Quali 2 - Aula 17 (03-11)
Desincharam minha tela gente
Visão geral da seção: Nesta seção, o palestrante menciona a questão das interfaces e as dificuldades de comunicação entre os departamentos em uma organização.
Questões nas interfaces das organizações
- A comunicação entre departamentos pode ser complicada e demorada.
- Empresas investem em sistemas de gestão para resolver problemas operacionais.
- Atualmente, a comunicação informal ocorre principalmente por meio de aplicativos como WhatsApp e planilhas de Excel.
Evolução da estrutura funcional
Visão geral da seção: O palestrante discute a evolução da estrutura funcional nas organizações e a importância dos processos.
Importância dos processos
- Os processos são responsáveis pelos resultados entregues pela organização.
- Atravessar as funções dos departamentos é essencial para identificar o caminho do processo.
- As empresas começaram a perceber que os processos são mais importantes do que os departamentos individuais.
Papel do organograma na empresa
Visão geral da seção: O palestrante aborda o papel do organograma na empresa e sua relevância para entender a estrutura organizacional.
Função didática do organograma
- O organograma permite visualizar como a empresa está estruturada e quem são as pessoas responsáveis por cada área.
- É importante para certificações de qualidade, como ISO, que exigem essa identificação na estrutura organizacional.
Mudança no poder dentro das empresas
Visão geral da seção: O palestrante discute a mudança no poder dentro das empresas, com o foco nos processos em vez dos gerentes funcionais.
Mudança na estrutura de poder
- O poder está migrando da vertical (gerentes funcionais) para a horizontal (processos).
- A designação do dono do processo é importante para garantir que haja responsabilidade e negociação efetiva entre os departamentos.
Importância de entender os processos
Visão geral da seção: O palestrante destaca a importância de entender como os processos transitam pela organização.
Identificação do caminho dos processos
- Nem todos os processos passam por todas as funções da organização.
- É essencial conhecer o caminho dos processos para compreender e desenhar os fluxos da empresa.
- Cada processo deve ter um único dono responsável por sua execução.
Estrutura matricial e migração do poder
Visão geral da seção: O palestrante aborda a estrutura matricial nas empresas e como o poder vai migrando ao longo do tempo.
Migração do poder
- Com o tempo, as empresas estão adquirindo maturidade e reconhecendo a importância dos processos.
- O poder vai migrando da vertical para a horizontal na estrutura matricial.
- A definição do dono de um processo pode começar com um analista ou estagiário, mas é importante que eles tenham reconhecimento e habilidade de negociação com outros departamentos.
Essas são as principais informações abordadas no vídeo.
Vamos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante inicia a discussão sobre a comunicação entre diferentes áreas de uma organização e como isso pode ser prejudicado pela estrutura organizacional.
Organograma e Comunicação entre Áreas
- A estrutura do organograma pode afetar a comunicação entre as áreas.
- Quando as áreas não estão sob o mesmo diretor, a comunicação entre elas pode ser prejudicada.
- Isso cria um problema onde é necessário subir na hierarquia para resolver questões que envolvem diferentes áreas.
- O analista, que está abaixo do gerente na estrutura organizacional, enfrenta dificuldades em negociar com outras áreas.
- A relevância das demandas do analista pode não ser considerada pelos outros gerentes.
Matricial Fraca e Perda de Poder
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os desafios da transição de uma estrutura matricial fraca para uma matricial forte e como isso afeta o poder dos indivíduos.
Desafios da Transição
- Na estrutura matricial fraca, ainda é o gerente funcional quem tem mais poder.
- Os gerentes funcionais têm medo de perder poder na transição para uma estrutura matricial forte.
- A perda de poder leva as pessoas a ficarem desconfiadas e até mesmo jogarem contra as mudanças propostas.
Dono do Processo e Negociação entre Gerentes
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora a dinâmica da negociação entre gerentes quando seus processos passam por áreas diferentes.
