemplo dado é o de Moisés, que foi escolhido por Deus em um momento de solidão.
  • Um homem idoso compartilha o segredo do sucesso no casamento: resolver conflitos saindo para se acalmar. Isso ilustra como as pessoas podem ser fundamentais nas nossas vidas.
  • No leito de morte, as pessoas frequentemente se arrependem de não terem passado mais tempo com seus entes queridos, enfatizando a importância das relações humanas sobre bens materiais.

Vigilância e Discernimento nas Relações

  • É crucial discernir quem são as pessoas que Deus coloca em nossas vidas. Devemos evitar aqueles que nos desgastam e buscar amigos que nos renovem.
  • A história de Davi sendo ungido por Samuel mostra que Deus encontra as pessoas onde quer, mesmo em lugares inesperados como um campo.

A Presença de Jesus no Centro da Vida

  • O anjo do Senhor aparece a Moisés numa sarça ardente, simbolizando a presença constante de Cristo antes da Encarnação. Essa imagem representa Jesus sempre no centro das situações.
  • Quando colocamos Jesus no centro da nossa vida, mesmo em meio às dificuldades (como o fogo), não somos consumidos pelas tribulações.

A Paz Que Vem da Presença Divina

  • Muitas vezes buscamos os efeitos da presença do Senhor (como paz), mas devemos focar em Jesus. Mesmo sem resolver problemas imediatos, podemos sentir Sua paz.
  • É perigoso desviar o olhar dos problemas e focar apenas nos resultados; devemos manter nosso foco em Cristo.

O Chamado Pessoal de Deus

  • Quando estamos distraídos, Deus nos chama pelo nome, assim como fez com Moisés. Esse chamado é pessoal e muitas vezes ocorre quando estamos prestes a perder algo importante.
  • A primeira palavra que Deus disse a Moisés é significativa porque representa um novo começo e uma nova missão para ele.

A Mudança na Relação com Deus

A Instrução Inicial de Deus a Moisés

  • A primeira instrução de Deus para Moisés foi "não te chegues para cá", indicando uma separação entre o sagrado e o profano.
  • Em Hebreus 10, é mencionado que agora podemos nos aproximar de Deus com um coração verdadeiro, refletindo uma mudança significativa na relação entre Deus e a humanidade.

A Parábola do Filho Pródigo

  • Jesus usou a parábola do filho pródigo para ilustrar a diferença entre os fariseus e os pecadores, mostrando como todos são bem-vindos ao arrependimento.
  • O filho pediu sua herança antes da morte do pai, simbolizando um desejo por independência e afastamento da casa paterna.

Reflexões sobre o Mundo

  • O filho percebeu que tudo o que precisava estava na casa do pai, destacando a futilidade das buscas no mundo.
  • A mensagem central é que as coisas do mundo não satisfazem; tudo que realmente precisamos está em Deus.

O Perigo de Abraçar o Mundo

  • Dalila representa as tentações do mundo; compartilhar segredos divinos com ele pode levar à ruína pessoal.
  • O conceito de "mundano" vai além da aparência externa; refere-se à busca pela satisfação carnal e orgulho.

A Verdadeira Atratividade

  • A verdadeira beleza deve vir de um espírito manso, não apenas da aparência física ou moda.
  • Mulheres devem ser atraentes pelo caráter e espiritualidade, não apenas pela estética superficial.

Conclusão sobre a Volta ao Pai

  • Na história do filho pródigo, quando ele retorna, o pai corre ao seu encontro, simbolizando amor incondicional e aceitação.
  • O pai ordena que tragam roupas novas e sandálias para o filho, representando restauração e dignidade após seu retorno.

Reflexões sobre Amor e Sacrifício

A Relação entre o Pai e o Filho

  • O discurso aborda a diferença entre a lei de Moisés, que exige esforço pessoal, e a graça representada pelo amor do pai ao filho. O filho, mesmo tendo pecado, é acolhido sem precisar fazer nada por si mesmo.
  • A metáfora do anel e da roupa simboliza aceitação incondicional. O pai faz por seu filho o que ele não pode fazer por si mesmo, destacando um ato de amor profundo.

Referências Culturais

  • A comparação com novelas coreanas ilustra como os heróis muitas vezes se abaixam para ajudar os outros, refletindo valores de humildade e serviço.
  • Essa referência cultural sugere que o amor verdadeiro envolve ações altruístas, onde um personagem se coloca em uma posição inferior para elevar outro.

Conclusão sobre Amor Incondicional

  • A mensagem central enfatiza que o amor verdadeiro é demonstrado através de ações concretas e sacrifícios feitos pelos outros em nome daquele que ama.
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Você tem retidão de primeira classe 2 Coríntios 5:21 " Porque Ele fez aquele que não conheceu pecado ser pecado por nós, para que nos tornássemos a justiça de Deus nEle." Alguns cristãos acreditam que precisam trabalhar para se tornarem mais justos. E eles se chutam quando erram. Eles não percebem que, ao fazer essas coisas, não estão buscando a justiça de Deus, mas estão tentando estabelecer sua própria justiça por meio da manutenção da lei e da conduta correta. Justiça não é sobre conduta correta. É um presente de Deus para nós através de Jesus. E, como é um presente, não podemos conquistá-lo por meio de nossa manutenção da lei e da conduta correta. Nós só podemos recebê-lo! Como recebemos este presente? Nós recebemos através da cruz. Deus fez a Jesus “que não conheceu pecado para ser pecado por nós, para que pudéssemos nos tornar a justiça de Deus nEle”. Então hoje nós somos a justiça de Deus em Cristo. Somos tão justos quanto Jesus é! Mas alguns de nós pensam que no corpo de Cristo existem diferentes classes de retidão, como as classes de assento de um avião. Eles acham que alguns de nós têm a justiça da classe econômica, outros têm a justiça da classe executiva e alguns poucos têm a justiça de primeira classe. Isso é um absurdo! Quando Deus nos deu Jesus, Ele se tornou nossa justiça. Então nós temos a Sua justiça. Isso significa que somos 100% justos aos olhos de Deus! Nós não podemos deixar de ter justiça de primeira classe! Você pode dizer: “Pastor Prince, eu não entendo. Como posso ser justo quando faço errado? ”Pense nisso: Jesus, que não conheceu pecado, tornou-se pecado por nós. Jesus não conheceu pecado, não pecou e nele não havia pecado. Mas na cruz, Ele recebeu nosso pecado e se tornou pecado por nós. Da mesma forma, nós, que éramos pecadores, não conhecíamos nenhuma justiça, não fazíamos justiça e em nós não havia justiça. Mas na cruz recebemos a Sua justiça e nos tornamos a justiça de Deus em Cristo Jesus. Na cruz, a troca divina aconteceu. Jesus tomou nosso lugar para que pudéssemos tomar o seu lugar. Ele não merecia ser feito pecado, mas Ele foi feito pecado em nosso lugar. Nós não merecemos ser justos, mas fomos feitos justos porque recebemos a Sua justiça. Que ótima notícia! Que graça maravilhosa! Nós temos a justiça de primeira classe, que recebemos como um presente através de Jesus