Conversa entre Gerentes
- Quando um processo passa por áreas de diferentes gerentes, surge a questão de como será a conversa entre eles.
- A falta de alinhamento pode levar à tentativa de atrapalhar o trabalho do outro gerente.
- É melhor evitar conflitos e buscar uma estratégia colaborativa.
Mudança de Poder na Estrutura Organizacional
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute a mudança do poder vertical para horizontal na estrutura organizacional e os desafios que isso traz.
Medo da Mudança
- A transição do poder vertical para horizontal tira as pessoas da zona de conforto.
- Há um medo de perda de relevância e importância com essa mudança.
- As organizações que trabalham por processo tendem a ter o poder nas mãos do dono do processo.
Empresas que Trabalham por Processo
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante destaca empresas que trabalham por processo e como elas compartilham serviços entre as áreas funcionais.
Compartilhamento de Serviços
- Empresas que trabalham por processo podem compartilhar serviços entre as áreas funcionais.
- Áreas como RH e financeiro são vistos como prestadores de serviço para os processos produtivos e de apoio.
- O compartilhamento traz ganhos de escala e torna as empresas mais produtivas e competitivas.
Mapeamento da cadeia de valor
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor fala sobre a importância de mapear a cadeia de valor para identificar os processos que agregam valor ao cliente e internalizar o que interessa para a organização.
Matricial forte vs. matricial fraca
- Na matricial forte, o poder está na horizontal, com o dono do processo ou projeto.
- Na matricial fraca, o poder ainda está verticalizado nas mãos dos gerentes funcionais.
- Problemas de comunicação entre os membros da organização podem atrapalhar o processo.
Pontos fortes e pontos fracos da transição
- A transição de uma estrutura funcional para uma estrutura por processo pode ser demorada.
- O medo de perder poder é um obstáculo na transição.
- Rivalidades antigas entre áreas podem atrapalhar a transição.
- Ganho importante é ter uma visão global do processo e motivação das pessoas em trabalhar com objetivos comuns.
- Melhoria na comunicação e engajamento no objetivo comum são benefícios da transição.
Desafios da estrutura funcional
- Estruturas funcionais podem ter controles e sistemas paralelos, dificultando a rastreabilidade das informações.
- Exemplo de uma situação em que a informação fica perdida em planilhas de Excel ou mensagens no WhatsApp.
Benefícios da estrutura por processo
Visão geral da seção: Nesta seção, o professor destaca os benefícios da adoção de uma estrutura por processo, como melhoria na comunicação, transição mais rápida dos processos dentro da organização e mudança nos indicadores para focar nos processos em vez dos departamentos.
Benefícios da estrutura por processo
- Melhoria na comunicação e transição mais rápida dos processos dentro da organização.
- Visão global do processo e motivação das pessoas em trabalhar com objetivos comuns.
- Mudança nos indicadores para focar nos processos em vez dos departamentos.
Indicadores de Eficiência e Eficácia
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são discutidos os indicadores que podem ser acompanhados e medidos em um processo.
Indicadores de Eficiência e Eficácia
- A eficácia e a eficiência são dois indicadores importantes a serem considerados.
- A eficiência refere-se à capacidade do processo de realizar uma tarefa com o menor uso possível de recursos.
- O tempo necessário para realizar uma tarefa pode variar dependendo do delta t (intervalo de tempo).
- A diferença no tempo de espera entre dois restaurantes para receber o mesmo prato é um exemplo de diferença na eficiência.
- Além da eficiência, a produtividade também é um indicador importante a ser analisado.
- Os três principais indicadores em qualquer processo são o tempo de atravessamento, o volume e a qualidade.
- Esses indicadores são fáceis de acompanhar e medir em qualquer processo.
Foco no Cliente e Melhoria do Processo
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordado o gerenciamento do processo e o foco no cliente.
Foco no Cliente e Melhoria do Processo
- O método de gerenciamento do processo tem como foco principal o cliente.
- O objetivo é atender às necessidades do cliente e entregar o que ele precisa para realizar seu trabalho adequadamente.
- A melhoria da comunicação, a padronização dos processos e a capacitação das pessoas são elementos essenciais para alcançar esse objetivo.
- Os benefícios incluem maior satisfação do cliente, redução de custos, aumento da produtividade e maior lucratividade.
- Reduzir os custos é fundamental para aumentar a lucratividade de um negócio.
- Ter indicadores ajuda a medir o progresso e tomar ações para melhorar continuamente.
- Um bom processo é eficaz, eficiente e adaptável às mudanças.
Equipes de Gerenciamento de Processos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, são apresentadas as equipes responsáveis pelo gerenciamento de processos.
Equipes de Gerenciamento de Processos
- A estrutura organizacional é dividida em equipe PM (Process Management).
- A equipe PM de primeiro nível é responsável pelo gerenciamento estratégico, enquanto a equipe PM de segundo nível é mais operacional.
- Cada equipe tem atribuições e responsabilidades bem definidas.
- Ter indicadores ajuda a medir o progresso e tomar ações para melhorar continuamente.
Objetivos Estratégicos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os objetivos estratégicos de uma organização e sua importância para um plano estratégico bem-sucedido.
Três Grandes Objetivos Estratégicos
- Existem três grandes objetivos estratégicos que são comuns a todas as organizações.
- Esses objetivos são aumentar a receita, reduzir custos e atender à missão da organização.
- Aumentar a receita envolve atrair mais clientes e expandir para novos mercados.
- Reduzir custos é importante para melhorar a eficiência operacional e aumentar o poder de negociação.
- Atender à missão da organização está relacionado à construção de uma imagem positiva no mercado.
Importância dos Objetivos Estratégicos
- Os objetivos estratégicos são essenciais para alcançar resultados positivos e garantir o sucesso da organização.
- Ter um bom plano estratégico é fundamental para orientar as ações e decisões da empresa.
Imagem no Mercado
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante explora a importância da imagem de uma empresa no mercado e como ela pode afetar seu desempenho.
Construção de uma Imagem Positiva
- Uma das metas das empresas é ter uma imagem positiva no mercado.
- Isso pode ser medido por indicadores como "top of mind", que reflete a marca mais lembrada pelos consumidores em determinado segmento.
- A imagem de uma empresa pode ser prejudicada por escândalos ou práticas negativas, o que pode resultar na perda de clientes e valor de mercado.
Exemplo da Indústria Automobilística
- O palestrante menciona um documentário chamado "A Rota do Dinheiro Sujo" que explora casos de empresas automobilísticas envolvidas em escândalos.
- Esses casos destacam como a perda da imagem pode afetar negativamente as empresas e sua reputação no mercado.
Plano Estratégico
Visão Geral da Seção: Nesta seção final, o palestrante reforça a importância de um bom plano estratégico para o sucesso das organizações.
Papel do Plano Estratégico
- Um bom plano estratégico é fundamental para orientar as ações e decisões dentro de uma organização.
- Ele ajuda a definir os objetivos estratégicos, identificar os recursos necessários e estabelecer metas claras.
- Um plano estratégico bem elaborado permite que a organização tenha direção e foco em suas atividades.
Conclusão
- Ter objetivos estratégicos claros, construir uma imagem positiva no mercado e desenvolver um plano estratégico são elementos essenciais para o sucesso das organizações.
Fatores Críticos de Sucesso
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os fatores críticos de sucesso e sua importância para alcançar os objetivos estratégicos de uma empresa.
Fatores Críticos de Sucesso
- Os fatores críticos de sucesso são condições necessárias para atingir os objetivos estratégicos de uma empresa.
- Eles são essenciais e devem ser observados e aplicados, mas não garantem necessariamente o sucesso por si só.
- Exemplo comum é a missão da empresa, que define seu propósito principal e razão de existir.
- Muitas empresas mentem sobre sua missão, mas na realidade, a missão é remunerar o capital do investidor.
- Embora possam ter outras missões sociais ou nobres, a missão principal é gerar lucro para quem investiu.
- É raro encontrar empresas que coloquem explicitamente em sua missão que seu objetivo é remunerar o capital do investidor.
Missão e Visão da Empresa
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda a importância da definição clara da missão e visão de uma empresa.
Missão
- A missão é a razão pela qual a empresa existe e seu propósito principal.
- Muitas empresas não definem claramente sua missão ou colocam outras metas como prioridade em vez de remunerar o capital do investidor.
Visão
- A visão está relacionada a como a empresa pretende atingir seu principal objetivo.
- É importante definir onde se deseja estar em um determinado período de tempo, como dois, cinco ou dez anos.
Objetivos Estratégicos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute os objetivos estratégicos e sua relação com a visão da empresa.
Objetivos Estratégicos
- Os objetivos estratégicos são a forma prática e explícita de expressar a visão da empresa.
- Eles descrevem o caminho para alcançar a visão estabelecida.
- Os fatores críticos de sucesso estão diretamente ligados aos objetivos estratégicos.
Erro Comum na Definição de Objetivos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante aborda um erro comum na definição de objetivos das empresas.
Cliente Satisfeito como Objetivo
- Um erro comum é considerar o cliente satisfeito como objetivo principal.
- Na verdade, o objetivo é aumentar a receita e obter lucro.
- A satisfação do cliente é um fator crítico de sucesso para alcançar esse objetivo, mas não deve ser confundido com o próprio objetivo.
Fatores Críticos de Sucesso Exemplos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante apresenta exemplos de fatores críticos de sucesso em diferentes setores.
Exemplos de Fatores Críticos de Sucesso
- Na indústria automobilística, um fator crítico de sucesso é ter projetos que permitam preços competitivos para conquistar uma fatia de mercado.
- A indústria manufatureira japonesa valoriza a confiabilidade do produto como fator chave para vendas.
- Em alguns setores, o "time to market" (tempo necessário para lançar um produto no mercado) é crucial para se destacar e superar a concorrência.
Startups e Inovação
Visão Geral da Seção: Nesta seção, o palestrante discute como as startups muitas vezes conseguem inovar e chegar à frente das grandes empresas.
Startups e Inovação
- Muitas vezes, as startups conseguem chegar à frente das grandes empresas porque estão mais focadas em inovação.
- Grandes empresas tendem a estar mais preocupadas com o dia a dia e têm dificuldade em assumir riscos.
- Por isso, muitas vezes é mais fácil para as grandes empresas adquirirem startups após elas já terem trazido inovações ao mercado.
Departamento de Olheiros
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutido o papel dos olheiros na empresa e a importância da flexibilidade e agilidade.
Papel dos Olheiros
- A empresa possui um departamento de olheiros responsável por trazer novos negócios.
- Os olheiros são responsáveis por identificar oportunidades e trazer novas propostas para a empresa.
Flexibilidade e Agilidade
- É importante ter flexibilidade e agilidade nos negócios.
- O engenheiro de produção é focado em otimizar a capacidade total e evitar desperdícios ou ociosidade.
- No entanto, alguns negócios exigem flexibilidade, como serviços e projetos.
- Para ter flexibilidade, é necessário ter algum grau de ociosidade.
- Encontrar o equilíbrio entre flexibilidade e ociosidade pode ser complicado.
Flexibilidade vs. Ocupação Total
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutida a importância da flexibilidade em relação à ocupação total na empresa.
Exemplo Prático
- Um cliente entra em contato solicitando uma visita para fazer uma proposta urgente no dia seguinte.
- No entanto, se a agenda estiver totalmente ocupada, não será possível atender ao cliente com flexibilidade.
- Ter alguma ociosidade na agenda permite encaixar novos clientes com urgência.
Desafio das Empresas
- Para as empresas, encontrar o equilíbrio entre ocupação total e flexibilidade é um desafio antigo e complicado.
- É necessário considerar a demanda dos clientes e a capacidade de atendimento.
Flexibilidade na Indústria Automobilística
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é abordada a importância da flexibilidade na indústria automobilística.
Produção de Carros
- As montadoras de carros possuem vários modelos, mas muitas vezes compartilham componentes em comum.
- Por exemplo, a parte frontal de vários carros pode ser a mesma para otimizar a produção.
- A intercambiabilidade de peças é um fator crítico de sucesso na indústria automobilística.
Custo do Projeto e Produção
- Ter uma linha de produção para cada modelo seria inviável e extremamente caro.
- A flexibilidade na produção permite reduzir custos e oferecer variedade aos clientes.
Logística Integrada
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é discutida a importância da logística integrada em empresas que lidam com produtos perecíveis.
Exemplo do Setor Laticinista
- Uma empresa que produz iogurtes no interior de São Paulo precisa garantir que o produto chegue aos supermercados do Nordeste dentro do prazo de validade.
- A logística integrada é fundamental para garantir que o produto chegue ao destino final no tempo adequado.
Sensibilidade dos Produtos Perecíveis
- No setor de produtos perecíveis, como alimentos, a logística integrada desempenha um papel crucial.
- Atrasos na entrega podem comprometer a validade dos produtos e afetar negativamente os resultados.
Definição de Processos Chave e Críticos
Visão Geral da Seção: Nesta seção, é explicado o conceito de processos chave e críticos dentro de uma organização.
Processos Chave
- Os processos chave são aqueles que têm maior relevância para a organização atingir seus objetivos estratégicos.
- São fundamentais para o funcionamento da empresa.
Processos Críticos
- Um processo chave se torna crítico quando é avaliado em duas dimensões: importância e impacto na operação.
- Os processos críticos são aqueles que, se não estiverem funcionando corretamente, prejudicam significativamente a operação da empresa.
Desempenho do processo crítico
Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se o desempenho do processo crítico e sua importância para a organização.
Como avaliar o desempenho do processo crítico
- O desempenho do processo crítico é avaliado com base em indicadores.
- Existem dois tipos de desempenho: fraco e adequado.
Identificando o processo crítico
- O processo crítico é aquele que possui grande importância para a organização.
- É necessário avaliar tanto a importância quanto o desempenho do processo.
- Os processos críticos são as prioridades da organização.
Indicadores de desempenho dos processos
- É importante ter indicadores para medir o desempenho dos processos.
- Medir apenas aquilo que é mensurável gera resultados significativos.
Designação de dono para o processo crítico
Visão geral da seção: Nesta seção, aborda-se a responsabilidade de designar um dono para o processo crítico e melhorar seu funcionamento.
Responsabilidade da equipe de primeiro nível
- A equipe de primeiro nível deve definir estratégias e objetivos.
- Identificar os fatores críticos do processo.
- Reconhecer os processos prioritários e onde há necessidade de melhoria.
Designação de um dono para o processo crítico
- Após identificar um processo crítico, é necessário nomear um dono responsável por ele.
- O dono do processo deve trabalhar para melhorar e aprimorar o processo.
Atuação da equipe de segundo nível
Visão geral da seção: Nesta seção, discute-se a atuação da equipe de segundo nível após a designação do dono do processo crítico.
Melhoria contínua do processo
- A equipe de segundo nível deve atuar no sentido de melhorar e aprimorar o processo.
- É importante entender a lógica por trás das atividades realizadas.
Essas são as principais informações abordadas no vídeo, relacionadas ao desempenho do processo crítico, designação de dono e melhoria contínua.